Trabalhador gasta mais de R$ 40 por dia para almoçar fora de casa.
Quase três milhões ainda não
tomaram dose de reforço da vacina no Rio de Janeiro. Taxa de positividade da
doença é de 20%, patamar considerado alto, mas mostra desaceleração em relação
às últimas semanas, quando atingiu 26%.
Quatro
mandatos e nadica... Eduardo Paes quer transformar sistema de ônibus rápido
em VLTs. Prefeitura anunciou mudança nos modais em projeto a longo prazo com
objetivo de construir 250 km de novos trilhos em 15 anos.
Ministro Mendonça nega ação no
STF contra PEC dos Benefícios.
Falta de quórum faz Câmara deixar
votação da PEC dos Benefícios para a próxima semana.
Bolsonaro participa de eventos da
Força Aérea e do Exército em SP e no RJ. Presidente comparecerá a solenidades
de Entrega de Espadins aos Cadetes pela manhã e da Infantaria Paraquedista durante
a tarde.
Cracolândia
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O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa criticou as Forças Armadas e as acusou de pressionar a Justiça Eleitoral “em clara atitude de vassalagem em relação” ao presidente Jair Bolsonaro (PL). As urnas eletrônicas são atacadas constantemente pelo presidente e apoiadores, que costumam dizer que não é possível auditar o voto. Apesar disso, o modelo atual das urnas permite instrumentos de audibilidade.
CNJ regulamenta uso e porte de
armas de fogo por polícias judiciais. Regras incluem procedimentos para uso,
controle e fiscalização dos armamentos no Poder Judiciário.
Ex-premiê do Japão Shinzo Abe morre após ser baleado em evento de campanha. Político de 67 anos chegou a ser socorrido para um hospital da cidade de Kashihara, na região de Nara, mas não resistiu. Morte de Shinzo Abe provoca comoção internacional entre líderes. Abe foi o premiê japonês mais longevo no cargo e enfrentou diversos escândalo. Homem responsável pelo ataque contra o político foi capturado rapidamente pela polícia local e está preso Veja momento em que ex-primeiro-ministro do Japão é baleado.
https://twitter.com/Hiruru95722714/status/1545253997749055489
Enquanto o presidente ocupa o
máximo de espaço nos acordos regionais com caciques do Centrão, ex-presidente
não consegue ampliar espectro de apoios fora da esquerda tradicional
Detalhes fundamentais de
articulação política decidem uma eleição. Por ter a máquina pública na mão,
junto com os acordos políticos mais sólidos, Jair Messias Bolsonaro vai
consolidando mais chance de ser (re)eleito que o adversário-inimigo Luiz Inácio
Lula da Silva que polariza, artificialmente, com ele. Na proximidade das
convenções partidárias que definem os nomes e alianças reais em disputa,
Bolsonaro confirma que tem mais poder de fogo que Lula para ampliar e
fortalecer acordos regionais. O Presidente vai além do Centrão, enquanto o
ex-Presidente se isola na esquerda – que nunca veio tão desunida, enfraquecida
e sem propostas renovadoras para um enfrentamento eleitoral. Bolsonaro se
oxigena com o “datapovo” em grandes manifestações nas ruas, enquanto Lula se “esclerosa”
politicamente, com sobrevida apenas nas pesquisas que insistem (não se sabe até
quando) em seu suposto “favoritismo”.
Bolsonaro deu duas provas de
força na articulação política. Ambas ocorreram em função de um acordo, de
bastidores, com o PSD – partido comandado por Gilberto Kassab (que tem rusgas
pessoais com Bolsonaro). Na primeira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco
(PSD-MG), outro que não suporta Bolsonaro, se viu forçado pelas circunstâncias
políticas adiar, para depois da eleição, a CPI do MEC – objeto de desejo do
senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), cotado para ser um dos coordenadores da
campanha presidencial de Lula. Liderado por Kassab, Pacheco foi obrigado a
comunicar que, além da apuração sobre a pasta da Educação, também terá de abrir
CPIs para investigar desmatamento ilegal na Amazônia, crime organizado e
narcotráfico. Claro que o destino das comissões dependerá, decisivamente, do
resultado eleitoral, em outubro ou novembro. Se Bolsonaro acabar reeleito,
muitos feitiços têm tudo para se voltar contra os feiticeiros da oposição.
Na segunda prova de força, que
isola o PT e a oposição, Bolsonaro dá um passo consistente para emplacar seu
candidato ao governo de São Paulo. O PSD preferiu apoiar a candidatura de
Tarcísio Gomes de Freitas ao Palácio dos Bandeirantes. A contrapartida é
destinar a vaga de vice (que deve ser ocupada pelo ex-prefeito de São José dos
Campos, Felício Ramuth, que vem estrelando várias inserções de propaganda
eleitoral gratuita na televisão e no rádio). O acordo isola o PT. A candidatura
de Fernando Haddad ao governo apostava no apoio de Kassab. O pragmático líder
do PSD, mesmo não se relacionando bem com Bolsonaro, fecha com Tarcísio por uma
questão de sobrevivência política. Na realidade, a caneta esferográfica de
Bolsonaro tem poder efetivo, enquanto o PT sobrevive na mera narrativa
eleitoreira.
Além do PSD, Bolsonaro caminha
para fechar acordos regionais com políticos do União Brasil e do Podemos. O
mesmo tende a acontecer com políticos do MDB, excetuando-se uma minoria que
fecha, por falta de alternativa ou de visão, com Lula e Simone Tebet. Essa
inapetência (sem trocadilho) do PT para ampliar acordos ao centro (ideológico
ou fisiológico) demonstra a inconsistência da candidatura de Lula da Silva –
que ainda tem o agravante de ter a imagem prejudicada pela corrupção e pelo
esquisito “perdão” concedido pelo Supremo Tribunal Federal na Lava Jato. Sem
articulações políticas consistentes – e sem a comprovação popular de apoio nas
ruas -, Lula se torna uma peça de ficção eleitoral. Pesquisas divulgadas
midiaticamente induzem a opinião. Acontece que propaganda nem sempre faz
milagre. Bolsonaro consegue listar pelo menos 55 realizações efetivas de seu
governo, enquanto a marketagem petralha se resume a tentar destruir a imagem do
inimigo-adversário, além de evocar um suposto passado de glórias do PT que não
resiste a uma checagem objetiva dos fatos.
A oposição ainda corre o risco de
sofrer sua maior desmoralização política. Basta que o ex-operador do Mensalão,
o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza, revele tudo que realmente
sabe sobre ligações do PT com a facção criminosa PCC. A Comissão de Segurança
Pública da Câmara aprovou um convite a Valério – que teria detonado o partido
de Lula em sua delação premiada à Polícia Federal. Por tudo isso, uma mistura
de desarticulação política com corrupção, Lula é cabra marcado para perder, e
Bolsonaro, a se reeleger. Resumindo, novamente: Bolsonaro só perde para ele
mesmo. E PT, saudações! (Jorge Serrão)
Lista Negra
Nossas liberdades não são tão invioláveis
assim, salvo em caso de defender a ideologia...
A maior parte do
vocabulário sinalizado pelos Justiceiros Sociais Woke como derivado de racismo
não tem nada com isso. Palavras têm origens rastreáveis e rastreadas.
Considerar expressões como inveja branca, lista negra, peste negra e ovelha
negra derivadas de alguma relação com raça é a Etimologia Freestyle. Estudar
etimologia, a origem das palavras, dá trabalho. Na modalidade freestyle,
inventa-se uma correlação para poder xingar os outros de racistas. Além de ser
mais relax e não dar stress de tanto estudar, gera likes e dá prestígio aos
antirracistas de internet.[1]
Madeleine Lacsko, Gazeta do Povo
Olhando para o horizonte,
figurativamente, pois são 15:48h, só vejo escuridão. Por vezes precisamos explicar que usamos
figuras de linguagem ou nos colocarão numa lista negra de pessoas que teriam
cometido algum absurdo. A escuridão tem
sido a base de várias dessas expressões tão injustiçadas em tempos em que a
Literatura não existe nas universidades e nem no ENEM...
Pego sobre meu criado mudo umas
anotações feitas meio nas coxas – como jamais fizeram qualquer telha que seja – enquanto tomo um copo d’água, porém feito de
vidro, penso no que escrever para não correr perigo de vida: decido pelo
caminho seguro e resolvo falar sobre o sentido exato das palavras, o
denotativo. Largo, então a crônica, e
passo a fazer uma espécie de glossário, mas sem seguir ordem alfabética, diante
de muito analfabetismo funcional, escolhendo palavras e expressões em que tenho
observado mais dúvidas, ultimamente...
Quaisquer. Plural de
qualquer. Única palavra em português com
plural no meio da palavra, Pronome que se refere a algo não especificado e sem
que haja exceção.
Exemplo de uso: “Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e
penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.” (Constituição.
Art. 53)
salvo em caso de: Expressão usada para fazer exceção ao que está
sendo dito, para dizer quando o que está sendo dito não se aplica.
Exemplo de uso: “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela
podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante
delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por
determinação judicial.” (Constituição. Art. 5º, XI). Quando não há exceção, se aplica em qualquer
caso ou tempo, por exemplo: “é inviolável a liberdade de consciência e de
crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida,
na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.
(Constituição, 5º , VI)
Senão em: Mais uma expressão usada para fazer exceção ao que está
sendo dito, para dizer quando o que está sendo dito não se aplica, equivalente
a salvo em caso de (ou seu plural).
Exemplo de uso: “ninguém será
preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de
autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou
crime propriamente militar, definidos em lei;.” (Constituição. Art. 5º, LXI).
Ou: Conjunção alternativa que denota que basta que ocorra uma entre
duas ou várias situações ou hipóteses.
Difere por exemplo da conjunção “e” que é aditiva e exigiria que mais de
uma coisa ocorresse para que se aplicasse o que está sendo dito.
Exemplo de uso: “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém
nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante
delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por
determinação judicial.” (Constituição. Art. 5º, XI). Obs. Usamos o mesmo exemplo por sua clareza e
importância)
Concepção: Fecundação. Fusão do espermatozoide com o óvulo.
Exemplo de uso: “Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida.
Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da
concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente..” (Pacto de
San José da Costa Rica - considerado supralegal pelo STF- Art. 4º, 1). “A
personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a
salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro. (Código Civil, Art. 2º ).
Inviolável: Aquilo que não pode ser desrespeitado, que tem que ser
observado por quem quer que seja, que nenhuma pessoa física ou jurídica tem o
direito de violar.
Exemplo de uso: “é inviolável a liberdade de consciência e de
crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida,
na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas
liturgias”(Constituição, Art. 5º, VI)
Independentemente: Advérbio.
Expressa a relação de independência entre duas ou mais coisas, pessoas,
instituições, etc.
Exemplo de uso: “é livre a expressão da atividade intelectual,
artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou
licença” (Constituição, Art. 5º, IX)
Creio que por hoje basta, não
elencarei quaisquer outras palavras, até pra não correr o risco de que provocar
a ira dos que desconhecem semântica e interpretação ou: dos que querem
distorcê-las, afinal, independentemente do que pensemos, nossas liberdades não
são tão invioláveis assim, salvo em caso de defender a ideologia...
A Etimologia Freestyle
é uma das principais ferramentas do Justiceiro Social do Parque de Areia
Antialérgica para fingir que é intelectual ou antirracista. Ao inventar
significados que não existem para uma expressão ou palavra, é possível dar
impressão de que combate racismo. Melhor ainda, se a Etimologia Freestyle for
usada chamar outra pessoa de racista, teremos um herói. Vários sonsos surgirão
para "educar" a pessoa injustamente acusada e fazê-la
"acordar" para o racismo estrutural. É o autoritarismo do bem.
Madeleine Lacsko. (Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/madeleine-lacsko/etimologia-freestyle-tres-expressoes-racistas-que-nao-tem-nada-a-ver-com-isso/
)
P.S. Agora o livro 2020 D.C. Esquerdistas Culposos
e outras assombrações tem uma trilha sonora com canções e músicas de filmes citados.
Crux Sacra Sit Mihi Lux / Non Draco Sit Mihi Dux
Vade Retro Satana / Nunquam Suade Mihi Vana
Sunt Mala Quae Libas / Ipse Venena Bibas
(Oração de São Bento
cuja proteção eu suplico)
(Adriano
Marreiros, mestre em Direito, membro do Movimento Contra a Impunidade (MCI) e
do Ministério Público Pró Sociedade (MP Pró Sociedade), autor de “2020 D.C.,
Esquerdistas Culposos e Outras Assombrações” e de “Hierarquia e Disciplina são
Garantias Constitucionais”)
“Olho o mundo e sinto angústia, mas também uma esperança
que nunca se apaga.”






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