31 de jan de 2013

Continuísmo ou...

 photo _001_zps9fb47977.jpg

• Anatel anuncia mudanças em telefones móveis que terão nove dígitos no Rio de Janeiro (27.10.2013), no Espírito Santo (27 e 28.10.2013) e no interior de São Paulo (25.08.2013).
• Consumidor já sente na bomba reajuste de combustíveis que apenas ameniza rombo bilionário na Petrobrás.


Simplesmente, por que?
• Uma instituição que vai embora do bairro de Botafogo, o 2º. Batalhão de Polícia Militar, na rua São Clemente 345, esquina da rua Real Grandeza no bairro.
• Com a notícia de que o Governo do Estado colocou o quartel do 2º. Batalhão da Polícia Militar de Botafogo para leilão, vale aqui algumas linhas deste mais que centenário batalhão, sempre presente quando o Brasil dele precisou.
• Foi fundado em 14 de janeiro de 1890 pelo Marechal Deodoro da Fonseca, sendo sediado numa velha casa da Rua General Caldwell, no Centro. Extinto a 16 de agosto de 1892, sendo recriado quase seis anos depois, em janeiro de 1898. Novamente extinto em julho de 1905, foi recriado em definitivo a 4 de outubro de 1911, e sediado na Rua São Clemente. Em 1919 passou para a Praça da Harmonia, em Santo Cristo, enquanto se construía o novo quartel de Botafogo. Finalmente, a 17 de janeiro de 1920, voltou para o bairro, de onde não mais saiu. O velho quartel veio a ser demolido em 1975, sendo substituído pelo atual, no mesmo lugar.
• O 2º. Batalhão participou da repressão à Revolta do Forte de Copacabana, a 6 de julho de 1922, quando perdeu dois homens. Esteve com o Exército Legal na Revolução Liberal de outubro de 1930, em Nova Friburgo. Ajudou na repressão à Intentona Comunista na Praia Vermelha, de 27 de novembro de 1935. Sua última atuação notável foi a de proteger o Palácio Guanabara, sede do Governo do Estado da Guanabara, durante o golpe militar de 1o. de abril de 1964.
• Nos anos difíceis onde o crime campeava livremente pelo Rio de Janeiro e os bandidos eram considerados cidadãos de respeito, o 2º. Batalhão de Botafogo sempre se prontificou a proteger os moradores indefesos do bairro. (Milton de Mendonça Teixeira) 

Nós que temos filhos
“Quem não tem filhos sofre. Quem tem se arrebenta".
Não é algo que se explique. Nenhum racionalismo conforta. 
 photo _amathamed_zps67730484.jpg
• Por uma infelicidade tremenda, fui ler os comentários de um site sobre o acontecido em Santa Maria e dei com uma criatura funesta que falou coisas impublicáveis. Um só. Um único demente entre tantos solidários, e pensei: precisa mais que um para lamentarmos a falta de compaixão? Porque essa foi a palavra que me invadiu desde as primeiras horas de um domingo ensolarado lá fora e nublado aqui dentro: compaixão.
• Qualquer pessoa que tenha um filho ou uma filha não tem como não se colocar no lugar dos pais, dos avós, dos tios daquela garotada que saiu no sábado à noite para se divertir e que foi vítima do destino - poderíamos também chamar de descaso, insensatez, irresponsabilidade -, mas é cedo para diagnósticos precisos. Destino é uma palavra mais abrangente.
• Tenho duas filhas que comumente saem à noite, dançam, se divertem em lugares fechados, e eu não faço vistorias prévias, não peço laudos, não investigo, simplesmente confio que elas estarão em segurança. Quem pode garantir? Alguém deveria, mas o destino não se responsabiliza. Nunca se responsabilizou.
• Sei de dois irmãos e de um casal de namorados que tinham relações com amigos meus e que estão entre as vítimas. De íntimo, eu não conhecia ninguém. Isso me afasta da tragédia? Nada nos afasta dessa tragédia, a não ser que não tenhamos compaixão. Essa palavra não me sai da cabeça. Um mundo individualista como o nosso precisa abraçar esse conceito, esse sentimento: compaixão. Se colocar no lugar do outro. Dói, mas é necessário.
• Quem não tem filhos sofre. Quem tem se arrebenta. Não é algo que se explique. Nenhum racionalismo conforta. É um soco que nos tira o ar e nos faz lembrar o que tanto buscamos esquecer: que somos todos vulneráveis diante da fragilidade da vida. (Martha Medeiros) 

Creia somente em você
• Por que os Bispos, Pastores, o diabo a quatro não vão pregar nas ruas, nas igrejas.
• Nas tvs é o maná mais direto do ludibriar sofredores e carentes até de confiança, fé.
• Estranho que ninguém, ninguém mesmo, entre com projeto para erradicar essa coisa da constituição, no fundo nauseabunda e nas falsas humildades agem como artistas da Bíblia (coisa da qual duvido, dado os muitos escribas (2 Testamentos?) em que se fizeram anos a fio as compilações de ditos ou malditos de antanho, colocando de maneira a virarem isso e aquilo.
• Citar parte dos escritos, a meu ver é criminoso, já que induz frases prosáicas e estudadas, jogando na espitualidade de pessoas o devorar ponta a ponta, os escritos no livro(?) e se submetem subliminarmente aos algozes ao que dizem sustenta a fé. Não vejo ou ouço as demais correntes de pensamento discorrerem e sacar de ouvintes dinheiros, carnês e até rede de rádios e tvs. Nos EUA isso pegou e a Justiça norte-americana agiu de perto e pegou esses artistas. Aqui, onde tudo se copia, ninguém se toca. Quanta covardia!
• Fé é o que cada um têm de si, e nos aglomerados, há o subsistir da força da inércia ser tocada pelo magnetismo dos homens e dos espíritos invisíveis que nos rodeiam.
• Sensatez e esse laico, um erro cruel, onde a palavra se transforma em baús e contas no exterior como se viu na  Revista Forbes. (Armando Andrade) 

O esmolar

A critica

O pastor mais sincero do mundo!
A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda.

Nenhum comentário: