Dados da ONU e OMS: Pandemia causa a maior queda de cobertura vacinal nos últimos 30 anos.
Preço médio da gasolina cai 6,4%
nos postos do Brasil e chega ao menor valor em 10 meses. Desde a aprovação da
lei do teto do ICMS, Agência Nacional do Petróleo registrou uma queda total de
17,8%, o equivalente a R$ 1,32 por litro.
Rosa Weber envia à PGR pedido de
investigação sobre Pacheco, Alcolumbre e do Val . A petição que atribui
supostos crimes de corrupção ativa e passiva.
Tribunal Eleitoral do RS decide
que uso da bandeira do Brasil não é propaganda eleitoral. De acordo com o
Tribunal, a utilização do objeto não pode ser tratada como uma manifestação de
cunho governamental, ideológico ou partidário, ressaltando que o uso não
vincula o candidato à administração.
Eduardo Paes assina contrato de
concessão de 30 anos para a reestruturação do Polo Rio Cine Vídeo. O Polo Rio
Cine Vídeo tem uma área de 60 mil m² de área e contará com um investimento de,
no mínimo, R$ 92 milhões.
Bolsonaro decide não comparecer à
Cúpula do Mercosul no Paraguai.
A Receita Federal impôs um sigilo
de 100 anos no processo que descreve a ação do órgão federal para tentar
confirmar uma tese da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com objetivo
de anular a origem do caso das "rachadinhas" do filho do presidente
da República.
Capitólio: Serviço Secreto dos
EUA apagou mensagens sobre invasão. Departamento de Segurança Interna diz que
destruição das mensagens de texto ocorreu depois de um pedido para que elas
fossem entregues a investigadores.
Fim da guerra passa por chance de
'duas Ucrânias' e satisfação de Putin. Divisão do território ucraniano é vista
como forma de encerrar o conflito; especialistas explicam possíveis
consequências do ato.
https://twitter.com/taoquei1/status/1547698788239691780?t=5x2MoVBmLNwJONW9yKvYyw&s=07
Estatuto da Criança e do Adolescente completa 32 anos hoje
https://youtu.be/Q7MEwbCZ34c
O voto da sabedoria
popular
O eleitor brasileiro médio possui
um nível de escolaridade que gira em torno do ensino fundamental e do ensino
médio.
Como escrevi dias atrás, não
resta dúvidas de que a grande massa do eleitorado “vota com a barriga”.
Por outro lado, parece
impressionante como se conversa com determinadas pessoas com um certo grau de
discernimento e se verifica certo nível de convergência no que se refere a
políticas que deveriam ser adotadas no país.
Como nessas terras, seguramente,
uma das palavras mais entoadas é democracia, reputam como algo positivo o
rodízio do poder e de plataformas políticas diferentes.
Honestamente, faz muito mas muito
tempo que não se vê nada diferente do que se passou a presenciar a partir da
eleição do PR atual.
Apesar de se mostrarem como
partidos e linhas ideológicas diferentes, o que sempre se presenciou na
sociedade brasileira do “rent-seeking”, foi sua formatação, sendo administrada,
adornada e bajulada pelo velho e sempre atual estamento burocrático.
A própria Constituição de 1988,
reflete uma visão de mundo coletivista, que prevê direitos e mais direitos, mas
ao mesmo tempo, não dá conta com os deveres dos cidadãos.
Diga-se de passagem, o quão
estarrecedor é quando uma Suprema Corte, ativista e política, rasga
sistematicamente à Constituição, e elimina os direitos e as liberdades
individuais, a pretexto de estar zelando “pela democracia e pelo Estado de
Direito”. Eles estão fazendo política partidária e desmantelando as preciosas
liberdades individuais.
Oh, quão nobres são todos aqueles
visionários que querem um mundo melhor e mais justo, matando a galinha dos ovos
de ouro, ops, os empresários de verdade - não os do compadrio - e as pessoas,
que criam empregos, renda e riqueza!
Oh, quão sábios são todos aqueles
visionários que querem o protagonismo cada vez maior do Estado, frente a
submissão contraprodutiva e ineficiente do mercado. Estado esse
intervencionista, fechado, amarrado e capturado.
A turma que quer retomar ao
poder, é aquela que deixou o país em frangalhos, que mentiu para o povo e
cometeu o maior assalto aos cofres públicos da história mundial, com a
corrupção - que o eleitor médio não tolera -, e que classifica o PR atual como
uma ameaça à democracia, já que ele atua - no imaginário desses artistas - como
racista, homofóbico, autoritário…
Essa turma quer o coletivismo
igualitário para o povaréu, embora sua cúpula, como sempre se constatou -
deseja continuar gozando dos prazeres que só a economia de mercado é capaz de
produzir.
Muitos que penderão para a chapa
rubra, tem ido às ruas e/ou se manifestado contra o tal capitalismo.
O capitalismo malvado, de acordo
com esses, privilegia unicamente os resultados para os acionistas, mas eles são
sabem o que dizem. O acionista e a sociedade somente se beneficiam porque no
sistema capitalista o soberano, que é quem decide o que comprar e/ou não
comprar, é o consumidor.
As narrativas e a nomenclatura
são belas, agora tem que valer o capitalismo das partes interessadas, que na
prática significa que o Estado decide ao invés dos consumidores, reformando o
capitalismo para uma forma de coletivismo “mais igualitário”.
Um dos lados não é, não pode ser,
e não foi perfeito, porém, mal ou bem, foi um importante divisor de águas.
Penso que o eleitor brasileiro
médio não queira o socialismo.
Somente o desejam e o diferenciam
os que estão a serviço do poder e da ambição.
Afora aqueles catequizados pela
religião ideológica extremista de todos os lados - que as redes sociais jogam
gasolina -, mesmo deixando a barriga escondida -, a opção parece ser
facilitada:
Qual dos dois candidatos parece
ser mais confiável e autêntico?
Qual dos dois candidatos não
perverteu a linguagem e, portanto, fala a verdade?
Qual dos dois candidatos nomeou
profissionais (não cabide de emprego e corrupção) para os ministérios e foi
mais competente na gestão?
Qual dos dois candidatos,
proporcionalmente, construiu as bases para um crescimento mais sólido e
sustentável?
Qual dos dois candidatos fez - não
só verbalizou - pelas liberdades individuais?
Com quem o povo gostaria de estar
mais ao lado?
Reflita. (Alex
Pipkin, PhD)
“Para
prevenir decepções nada como esperar sempre o pior das pessoas, e assim às
vezes ter agradáveis surpresas.”




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