Rio de Janeiro registra mais de 250 casos de varíola dos macacos. Estado é o segundo com o maior número de registros da doença em todo o país, atrás apenas de São Paulo. Vacinas contra a varíola dos macacos chegam em setembro, diz secretário do Ministério da Saúde. Funcionário do governo também falou sobre a importância das campanhas de vacinação infantil contra a Poliomielite e contra a Covid-19.
Corte de impostos deve resultar
em nova queda de preços neste mês. Julho registrou a maior deflação da
história, motivada pelas isenções fiscais sobre os combustíveis e a energia
elétrica.
Por votação unânime a Segunda
Câmara do Tribunal de Contas da União (TCU) condenou nesta terça-feira, 9, os
ex-procuradores Rodrigo Janot e Deltan Dallagnol da Lava-Jato a pagar R$ 2,8 mi
e o procurador João Vicente Beraldo Romão pelos pagamentos irregulares de
diárias, passagens e gratificações a membros que atuaram na Operação Lava Jato,
em Curitiba, no Paraná.
Vacinas contra a varíola dos
macacos chegam em setembro, diz secretário do Ministério da Saúde. Funcionário
do governo também falou sobre a importância das campanhas de vacinação infantil
contra a Poliomielite e contra a Covid-19.
Verba federal para fiscalizar
terras indígenas cresceu 151%. O desmatamento nas terras indígenas despencou
26,79% entre 2019 e 2021, aponta o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
(INPE).
Paulo Guedes diz que desemprego
cairá para 8% antes do fim do ano. Atualmente, a taxa de desemprego está em
9,3%; ministro afirma que queda virá por meio da recuperação econômica.
Justiça ordena prisão de cunhada
do presidente do Peru por caso de corrupção. Ela teria que ficar detida por 10
dias preventivamente; polícia ainda não encontrou Yenifer Paredes, mas realizou
diligência na residência oficial de Pedro Castillo.
Quem vai realmente enfrentar o crime institucionalizado e combater a corrupção na vida pública?
Principal e urgente desafio
brasileiro é escolher representantes que tenham compromisso, coragem e
competência para implantar um regime de honestidade objetiva
Largaram! A campanha eleitoral
começa. Sobrarão promessas e muitas mentiras na propaganda. O eleitorado vai
ficar de saco cheio! Muita gente pode ficar tão revoltada e decepcionada que
talvez nem apareça para cumprir o ritual do voto obrigatório ou cometa o erro
fatal de se abster da votação, teclando nulo ou branco na urna eletrônica. O
momento é crítico e preocupante. O presidencialismo de coalizão chega ao limite,
junto a um conflito entre os poderes, com predominância do Judiciário sobre o
Executivo e o Legislativo. Essa quase juristocracia corrompe e desmoraliza a
Constituição de 1988. Só criminosos se aproveitam desse caos, dessa anarquia
feudal.
O desafio brasileiro em 2022 é
vencer o crime organizado. É preciso recuperar a saúde das instituições,
aprimorando-as, para a implantação real de uma República Constitucional. Por
isso, não devemos perder tempo com debates inúteis sobre assuntos irrelevantes.
Bronca sobre polarização ideológica é ferramenta para enganar otário. Os
bandidos no poder só querem ampliar a divisão ideológica artificialmente
plantada na sociedade brasileira pelos agentes conscientes a serviço da
Cleptocracia e seu Mecanismo. O fundamental, de imediato, é limpar o Estado,
reduzir e combater a corrupção, afastando a escória do poder. O passo seguinte,
quase simultâneo, é o enxugamento legal, até que seja viável propor, debater e
implantar um Plano Estratégico de Nação, que definirá as linhas de uma nova
Constituição — para a qual deve ser eleito um grupo especificamente para
debater, aprovar e colocar em vigor.
A pergunta fatal: conseguiremos
eleger cidadãos com capacidade, competência e, acima de tudo, vontade política
de combater o sistema organizado do Crime Institucionalizado — definido como a
associação delitiva entre bandidos de toda espécie e membros da máquina pública
nos poderes da União, Estados e municípios? Pelo menos na retórica, uma maioria
concorda que é fundamental combater as variadas formas de enriquecimento
ilícito de parlamentares, servidores públicos e quem a eles se associa para
falcatruas. Vale indagar novamente: por que os políticos custam tão caro aos
cofres públicos? Por que necessitam de tantos assessores — a maioria “aspones”
(gíria para assessores de p… nenhuma)? O que justifica uma máquina legislativa
tão dispendiosa? Para que tantos políticos profissionais e seu séquito mal ou
bem remunerado? O problema é que o Brasil é capimunista — e não capitalista.
Culturalmente, a maior parte do povo é “estadodependente”. A máquina estatal é
a maior “empregadora”. Por isso, grande parte do eleitorado, pragmaticamente,
por interesse pessoal, não topa mexer no vespeiro do setor público.
Mais pergunta incômoda: por que
tanta gente bandida quer seu voto? Todo mundo sabe que persistem fortes
suspeitas de corrupção nas câmaras legislativas. Uma das formas mais canalhas é
a formação de caixa 2 nos gabinetes parlamentares, através da apropriação
indébita de até a metade dos salários dos nomeados para cargos de confiança.
Esta condenável prática é muito comum nas câmaras municipais, nas assembleias
legislativas estaduais e até na Câmara dos Deputados e no Senado. A usurpação
ilegal de salários dos ocupantes de cargos em comissão é apenas uma das
modalidades de picaretagem. Também ocorre muita fraude com a manipulação
indevida das polpudas verbas de gabinetes. E na manipulação do Orçamento — que
muitas vezes ainda acontece sem transparência. Parlamentares fazem o que bem
entendem com a grana, porque não existe uma obrigação de fiscalização direta
pela sociedade.
O Brasil só será efetivamente
passado a limpo se todos colaborarem, fazendo muita pressão e fiscalizando os
mandatos de “Suas Excelências”. Os brasileiros que trabalham e empreendem não
aguentam mais pagar tanto imposto para sustentar uma gigantesca legião de
“parasitas”. A reclamação não é demagógica. É uma necessidade urgente que a
leniência da maioria adia a cada eleição. O responsável-maior pelos erros é
cada um de nós. Novamente, em 2 de outubro, chega a hora de colaborar para a
mudança. Vamos colaborar? Ou repetiremos o mesmo estilo errático de cada
eleição? Você acha que basta eleger o presidente? No presidencialismo, quem
manda é o presidente da República, ao menos em tese. Mas, no Brasil atual, nem
na teoria isso acontece… Na prática, quem manda é o Establishment (o Estamento
Burocrático) e seus tentáculos de poder — inclusive os não-eleitos. O mais
forte deles, graças à deficiência e fragilidade da Constituição de 1988, é o
“Poder Supremo”. Você, cidadão, vai deixar tudo como está — ou sempre esteve?
Respostas urgentes, nas redes sociais, nas ruas e nas urnas. (Jorge Serrão)
16 anos da Lei Maria da
Penha
No dia 07 de agosto de 2006, 16
anos atrás, era sancionada a Lei Maria da Penha, um marco jurídico histórico no
combate à violência doméstica e ao feminicídio em nosso país.
A Lei Maria da Penha,
inegavelmente, é um marco na criminalização da violência doméstica e apesar dos
mecanismos legais de proteção às vítimas, percebemos que as estatísticas ainda
são preocupantes, conforme o "Anuário de Segurança Pública de" 2021,
a cada 4 mulheres de 16 anos ou mais, no último ano, uma já foi vítima de
alguma forma de violência.
Uma outra estatística alarmante
indica que cerca de 45% das mulheres vítimas de violência permanecem em
silêncio.
O combate à violência doméstica e
do feminicídio é dever de todos, em caso de violência, denuncie em:
197 (Disque Denúncia da Polícia
Civil)
180 (Central de Atendimento à
Mulher)
190 (Disque Denúncia da Polícia
Militar – em casos de emergência)
Pensar antes de agir, refletir para concluir, meditar a
fim de se conectar.



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