Campanha
eleitoral começa oficialmente hoje em clima polarizado. Candidatos poderão
fazer comícios e pedir votos.
Ministério
Público Eleitoral pede para TSE rejeitar ação contra Bolsonaro por discurso de
ódio. Representação de partidos de oposição afirmam que o chefe do Executivo
incita a violência; pedido foi realizado após o assassinato do ex-tesoureiro do
PT, Marcelo Arruda.
Após nova
redução da Petrobras, gasolina fica R$ 0,18 mais barata nas refinarias.
Calendário
de vacinação contra a varíola dos macacos deve sair nesta semana. Prioridade
será para profissionais de saúde que lidam com a doença.
Venezuela
acumula inflação de 48,4% até julho, aponta Banco Central do país.
EUA
repudiam Irã por responsabilizar escritor Salman Rushdie pelo ataque sofrido.
O
que é Guerra Cultural?
O intelecto humano, desde os
primórdios da existência da espécie, só funciona devido a nossa capacidade de
percepção do real. Aristóteles, filósofo grego, estava convicto de que nada
está na mente humana sem que antes tenha passado pelos sentidos. Portanto, para
ele, perceber os objetos do mundo é condição sine qua non para que haja a
atividade mental tal qual nós a conhecemos. É a existência dos seres que
possibilita a atividade psíquica, visto que sem a presença física dos objetos
nada podemos pensar e muito menos dizer. Dessa maneira, evidenciamos que a
percepção está em primeiro plano no aprendizado e antecede a qualquer
pensamento, pois o mesmo só irá surgir a posteriori, ou seja, após o contato
inicial com as coisas do mundo real e concreto. Aristóteles vai mais fundo e
afirma que os humanos além de serem seres racionais são também seres
fantásticos. A fantasia, segundo ele, é a composição de duas outras faculdades
da mente: memória e imaginação. É por meio delas que registramos as impressões
oriundas do mundo físico, sendo possível à pessoa normal acessar a essas
imagens quando quiser, portanto, a mente possui a capacidade de simplificar e
estabilizar tudo aquilo que os sentidos captam, e os aglutinam, condensando-os
em símbolos, que só então poderão ser manipulados pelo raciocínio de forma
lógica e conceitual. A cultura humana inteira, por sua vez, foi construída
sobre um universo imaginativo complexo e sobremaneira denso de imagens,
conceitos, símbolos e valores, e sem os quais seria impossível para as
civilizações realizarem quaisquer tipos de progresso, uma vez que toda e
qualquer comunicação só é eficaz quando
se adéqua aos diversos contextos, quando é homogênea nos sons e nas
formas e inteligível simbolicamente para todos os que fazem uso dela. A linguagem
é a cultura humana por excelência.
Uma guerra se caracteriza pelo fato
de que as partes beligerantes procuram atacar-se mutuamente até que seja
possível a uma delas neutralizar as ações do inimigo, de modo que reste apenas
um lado capaz de conduzir os acontecimentos até o fim, atingindo seu objetivo
estratégico, e sobrepondo-se em força sobre os demais. Quando se trata de uma
guerra cultural vencerá aquele que conseguir neutralizar a cultura do inimigo,
e isso só é possível quando se substitui uma cultura por outra que seja capaz
de cumprir com o papel de fecundar a memória e a imaginação das pessoas por
meio de novos símbolos, conceitos e valores e de tal modo que consiga manter a
coesão e as relações sociais, garantindo a unidade do processo histórico. A
cultura ocidental está sob o ataque de incontáveis inimigos e em inúmeras
frentes de batalha e por meio do controle da linguagem, da subversão de
conceitos fundamentais como o de família, pátria e religião vai se remodelando
o imaginário coletivo sem que a sociedade perceba que pouco a pouco vai cedendo
a essa infiltração lenta e constante de novas ideias, costumes e valores que se
cristalizam e fundamentam uma nova civilização, que pretende sobrepujar a
atual, primeiro no campo psicológico e por conseguinte, no campo político e
econômico, sem que haja condições de se contestar e muito menos reconduzir o
percurso temporal, restando apenas a aceitação da modificação do estado de
coisas.
A maneira como nos expressamos por
meio da fala revela em partes o nosso campo psíquico, portanto, para analisar a
“forma mentes” das pessoas basta analisar minuciosamente o vocabulário
utilizado, as construções semânticas, os juízos de valores e padrões
linguísticos. E é justamente ai que a guerra cultural é travada de forma
profunda, pois tudo o que pensamos só é possível por meio de palavras
previamente consolidadas no aparato mental, oriundas dos conceitos condensados
no intelecto e que posteriormente serão articulados pelo raciocínio segundo os
padrões da lógica elementar. Uma grande cultura é necessariamente aquela que
devido à força de suas criações simbólico-culturais penetram nas camadas mais
profundas da mente humana expandindo a sua consciência e potencializando
cognitivamente e moralmente todo o nosso ser. Como exemplo disso, mencionamos a
grande e densa criação da cristandade, que desde o advento do Cristo, produziu
elementos que transcendem o mero campo do discurso ideológico e se impregnam na
alma humana, obras tais como: o novo testamento, as músicas e orações, as
liturgias e os dogmas, pinturas, esculturas, livros, encíclicas, sumas
teológicas, catedrais e outros tantos e sofisticados recursos simbólicos que
servem como uma grande e densa matriz de intelecções que apontam para o Deus
criador e sua criação.
O movimento revolucionário, também
representado pelos movimentos socialistas nacionais e internacionais, é um dos
poderosos inimigos do Ocidente, pois ele possui, assim como o seu adversário,
elementos culturais suficientemente capazes de penetrar no âmago da sociedade,
transformando-a desde dentro. Conceitos como, “justiça social”, “luta de
classes”, “igualdade de gênero”, “minorias oprimidas”, “sociedade patriarcal”,
“liberdade sexual”, entre outros, já começam a fazer parte do vocabulário coletivo,
já estão nos cinemas, televisão, revistas, músicas, editoriais jornalísticos e
se manifestam nas rodas de conversas escolares e vão até os círculos mais
elevados de poder do país, fazendo parte do debate público e ocultando os
verdadeiros problemas sociais que assolam o país como, a má administração
pública, o desvio de verbas, a corrupção, o crime organizado, políticas
internacionais desruptivas, os planos globalistas para a destruição das
soberanias nacionais e sobretudo a ausência de uma classe intelectual que tem o
papel fundamental e urgente de influenciar a população desde as classes mais
elevadas até o povo mais simples e carente de informações verdadeiras e
necessárias para a manutenção da vida cotidiana. Para vencermos os nossos
inimigos teremos que combater no campo estratégico de maior impacto
psicológico, usando as armas adequadas e fortalecendo a cultura ocidental nos
seus aspectos mais basilares: A língua nacional, a religião cristã e sua elite
intelectual, pois é por meio da capacidade linguística que o ser humano
consegue materializar suas ideias, visto que aquilo que não é pensado não pode
ser executado e pensamos por meio da língua pátria, já a religião tem o papel
exclusivo de nos conduzir até Deus por meio da purificação da alma, e por fim a
formação da elite intelectual possibilitará que o debate de ideias se torne
público e se liberte das cátedras universitárias, do jornalismo arrivista e da
militância orgânica que hoje em dia estão à serviço dos movimentos partidários
revolucionários.
Uma guerra cultural não é
simplesmente um conflito entre discursos ideológicos, não se trata de saber
quem tem ou não tem razão argumentativa. A guerra cultural é a conquista total
e absoluta do campo psicológico, imaginativo, intelectual e espiritual e
somente por meio de uma elevada estrutura simbólica e artística que seja capaz
de permear e preencher a alma humana nos seus mais profundos recônditos é que
uma cultura se sobrepõe e absorve uma outra de menor valor simbólico. Uma
guerra cultural é o “bom combate” mencionado pelo apóstolo Paulo, aquele que se
vence pela manifestação tácita da luz. (Ismael de
Oliveira Luz é engenheiro civil pela Universidade do Vale do Paraíba;
empresário e professor atuante na formação intelectual de crianças e jovens;
estudante de filosofia e humanidades; cristão pela impossibilidade metafísica
de não o ser.)
Valentina, a mulher que mais teve
filhos no mundo, 69 no total.
Diga-me, se
puder, quantos filhos uma mulher poderia ter em sua vida. Bem, Valentina
Vassilyev foi a primeira esposa de um camponês da Rússia, cujo nome era Feodor
Vassilyev de Shuya.
Eles
viveram no século 18, e acredita-se que Valentina nasceu em 1707 e morreu em
1782. Segundo o Guinness Book of Records, ela é “a mulher com mais filhos em
toda a história”.
Normalmente,
as famílias têm um, dois ou três filhos, e alguns talvez mais alguns,
especialmente nos séculos passados, quando os filhos também eram usados como ajudantes nos campos. Mas ela conseguiu deixar uma
prole de 69 filhos.
A mulher
teve 27 partos, sendo 16 gêmeos, 7 trigêmeos e os outros 4 quadrigêmeos.
Como é
possível? De acordo com a BBC, a mulher poderia ter 37 semanas de gravidez de
gêmeos, 32 semanas de gravidez de trigêmeos e 30 semanas de gravidez de
quadrigêmeos. De todos os filhos que ela teve, todos, exceto dois, teriam
sobrevivido.
Havia uma
lista enviada pelo mosteiro Nikolskiy a Moscou em fevereiro de 1782, mostrando
que Feodor tinha 82 filhos vivos nessa época, frutos de dois casamentos,
publicada em 1834 no “Panorama” de São Petersburgo.
“The
Lancet” afirma que a Academia Francesa de Ciências tentou investigar o caso e a
família, que morava em Moscou, recebia ajuda do governo.
Por outro
lado, em 1783, a revista “Gentleman’s Magazine” destacou a “extraordinária
fecundidade” de ambos os pais, especialmente a de Feodor, já que a história se
repetiu com sua segunda esposa (embora não tão extensa).
Estudos
mostraram que a capacidade de engravidar diminui após cada gravidez, embora as
mulheres possam dar à luz muitos filhos.
Além disso,
estudos sugerem que homens com mais de 50 anos têm até 38% menos chances de
engravidar uma mulher, em comparação com aqueles com menos de 30 anos.
É difícil
saber quando eles tiveram seu primeiro filho ou quanto tempo Valentina
conseguiu ter filhos, mas pode-se ver que eles tiveram muita sorte com tamanha fertilidade.
“Parece fantasia. 69 crianças? Uau!” James Segars, diretor do Departamento de Ciência Reprodutiva e Pesquisa em Saúde da Mulher da Universidade Johns Hopkins, disse à BBC.
A verdade é
que ao longo destes anos, muitas pessoas acreditam que a história de Valentina
é real, embora existam muitos outros que pensam que é impossível. Vários dados
teriam de ser obtidos a este respeito.
A primeira
é a existência de ovulação múltipla, quando o corpo da mulher libera vários
óvulos por ciclo. Especialistas duvidam que as crianças possam sobreviver,
mesmo com a ciência tão avançada quanto hoje. Além disso, naquela época, toda
gravidez é um risco.
A família
Radford, no Reino Unido, teve 16 filhos, ou o caso de Nadya Suleman, a mãe que
teve óctuplos, conseguiu ter 14 filhos.
Por sua
vez, Mariam Nabatanzi é uma mulher ugandense que, aos 40 anos, tem 45 filhos,
embora 6 deles tenham morrido.
Mais casos
atuais que já pareciam incríveis, mas bem diferentes de um número tão alto
desse casal de quase 300 anos atrás. (Via:larazón)
“A leitura após certa idade distrai excessivamente o espírito humano das suas reflexões criadoras. Todo o homem que lê demais e usa o cérebro de menos adquire a preguiça de pensar.” (Albert Einstein)




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