Lula lamenta crise política em seu governo
"Brasil não merece isso, mas algo muito melhor”.
É muito engraçada a sonoplastia dos uivos da caterva quando açulada. Teatro rocambolesco, com direitos a sorrisos e dedos em riste, pantomima dos silêncios e choros desprezíveis.
É, para quem militou na vida, sem ser doutor em análise, como a rotação e translação dos poderes se alteram no amargo embalo dos cânticos da salvação.
A palavra honra parece falecida, já que a ninguém se pode julgar, pois há sempre um ou mais rabos de fora. Inquéritos, CPI´s, projetos de lei, medidas provisórias, malas, dinheiros saídos do país sem que a Polícia Federal cumpra o seu papel; envios através truques financeiros via bancos, o Banco Central, a Corregedoria da União, o SNI, Abin, enfim, nos parece apaniguados de uma vertente antiga, a forma nada discreta de se roubar do povo em detrimento da ascensão ao poder.
Está a cada dia mais enfadonho ver e ouvir denúncias e apurações. Teme-se até outro golpe, quiçá militar, já que as súcias dos “Três macacos”, não vêem, ouvem ou falam.
Quem já assistiu um interrogatório, mesmo em filmes, sabe como a sutileza das palavras quebra resistências. Pau-de-arara e outras barbáries são para não-qualificados. Mas CPI´s, onde se credita um mínimo de decoro, transparência no palavreado, respeito à Mesa Diretora, bochincheiros quando alguém se fala, mais parece uma feira livre. E se fossem disputar direitos de indagações ainda vá lá, mas querer aparecer e até insultando partidos A ou B, vira a baderna e nos traz repulsa e um asco intragável.
Serão encarnações dos antigos inquisidores? É interrogam a esmo, sem base de dados, vão por suposições (ou supositórios?), tomam o tempo dos que os vêem, extenuados, sem nada conseguir, vão tentar pautar diretrizes nos ensaios de outras óperas burlescas.
E quando o filho de nove anos da vizinha me indagou por quê brigavam tanto, fiquei deveras perturbado, assim como a maioria dos jovens está, em dizer que procuravam verdades.
- Mas que verdades? Para achar caminhos pro Brasil melhor, respondi.
Será mesmo, me interroguei. Que parâmetros esses detentores de votos populares encontram para fazer não só dos órgãos públicos e privados, caixinhas de músicas, onde se dançam nos volteios das eleições.
Corrigir leis que disciplinem as eleições, como e quem o fará? Não sei como situar as bandalheiras crescentes, descaramento, o acoitamento, via bancos, quando não falíveis, deitando nos lucros, rindo às escancaras das filas e filões.
Há tanto a corrigir que só o tempo e a Justiça será acionada. Os verdadeiros valores dos brasileiros dignos são “esquecidos” e apenas a gleba de famintos de ascensão, dos Governos Federais, Estaduais, Câmaras Legislativas e Prefeituras, usam, abusam e escarnecem dos reclamos populares.
São vis, apócrifas, indecentes e covardes tais pessoas, cuja moral abala os de Bem, passem por simples exonerações, sem que apenas uns “bodes respiratórios” sejam apontados como “limpeza na sociedade”. (AA)
"Brasil não merece isso, mas algo muito melhor”.
É muito engraçada a sonoplastia dos uivos da caterva quando açulada. Teatro rocambolesco, com direitos a sorrisos e dedos em riste, pantomima dos silêncios e choros desprezíveis.
É, para quem militou na vida, sem ser doutor em análise, como a rotação e translação dos poderes se alteram no amargo embalo dos cânticos da salvação.
A palavra honra parece falecida, já que a ninguém se pode julgar, pois há sempre um ou mais rabos de fora. Inquéritos, CPI´s, projetos de lei, medidas provisórias, malas, dinheiros saídos do país sem que a Polícia Federal cumpra o seu papel; envios através truques financeiros via bancos, o Banco Central, a Corregedoria da União, o SNI, Abin, enfim, nos parece apaniguados de uma vertente antiga, a forma nada discreta de se roubar do povo em detrimento da ascensão ao poder.
Está a cada dia mais enfadonho ver e ouvir denúncias e apurações. Teme-se até outro golpe, quiçá militar, já que as súcias dos “Três macacos”, não vêem, ouvem ou falam.
Quem já assistiu um interrogatório, mesmo em filmes, sabe como a sutileza das palavras quebra resistências. Pau-de-arara e outras barbáries são para não-qualificados. Mas CPI´s, onde se credita um mínimo de decoro, transparência no palavreado, respeito à Mesa Diretora, bochincheiros quando alguém se fala, mais parece uma feira livre. E se fossem disputar direitos de indagações ainda vá lá, mas querer aparecer e até insultando partidos A ou B, vira a baderna e nos traz repulsa e um asco intragável.
Serão encarnações dos antigos inquisidores? É interrogam a esmo, sem base de dados, vão por suposições (ou supositórios?), tomam o tempo dos que os vêem, extenuados, sem nada conseguir, vão tentar pautar diretrizes nos ensaios de outras óperas burlescas.
E quando o filho de nove anos da vizinha me indagou por quê brigavam tanto, fiquei deveras perturbado, assim como a maioria dos jovens está, em dizer que procuravam verdades.
- Mas que verdades? Para achar caminhos pro Brasil melhor, respondi.
Será mesmo, me interroguei. Que parâmetros esses detentores de votos populares encontram para fazer não só dos órgãos públicos e privados, caixinhas de músicas, onde se dançam nos volteios das eleições.
Corrigir leis que disciplinem as eleições, como e quem o fará? Não sei como situar as bandalheiras crescentes, descaramento, o acoitamento, via bancos, quando não falíveis, deitando nos lucros, rindo às escancaras das filas e filões.
Há tanto a corrigir que só o tempo e a Justiça será acionada. Os verdadeiros valores dos brasileiros dignos são “esquecidos” e apenas a gleba de famintos de ascensão, dos Governos Federais, Estaduais, Câmaras Legislativas e Prefeituras, usam, abusam e escarnecem dos reclamos populares.
São vis, apócrifas, indecentes e covardes tais pessoas, cuja moral abala os de Bem, passem por simples exonerações, sem que apenas uns “bodes respiratórios” sejam apontados como “limpeza na sociedade”. (AA)
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