Sabe que dói no nosso bolso né. A
vergonha do achaque dos congressistas e "partidinhos" roubando o
erário público (nosso rico dinheirinho) e se refastelam em
"baboseiras", se "endinheiram inescrupulosamente" seus
bolsos e o povo ó a ver navios. Melhor seria pulverizar o "desmonte de
tantos partidos e suas subsidiárias nos "palanques distribuídos nos
Estados/Prefeituras" onde nada se faz para/pelo povo, o não atendimento às
necessidades quase primordiais dos sem-teto, dos esfomeados, que só observam nas
agonias as "bravatas em épocas eleitoreiras". Dó e revolta! Fosse
José do Patrocínio, voltaria a esbravejar não só contra a tirania à negritude e
lascaria à "elite prosaica/ladrocinida" que avilta na covardia num
Estado ainda sem tirocínio e quebra direitos e deveres. Até quando? (Armando Andrade)
Cacique Zokezomaiake faz apelo para que governo invista em indigenistas
em vez de ONGs
Liderança Haliti Paresi
participou do programa ‘Direto ao Ponto’ desta segunda-feira, 20, para debater
sobre a ‘Amazônia Invisível’ e seus problemas
Desde o desaparecimento do
indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips no Vale do
Javari, no Amazonas, no início do mês de junho, a Amazônia virou pauta
recorrente no noticiário brasileiro. Para discutir sobre a ‘Amazônia
Invisível’, o programa Direto ao Ponto desta segunda-feira, 20, trouxe
especialistas para debater o assunto. Um dos presentes na mesa foi o cacique
Ronaldo Zokezomaiake, liderança Haliti Paresi, que fez um apelo para o governo federal:
reestruturar a rede de indigenistas pelas aldeias. “Hoje há ausência dos
indigenistas e de parte do Estado pela Funai. Está escasso já que no governo
passado fizeram uma restruturação na Funai e essa restruturação tirou os
indigenistas da ponta e colocou nas cidades, na central. Então ficou
descoberto, hoje em dia temos a carência dessas pessoas, dos profissionais que
faziam esse monitoramento e proteção com os índios no próprio território, na
assistência aos povos. Temos muitas comunidades que são carentes de assistência
e até mesmo da questão de documentação. Existem povos com essa dificuldade e
isso era feito pelos indigenistas”, explicou.
Segundo Zokezomaiake, os
indigenistas fazem um papel muito melhor do que as ONGs. “Queria fazer um apelo
ao governo federal que continuassem com essa categoria dos indigenistas porque
eles conhecem a realidade dos índios. A maioria das ONGs não conhecem a
realidade, os indigenistas são capacitados e treinados para viver junto aos
indígenas. A maioria fala a língua fluentemente, as coisas ficam bem mais
fácil. Existem algumas ONGs boas. Como qualquer sociedade existe coisas boas e
ruins, mas tem aqueles que só querem aproveitar a oportunidade para engessar a
população indígena e que nós não somos capazes de falar sobre nós. Isso não é
verdade, temos nossas organizações, cooperativas e isso demonstra que queremos
ir para frente. Falar que ‘as ONGs vem para proteger os indígenas’ isso não é
mais verdade, porque a maioria da população indígena já entende. Estamos há mais
de 500 anos aqui, estudamos, sabemos nossas necessidades. O estado brasileiro
precisa nos reconhecer como parte da população brasileira, que temos nossos
direitos e nossas vontades”, completou o cacique. (Jovem Pan)
Cada um “milita” no que
quiser, mas Educação não é para isso.
A providência legislativa
barrando a linguagem neutra nas escolas de Porto Alegre fazia-se mais do que
necessária. Era uma questão de respeito à lei, aos colegiais e à tarefa de
educá-los. Ninguém nega o direito de cada um “militar” nas causas em que crê.
Mas Educação é coisa séria e o educando demanda responsabilidade de quem se
propõe a fazê-lo sendo pago para isso.
A linguagem de gênero não é uma
forma de comunicação moderninha nem um suposto avanço na dinâmica da linguagem
como astutamente afirmam aqueles que a pretendem difundir. Longe de ser um fim
em si mesma, ela introduz de modo prematuro e prejudicial a temática da
ideologia de gênero nas escolas. Foi pensada como uma gazua estratégica para
abrir o ferrolho estabelecido nas incontáveis vedações legislativas a essa
ideologia nos três níveis de organização da Federação.
Não posso escrever sobre o
assunto sem dizer que percebo a forma insidiosa como certas seitas políticas
vão capturando fieis e fazendo cabeças, mesmo que, para profaná-las, seja
preciso usar o privilegiado espaço das salas de aula durante inteiros anos
letivos. As consequências são visíveis nos deprimentes resultados do nosso
sistema de ensino e nos espaços em que tais seitas “militam”. Enquanto as
estatísticas reafirmam isso em frequência anualizada, os pais o constatam nos
problemas que estão enfrentando.
Na última sexta-feira, foi
publicada no Diário Oficial a sanção do prefeito da capital gaúcha ao projeto
que proíbe a linguagem neutra nas escolas e na comunicação da municipalidade.
O projeto tem a autoria dos
vereadores, Fernanda Barth (PSC), Hamilton Sossmeier (PTB), Alexandre Bobadra
(PL), Nádia Gerhard (PP), Ramiro Rosário (PSDB) e Tanise Sabino (PTB), Jessé
Sangalli (Cidadania). Meu aplauso à maioria da Câmara Municipal, aos autores do
projeto e ao prefeito.
É óbvio que os militantes não
desistirão. Eles jamais desistem e é por isso que avançam em seus intentos
valendo-se da passividade natural das famílias e das instituições. (Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de
Letras, é arquiteto, empresário e escritor)
"Antes tarde do que nunca."




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