23 de jun. de 2022

Imbróglios em eleições.

 

Sabe que dói no nosso bolso né. A vergonha do achaque dos congressistas e "partidinhos" roubando o erário público (nosso rico dinheirinho) e se refastelam em "baboseiras", se "endinheiram inescrupulosamente" seus bolsos e o povo ó a ver navios. Melhor seria pulverizar o "desmonte de tantos partidos e suas subsidiárias nos "palanques distribuídos nos Estados/Prefeituras" onde nada se faz para/pelo povo, o não atendimento às necessidades quase primordiais dos sem-teto, dos esfomeados, que só observam nas agonias as "bravatas em épocas eleitoreiras". Dó e revolta! Fosse José do Patrocínio, voltaria a esbravejar não só contra a tirania à negritude e lascaria à "elite prosaica/ladrocinida" que avilta na covardia num Estado ainda sem tirocínio e quebra direitos e deveres. Até quando? (Armando Andrade)

Cacique Zokezomaiake faz apelo para que governo invista em indigenistas em vez de ONGs

Liderança Haliti Paresi participou do programa ‘Direto ao Ponto’ desta segunda-feira, 20, para debater sobre a ‘Amazônia Invisível’ e seus problemas

Desde o desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips no Vale do Javari, no Amazonas, no início do mês de junho, a Amazônia virou pauta recorrente no noticiário brasileiro. Para discutir sobre a ‘Amazônia Invisível’, o programa Direto ao Ponto desta segunda-feira, 20, trouxe especialistas para debater o assunto. Um dos presentes na mesa foi o cacique Ronaldo Zokezomaiake, liderança Haliti Paresi, que fez um apelo para o governo federal: reestruturar a rede de indigenistas pelas aldeias. “Hoje há ausência dos indigenistas e de parte do Estado pela Funai. Está escasso já que no governo passado fizeram uma restruturação na Funai e essa restruturação tirou os indigenistas da ponta e colocou nas cidades, na central. Então ficou descoberto, hoje em dia temos a carência dessas pessoas, dos profissionais que faziam esse monitoramento e proteção com os índios no próprio território, na assistência aos povos. Temos muitas comunidades que são carentes de assistência e até mesmo da questão de documentação. Existem povos com essa dificuldade e isso era feito pelos indigenistas”, explicou.

Segundo Zokezomaiake, os indigenistas fazem um papel muito melhor do que as ONGs. “Queria fazer um apelo ao governo federal que continuassem com essa categoria dos indigenistas porque eles conhecem a realidade dos índios. A maioria das ONGs não conhecem a realidade, os indigenistas são capacitados e treinados para viver junto aos indígenas. A maioria fala a língua fluentemente, as coisas ficam bem mais fácil. Existem algumas ONGs boas. Como qualquer sociedade existe coisas boas e ruins, mas tem aqueles que só querem aproveitar a oportunidade para engessar a população indígena e que nós não somos capazes de falar sobre nós. Isso não é verdade, temos nossas organizações, cooperativas e isso demonstra que queremos ir para frente. Falar que ‘as ONGs vem para proteger os indígenas’ isso não é mais verdade, porque a maioria da população indígena já entende. Estamos há mais de 500 anos aqui, estudamos, sabemos nossas necessidades. O estado brasileiro precisa nos reconhecer como parte da população brasileira, que temos nossos direitos e nossas vontades”, completou o cacique. (Jovem Pan)

Cada um “milita” no que quiser, mas Educação não é para isso.

A providência legislativa barrando a linguagem neutra nas escolas de Porto Alegre fazia-se mais do que necessária. Era uma questão de respeito à lei, aos colegiais e à tarefa de educá-los. Ninguém nega o direito de cada um “militar” nas causas em que crê. Mas Educação é coisa séria e o educando demanda responsabilidade de quem se propõe a fazê-lo sendo pago para isso.

A linguagem de gênero não é uma forma de comunicação moderninha nem um suposto avanço na dinâmica da linguagem como astutamente afirmam aqueles que a pretendem difundir. Longe de ser um fim em si mesma, ela introduz de modo prematuro e prejudicial a temática da ideologia de gênero nas escolas. Foi pensada como uma gazua estratégica para abrir o ferrolho estabelecido nas incontáveis vedações legislativas a essa ideologia nos três níveis de organização da Federação.

Não posso escrever sobre o assunto sem dizer que percebo a forma insidiosa como certas seitas políticas vão capturando fieis e fazendo cabeças, mesmo que, para profaná-las, seja preciso usar o privilegiado espaço das salas de aula durante inteiros anos letivos. As consequências são visíveis nos deprimentes resultados do nosso sistema de ensino e nos espaços em que tais seitas “militam”. Enquanto as estatísticas reafirmam isso em frequência anualizada, os pais o constatam nos problemas que estão enfrentando.

Na última sexta-feira, foi publicada no Diário Oficial a sanção do prefeito da capital gaúcha ao projeto que proíbe a linguagem neutra nas escolas e na comunicação da municipalidade.

O projeto tem a autoria dos vereadores, Fernanda Barth (PSC), Hamilton Sossmeier (PTB), Alexandre Bobadra (PL), Nádia Gerhard (PP), Ramiro Rosário (PSDB) e Tanise Sabino (PTB), Jessé Sangalli (Cidadania). Meu aplauso à maioria da Câmara Municipal, aos autores do projeto e ao prefeito.

É óbvio que os militantes não desistirão. Eles jamais desistem e é por isso que avançam em seus intentos valendo-se da passividade natural das famílias e das instituições. (Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor)

"Antes tarde do que nunca."

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