Diesel fica mais barato a partir de hoje nas refinarias com queda de R$ 0,20 no preço do litro.
Partidos podem fazer convenções e
federações até esta sexta-feira. Nesses encontros as legendas anunciam os
candidatos que vão disputar os cargos eletivos; prazo começou no dia 20 de
julho.
Auxílio Brasil de R$ 600 compra
cesta básica em apenas três capitais. Em 2020, quando mesmo valor foi pago no
auxílio emergencial era possível comprar os itens em todas unidades da
federação.
Câmara aprova projeto contra
crime de 'domínio de cidades' no Brasil; pena pode chegar a 40 anos. A ação
conhecida é uma evolução da tática de assalto que se popularizou com o nome
"novo cangaço", é apontada por especialistas em segurança como o
maior crime contra o patrimônio público na atualidade.
Razões e riscos para o confronto
de Bolsonaro com a ‘nobreza suprema’
Presidente aposta no desgaste da
imagem dos membros da cúpula do judiciário e intensifica contraofensiva, na
campanha, para impedir que STF e TSE tentem impugnar sua candidatura à
reeleição
Quem são eles? Vivem bancados e
sustentados pelo povo. Possuem títulos vitalícios de nobreza suprema. Podem
gastar o quanto quiserem. Viajavam pelo mundo todo e para onde bem desejassem,
sem pedir autorização a ninguém. Decidem o que querem, quando querem e não
aceitam ser questionados. Quem reclamar vai preso. Podem ter quantos asseclas
(ops, assessores) desejarem. Cada decisão é tomada de acordo com interesses
(quase nunca públicos). Praticam o lema: “Aos amigos tudo, e ao resto o rigor
da lei” (dependendo do caso, nem a lei). Ou seja, vale o rigor seletivo para
punir e o perdão conveniente para poupar o infrator. No geral, aplicam a ira
suprema para neutralizar e destruir quem ousa enfrentá-los. Essa descrição não
é do Brasil de hoje. Apenas relembra a todos como funcionavam as coisas na
Idade Média. Naquele tempo, os “malditos nobres”, invocando seus títulos
vitalícios, e poder autoritário absolutista, praticavam todo tipo de crime
contra as populações sob sua jurisdição. Enquanto o poderoso daquela época
fosse vivo, ele era o dono do título de Duque, Marquês, Conde, Visconde ou
Barão. Seus poderes eram supremos sobre a vida de todas as pessoas
“jurisdicionadas”. Viviam às custas da miséria e da pobreza de todos que lhes
serviam. Cobravam impostos absurdos, prendiam quem não pagasse essas obrigações
ou quem os criticasse. Era comum o degredo perpétuo e, para simplificar, a
condenação à morte. Esses senhores feudais e suas famílias viviam às custas do
povo. Tudo isso era vitalício.
Exercida de maneira sanguinária e
cruel, a força bruta era a regra de subjugar a população. Não era à toa que
essa “nobreza” protegia todo tipo de criminosos, bandidos, facínoras,
assassinos que trabalhassem para manter esses privilégios absurdos e
criminosos. Não existia o conceito de Justiça. Nem juízes, nem Ministério
Público. A decisão pessoal de um Nobre, a vontade do Duque, Conde ou Barão era
a Lei. Com a Revolução Francesa, veio o conceito de Legislação aprovada por
representantes da população e ali temos o nascimento do Código Civil (Code
Civil des Français, de março de 1804). Ou seja: Na história da humanidade, faz
muito pouco tempo que as sociedades se organizaram para “banir” essa casta do
controle da vida das pessoas. A luta continua. Apesar do fim do poder divino
dos “malditos nobres” sobre a vida das pessoas, eles mantiveram suas riquezas e
poderio econômico e financeiro. Os senhores feudais passaram a governar com
outros títulos de nobreza. Eles se tornaram o Estado, o poder público.
Felizmente, a riqueza do comércio e da indústria criou uma classe média que se
revoltava cada vez mais contra os privilégios, os altos impostos e não aceitava
que a casta dos “malditos nobres” continuasse a viver às custas do trabalho de
toda a população. Atualmente, os “senhores feudais” de vários países tentam
disfarçar seus poderes ditatoriais, seus privilégios, controlando a livre
imprensa, através de dinheiro público e criando castas de privilegiados, que
também se enriquecem às custas da miséria da grande maioria da população.
Um detalhe histórico precisa ser
lembrado. Encastelados no poder, esses “velhos Nobres” só deixavam de explorar
as populações quando eram derrubados do poder através da força. A
industrialização e o progresso foram a força que derrotou os parasitas do
feudalismo. Para evitar revoltas da população, guerras civis e os constantes
golpes de Estado, o Ocidente desenvolveu um método de avaliar o grau de
satisfação e de medir o nível das tensões sociais presentes: o processo
eleitoral. As eleições promovem alternância no poder e as populações podem
opinar sobre temas e práticas sociais, legais, econômicas que entendem serem do
seu interesse. Esse é o papel do sufrágio universal, que precisa ser livre, ter
o voto secreto, mas com escrutínio totalmente público, transparente. O
eleitorado vota e conta o voto. Simples, assim!
O problema que persiste é: os
“malditos Nobres” nunca deixam de ser e se achar Senhores Feudais. O processo
de alternância do poder nunca foi totalmente aceito pela oligarquia maldita do
feudalismo. Atualmente, a “nobreza” promove o controle social através de um
mecanismo combinado: a manipulação dos veículos de imprensa junto com o
aparelhamento do Judiciário. Assim, as minorias medievais impedem que seus
privilégios acabem. O método é fácil de perceber. Inicialmente, os “donos do
poder” praticam o assassinato de reputações usando a imprensa. Depois, a
máquina do Judiciário parte para cima do alvo definido. O Mecanismo criminaliza
tudo o que for possível: vida pessoal, opiniões e negócios de suas vítimas.
Qualquer pessoa ou grupo de pessoas que ouse questionar o Supremo Poder dessas
elites medievais sofre perseguição seletiva.
No Brasil, os clãs medievais são
representados por famílias que se revezam no poder político há décadas. Basta
fazer uma breve pesquisa para constatar que os “donos do poder” são
controladores dos veículos de imprensa, e seus familiares são ou estão no alto
escalão do judiciário, da burocracia estatal e do sistema político. Por isso,
quem ousar enfrentá-los, será castigado de maneira exemplar. Tal enfrentamento
indica que uma ruptura está a caminho. A miséria da população brasileira não é
mais suportável. A criminalidade praticada contra nossas famílias é absurda:
mais de 100 assassinatos diariamente. O brasileiro trabalha cinco meses do ano
apenas para pagar impostos e sustentar o Mecanismo e seus “nobres”. O ICMS
cobrado diariamente da população se transformou em um daqueles impostos
medievais. O imposto deveria custear a educação, saúde, transporte e segurança.
Só que não. Os cidadãos mal atendidos pelo Estado têm de contratar tudo isto de
empresas privadas, pois o poder público desperdiça a maior parte do dinheiro em
regalias e privilégios para as famílias feudais e a nobreza que exploram o povo
brasileiro.
Conclusão básica: a alternância
de poder no Brasil só ocorrerá de fato através da ruptura institucional
representada, em primeiro lugar, pela soberania do voto popular e, em segundo
lugar, pelo uso legítimo e legal da força, para que aconteça a mudança estrutural.
Essa é a razão pela qual o presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição,
intensifica sua reação ao protagonismo claramente político de membros do
Judiciário que lhe fazem oposição sistemática. A principal crítica de Bolsonaro
– e que merece ser avaliada, seriamente, pelo cidadão-eleitor-contribuinte – é
que a “nobreza suprema” tem atuado politicamente, de maneira indevida e
ilegítima, para exercer hegemonia sobre os poderes Executivo e Legislativo, o
que provoca um perigoso e indesejável desequilíbrio institucional. Bolsonaro
parte para a contraofensiva porque sabe que corre o risco concreto de ser
triturado pelo Mecanismo da Juristocracia, sendo reeleito ou não. O presidente
aposta que vence a eleição, mas raciocina com a ameaça de ter a candidatura
impugnada antes ou depois do pleito. Por isso, alveja os membros do Supremo
Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, tendo como pressuposto o
desgaste público da imagem deles.
Indo além da eleição e resumindo:
O Brasil precisa sair da “Idade Média” institucional. Feudalismo Supremo não
combina com uma uma República Constitucional. A manutenção de uma nobreza
suprema corrompe qualquer modelo de Democracia Multicultural. Precisamos
discutir e implantar um Projeto Estratégico de Nação (já tem um pronto para
debate formulado pelos Institutos Sagres, Villas-Bôas e Federalista). Temos de
debater e evoluir para uma Nova Constituição (já tem a proposta da
“Libertadora”, concebida por juristas coordenados pelo deputado federal Luiz
Philippe de Orleans e Bragança). Necessitamos de uma Corte Constitucional que
cumpra seu papel, em vez de se perder em política e (pior) politicagem. Já
passou da hora de avançarmos para as mudanças estruturais no Estado Brasileiro,
para sairmos da Anarquia Feudal e ingressar na Era de Progresso, Crescimento e
Prosperidade. A vontade soberana do povo precisa valer. Supremo é o povo. (Jorge Serrão)
Enquanto Merkel ainda liderava a
Alemanha, resume a mentalidade que eu acredito que deveríamos exigir de todos
os políticos para receberem nossos votos em outubro.
“Angela Merkel, chanceler da Alemanha, a líder mais
respeitada do mundo, cientista de física e química que se tornou política. Fala
alemão, inglês e russo perfeitamente. Ela lidera a economia mais forte da União
Europeia e uma das mais importantes do mundo. No entanto, ela não recebe nenhum
serviço estatal gratuito, nenhuma moradia, sem eletricidade, sem gás, sem
despesas de entretenimento, sem chef pessoal, sem água, sem telefone gratuito
do orçamento da República Federal da Alemanha, e vive sua vida humildemente,
como qualquer outro cidadão alemão. Ela faz suas próprias compras (na foto, em
um supermercado de Berlim), carrega suas próprias sacolas de compras, paga suas
compras e, se recebe uma multa de estacionamento, paga do próprio bolso. Um
jornalista recentemente perguntou a ela: “Você se lembra que eu tirei uma foto
sua com este mesmo vestido dez anos atrás? Ela respondeu: ‘Minha missão é
servir aos alemães, não ser modelo’”. (Robert
Krautheim)



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