10 de ago. de 2022

Mundo sempre confuso.

Rio de Janeiro registra mais de 250 casos de varíola dos macacos. Estado é o segundo com o maior número de registros da doença em todo o país, atrás apenas de São Paulo. Vacinas contra a varíola dos macacos chegam em setembro, diz secretário do Ministério da Saúde. Funcionário do governo também falou sobre a importância das campanhas de vacinação infantil contra a Poliomielite e contra a Covid-19.

Corte de impostos deve resultar em nova queda de preços neste mês. Julho registrou a maior deflação da história, motivada pelas isenções fiscais sobre os combustíveis e a energia elétrica.

Por votação unânime a Segunda Câmara do Tribunal de Contas da União (TCU) condenou nesta terça-feira, 9, os ex-procuradores Rodrigo Janot e Deltan Dallagnol da Lava-Jato a pagar R$ 2,8 mi e o procurador João Vicente Beraldo Romão pelos pagamentos irregulares de diárias, passagens e gratificações a membros que atuaram na Operação Lava Jato, em Curitiba, no Paraná.

Vacinas contra a varíola dos macacos chegam em setembro, diz secretário do Ministério da Saúde. Funcionário do governo também falou sobre a importância das campanhas de vacinação infantil contra a Poliomielite e contra a Covid-19.

Verba federal para fiscalizar terras indígenas cresceu 151%. O desmatamento nas terras indígenas despencou 26,79% entre 2019 e 2021, aponta o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Paulo Guedes diz que desemprego cairá para 8% antes do fim do ano. Atualmente, a taxa de desemprego está em 9,3%; ministro afirma que queda virá por meio da recuperação econômica.

Justiça ordena prisão de cunhada do presidente do Peru por caso de corrupção. Ela teria que ficar detida por 10 dias preventivamente; polícia ainda não encontrou Yenifer Paredes, mas realizou diligência na residência oficial de Pedro Castillo.

Quem vai realmente enfrentar o crime institucionalizado e combater a corrupção na vida pública?

Principal e urgente desafio brasileiro é escolher representantes que tenham compromisso, coragem e competência para implantar um regime de honestidade objetiva

Eleições deste ano estão marcadas para outubro

Largaram! A campanha eleitoral começa. Sobrarão promessas e muitas mentiras na propaganda. O eleitorado vai ficar de saco cheio! Muita gente pode ficar tão revoltada e decepcionada que talvez nem apareça para cumprir o ritual do voto obrigatório ou cometa o erro fatal de se abster da votação, teclando nulo ou branco na urna eletrônica. O momento é crítico e preocupante. O presidencialismo de coalizão chega ao limite, junto a um conflito entre os poderes, com predominância do Judiciário sobre o Executivo e o Legislativo. Essa quase juristocracia corrompe e desmoraliza a Constituição de 1988. Só criminosos se aproveitam desse caos, dessa anarquia feudal.

O desafio brasileiro em 2022 é vencer o crime organizado. É preciso recuperar a saúde das instituições, aprimorando-as, para a implantação real de uma República Constitucional. Por isso, não devemos perder tempo com debates inúteis sobre assuntos irrelevantes. Bronca sobre polarização ideológica é ferramenta para enganar otário. Os bandidos no poder só querem ampliar a divisão ideológica artificialmente plantada na sociedade brasileira pelos agentes conscientes a serviço da Cleptocracia e seu Mecanismo. O fundamental, de imediato, é limpar o Estado, reduzir e combater a corrupção, afastando a escória do poder. O passo seguinte, quase simultâneo, é o enxugamento legal, até que seja viável propor, debater e implantar um Plano Estratégico de Nação, que definirá as linhas de uma nova Constituição — para a qual deve ser eleito um grupo especificamente para debater, aprovar e colocar em vigor.

A pergunta fatal: conseguiremos eleger cidadãos com capacidade, competência e, acima de tudo, vontade política de combater o sistema organizado do Crime Institucionalizado — definido como a associação delitiva entre bandidos de toda espécie e membros da máquina pública nos poderes da União, Estados e municípios? Pelo menos na retórica, uma maioria concorda que é fundamental combater as variadas formas de enriquecimento ilícito de parlamentares, servidores públicos e quem a eles se associa para falcatruas. Vale indagar novamente: por que os políticos custam tão caro aos cofres públicos? Por que necessitam de tantos assessores — a maioria “aspones” (gíria para assessores de p… nenhuma)? O que justifica uma máquina legislativa tão dispendiosa? Para que tantos políticos profissionais e seu séquito mal ou bem remunerado? O problema é que o Brasil é capimunista — e não capitalista. Culturalmente, a maior parte do povo é “estadodependente”. A máquina estatal é a maior “empregadora”. Por isso, grande parte do eleitorado, pragmaticamente, por interesse pessoal, não topa mexer no vespeiro do setor público.

Mais pergunta incômoda: por que tanta gente bandida quer seu voto? Todo mundo sabe que persistem fortes suspeitas de corrupção nas câmaras legislativas. Uma das formas mais canalhas é a formação de caixa 2 nos gabinetes parlamentares, através da apropriação indébita de até a metade dos salários dos nomeados para cargos de confiança. Esta condenável prática é muito comum nas câmaras municipais, nas assembleias legislativas estaduais e até na Câmara dos Deputados e no Senado. A usurpação ilegal de salários dos ocupantes de cargos em comissão é apenas uma das modalidades de picaretagem. Também ocorre muita fraude com a manipulação indevida das polpudas verbas de gabinetes. E na manipulação do Orçamento — que muitas vezes ainda acontece sem transparência. Parlamentares fazem o que bem entendem com a grana, porque não existe uma obrigação de fiscalização direta pela sociedade.

O Brasil só será efetivamente passado a limpo se todos colaborarem, fazendo muita pressão e fiscalizando os mandatos de “Suas Excelências”. Os brasileiros que trabalham e empreendem não aguentam mais pagar tanto imposto para sustentar uma gigantesca legião de “parasitas”. A reclamação não é demagógica. É uma necessidade urgente que a leniência da maioria adia a cada eleição. O responsável-maior pelos erros é cada um de nós. Novamente, em 2 de outubro, chega a hora de colaborar para a mudança. Vamos colaborar? Ou repetiremos o mesmo estilo errático de cada eleição? Você acha que basta eleger o presidente? No presidencialismo, quem manda é o presidente da República, ao menos em tese. Mas, no Brasil atual, nem na teoria isso acontece… Na prática, quem manda é o Establishment (o Estamento Burocrático) e seus tentáculos de poder — inclusive os não-eleitos. O mais forte deles, graças à deficiência e fragilidade da Constituição de 1988, é o “Poder Supremo”. Você, cidadão, vai deixar tudo como está — ou sempre esteve? Respostas urgentes, nas redes sociais, nas ruas e nas urnas. (Jorge Serrão)

16 anos da Lei Maria da Penha

No dia 07 de agosto de 2006, 16 anos atrás, era sancionada a Lei Maria da Penha, um marco jurídico histórico no combate à violência doméstica e ao feminicídio em nosso país.

A Lei Maria da Penha, inegavelmente, é um marco na criminalização da violência doméstica e apesar dos mecanismos legais de proteção às vítimas, percebemos que as estatísticas ainda são preocupantes, conforme o "Anuário de Segurança Pública de" 2021, a cada 4 mulheres de 16 anos ou mais, no último ano, uma já foi vítima de alguma forma de violência.

Uma outra estatística alarmante indica que cerca de 45% das mulheres vítimas de violência permanecem em silêncio.

O combate à violência doméstica e do feminicídio é dever de todos, em caso de violência, denuncie em:

197 (Disque Denúncia da Polícia Civil)

180 (Central de Atendimento à Mulher)

190 (Disque Denúncia da Polícia Militar – em casos de emergência)

Pensar antes de agir, refletir para concluir, meditar a fim de se conectar.

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