12 de jul. de 2022

O que interessa mesmo ao povo?...

Congresso: PEC que eleva Auxílio Brasil para R$ 600 e cria outros benefícios será votada hoje. LDO e PEC das Bondades. Governo monta ‘operação de guerra’ e conta com voto da oposição para aprovar PEC das Bondades. Parlamentar que se ausentar na votação de hoje (12), pode ter salário cortado; partidos de esquerda trabalham para derrubar estado de emergência do texto. Bolsonaro nega que proposta que eleva o valor do Auxílio Brasil tenha viés eleitoral.

Covid-19: Anvisa recebe pedido de registro definitivo da Coronavac.

Bolsonaro fala sobre politização do caso de Foz: ‘Ninguém diz que o Adéilio é do Psol’. Presidente lamentou morte do petista Marcelo Arruda, mas repudiou uso politico do crime e lembrou da facada que levou no abdômen, durante a campanha eleitoral de 2018.

Bolsonaro afirma que ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães, vai responder a denúncias de assédio sexual e moral.

Policial penal Jorge José da Rocha Guaranho (à esq.) e o guarda Marcelo Aloízio de Arruda

Justiça decreta prisão preventiva de agente penitenciário suspeito de matar político no Paraná. Marcelo de Arruda foi baleado ao festejar aniversário com tema político. Policial penal que atirou também foi atingido.

Djokovic afirma que não vai se vacinar contra a Covid-19 e pode ser barrado do US Open. Deportado da Austrália no início do ano por não tomar o imunizante, o sérvio pode viver a mesma situação nos Estados Unidos.

No Reino Unido, Boris Johnson não apoiará nenhum dos 11 candidatos a sua sucessão.

Funeral de ex-primeiro-ministro japonês assassinado é marcado por homenagens em Tóquio. Secretário de Estado dos EUA fez uma visita não programada ao Japão para expressar as condolências de seu país. Parentes e amigos do ex-primeiro-ministro japonês assassinado, Shinzo Abe, prestaram homenagens a ele nesta segunda-feira (11) em Tóquio, durante seu funeral. O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, o chamou de "homem com uma visão do futuro". Shinzo Abe. Milhares de pessoas se despedem do ex-premiê assassinado no JapãoA coalizão governista do Japão também consolidou sua maioria no Senado nas eleições do último domingo (10), realizadas dois dias após Abe ter morrido após levar dois tiros durante um comício eleitoral.

PT não tem proposta para o país, e Bolsonaro precisa parar de fazer propaganda de graça para Lula

Presidente deveria focar em realizações, e não perder tempo respondendo às ofensas dos inimigos dele e do Brasil; PT não tem proposta para o País que precisa crescer e se desenvolver

Conceito consagrado pelo imortal Nelson Rodrigues (um flamenguista não-assumido), o “óbvio ululante” nem sempre é enxergado, escutado, percebido e compreendido por qualquer reles mortal. Quase sempre é necessário ligar o “desconfiômetro” para penetrar no âmago das idiotices da objetividade. Esse conselho é muito válido no momento em que entramos ou somos obrigados a enfrentar uma eleição polarizada e radicalizada ideologicamente, na qual a ação é muito mais dominada pela emoção do que pela razão. A primeira lição a ser lembrada, a todo instante, é: não existe eleição ganha previamente. A segunda: Pesquisa não vence disputa eleitoral (embora possa indicar tendência ou possa propagandear a indução da escolha em favor de um suposto “favorito”). A terceira: o mecanismo de escolha só acaba quando efetivamente termina. A quarta: A fase intermediária da campanha, crucial e decisiva, não perdoa quem comete erros, por ignorar essas obviedades gritantes ou por subestimar o adversário.

Pequenas-grandes falhas estratégicas, combinadas com bobagens táticas imperdoáveis, bastam para derrubar um candidato que tem todas as chances prévias de vitória eleitoral. Eis o risco específico que corre o presidente Jair Messias Bolsonaro na disputa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na realidade, é Lula quem joga contra Bolsonaro – que detém o poder. Só que, até o momento, Bolsonaro é quem tem gasto mais tempo respondendo a Lula (um candidato ressuscitado politicamente por uma jogada jurídica do Supremo Tribunal Federal que o “descondenou” do crime de corrupção na Lava Jato, tornando-o “equivalente” a qualquer outro candidato ficha-limpa). O VAR começou vencendo o jogo da sucessão presidencial de 2022 no Brasil. As pesquisas e a mídia viabilizam Lula – que consegue posar de “campeão” antecipado, sem ter uma base política sólida para ser escolhido. A massa eleitoral é obrigada a embarcar nessa farsa – que acaba endossada, ingenuamente, por Bolsonaro – que foca menos em mostrar seus feitos de governante e desperdiça tempo valioso atacando aquele que deveria ser um candidato naturalmente inviável.

A comunicação estratégica de Bolsonaro – se é que ela existe, de verdade, pois mais parece intuitiva – tem falhado demais até a fase da pré-campanha. Vale repetir: Lula tem recebido muita atenção indevida do adversário. Até parece que ele é o “favorito” (como insinuam as pesquisas). A oposição e a mídia até podem tratar Bolsonaro como o desgastado. Bolsonaro é quem não deveria aceitar tal tratamento de “derrotado potencial”. Trata-se de um erro fatal, imperdoável, do presidente e de seus “estrategistas” e marketeiros. Até eles dão credibilidade às pesquisas – em cujo resultado uma parcela expressiva  do eleitorado não acredita. Assim, dando importância demais a Lula, Bolsonaro faz um discurso digno de perdedor. Fortalecer o inimigo é burrice! Ainda mais quando não existe a mínima razão lógica para isso! O PT é “candidato” a ser reduzido a pó como partido!

Verdade nua. crua e objetiva: Bolsonaro é o real favorito à reeleição. Lula não consegue reunir massa expressiva de gente nas ruas. Bolsonaro leva multidões a qualquer lugar em que vai do Brasil. Lula não tem coligação partidária consistente para disputar a Presidência. Bolsonaro “roubou” (ops, tomou) o Centrão de Lula. O PT é sinônimo de má-gestão e corrupção. Bolsonaro tem realizações a mostrar, inclusive muitas obras que a roubalheira e incompetência petralha não terminou – como a transposição do Rio São Francisco. Lula só apresenta propostas demagógicas na direção do atraso, prometendo mais máquina estatal para cuidar da vida do cidadão. Bolsonaro já comprovou o quanto o contrário (mais Brasil e menos Brasília) é melhor para o futuro do cidadão, cuja maioria deseja liberdade e prosperidade, pela via do trabalho honesto.

Por tudo isso, Bolsonaro não tem o direito de dar mole para Lula. Não pode e nem deve fazer campanha de graça e sem-querer-querendo para o chefão petista. O presidente tem de focar nas realizações e no que ainda pode e deve fazer de melhor em um próximo mandato. Não é eficaz, em termos de comunicação, lembrar, toda hora, que uma eventual vitória da “esquerda” é uma ameaça ao futuro do Brasil. Dizer isso é inútil e redundante. A maioria (principalmente o eleitor fidelizado) já sabe. O que todos querem saber é o que tem de ser feito de agora em diante: o presente do futuro. Campanha é isso! A campanha vai começar de verdade após as convenções partidárias. Lula só tem a investir no ódio a Bolsonaro, e no discurso do caos da inflação pós-pandemia. Já Bolsonaro deve ignorar Lula e mostrar que o mais importante é o amor ao Brasil, indicando tudo que já fez e pode ser feito para melhorar o país – apesar da propaganda destrutiva da oposição criminosa. Em síntese, o mais fácil é ligar o desconfiômetro, fazer a campanha certa e deixar Lula se derrotar por si mesmo. (Jorge Serrão)

Gustavo Segré – Pânico
https://youtu.be/MbJ2PddLWi0

Zé Dirceu confessa projeto socialista do PT
https://youtu.be/uUyHzueTgIc
https://youtu.be/XMI6gG3Ouss

“Ontem não importa, ainda hoje podemos recomeçar a viagem até ao destino dos nossos sonhos!” 

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