ONU lança campanha
sobre violência doméstica contra mulheres. #ParaCadaUma será lançada às 19h30,
no Cristo Redentor,
Um de cada quatro não consegue
pagar todas as contas no fim do mês. Quase dois terços da população cortaram
gastos neste ano, e um em cada cinco brasileiros pegou empréstimo ou se
endividou nos últimos 12 meses, mostra CNI.
Eduardo Bolsonaro rebate
jornalista que pediu para que ateassem fogo no presidente;
Ronnie Lessa, acusado de matar Marielle, é condenado por tráfico de armas. Policial militar reformado foi condenado a cinco anos de prisão e deverá cumprir a pena em regime fechado.
Cônsul alemão mandou marido
dormir na cama após queda na varanda. Diplomata disse em depoimento para a
polícia que belga teria desmaiado antes de tropeçar. Juiz cita "indícios
de morte violenta" e decreta prisão de cônsul.
Seca provocada por onda de calor
revela bomba da Segunda Guerra Mundial em rio da Itália.
Ucrânia acusa a Rússia de novo
bombardeio na usina nuclear de Zaporizhzhia.
Cuba recebe ajuda de México e Venezuela para conter incêndio em tanques de petróleo. Tanques da Base de Superpetroleiros de Matanzas estão em chamas desde sexta-feira; 122 pessoas ficaram feridas, sendo que cinco estão em estado crítico.
Gustavo Petro, primeiro esquerdista
a chegar ao poder na Colômbia, assume como presidente. Colombianos estão
cautelosamente otimistas com o novo governo; ex-senador prometeu mudanças,
incluindo um projeto para elevar os impostos aos mais ricos.
Israel e Jihad Islâmica aceitam
proposta do Egito e anunciam trégua em conflito em Gaza. Grupos se enfrentavam
desde sexta-feira, 5, e mais de 40 palestinos foram mortos nos bombardeios;
acordo inclui o compromisso de libertação dos prisioneiros Al Saadi e Awawdeh.
Cabo de guerra
Nestes meus setenta anos de vida
com mais de cinquenta de vivência da política nacional a partir do meu estado
natal, o Rio de Janeiro, nunca havia vivenciado a existência de um cerco
social, político, econômico e jurídico tão perverso, vulpino e soez, como vem
sofrendo Presidente eleito desde sua posse.
São poucas, mas marcantes, as
lembranças que guardo da forte campanha contra Getúlio Vargas e o “Getulismo”
que, revelando o mar de lama que corria debaixo da sede do governo da União, o
Palácio do Catete, terminou por levá-lo ao suicídio, pondo fim dessa forma
trágica a uma época da nossa história.
Assisti toda luta da antiga e
velha República para se manter no poder – que afastou os Presidentes Café
Filho, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e João Goulart – dando lugar aos
governos civil-militar que, por sua vez, nas décadas de 60 e de 70 nos livraram
do comunismo ateu e assassino, evitando a implantação no País de uma ditadura
do proletariado.
Aqui a coisa esteve realmente
séria e a luta de vida ou morte que se travou contra a vermelhada comprada pela
antiga União Soviética e por Cuba, conquanto tivesse sido dura e sangrenta como
poucos tiveram conhecimento, nunca foi tão direta e determinada contra as
figuras dos Presidentes da República da época, contra suas famílias e equipe de
ministros, como hoje se constata em relação ao Presidente Bolsonaro.
Falando genericamente e sem
pretender mergulhar em um estudo sociológico que não cabe no âmbito destes
comentários, forçoso é concluir que a causa principal desta mudança dramática
de procedimento, desde a época dos militares para esta parte, reside no fato de
que, em nossa sociedade, o poder apodreceu e a elite que, no geral, sempre foi
pior do que o povo tornou-se mais desprezível ainda.
Antes tínhamos uma classe
política aproveitadora, preguiçosa e usurpadora, mas não era composta de
bandidos, de ladrões e de assassinos, na sua maioria. Hoje, pelo menos até o
advento da “Nova Ordem Brasileira” quando tudo mudou bastante, o que havia
sobejado era uma classe política abjeta, integrada pelo que há de pior em nossa
sociedade e muito bem exemplificada pela figura ignóbil do “Ogro Descondenado”,
o maior ladrão da coisa pública da história contemporânea.
Antes tínhamos um Poder
Judiciário, liderado pelos Tribunais Superiores que se constituíam de
magistrados tidos e consagrados como cientistas do direito e como exemplos de
honradez, de dignidade e de competência para os togados no País inteiro, tanto
quanto para a digna comunidade dos operadores do direito. Hoje, depois de tudo
ultrajado na era do social-comunismo das quadrilhas de FHC a Temer, o que temos
são instituições marginais, odiadas pelo povo, como um dia proclamou o corajoso
jurista Modesto Carvalhosa.
Antes tínhamos uma parcela do
poder nas mãos de uns poucos sanguessugas do suor de nossa gente, sempre
abraçados pela intelectualidade vassala de seus feitiços e viciada em suas
benesses. Hoje a luta é para se impedir a volta ao Planalto ou ao centro do
poder de uma horda de banqueiros, de rentistas, de financistas e de empresários
do atraso e da roubalheira, com os quais os “Contras” e os Terceiroviistas”
conviviam alegremente em face dos benefícios que recebiam, fechando os olhos
para o mal que faziam à Pátria em que nasceram.
Toda essa gente dos demônios, que
sangra diariamente o Presidente de milhões de brasileiros e ultraja esta Terra
de Santa Cruz, que é responsável pela instabilidade dos tempos de agora, que
não aceita viver sem corromper, sem roubar ou, no mínimo, viver à custa da
máquina governamental vai “fazer o diabo”, como proclamou a “Anta Guerrilheira”
para tomar o poder na mão grande e não no voto, como petulantemente proclamou o
bandidaço Zé Dirceu e repinicou um seu esbirro na Suprema Corte, o tal
ex-defensor do terrorista sanguinário Cesare Battisti e discípulo do vigarista
estuprador, João Teixeira (João de Deus).
Toda esta carnificina, contra
Bolsonaro e sua gente, na qual se nutre e se banha a imprensa dos Barões das
Comunicações, não vai parar até as eleições de outubro próximo e, depois dessa,
enquanto o povo não se dispuser a se valer do verdadeiro poder que a
Constituição da República colocou em suas mãos.
Posto que somente o povo de um
País seja o senhor de seu destino, eu prazo aos Céus que nossa gente ponha a
ferros todo esse sofrimento, conclamando aos patriotas que continuem fazendo
cada um a sua parte.
O lamentável é que em virtude
deste cabo de guerra que a Nação Verde e Amarela se vê na obrigação de puxar
contra a vermelhada delinquente, quem mais sofre é a população antes vitimada
pelas quadrilhas dos governos anteriores e de quem se continua surrupiando até
as informações sobre as fantásticas realizações deste governo, no campo da
economia e no social, para impedir a esperança que nasceu com Bolsonaro. Assim,
vamos falar de algumas.
Assistindo, em um dia destes, a
um vídeo que transita pela rede mundial de computadores, ouvi do ministro Adolf
Sachsida um relato impactante acerca daquelas realizações, que a mídia canalha
esconde deslealmente.
Destacou aquele economista e
advogado formado pela universidade do Alabama – USA e membro da equipe
econômica de Paulo Guedes, hoje ministro de Minas e Energia, que seis (6)
relevantes reformas estruturais foram implantadas, nestes três últimos anos de
governo, em relação às quais se fez de tudo para escondê-las do distinto
público.
Começou citando a tremenda
modernização da legislação trabalhista, ocorrida mais propriamente a partir das
normas regulamentadoras da saúde e da segurança do trabalho, que desaguou em um
significativo crescimento do emprego formal e informal, mesmo durante uma época
de recessão mundial, imposta pela pandemia do vírus chinês.
Daí seguiu enfatizando a reforma
administrativa, dizendo que hoje temos menos funcionários do que em 2011, o que
ocorreu, também, em razão do enorme esforço feito para digitalização dos
serviços públicos. Isto veio beneficiar (e muito) o povão, como exemplificou
com a questão da tal “prova de vida” – que antes era uma verdadeira tortura
para idosos e doentes – e que hoje pode ser ultimada até pelo celular.
Para os entendidos de uma figa
que gritam sempre que o governo não fez reforma tributária alguma, Sachsida
disse que se fez sim e que esta foi muito importante, a partir da redução
permanente de 11 tributos – e se em seguida for aprovada o PL nº 488, então
haverá uma redução permanente de 12 tributos – e acrescentou: “nunca se reduziu
tanto tributo como nesse governo, aumentando assim a eficiência econômica e a
eficiência locativa”.
Outra reforma relevante e
escamoteada pela mídia safada e militante foi a reforma do setor financeiro e
de mercado de capitais, com a criação de 14 novos instrumentos financeiros, com
os quais se “desestatizou” o crédito. Segundo A. Sachsida, em 2015 o crédito
livre na economia era responsável por 51% dos empréstimos, hoje por 60% e
disse, igualmente, que os bancos privados respondiam, em 12/2015, por 44% dos
empréstimos e hoje concedem 57%, sem falar que o BNDES está reduzindo sua
participação nestas operações – se livrando das JBS da vida, digo eu – e o
mercado de capitais está cada vez mais vigoroso, por conta desta desestatização
do crédito.
Quanto às concessões e as
privatizações, falou que as reformas dessas políticas públicas trouxeram uma
mudança econômica fundamental. Antes ganhava a privatização quem oferecia o
maior preço para o governo – para mais se ter nos cofres para roubar, penso eu
– hoje, disse o Ministro, ganha quem oferece mais investimento privado, o que
traz mais emprego e renda para nossa gente.
Neste campo, respondendo a
caterva “criticante” de uma figa que pergunta sempre pelo trilhão prometido
pelo Ministro Paulo Guedes, acrescentou o ministro Sachsida que tais concessões
privatizações já renderam para o erário 200 bilhões, já colocados no caixa do
tesouro nacional e os outros 800 bilhões virão sob a forma de investimento
privado, através de contratos já assinados, dos quais 80 bilhões já chegaram
por conta daqueles contratos, ressaltando que, mesmo durante a crise da
pandemia, as concessões e as privatizações não pararam.
Por fim, falou o ministro das
reformas microeconômicas dos marcos legais, quais sejam: do novo marco de
ferrovias; do novo marco de cabotagem; do novo marco de saneamento; da
autonomia do Banco Central e da melhoria do ambiente de negócios, para deixar
claro que esta agenda de reforma microeconômica traz, na prática, um enorme
crescimento econômico e grande melhoria da produtividade, em tempos difíceis e
sem perspectiva para o mundo.
Não são por outras razões,
explicou Sachsida, que os analistas e pregoeiros do caos falam sempre que o PIB
vai cair e aí ele sobe. Em 2020 foi assim, em 2021 foi assim e em 2022 será
assim também. Erraram três vezes e vão errar para 2023, porque esses agentes da
banca voraz e cruel apenas estão olhando pelo lado da demanda, ou seja, estão
olhando para uma economia que não existe mais. Sob a liderança do Ministro
Paulo Guedes estamos olhando a economia pela ótica da oferta.
Explicando melhor para o povão,
disse o ministro que este governo está deslocando a curva da oferta e que os
tais analistas continuam olhando a curva da demanda, isto é, para a curva
errada. Assim sustenta que se está fortalecendo o investimento privado e que é
justo por isso que o investimento privado acabou de bater novo recorde, desde o
3º trimestre de 2014.
Continuando disse, também, que
focando na geração de empregos e renda via mercado e não via estado, ao se
deslocar a curva da oferta, a produção e a produtividade da economia aumenta,
como um todo. Isto tudo sem se falar que é o que mata os vermelhuscos que
apostam na oferta pública para voltar a aparelhar criminosamente a máquina
governamental, eu acrescento.
Quanto às críticas relativas à
política fiscal, Sachsida rebateu dizendo que este é o 1º governo que ao longo
de 20 anos vai terminar seu ciclo de 4 anos gastando menos dinheiro em relação
ao PIB do que quando entrou. Em 2018 o governo gastava 19,4% em relação ao PIB
e se vai terminar gastando 18,9% do PIB.
No final arrematou: “a
expectativa da dívida está caindo; o governo está gastando menos; está
arrecadando mais e diminuindo impostos, ora vamos ser honestos, o Ministro
Paulo Guedes é porreta”.
Em sendo desta forma, digo sem
medo ou subterfúgio, há esperança e muita, vale a pena continuar na luta, vale
a pena sustentar este cabo de guerra contra os traidores da Pátria. (Jose Mauricio de Barcellos, ex-Consultor Jurídico da
CPRM-MME é advogado)
É difícil entender por que um
número de professores universitários ainda acredita que o mundo é composto de
somente duas classes definidas pelas suas relações de trabalho.
Surpreende a todos que estudam
história, que Marx desconhecia que já a Índia era composta de 3.000 classes,
que também possuíam interesses próprios.
São as chamadas castas, as castas
profissionais, definidas exatamente pelas suas relações de trabalho, pedreiros,
tecelões, etc.
Hoje existem muito mais do que
somente 2 classes, todas com características próprias e interesses comuns.
No Capitalismo, a terceira classe
que logo surgiu foi a classe de administradores, que se infiltravam como um
fulcro entre capitalistas e trabalhadores.
Os professores da Harvard
Business School já em 1908 identificaram essa nova classe.
E decidiram tomar o poder dos
capitalistas treinando administradores socialmente responsáveis, em vez de
pregar a revolução sangrenta de 1917.
E conseguiram muito progresso.
Afastaram os herdeiros das famílias para a filantropia, e deixaram a gestão com
administradores, que criaram a palavra stakeholders, não preciso dizer mais.
Mesmo os formados em outras
faculdades, administradores possuem interesses próprios, uma das quais foi
transformar os capitalistas em meros acionistas, com muito menos poder do que
imaginara Marx.
A quarta classe que surgiu foram
os engenheiros da indústria mecânica que passaram a vender bens de produção
para quem quisesse comprar, gerando enorme concorrência aos capitalistas já
instalados.
Milhares de trabalhadores
finalmente puderam deter seus bens de produção, se juntando e comprando os seus
bens de produção financiados ou não.
Foi a indústria mecânica que
permitiu criarem as 235 milhões de pequenas empresas do capitalismo de hoje.
Um Estado planificado jamais
conseguiria algo de perto disso.
A quinta classe que surge é
justamente a classe de pequenos e médios empresários, que também tem interesses
próprios, e trava uma luta de classes, entre si, com seus fornecedores, com os
seus trabalhadores, com as grandes empresas capitalistas.
A sexta classe que logo surgiu
foi a dos advogados, que chegaram a ser o poder dominante no início do século,
controlaram o judiciário, muitos congressistas sāo advogados, criaram a poderosa
OAB.
Se você realmente acha que os
empresários exploram seus advogados, todos dirão exatamente o oposto.
Tem a classe dos funcionários
públicos, que não há como extrair mais valia deles, novamente é o contrário,
eles que tiram 40% de mais valia de nós.
Tem a classe dos políticos
profissionais.
Tem a classe dos aposentados,
cada vez maior, que fazem a mesma coisa.
Estou assistindo entrevistas de
novos representantes de esquerda, e fico imensamente decepcionado que a maioria
não percebe o mundo que os cerca.
Achar que ainda existem somente 2
classes no século XXI é um reducionismo científico fora de propósito. (Stephen
Kanitz)
“O segredo para ser feliz é aceitar o lugar onde você está hoje na vida, e dar o melhor de si todos os dias.”





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