Câmara aprova projeto que acaba com saída temporária de presos. A Câmara dos Deputados acabou de aprovar o substitutivo ao projeto de lei 6579/2013, de minha autoria, senadora Ana Amélia Lemos, para acabar com as saídas temporárias de presos, a exemplo das que ocorrem em datas como o Natal e o Dia das Mães.
Quase 650 mil chamadas foram
feitas para o nº 190 da Polícia Militar do RJ no 1° semestre. Violência contra
a mulher liderou os pedidos de ajuda: impressionantes 7 ocorrências por hora!
Como frear essa escalada de brutalidade? É preciso agir! (André Trigueiro)
Prefeitura do RJ ainda não foi
informada sobre mudança no 7 de setembro. Em discurso durante um ato, o
presidente Jair Bolsonaro (PL) cogitou que a parada cívico-militar acontecesse
na orla da Zona Sul, em Copacabana.
O incrível
acontece! A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do
Sul acolheu recursos das defesas e anulou, nessa quarta-feira (3), o julgamento
que condenou quatro réus pela tragédia da boate Kiss, ocorrida em Santa Maria,
no incêndio da boate Kiss que deixou 242 mortos e mais de 600 feridos. Serão
soltos o dono da boate Kiss, Elissandro Callegaro Spohr, que havia sido
condenado a 22 anos e seis meses de reclusão; o sócio Mauro Londero Hoffmann,
condenado a 19 anos e seis meses; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira,
Marcelo de Jesus dos Santos, condenado a 18 anos; além do assistente da banda,
Luciano Bonilha Leão, também condenado a 18 anos. As defesas dos réus pediram a
anulação do julgamento alegando que não houve cumprimento das regras judiciais
ao longo do processo. No entanto, a decisão cabe recurso. O caso se arrasta
desde 2013.
China inicia exercícios militares
com munição de verdade perto de Taiwan após visita de Pelosi. Atividades visam
demonstrar força do Partido Comunista Chinês e de suas tropas em retaliação ao
encontro com a representante dos EUA; evento deverá durar três dias.
História número 1
Na primeira aula para a turma de
calouros de uma faculdade de Direito, o professor, logo após a chamada, encarou
o aluno visivelmente mais idoso da classe e disse, em tom agressivo: “O senhor aí,
retire-se da minha sala de aula!”. Após alguns instantes de tensão, tendo o
aluno saído, perguntou à turma: “O que houve? Porque vocês estão assim, com
cara de quem viu lobisomem?”. Longo silêncio até que um dos estudantes, com
visível insegurança, explicou que a expulsão do colega parecia não ter razão de
ser. “Cometi uma injustiça? É isso? Então, vai lá fora e chama-o de volta”. Ao
retornar, a surpresa: o aluno expulso ocupou o lugar do “professor” e este,
encerrada sua representação, sentou-se entre os colegas. A partir daí, o
verdadeiro docente da turma passou a lecionar o grupo sobre o dever moral,
mormente entre advogados, de não silenciar perante uma injustiça.
História número 2
A aula daquela matéria toda vez
mudava de local. Perdia-se um tempo procurando, subindo e descendo escadas.
Naquela manhã, o professor já começara a falar quando uma aluna, retardatária,
ensaiou entrar na sala. O homem com giz na mão olhou-a de modo rude e lhe
disse, em tom mais rude ainda, que não podia entrar, pois a aula já começara.
Enquanto a mocinha, humildemente, se retirava, um aluno levantou-se e explicou
ao professor que sua cadeira sempre envolvia aquela dificuldade de localização,
dando causa a tais atrasos. E completou: “Se a colega não pode entrar, eu
saio”. E saiu da sala, seguido pelos demais.
A primeira história circula nas
redes sociais há algum tempo. Não sei se realmente aconteceu. A segunda, esta
última, deu-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRGS, na minha
turma, por volta de 1966 e fui eu o aluno que reagiu à conduta do professor.
Quando o silêncio de alguns faz a
história de todos
Injustiças me incomodam. Por
isso, observo com indignação as ocorrências nacionais e o silêncio de tantos
que devendo reagir, não o fazem. Penso na omissão perante casos como os de
Allan dos Santos, de Barbara Destefani (Te atualizei), de Bernardo Küster, de
Camila Abdo e outros que tiveram cortadas suas fontes de renda e enfrentam as
dificuldades disso decorrentes sem ter acesso aos seus processos. O que fazem
com eles não cabe no mundo das boas leis. Não conheço a todos, mas os que
mencionei são pessoas que, de bom grado, receberia em casa para jantar com
minha família. A seus detratores, não.
Outro dia, assisti Bárbara dizer
à Jovem Pan que, há 10 meses, foi desprovida de seu sustento e não recebeu até
agora sequer um e-mail que lhe indicasse os motivos disso. Logo após, li
Bernardo afirmando estar na mesma situação dois anos depois de ter sido vítima
de igual arbitrariedade.
A defesa da liberdade
Eles tinham milhões de
seguidores. São pessoas que comungam do amor à liberdade e da aversão ao
arbítrio. Censurados, podem sair à convivência das ruas enquanto seus censores
viajam ao exterior para poder tomar sol.
Nada espero da OAB, nem dos
advogados banqueteiros e festeiros da confraria Prerrogativas (Prerrô, para os
íntimos). Tampouco espero algo das associações ditas “Pela democracia”,
organizadas por pessoas que passaram por cursos de Direito e nada aprenderam
sobre o valor Justiça.
Minha singular e tênue esperança
está em que a sociedade não deixe morrer
a repugnância à injustiça. E perceba, em tempo, o quanto ainda pode ir
além, perigoso e arrogante, o poder que tudo pode. (Percival
Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e
escritor)
"A eficiência da maldade”
Quem se importa com a perfeição?
Nem a lua é perfeita, está cheia de crateras.
O mar é incrivelmente lindo, mas salgado e escuro, nas profundezas.
O céu é sempre infinito, mas muitas vezes nublado.
Portanto, tudo que é bonito não é perfeito, é especial.
Então, toda mulher pode ser especial para alguém.
Pare de querer ser "perfeito", em vez disso tente ser livre e viver,
fazendo o que ama, sem querer impressionar os outros! (Bob Marley)


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