11 de ago. de 2022

O panorama de uma Democracia...

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal votou, nesta quarta-feira (10), a favor do reajuste de 18% a juízes e ministros. Decisão gera aumento em cadeia para outros magistrados, caso seja aprovada pelo Congresso e pelo presidente. Na prática, a decisão pode elevar a remuneração dos magistrados dos atuais R$ 39.293 para R$ 46.366. O orçamento da Corte para 2023 está fixado em R$ 850 milhões, de acordo com a proposta que está em votação. Se o resultado for mantido, o Supremo encaminhará um projeto de lei ao Congresso com os valores aprovados. A medida também gera aumento automático para outros juízes. Ministros do Superior Tribunal de Justiça recebem 95% do salário de um ministro do Supremo, e os desembargadores, 95% do que recebe um magistrado do STJ. Cabe ao Parlamento aceitar, modificar ou rejeitar os percentuais. Se aprovada pela Câmara e pelo Senado, a medida vai à sanção do presidente da República, que também tem poder de veto.

O Rio continua lindo! Denúncias de esquema na Fundação Ceperj viram munição contra Castro na campanha. Caso abrange mais de 18 mil cargos para trabalhadores temporários, que receberiam vencimentos em dinheiro vivo, fora de contas bancárias - até agora, mais de R$ 220 milhões.

Polícia desarticula golpe milionário contra viúva do colecionador Jean Boghici.

Bolsonaro diz que tem direito de desconfiar do sistema eleitoral e ordena compra de armas. Para uma plateia do agronegócio, o chefe do Executivo voltou a levantar suspeitas, sem apresentar provas, das urnas eletrônicas.

Por mentiras (?) o YouTube retirou do ar a transmissão do evento do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores. O encontro aconteceu em 18 de julho no Palácio da Alvorada e, ao discursar, mentiu sobre as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro.

Dallagnol acusa TCU de praticar 'lawfare', termo usado pelo PT. O ex-procurador disse que 'ministros políticos' o condenaram indevidamente.

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, disse nesta quarta-feira que não há mais espaço no Brasil para o retorno de um candidato à Presidência que já foi preso e processado, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala aconteceu durante evento da CNA que reuniu o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, outros políticos, como a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina, e diversos integrantes do setor, como o atual ministro Marcos Montes. (Reuters)

PF identifica plano para resgate de líderes criminosos em presídios. Operação Anjos da Guarda foi deflagrada em três estados e no DF.

Polícia do Rio desarticula golpe milionário contra idosa de 82 anos

Nova paralisação de importante termelétrica agrava crise energética em Cuba. Estatal de energia do país diz que situação é consequência do grave incêndio industrial que começou na sexta-feira passada no oeste cubano e que até esta quarta não foi controlado; nação vive há dois anos uma grave crise econômica.

 

Hacker da Vaza Jato é apresentado à campanha de Bolsonaro

O hacker Walter Delgatti, responsável pelo vazamento de mensagens de procuradores da Lava Jato e que deu origem às reportagens “Vaza Jato”, foi apresentado para a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.

A informação é das jornalistas Natuza Nery e Andréia Sadi, da GloboNews.

Uma das fontes contou que a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi quem levou Delgatti para um encontro com o chefe do Executivo nesta quarta-feira (10).

Tanto a parlamentar quanto a assessoria de Bolsonaro negam que isso tenha acontecido.

“Nego (sobre encontro com Bolsonaro), mas confirmo que estive com ele (Delgatti)”, afirmou Zambelli ao portal g1.

Walter Delgatti foi preso em julho de 2019, durante a Operação Spoofing. Segundo investigações da PF (Polícia Federal) uma organização criminosa acessou contas do aplicativo de mensagens Telegram usadas por autoridades, como o ex-juiz Sergio Moro.

Delgatti chegou a admitir à PF que entrou nas contas de procuradores da Lava Jato e que encaminhou as mensagens ao site The Intercept.

Ele obteve direito a aguardar o julgamento em liberdade. (Yahoo Notícias)

Buraco gigante no deserto do Chile não para de crescer e intriga cientistas

Os moradores vizinhos não conseguiam acreditar no que estavam vendo em uma estrada em Tierra Amarilla, cidade de cerca de 15 mil habitantes na região do Atacama, no norte do Chile.

Uma enorme cratera circular de 32 metros de largura e 64 metros de profundidade surgiu no meio de uma estrada que atravessa um terreno de propriedade de uma mineradora.

Uma semana depois, o buraco aumentou: seu diâmetro agora é de 36,5 metros, de acordo com as últimas medições de satélite.

            As misteriosas crateras que ameaçam 'engolir' moradores de vilarejos da Croácia.

            A misteriosa cratera gigante no Ártico que intriga cientistas.

O Serviço Nacional de Geologia e Mineração do Chile (Sernageomin) ordenou que a companhia de mineração Candelaria interrompesse todas as suas operações na área.

Também abriu um processo disciplinar contra a empresa, enquanto uma equipe investiga as possíveis causas do sumidouro. (Atahualpa Amerise_BBC News Mundo)

A missão estratégica do Jornalismo nas eleições 2022

Jornalistas e agentes midiáticos corrompidos não podem funcionar como comparsas do regime criminoso que mantém o Brasil e o povo no subdesenvolvimento político, econômico e cultural

Jornalismo tem papel fundamental nas eleições

O noticiário brasileiro, sobretudo na extrema mídia (nacional-socialista) tradicional, decreta a morte do Jornalismo. Os limites do estelionato editorial vem sendo ultrapassados de maneira descarada. Agride-se a objetividade dos fatos. Afronta-se a Lógica e a Ciência. Estupra-se a verdade. Os tradicionais veículos de comunicação – alguns à beira da falência ou sérios candidatos a sumirem do mapa, em breve – simplesmente assinaram suas sentenças de morte da credibilidade com a cobertura diária difamatória do governo federal e com a perseguição a quem prega valores conservadores e honestos. O extremismo jornalístico (mais claramente na esquerda, mas também em uma parcela da direita que ainda não definiu sua identidade) firmou uma aliança com a corrupção política para produzir desinformação, contra-informação e debates irrelevantes. Definitivamente, ficou claro que o “Jornalixo” (ou “jornazismo”) não tem compromisso com as mudanças exigidas pelo povo brasileiro. Na realidade, é aliado do Crime Institucionalizado.

A novidade boa: A maioria das pessoas percebe este fenômeno de pura canalhice editorial. Só precisa dominar melhor alguns conceitos corretos. Por exemplo: Isenção é um mito do Jornalismo. Qualquer veículo de comunicação tem direito de escolher sua posição política-editorial. Só precisa cumprir o dever básico de deixar isso claro para seu público-alvo-consumidor, leitor ou audiência. Cada um apoia ideias, posições ou candidatos que bem desejar, desde que respeitando a legalidade e, sempre, a verdade. Isto constitui e consolida a Liberdade de Imprensa. O que não é legítima é a prática da mentira ou de uma sutil contravenção da verdade. Jornalixo que mente e defende criminosos é ilegítimo e ilegal. Parcialidade criminosa é inaceitável.

Notícia excelente: A imprensa corrupta, mentirosa e venal está com os dias contados no Brasil. Só idiotas aguentam tantas narrativas, intrigas e mentiras. Fakenews e “faketóides”, nunca mais! É a campanha que as pessoas de bem precisam lançar e abraçar. Para romper com o caos vigente, um jornalismo independente, de alto nível, seria de importância fundamental. Afinal, sempre que o jornalismo cumpre a missão de retratar a verdade (aquilo que é real, universal e permanente) consegue agir como testemunha fiel e objetiva da história e contribui, estrategicamente, para a informação e reta formação da consciência do povo. A ausência ou perda de credibilidade do jornalismo pode representar um risco grave: a desgraça de uma nação. Uma imprensa em descrédito tende a mergulhar uma sociedade em decadência. Por isso, é tão importante refletir sobre jornalismo em tempos de “jornalixo” e “jornazismo”.

Até 2 de outubro (ou até dia 30, no segundo turno), assistimos e participamos do grande teatro eleitoral. Atores dão show de encenação ou nos proporcionam um espetáculo bufão. A maioria dos políticos abusa do cinismo pragmático. Discurso bem intencionado, porém com práticas sociais hediondas, comportamentos reprováveis e muita narrativa mentirosa. Assim agem os “poderosos”, os políticos e a mídia. O Establishment cuida para que tudo permaneça do mesmo “jeitinho”. Sua Turma do Mecanismo comanda as operações. A impressão de que algo mudará para melhor é sempre um sonho, uma ilusão ou uma impossibilidade ou improbabilidade. Acontece que as mudanças precisam se tornar realidade concreta, pois esse é o desejo de expressiva parcela da nossa população.

Fator positivo da eleição 2022: povo está julgando criticamente o comportamento, o funcionamento e a estrutura das instituições brasileiras – claramente impactadas pela ação do Crime Institucionalizado – definido como a associação delitiva entre bandidos de toda espécie e membros da máquina pública nos poderes da União, Estados e municípios. Não devemos ter mudanças radicais nem transformações profundas imediatamente, o que seria ideal. No entanto, avançamos na (r)evolução brasileira para que o país se desenvolva, a partir do crescimento econômico, com efetiva geração de renda, mais empregos, melhores oportunidades e chances de sucesso para quem estuda, trabalha e empreende para progredir na vida.

O Jornalismo de Verdade precisa fazer uma pergunta valiosa: Como se pode defender e garantir a supremacia do bem público, a hegemonia do bem comum do povo, acima de todos os interesses privados, sem sucumbir à vontade da oligarquia que sempre se sentiu a “dona do poder” no Brasil? O grande desafio político brasileiro é instituir a verdadeira e plena soberania popular. Temos de fugir da realidade errática, atrasada e criminosa que não deixa o país crescer, desenvolver e progredir. O Jornalismo tem capacidade de contribuir com essa missão. Se os jornalistas profissionais não colaborarem, o povo vai exercer sua função jornalística, a seu modo, através da intercomunicação em redes sociais da internet, usando smartphones e seus programas como “ferramentas” ou “armas”. O advento e fomento do 5G no Brasil será importantíssimo para essa evolução midiática. (Jorge Serrão)

 “Político no Brasil entra de mansinho e sai de mansão.” (Ari Toledo)

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