Congresso: PEC que eleva Auxílio
Brasil para R$ 600 e cria outros benefícios será votada hoje. LDO e PEC das
Bondades. Governo monta ‘operação de guerra’ e conta com voto da oposição para
aprovar PEC das Bondades. Parlamentar que se ausentar na votação de hoje (12),
pode ter salário cortado; partidos de esquerda trabalham para derrubar estado
de emergência do texto. Bolsonaro nega que proposta que eleva o valor do
Auxílio Brasil tenha viés eleitoral.
Covid-19: Anvisa recebe pedido de
registro definitivo da Coronavac.
Bolsonaro fala sobre politização
do caso de Foz: ‘Ninguém diz que o Adéilio é do Psol’. Presidente lamentou
morte do petista Marcelo Arruda, mas repudiou uso politico do crime e lembrou
da facada que levou no abdômen, durante a campanha eleitoral de 2018.
Bolsonaro afirma que
ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães, vai responder a denúncias de assédio
sexual e moral.
Justiça decreta prisão preventiva
de agente penitenciário suspeito de matar político no Paraná. Marcelo de Arruda
foi baleado ao festejar aniversário com tema político. Policial penal que
atirou também foi atingido.
Djokovic afirma que não vai se
vacinar contra a Covid-19 e pode ser barrado do US Open. Deportado da Austrália
no início do ano por não tomar o imunizante, o sérvio pode viver a mesma
situação nos Estados Unidos.
No Reino Unido, Boris Johnson não
apoiará nenhum dos 11 candidatos a sua sucessão.
PT não tem proposta
para o país, e Bolsonaro precisa parar de fazer propaganda de graça para Lula
Presidente deveria focar em realizações, e não perder tempo respondendo às ofensas dos inimigos dele e do Brasil; PT não tem proposta para o País que precisa crescer e se desenvolver
Conceito consagrado pelo imortal
Nelson Rodrigues (um flamenguista não-assumido), o “óbvio ululante” nem sempre
é enxergado, escutado, percebido e compreendido por qualquer reles mortal.
Quase sempre é necessário ligar o “desconfiômetro” para penetrar no âmago das
idiotices da objetividade. Esse conselho é muito válido no momento em que
entramos ou somos obrigados a enfrentar uma eleição polarizada e radicalizada
ideologicamente, na qual a ação é muito mais dominada pela emoção do que pela
razão. A primeira lição a ser lembrada, a todo instante, é: não existe eleição
ganha previamente. A segunda: Pesquisa não vence disputa eleitoral (embora
possa indicar tendência ou possa propagandear a indução da escolha em favor de
um suposto “favorito”). A terceira: o mecanismo de escolha só acaba quando
efetivamente termina. A quarta: A fase intermediária da campanha, crucial e
decisiva, não perdoa quem comete erros, por ignorar essas obviedades gritantes
ou por subestimar o adversário.
Pequenas-grandes falhas
estratégicas, combinadas com bobagens táticas imperdoáveis, bastam para
derrubar um candidato que tem todas as chances prévias de vitória eleitoral.
Eis o risco específico que corre o presidente Jair Messias Bolsonaro na disputa
com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na realidade, é Lula quem joga
contra Bolsonaro – que detém o poder. Só que, até o momento, Bolsonaro é quem
tem gasto mais tempo respondendo a Lula (um candidato ressuscitado
politicamente por uma jogada jurídica do Supremo Tribunal Federal que o
“descondenou” do crime de corrupção na Lava Jato, tornando-o “equivalente” a
qualquer outro candidato ficha-limpa). O VAR começou vencendo o jogo da
sucessão presidencial de 2022 no Brasil. As pesquisas e a mídia viabilizam Lula
– que consegue posar de “campeão” antecipado, sem ter uma base política sólida
para ser escolhido. A massa eleitoral é obrigada a embarcar nessa farsa – que
acaba endossada, ingenuamente, por Bolsonaro – que foca menos em mostrar seus
feitos de governante e desperdiça tempo valioso atacando aquele que deveria ser
um candidato naturalmente inviável.
A comunicação estratégica de
Bolsonaro – se é que ela existe, de verdade, pois mais parece intuitiva – tem
falhado demais até a fase da pré-campanha. Vale repetir: Lula tem recebido
muita atenção indevida do adversário. Até parece que ele é o “favorito” (como
insinuam as pesquisas). A oposição e a mídia até podem tratar Bolsonaro como o
desgastado. Bolsonaro é quem não deveria aceitar tal tratamento de “derrotado
potencial”. Trata-se de um erro fatal, imperdoável, do presidente e de seus
“estrategistas” e marketeiros. Até eles dão credibilidade às pesquisas – em
cujo resultado uma parcela expressiva do
eleitorado não acredita. Assim, dando importância demais a Lula, Bolsonaro faz
um discurso digno de perdedor. Fortalecer o inimigo é burrice! Ainda mais quando
não existe a mínima razão lógica para isso! O PT é “candidato” a ser reduzido a
pó como partido!
Verdade nua. crua e objetiva:
Bolsonaro é o real favorito à reeleição. Lula não consegue reunir massa
expressiva de gente nas ruas. Bolsonaro leva multidões a qualquer lugar em que
vai do Brasil. Lula não tem coligação partidária consistente para disputar a
Presidência. Bolsonaro “roubou” (ops, tomou) o Centrão de Lula. O PT é sinônimo
de má-gestão e corrupção. Bolsonaro tem realizações a mostrar, inclusive muitas
obras que a roubalheira e incompetência petralha não terminou – como a
transposição do Rio São Francisco. Lula só apresenta propostas demagógicas na
direção do atraso, prometendo mais máquina estatal para cuidar da vida do
cidadão. Bolsonaro já comprovou o quanto o contrário (mais Brasil e menos
Brasília) é melhor para o futuro do cidadão, cuja maioria deseja liberdade e
prosperidade, pela via do trabalho honesto.
Por tudo isso, Bolsonaro não tem
o direito de dar mole para Lula. Não pode e nem deve fazer campanha de graça e
sem-querer-querendo para o chefão petista. O presidente tem de focar nas
realizações e no que ainda pode e deve fazer de melhor em um próximo mandato.
Não é eficaz, em termos de comunicação, lembrar, toda hora, que uma eventual
vitória da “esquerda” é uma ameaça ao futuro do Brasil. Dizer isso é inútil e
redundante. A maioria (principalmente o eleitor fidelizado) já sabe. O que
todos querem saber é o que tem de ser feito de agora em diante: o presente do
futuro. Campanha é isso! A campanha vai começar de verdade após as convenções
partidárias. Lula só tem a investir no ódio a Bolsonaro, e no discurso do caos
da inflação pós-pandemia. Já Bolsonaro deve ignorar Lula e mostrar que o mais
importante é o amor ao Brasil, indicando tudo que já fez e pode ser feito para
melhorar o país – apesar da propaganda destrutiva da oposição criminosa. Em
síntese, o mais fácil é ligar o desconfiômetro, fazer a campanha certa e deixar
Lula se derrotar por si mesmo. (Jorge Serrão)
Gustavo Segré – Pânico
https://youtu.be/MbJ2PddLWi0
Zé Dirceu confessa
projeto socialista do PT
https://youtu.be/uUyHzueTgIc
https://youtu.be/XMI6gG3Ouss
“Ontem não importa, ainda hoje podemos recomeçar a viagem até ao destino dos nossos sonhos!”





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