5 de jul. de 2022

As chuvas, eleições e proselitismos...

PGR quer ouvir ex-presidentes da Petrobras e do BB sobre suposta interferência de Bolsonaro. Lindôra Araújo argumenta que o depoimento dos dois é necessário para melhor compreender os fatos trazidos aos autos.

Cuidar das Prefeituras e do povo é que não fazem! Mais de mil prefeitos vão à Brasília contra PEC das Bondades e outras ‘pautas bombas’. Mobilização acontece em meio à tramitação da proposta que instituiu estado de emergência e cria novos benefícios sociais; entidade cita impacto de até R$ 250 bilhões.

‘PEC das Bondades’: Relator, deputado federal Danilo Forte, estuda retirar estado de emergência e incluir vale-Uber na proposta. Tema será debatido com os líderes partidários antes do texto ser apreciado na comissão especial.

Nova presidente da Caixa, Daniella Marques, diz ter ‘apoio total’ para conduzir investigação imparcial: ‘Fatos são graves’.

Apesar da oferta maior, frutas da estação estão até 76% mais caras por causa dos combustíveis.

Presidente da Petrobras nega 'missão' de trocar toda a diretoria da empresa. Fala de Caio Paes de Andrade vai contra defesa do presidente Jair Bolsonaro para ar uma "nova dinâmica" à estatal.


Depois de 50 anos, garota da foto na Guerra do Vietnã faz último tratamento de pele

Garota vietnamita ficou mundialmente conhecida por foto durante a guerra
(AP Photo/Nick Ut, File)

Kim Phuc ficou famosa ao aparecer em foto, ainda criança, durante a Guerra do Vietnã.

Na ocasião, a garota fugia, desesperada, de uma vila atingida por explosivo napalm.

Cinquenta anos mais tarde, a mulher foi submetida a um último tratamento para cuidar das queimaduras.

Kim Phuc ficou mundialmente famosa aos 9 anos, após ter o seu desespero e dor exibidos em uma fotografia tirada durante a Guerra do Vietnã. Cinquenta anos depois, a, agora, mulher vive a última página de um trauma que deixou marcas em seu corpo.

Phuc foi submetida esta semana, em Miami, nos Estados Unidos, à última das 12 sessões de tratamento de pele para tratar das queimaduras resultantes daquele dia 8 de junho de 1972.

Phan Thi Kim Phuc está deitada na cama enquanto passa por tratamentos a laser nas cicatrizes deixadas por queimaduras de napalm.
(Foto: Nick Ut/Getty Images)

Na ocasião, a garota foi surpreendida por um explosivo napalm atirado pelas tropas norte-americanas na vila onde vivia com a família.

A foto tirada por Nick Ut, que lhe garantiu um Prêmio Pulitzer, mostra Phuc correndo nua pela rua, desesperada, cercada de soldados e de outras crianças chorando.

O fotógrafo vietnamita-americano Nick Ut segura seu prêmio Pulitzer e World Press Photo Award, fotografia de 1972 "A Garota Napalm", retratando Kim Phuc (à esquerda). (Foto: ALBERTO PIZZOLI/AFP via Getty Images)

“Ouvi o barulho, bup-bup bup-bup, e de repente havia fogo em todos os lugares ao meu redor e vi o fogo por todo o meu braço”, disse a mulher na última terça-feira (28), segundo a rede de televisão norte-americana NBC 6 South Florida.

Mensagem de Phuc: "Se todos puderem aprender a viver assim, não precisamos de guerra nenhuma", declarou.

Hoje, Phuc vive em Toronto, bem distante do Vietnã. Mas ela espera que a imagem e a dor que sofreu há 50 anos ajudem a ensinar o mundo a “viver com amor, esperança e perdão”. (Yahoo.com)

Oposição sabe que Bolsonaro só perde para ele mesmo.

Donos do poder não desejam retorno de Lula; petista é usado pelo mecanismo apenas para tentar induzir Bolsonaro a um erro que comprometa seu futuro político e a governabilidade.

Os cerca de cem dias de campanha eleitoral devem ser os mais tensos dos últimos tempos, em termos de instabilidade política e econômica. As turbulências vão se intensificar. O Estamento Burocrático sabe que Jair Bolsonaro tem toda chance de se reeleger. O Establishment não tem interesse numa vitória de Lula da Silva, embora possa parecer o contrário. O plano era a “terceira via”, que não se viabilizou novamente, a exemplo de 2018. Por isso, o golpe armado não é para derrotar Bolsonaro no primeiro e no segundo turno. O jogo é mais sutil. Até porque, a essa altura da competição, Bolsonaro só perderia, de fato, para ele mesmo.

A prioridade é impedir que ele seja escolhido junto com uma base política sólida, na Câmara e, principalmente, no Senado. Se ele não conquistar esse apoio, será fácil destroná-lo da cadeira elétrica do Palácio do Planalto no próximo mandato, a exemplo do que ocorreu com Dilma Rousseff. O motivo pode ser qualquer um inventado pela oposição, que acionará o Ministério Público e deixará que a Juristocracia complete o serviço sujo golpista. Acontece que essa jogada já está manjada por Bolsonaro e seus apoiadores. A maioria dos brasileiros rejeita tal manobra. E torce para que o Brasil retome o caminho do crescimento e do desenvolvimento que vários indicadores estruturais apontam.

Por isso, é fundamental que a esquerda cleptocrática não retorne ao poder, porque ela representa o atraso, a corrupção e a escravidão do brasileiro à ditadura criminosa. O velho Foro de São Paulo, fundado por Fidel Castro e Lula da Silva em julho de 1990, é uma organização que reúne partidos de esquerda em 30 países na América Latina e Caribe. Recentemente, mudou de nome para Grupo de Puebla, que congrega 111 partidos e organizações. Muitas delas são grupos revolucionários apoiados por narcoguerrilhas. No Brasil, o narconegócio é o controlador do mecanismo do Crime Institucionalizado — definido como a associação delitiva entre criminosos de toda espécie e membros da máquina estatal, nos poderes da União, estados e municípios. As facções  criminosas — traficantes de todo tipo e milícias — têm atuação política direta e indireta. Interferem nas decisões estatais, nos negócios entre iniciativa privada e setor público e, por extensão, exercem influência política, financiando candidaturas e elegendo seus representantes.

Se houver interesse político, basta um pente fino investigativo para verificar onde cada parlamentar (vereador, deputado federal, estadual e vereador), prefeito, governador e até presidente da República consegue voto para se eleger. Também valeria uma checagem sobre quem financia cada campanha, em cada região. Esse trabalho de inteligência é indispensável. Ainda mais porque não existe mais tempo a perder. O Brasil tem de evoluir para uma nação capitalista, empreendedora, mais honesta, deixando de ser o País do Cartel, do Cartório e da Corrupção — o trio maldito que nos mantém no atraso. A economia brasileira começa a reagir, com perspectiva de bombar. Não dá mais para aceitar retrocesso. (Jorge Serrão)

“Gato escaldado tem medo de água fria.”

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