PGR quer ouvir ex-presidentes da
Petrobras e do BB sobre suposta interferência de Bolsonaro. Lindôra Araújo
argumenta que o depoimento dos dois é necessário para melhor compreender os
fatos trazidos aos autos.
Cuidar
das Prefeituras e do povo é que não fazem! Mais de mil prefeitos vão à
Brasília contra PEC das Bondades e outras ‘pautas bombas’. Mobilização acontece
em meio à tramitação da proposta que instituiu estado de emergência e cria
novos benefícios sociais; entidade cita impacto de até R$ 250 bilhões.
‘PEC das Bondades’: Relator, deputado
federal Danilo Forte, estuda retirar estado de emergência e incluir vale-Uber
na proposta. Tema será debatido com os líderes partidários antes do texto ser
apreciado na comissão especial.
Nova presidente da Caixa, Daniella
Marques, diz ter ‘apoio total’ para conduzir investigação imparcial: ‘Fatos são
graves’.
Apesar da oferta maior, frutas da
estação estão até 76% mais caras por causa dos combustíveis.
Presidente da Petrobras nega
'missão' de trocar toda a diretoria da empresa. Fala de Caio Paes de Andrade
vai contra defesa do presidente Jair Bolsonaro para ar uma "nova
dinâmica" à estatal.
Depois de 50 anos, garota da foto na Guerra do Vietnã faz último tratamento de pele
(AP Photo/Nick Ut, File)
Kim Phuc ficou famosa ao aparecer
em foto, ainda criança, durante a Guerra do Vietnã.
Na ocasião, a garota fugia,
desesperada, de uma vila atingida por explosivo napalm.
Cinquenta anos mais tarde, a
mulher foi submetida a um último tratamento para cuidar das queimaduras.
Kim Phuc ficou mundialmente
famosa aos 9 anos, após ter o seu desespero e dor exibidos em uma fotografia
tirada durante a Guerra do Vietnã. Cinquenta anos depois, a, agora, mulher vive
a última página de um trauma que deixou marcas em seu corpo.
Phuc foi submetida esta semana,
em Miami, nos Estados Unidos, à última das 12 sessões de tratamento de pele
para tratar das queimaduras resultantes daquele dia 8 de junho de 1972.
(Foto: Nick Ut/Getty Images)
Na ocasião, a garota foi
surpreendida por um explosivo napalm atirado pelas tropas norte-americanas na
vila onde vivia com a família.
A foto tirada por Nick Ut, que
lhe garantiu um Prêmio Pulitzer, mostra Phuc correndo nua pela rua,
desesperada, cercada de soldados e de outras crianças chorando.
“Ouvi o barulho, bup-bup bup-bup,
e de repente havia fogo em todos os lugares ao meu redor e vi o fogo por todo o
meu braço”, disse a mulher na última terça-feira (28), segundo a rede de
televisão norte-americana NBC 6 South Florida.
Mensagem de Phuc: "Se todos
puderem aprender a viver assim, não precisamos de guerra nenhuma",
declarou.
Hoje, Phuc vive em Toronto, bem
distante do Vietnã. Mas ela espera que a imagem e a dor que sofreu há 50 anos
ajudem a ensinar o mundo a “viver com amor, esperança e perdão”. (Yahoo.com)
Oposição sabe que
Bolsonaro só perde para ele mesmo.
Donos do poder não desejam
retorno de Lula; petista é usado pelo mecanismo apenas para tentar induzir
Bolsonaro a um erro que comprometa seu futuro político e a governabilidade.
Os cerca de cem dias de campanha
eleitoral devem ser os mais tensos dos últimos tempos, em termos de
instabilidade política e econômica. As turbulências vão se intensificar. O
Estamento Burocrático sabe que Jair Bolsonaro tem toda chance de se reeleger. O
Establishment não tem interesse numa vitória de Lula da Silva, embora possa
parecer o contrário. O plano era a “terceira via”, que não se viabilizou
novamente, a exemplo de 2018. Por isso, o golpe armado não é para derrotar
Bolsonaro no primeiro e no segundo turno. O jogo é mais sutil. Até porque, a
essa altura da competição, Bolsonaro só perderia, de fato, para ele mesmo.
A prioridade é impedir que ele
seja escolhido junto com uma base política sólida, na Câmara e, principalmente,
no Senado. Se ele não conquistar esse apoio, será fácil destroná-lo da cadeira
elétrica do Palácio do Planalto no próximo mandato, a exemplo do que ocorreu
com Dilma Rousseff. O motivo pode ser qualquer um inventado pela oposição, que
acionará o Ministério Público e deixará que a Juristocracia complete o serviço
sujo golpista. Acontece que essa jogada já está manjada por Bolsonaro e seus
apoiadores. A maioria dos brasileiros rejeita tal manobra. E torce para que o
Brasil retome o caminho do crescimento e do desenvolvimento que vários indicadores
estruturais apontam.
Por isso, é fundamental que a
esquerda cleptocrática não retorne ao poder, porque ela representa o atraso, a
corrupção e a escravidão do brasileiro à ditadura criminosa. O velho Foro de
São Paulo, fundado por Fidel Castro e Lula da Silva em julho de 1990, é uma
organização que reúne partidos de esquerda em 30 países na América Latina e
Caribe. Recentemente, mudou de nome para Grupo de Puebla, que congrega 111
partidos e organizações. Muitas delas são grupos revolucionários apoiados por
narcoguerrilhas. No Brasil, o narconegócio é o controlador do mecanismo do
Crime Institucionalizado — definido como a associação delitiva entre criminosos
de toda espécie e membros da máquina estatal, nos poderes da União, estados e
municípios. As facções criminosas —
traficantes de todo tipo e milícias — têm atuação política direta e indireta.
Interferem nas decisões estatais, nos negócios entre iniciativa privada e setor
público e, por extensão, exercem influência política, financiando candidaturas
e elegendo seus representantes.
Se houver interesse político,
basta um pente fino investigativo para verificar onde cada parlamentar
(vereador, deputado federal, estadual e vereador), prefeito, governador e até
presidente da República consegue voto para se eleger. Também valeria uma
checagem sobre quem financia cada campanha, em cada região. Esse trabalho de
inteligência é indispensável. Ainda mais porque não existe mais tempo a perder.
O Brasil tem de evoluir para uma nação capitalista, empreendedora, mais
honesta, deixando de ser o País do Cartel, do Cartório e da Corrupção — o trio
maldito que nos mantém no atraso. A economia brasileira começa a reagir, com
perspectiva de bombar. Não dá mais para aceitar retrocesso. (Jorge Serrão)
“Gato escaldado tem medo de água fria.”





Nenhum comentário:
Postar um comentário