22 de jul. de 2022

Sei, somos, mas quem não é...

Com alta da inflação, brasileiro come menos e troca carne para garantir arroz e feijão.

Inscrições para Fies e Prouni serão feitas em agosto.

Cidade Maravilhosa (?) – No Complexo do Alemão sobe para 18 o nº de mortos durante operação policial no RJ.

Em ato com vaias a aliado no Recife, Lula critica reforma trabalhista e defende emprego formal. Apoiado pelo ex-presidente, o pré-candidato ao governo de Pernambuco Danilo Cabral desagrada lulistas e petistas por ter votado a favor do impeachment de Dilma Rousseff; militantes apoiam a ex-petista Marília Arraes.

Mourão condena guerra na Ucrânia e afirma que Brasil não adota neutralidade. Manifestação do vice-presidente vai de encontro ao posicionamento do presidente Jair Bolsonaro; recentemente, o chefe do Executivo federal evitou tomar partido e afirmou estar ‘do lado da paz’.

Moda? Acusado de assédio sexual, presidente do Cremerj se afasta do cargo. Uma sindicância será aberta para apurar os fatos; Clovis Munhoz já foi investigado sob a mesma acusação em 2021.

Ministério Público Federal denuncia três pessoas pelos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips. Amarildo da Costa, Oseney da Costa e Jefferson da Silva foram presos no decorrer das investigações. MPF entende que eles devem responder por duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Mercosul: Bolsonaro envia vídeo e diz que governo ‘dá prioridade às famílias de baixa renda’.

Em Madri, presidente da Funai é alvo de protesto e deixa evento da ONU. Marcelo Xavier tem recebido pressões para renunciar por causa dos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, no Vale do Jaguari.

Trump deve ser considerado responsável por ataque ao Capitólio, diz comitê.

Conflito na Europa - Regiões separatistas pró-Rússia na Ucrânia bloqueiam busca do Google.

Uma lição urgente

Eis o que dizia Olavo de Carvalho ainda no segundo episódio do True Outspeak, ao ar no dia 11 de dezembro de 2006:

“(…) do Ortega y Gasset peguei sobretudo essa ideia de que a filosofia deve se articular muito em torno da vida pessoal do próprio filósofo, quer dizer, a vida pessoal do filósofo é uma interpretação que ele dá à sua filosofia. Ortega y Gasset dizia que essa forma de existência tipicamente humana que é ter uma biografia, uma vida narrável desde a primeira pessoa, é um dos eixos articuladores da filosofia. Eu também acho que é. (…) Acho que quando uma filosofia não se justifica na vida pessoal do filósofo é porque ele não acredita nela; mas se ele não acredita nela, por que nós deveríamos acreditar?”

Esta lição, que pode e deve ser aplicada não só à filosofia, mas a tudo o que fazemos, nunca nos foi tão urgente. A já moribunda vida cultural brasileira, mesmo nos meios ditos conservadores e cristãos, está se tornando cada vez mais uma caricatura, um circo de “likes” e “views”, em lugar de proporcionar o necessário saneamento intelectual e moral. Não se trata de ter “mais gente falando de assuntos conservadores”, e sim de se perceber mais coerência, maturidade e seriedade naqueles que o fazem, por poucos que sejam. É uma questão qualitativa, e não quantitativa. Um único sujeito verdadeiramente interessado, ainda que silencioso, converte mais do que mil desinteressados barulhentos que, no íntimo, estão pensando apenas em si próprios.

Não se trata também de que nos tornemos todos um São Francisco de Assis ou um Aristóteles da noite para o dia; basta apenas realmente querer e tentar, não mais do que tentar — cada um dentro do que a própria personalidade e situação permitem –, viver um pouco mais aquilo que se professa, tendo por plateia a Deus antes de quaisquer outros espectadores. É tudo isso e só isso.

O resultado será de fato uma caminhada árdua, de cruz e solidão na maior parte do tempo. O problema é que não há outra; ou entendemos isso de uma vez por todas, ou tudo o que faremos será induzir a nós e àqueles ao nosso redor ao mesmo sono hipnótico do qual tanto gostamos de nos gabar de ter despertado. (Daniel Marcondes)

Emporcalharam a imagem do Brasil?

Não, não se preocupem. O Brasil continua lindo…

A imensa maioria dos cidadãos estrangeiros que pensa no país, credita a imagem da nação verde-amarela, a marca-país, associada aos 5S.

Não se trata de uma ferramenta de gestão, mas ao glorioso Soccer, ao futebol, ao Samba, à Sand, areia das praias do Rio de Janeiro, do nordeste e de Santa Catarina, à Sensualidade da mulher brasileira e, de várias formas, entre essas algumas que gostaríamos de estar completamente desfocadas de nossa imagem, ao Sexo.

O país é lembrado e ovacionado pela “alegria de viver” dos brasileiros, ainda que esses enfrentem severas dificuldades econômicas e sociais.

Muitos desses forasteiros americanos e/ou europeus, ainda pensam que nossa capital é Buenos Aires, e no imaginário, o Brasil é o país tropical das belezas naturais e, com certeza, da miscigenação de raças que produziu a beleza feminina.

Para além dessa imagem estilizada, evidente que existe uma série de coisas boas e ruins que melhor nos definem.

Eu fico incrédulo quando assisto a um canal televisivo e/ou leio alguma matéria referente a imagem brasileira lá fora.

A “honesta e imparcial” grande mídia, aqui e seus associados no exterior, têm retratado o PR eleito democraticamente, como um autoritário, odeio o termo, mas vai lá, nazista, racista, homofóbico, misógino, exterminador, “militar” (risos), e um ser abjeto que não gosta de gente.

Já havia lido uma crítica a Bolsonaro no WSJ, e semana passada, li um artigo no The Economist, que o reportava como o Trump dos trópicos, dando a entender que o PR prepara um golpe caso não venha a vencer as próximas eleições.

Claro que eu não me surpreendo. Desde o primeiro dia de seu governo ele vem sendo perseguido, em especial, pela esquerda abutre, que quer retornar a cena do crime, pela grande mídia que perdeu o controle da “verdade” de suas reais narrativas, e pelos ministros do “STF”, mergulhados em seus vergonhosos ativismos e em suas nefastas ações político-partidárias.

Trabalhei muito tempo com estrangeiros e ainda tenho contato com alguns.

Confesso que foi uma tarefa hercúlea tentar explicar como Lula da Silva, condenado em várias instâncias da justiça, e pelo próprio STF, teve seus julgamentos anulados pelo ministro Fachin, por meio de uma mera manobra e artifício processual, permitindo que o ex-presidiário se tornasse elegível e concorresse à presidência.

Surreal!

Esse ministro é notoriamente um notório ativista de extrema-esquerda, juntamente com seus colegas Luís Roberto Barroso, o “iluminista”-ativista, Alexandre de Moraes, homem de confiança de Alckmim, vice de Lula, e o ex-advogado do PT, Dias Toffoli.

Esses ministros vêm abertamente criticando e atuando contra o presidente, no Tribunal e em eventos no exterior, na Inglaterra, nos Estados Unidos, em Portugal e mundo afora.

A pergunta que não quer calar é se é possível que esses ministros avaliem e julguem qualquer coisa com a devida imparcialidade? Você deve saber a resposta.

No que diz respeito à imagem do Brasil, parece que qualquer estrangeiro percebe o cheiro podre da “descondenação” de um criminoso para concorrer ao cargo máximo da nação.

O ministro Fachin já havia se reunido com embaixadores, a fim de afirmar a segurança e a lisura das urnas e da votação no Brasil.

Indago se chamar embaixadores é uma prerrogativa do TSE.

Confesso que não gosto dessa ladainha sobre as urnas, já que o TSE poderia ter resolvido “tecnicamente” a questão, porém, dentro de um sistema democrático, qual é o abissal problema de se solicitar um aperfeiçoamento da segurança do sistema de votação?

Muitos indivíduos têm a mesma dúvida do PR, e se a Corte Superior e o TSE agem como os fatos demonstram, aparenta ser crível duvidar.

Ontem o PR se reuniu com embaixadores para expor sua visão, embasado em fatos e em dados relacionados à urna eletrônica e a atuação dos ministros.

Não, não seja suscetível a narrativa da “grande mídia”, dos semideuses rubros do STF e dos justiceiros sociais, de que o “grande homem mau” emporcalhou a imagem do país no exterior.

Num país em que Alexandre, O Grande, comanda a ditadura da toga, em que só tem liberdade de expressão e de opinião o lado alinhado as (más) ideias e visões do demiurgo de Garanhuns, é imperioso ouvir e refletir sobre aquilo que o “outro lado” pontua. Não esqueça que nesse mundo “moderno”, da pós-verdade, a verdade teve seu significado alterado, pois aqueles que falam a verdade sobre os mais variados temas têm sido acusados de espalhar discurso de ódio e desinformação.

Neste sentido, contra fatos não há argumentos, e é bom enfatizar que a economia brasileira vem performando acima das economias mundiais, em um contexto de pós-pandemia e de guerra.

Apesar da inflação alta, o país vem crescendo acima das previsões, fruto de reformas estruturais que precisam ser aprofundadas. As projeções internacionais são otimistas nesta direção.

A corja que emporcalhou a vida dos brasileiros, econômica, social e moralmente, e que respingou no mundo, manobra o sistema para que retornem a cena do crime aqueles que o roubaram.

Não se apoquente! Os gringos comem, escutam, leem e assistem também o lado oposto da narrativa armada, da “verdade contemporânea”. O Brasil continua lindo, e sem as emporcalhadas e sanguinárias foice e martelo, ficará ainda mais belo. (Alex Pipkin)

https://youtu.be/hwiDbJ6bVbE

“Hospital e cadeia são lugares onde você só recebe visita dos verdadeiros. Porque até em velórios os falsos vão.”

Nenhum comentário:

- - - - - - - - Postagens Mais Visitadas - - - - - - - -