Com alta da inflação, brasileiro come menos e troca carne para garantir arroz e feijão.
Inscrições para Fies e Prouni
serão feitas em agosto.
Cidade Maravilhosa (?) – No Complexo
do Alemão sobe para 18 o nº de mortos durante operação policial no RJ.
Em ato com vaias a aliado no
Recife, Lula critica reforma trabalhista e defende emprego formal. Apoiado pelo
ex-presidente, o pré-candidato ao governo de Pernambuco Danilo Cabral desagrada
lulistas e petistas por ter votado a favor do impeachment de Dilma Rousseff;
militantes apoiam a ex-petista Marília Arraes.
Mourão condena guerra na Ucrânia
e afirma que Brasil não adota neutralidade. Manifestação do vice-presidente vai
de encontro ao posicionamento do presidente Jair Bolsonaro; recentemente, o
chefe do Executivo federal evitou tomar partido e afirmou estar ‘do lado da
paz’.
Moda? Acusado de assédio sexual,
presidente do Cremerj se afasta do cargo. Uma sindicância será aberta para
apurar os fatos; Clovis Munhoz já foi investigado sob a mesma acusação em 2021.
Ministério Público Federal
denuncia três pessoas pelos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips. Amarildo
da Costa, Oseney da Costa e Jefferson da Silva foram presos no decorrer das
investigações. MPF entende que eles devem responder por duplo homicídio
qualificado e ocultação de cadáver.
Mercosul: Bolsonaro envia vídeo e
diz que governo ‘dá prioridade às famílias de baixa renda’.
Em Madri, presidente da Funai é
alvo de protesto e deixa evento da ONU. Marcelo Xavier tem recebido pressões
para renunciar por causa dos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do
jornalista britânico Dom Phillips, no Vale do Jaguari.
Trump deve ser considerado
responsável por ataque ao Capitólio, diz comitê.
Conflito na Europa - Regiões
separatistas pró-Rússia na Ucrânia bloqueiam busca do Google.
Uma lição urgente
Eis o que dizia Olavo de Carvalho
ainda no segundo episódio do True Outspeak, ao ar no dia 11 de dezembro de
2006:
“(…) do Ortega y Gasset
peguei sobretudo essa ideia de que a filosofia deve se articular muito em torno
da vida pessoal do próprio filósofo, quer dizer, a vida pessoal do filósofo é
uma interpretação que ele dá à sua filosofia. Ortega y Gasset dizia que essa
forma de existência tipicamente humana que é ter uma biografia, uma vida
narrável desde a primeira pessoa, é um dos eixos articuladores da filosofia. Eu
também acho que é. (…) Acho que quando uma filosofia não se justifica na vida
pessoal do filósofo é porque ele não acredita nela; mas se ele não acredita
nela, por que nós deveríamos acreditar?”
Esta lição, que pode e deve ser
aplicada não só à filosofia, mas a tudo o que fazemos, nunca nos foi tão
urgente. A já moribunda vida cultural brasileira, mesmo nos meios ditos conservadores
e cristãos, está se tornando cada vez mais uma caricatura, um circo de “likes”
e “views”, em lugar de proporcionar o necessário saneamento intelectual e
moral. Não se trata de ter “mais gente falando de assuntos conservadores”, e
sim de se perceber mais coerência, maturidade e seriedade naqueles que o fazem,
por poucos que sejam. É uma questão qualitativa, e não quantitativa. Um único
sujeito verdadeiramente interessado, ainda que silencioso, converte mais do que
mil desinteressados barulhentos que, no íntimo, estão pensando apenas em si
próprios.
Não se trata também de que nos
tornemos todos um São Francisco de Assis ou um Aristóteles da noite para o dia;
basta apenas realmente querer e tentar, não mais do que tentar — cada um dentro
do que a própria personalidade e situação permitem –, viver um pouco mais
aquilo que se professa, tendo por plateia a Deus antes de quaisquer outros
espectadores. É tudo isso e só isso.
O resultado será de fato uma
caminhada árdua, de cruz e solidão na maior parte do tempo. O problema é que
não há outra; ou entendemos isso de uma vez por todas, ou tudo o que faremos
será induzir a nós e àqueles ao nosso redor ao mesmo sono hipnótico do qual
tanto gostamos de nos gabar de ter despertado. (Daniel
Marcondes)
Emporcalharam a imagem
do Brasil?
Não, não se preocupem. O Brasil
continua lindo…
A imensa maioria dos cidadãos
estrangeiros que pensa no país, credita a imagem da nação verde-amarela, a
marca-país, associada aos 5S.
Não se trata de uma ferramenta de
gestão, mas ao glorioso Soccer, ao futebol, ao Samba, à Sand, areia das praias
do Rio de Janeiro, do nordeste e de Santa Catarina, à Sensualidade da mulher
brasileira e, de várias formas, entre essas algumas que gostaríamos de estar
completamente desfocadas de nossa imagem, ao Sexo.
O país é lembrado e ovacionado
pela “alegria de viver” dos brasileiros, ainda que esses enfrentem severas
dificuldades econômicas e sociais.
Muitos desses forasteiros
americanos e/ou europeus, ainda pensam que nossa capital é Buenos Aires, e no
imaginário, o Brasil é o país tropical das belezas naturais e, com certeza, da
miscigenação de raças que produziu a beleza feminina.
Para além dessa imagem
estilizada, evidente que existe uma série de coisas boas e ruins que melhor nos
definem.
Eu fico incrédulo quando assisto
a um canal televisivo e/ou leio alguma matéria referente a imagem brasileira lá
fora.
A “honesta e imparcial” grande
mídia, aqui e seus associados no exterior, têm retratado o PR eleito
democraticamente, como um autoritário, odeio o termo, mas vai lá, nazista,
racista, homofóbico, misógino, exterminador, “militar” (risos), e um ser abjeto
que não gosta de gente.
Já havia lido uma crítica a
Bolsonaro no WSJ, e semana passada, li um artigo no The Economist, que o
reportava como o Trump dos trópicos, dando a entender que o PR prepara um golpe
caso não venha a vencer as próximas eleições.
Claro que eu não me surpreendo.
Desde o primeiro dia de seu governo ele vem sendo perseguido, em especial, pela
esquerda abutre, que quer retornar a cena do crime, pela grande mídia que
perdeu o controle da “verdade” de suas reais narrativas, e pelos ministros do
“STF”, mergulhados em seus vergonhosos ativismos e em suas nefastas ações
político-partidárias.
Trabalhei muito tempo com
estrangeiros e ainda tenho contato com alguns.
Confesso que foi uma tarefa
hercúlea tentar explicar como Lula da Silva, condenado em várias instâncias da
justiça, e pelo próprio STF, teve seus julgamentos anulados pelo ministro
Fachin, por meio de uma mera manobra e artifício processual, permitindo que o
ex-presidiário se tornasse elegível e concorresse à presidência.
Surreal!
Esse ministro é notoriamente um
notório ativista de extrema-esquerda, juntamente com seus colegas Luís Roberto
Barroso, o “iluminista”-ativista, Alexandre de Moraes, homem de confiança de
Alckmim, vice de Lula, e o ex-advogado do PT, Dias Toffoli.
Esses ministros vêm abertamente
criticando e atuando contra o presidente, no Tribunal e em eventos no exterior,
na Inglaterra, nos Estados Unidos, em Portugal e mundo afora.
A pergunta que não quer calar é
se é possível que esses ministros avaliem e julguem qualquer coisa com a devida
imparcialidade? Você deve saber a resposta.
No que diz respeito à imagem do
Brasil, parece que qualquer estrangeiro percebe o cheiro podre da
“descondenação” de um criminoso para concorrer ao cargo máximo da nação.
O ministro Fachin já havia se
reunido com embaixadores, a fim de afirmar a segurança e a lisura das urnas e
da votação no Brasil.
Indago se chamar embaixadores é
uma prerrogativa do TSE.
Confesso que não gosto dessa
ladainha sobre as urnas, já que o TSE poderia ter resolvido “tecnicamente” a
questão, porém, dentro de um sistema democrático, qual é o abissal problema de
se solicitar um aperfeiçoamento da segurança do sistema de votação?
Muitos indivíduos têm a mesma
dúvida do PR, e se a Corte Superior e o TSE agem como os fatos demonstram,
aparenta ser crível duvidar.
Ontem o PR se reuniu com
embaixadores para expor sua visão, embasado em fatos e em dados relacionados à
urna eletrônica e a atuação dos ministros.
Não, não seja suscetível a
narrativa da “grande mídia”, dos semideuses rubros do STF e dos justiceiros
sociais, de que o “grande homem mau” emporcalhou a imagem do país no exterior.
Num país em que Alexandre, O
Grande, comanda a ditadura da toga, em que só tem liberdade de expressão e de
opinião o lado alinhado as (más) ideias e visões do demiurgo de Garanhuns, é
imperioso ouvir e refletir sobre aquilo que o “outro lado” pontua. Não esqueça
que nesse mundo “moderno”, da pós-verdade, a verdade teve seu significado
alterado, pois aqueles que falam a verdade sobre os mais variados temas têm
sido acusados de espalhar discurso de ódio e desinformação.
Neste sentido, contra fatos não
há argumentos, e é bom enfatizar que a economia brasileira vem performando
acima das economias mundiais, em um contexto de pós-pandemia e de guerra.
Apesar da inflação alta, o país
vem crescendo acima das previsões, fruto de reformas estruturais que precisam
ser aprofundadas. As projeções internacionais são otimistas nesta direção.
A corja que emporcalhou a vida
dos brasileiros, econômica, social e moralmente, e que respingou no mundo,
manobra o sistema para que retornem a cena do crime aqueles que o roubaram.
Não se apoquente! Os gringos
comem, escutam, leem e assistem também o lado oposto da narrativa armada, da
“verdade contemporânea”. O Brasil continua lindo, e sem as emporcalhadas e
sanguinárias foice e martelo, ficará ainda mais belo. (Alex
Pipkin)
“Hospital e cadeia são lugares onde você só recebe visita dos verdadeiros. Porque até em velórios os falsos vão.”




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