23 de jun. de 2005

Sonhos


A criança é acostumada a sonhos, fantasias, fadas e no Papai do Céu que nos governa com Amor. Muito Amor.
E crescemos na simbologia das palavras dos livros infantis ou estorinhas inventadas nos educar e até no soninho.
Acho que o instinto maternal está em cada ser na Terra e nele vamos nos acostando, vivendo e aprendendo.
Mas tem aquele dia, muitas das vezes impelidos por companhias, ouvir dizer, etc... e vamos à Liberdade! A concepção da Liberdade era o ganhar de asas, voar no aculturamento da inteligência, enfrentamento do viver e ver com os olhos curiosos o ensino da vida. No esplendor da infância e juventude, tantos são os chamamentos dos colegas, o descobrir isso e aquilo, pesquisar, cair em armadilhas, empurrados e amparados pela natureza moral e espiritual.
Tudo têm seu tempo. De cada momento, descoberta, vitória, derrota, sempre há ganho.
E descobrimos no lembrar do passado, o quanto aprendemos ou erramos.
Como existe o equilíbrio do Bem e do Mal inato na espécie, podemos crescer na nossa concepção, ser honesto ou mentir para se realizar.
Sempre existem tropeços, mas fala alta a chamada consciência. Há muitos hipersupercríticos. Outrossim, conhecemos personalidades múltiplas, de índoles más na dignidade, ingratos com os iguais.
Grupos se alternam no poder e no executar. No organograma, entram tantos subgrupos e se tornam gerenciadores dos sonhos da população. Criam-se processos, regras, leis e outros projetos, visando análises nessas obras.
E assim caminha a humanidade.
Alterna-se no chamado poder e oposição. E como numa cascata, esses procedimentos vêm descendo e se espraiando na população. Quando vemos, somos fiel de balança. Pesamos para um lado ou outro. No fundo, nos entorpece quando a decisão foi errada. Somos falíveis mesmo.
Muitos há de tanto apego à infância ou credo, vivem na fantástica utopia, perdoando e lutando numa guerra inglória. Ainda bem que eles existem, caso contrário a vida humana já teria se acabado.
Tento nas palavras acima, cooptar verdades e mentiras que assomei na vida e das "sessões teatrais" do Grupos. Crescem povos, cidades, necessidades..... e os gerenciadores surgem para o implante ante a constitucionalidade vigente.
E hoje, 2005 anos D.C., vemos videos-tapes da antiguidade mostrando, olhos fixos nas telinhas, falas e gritos de scripts, a população na carência, sem assistência devida e meios de sobrevivência. A subserviência aos grupos nos mostra desesperançosos na fraternidade, igualdade, e a revolta se insufla, pois não há como postergar a um amanhã, soluções sempre adiadas, que nunca serão realizadas.
No quê mudar e por onde recomeçar, já que somos reféns de alianças?
AA

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