A vida é muito para ser insignificante Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também já decepcionei alguém. Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, já fiz amigos eternos, já amei e fui amado, as também já fui rejeitado, já fui amado e não soube amar. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, já me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo). Mas sobrevivi! E ainda vivo! Não passo pela vida... e você também não deveria passar. Viva! Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante. (Charles Chaplin)
2 de out. de 2022
Um livre pensar...
“Alea jacta est”... novo Rubicão,
atravessar barreiras certo/errado, eleições; a quantas vamos acertar/errar, povos,
conscientes ou não, estão nas vontades, ideologias, credos possíveis no
impossível, a vontade popular irá ao ódio ou sucumbir. O que traga ou destraga ver-se-á
nos números, sempre contestadores, vaticínios do reboar, abrigo de esperanças.
Ah céus! Algo se avizinha? Alardes, medos, o que será do amanhã? Povos aceitam a
luta política, superstições, alguém acima de conduzi-los, e despojado, fica à
mercê de mandos e desmandos, na espera do algo que nunca virá. O seu poder de
fogo ao duro trabalho se traduz em dinheiros dados para esse alguém(s) que tudo
promete e a nada retribuirá. No país, a “nata ou gangue” se aglutina “servidores da
pátria”, dia após dia, nada fiel ao voto em eleições. Jogar no escuro e esperar
retorno. O quantum indivisível político, na verdade “são famílias”, altos
salários e “pré continuidade”. Diminuir o número deles em todo o contingente
governamental a modo menor e condizente na economia popular. Fora disso o sistema
continuará, tendências a se avantajar a bel prazer do dinheirão de ajudas
eleitorais. Pensai ó povo, obrigaram você a se escravizar. Pena!” (AAndrade)
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