13 de jul. de 2005

Deu no jornal


Edir Macedo
Assim que soube da prisão do "evangélico", telefonou dos EUA, mandou expulsá-lo de tudo. João Batista voava no AEROBISPO, mas não era o dono.


Esse João Batista (que pelo nome não se perca, já que a cabeça ele não salva de jeito algum) trouxe mais um partido à guerra da corrupção do VAREJO: o PFL. Deputado, apresentou uma porção de títulos.
1 - Bispo da Igreja Universal.
2 - Diretor da TV Record.
3 - Dirigente da Igreja Universal.
4 - Tão poderoso e imprudente, que levava 7 malas com dinheiro e viajaria em um avião de propriedade dessa seita que "toma" fortunas de fiéis.
Preso, "entregou" logo a chamada Igreja Universal. Como na primeira mala aberta o dinheiro estava em notas de 10 reais, explicou: "Tudo isso é produto da arrecadação de dízimos populares".
Confessou e não escondeu: essa Igreja Universal recebe fábulas de dinheiros de cidadãos que acreditam mesmo nesses "bispos" envolvidos sempre no noticiário mais escandaloso. Vejam a burrice: numa hora em que só se fala em malas, transitar com 7 delas?
Depois, desesperado, afirmou: "Eu não sou político, eu estou político". Com tanto dinheiro, podia pelo menos pagar royalties ao ex-ministro e acadêmico Eduardo Portela, autor da frase famosa.
Logo que o deputado, dirigente da Record e da Igreja Universal foi preso, telefonaram para o bispo (?) Edir Macedo, proprietário dessa igreja.
Edir Macedo não quis saber detalhes, deu a ordem: "Podem expulsá-lo, cassar o título de bispo e afastá-lo da direção da Record".
Sem contemplação, como foi feito com o bispo (?) Rodrigues, que sofreu a mesma
punição. E agora está na lista de Schindler, perdão, de Roberto Jefferson.

PS. Banco Universal. As notas que somavam R$ 10 milhões nas sete malas do deputado federal João da Mala Batista estalavam de tão novas. Apesar de a Universal garantir que era dinheiro de dízimo, muitas tinham números em série.

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