31 de jul. de 2022

Violências, mortes e tantos ódios?

Em pesquisa, milhões nem querem votar.

Falta de remédios e até de soro fisiológico faz cirurgias e exames serem adiados no Brasil. Desabastecimento afeta mais da metade dos estados e representa risco para pacientes que dependem, por exemplo, de diálise.

Benefício até o fim do ano: Vale-gás começa a ser pago no dia 9 de agosto com valor do botijão inteiro.

Eduardo Bolsonaro pode ser incluído em investigação sobre invasão ao Capitólio. Segundo deputado americano, Eduardo pode ser incluído na linha da investigação que apura o envolvimento de conexões internacionais da extrema-direita no ataque. (Agência Brasil)

Bolsonaro convoca apoiadores para desfile de 7 de Setembro no Rio de Janeiro. Presidente discursou durante o lançamento da candidatura de Tarcísio de Freitas ao governo de São Paulo e anunciou que as Forças Armadas participarão de evento em Copacabana.

Seleção bate a Colômbia e conquista o 8º título da Copa América Feminina. Gol da vitória, de pênalti, foi da atacante Debinha, que bateu com categoria no cantor direito da goleira Pérez.

Presidente da Guatemala é alvo de ataque a tiros no noroeste do país e sai ileso. Alejandro Giammattei e seu ministro da Agricultura, José Ángel López, participaram de uma atividade para incentivar pequenos produtores e empresários da região.

Biden testa positivo para a Covid-19 pela segunda vez em 10 dias, diz Casa Branca. Presidente dos Estados Unidos foi liberado poucos dias atrás do primeiro isolamento.

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A mulher e o home office: como desfrutar da nova cultura de trabalho

Para evitar acumulo da atividade profissional e as demandas domésticas, é preciso haver equilíbrio entre a jornada remota e a presencial; ou seja, o modelo híbrido

Segundo pesquisa, 73% dos trabalhadores preferem o modelo híbrido, que alterna períodos presenciais e telepresenciais

A pandemia impactou de forma irreversível o mercado de trabalho, pois a necessidade de distanciamento social acelerou mudanças culturais nos ambientes profissionais para a maioria dos setores. Em muitas áreas, houve a quebra do paradigma da obrigatoriedade de os trabalhadores permanecerem reunidos presencialmente em um único local durante todo o horário comercial. Em substituição, passou-se a aceitar e em seguida incentivar o teletrabalho, com inúmeras empresas chegando a afirmar que esta mudança seria definitiva, com implementação de equipes integralmente remotas. Esgotadas as medidas de distanciamento social, é possível começar a observar quais mudanças realmente se tornaram definitivas por escolha das empresas, a repercussão nos profissionais envolvidos, e em especial na rotina das famílias. Se por um lado a pandemia ensejou desemprego — e isso foi desproporcionalmente prejudicial às mulheres em relação aos homens —, por outro, a possibilidade de trabalhar em casa inicialmente trouxe a promessa de um melhor equilíbrio entre a vida familiar e a vida profissional.

Essa expectativa de poder passar mais tempo em casa, em teoria, seria benéfica às mulheres que sempre se esforçam para equilibrar as diversas funções que tradicionalmente exercem dentro e fora do lar. Contudo, o que se observou foi: ao trazer o trabalho para dentro de casa, rompeu-se a barreira entre as exigências profissionais e as necessidades domésticas, e transbordou o acúmulo de carga delegado a elas. Especialmente nos lares com filhos pequenos, idosos ou outras pessoas que dependam de cuidados especiais. O que antes se conhecia como dupla ou tripla jornada, com as tarefas domésticas e da maternidade iniciando logo após o fim do expediente de trabalho, passou a ser uma mistura de todas essas demandas, ao mesmo tempo e sem folga.

Ainda é cedo para avaliar os desdobramentos de longo prazo nas carreiras, mas, de maneira imediata, já se acompanha as consequências na produtividade do trabalho das mulheres que passaram a trabalhar em casa, acumulando a atividade profissional e as demandas da função de cuidados com os filhos e a casa. Sem contar, é claro, com o impacto emocional e a carga mental trazida pela sobrecarga de tarefas. A partir disso, é possível inferir que esse acúmulo de funções pode trazer prejuízos ao longo do tempo, menor visibilidade positiva perante o empregador, menos chances de crescer na carreira e como sequela maior dificuldade de ascender profissional e economicamente.

Cabe refletir sobre como é possível às mulheres desfrutarem de todo o panorama que se abre com essa nova cultura do mercado profissional, que permite trabalhar de casa, sem que isso provoque perda da produtividade, ou prejuízos às suas carreiras. A resposta dessa dúvida passa pelo equilíbrio entre o trabalho remoto e o trabalho presencial de maneira a manter em certa medida a divisão entre essas duas esferas, ou seja: modelos híbridos. Um estudo divulgado no final de 2021, feito pela consultoria Talenses Group em parceria com a fundação Dom Cabral, revelou que 73% dos entrevistados acreditam que o modelo híbrido, que alterna períodos presenciais e telepresenciais, é o melhor para suas funções (e para sua vida profissional como um todo).

Comparecer presencialmente ao trabalho durante apenas alguns dias da semana ou para atividades específicas pode ser a melhor forma de compatibilizar as diversas funções profissionais e familiares. Isso se aplica tanto às mulheres, que tradicionalmente acumulam essas funções, quanto aos homens, igualmente responsáveis pela educação familiar e manutenção da casa. O comparecimento presencial estimula a comunicação e troca de experiências junto aos pares, facilita a visibilidade perante superiores, além de ajudar na supervisão de subordinados. Ainda, limita as demandas familiares durante o horário comercial, permitindo concentração nos temas imediatos. Sem falar, é claro, que a interação e o contato entre colegas e amigos ajudam na saúde mental, em comparação com o isolamento contínuo.

Por outro lado, alguns dias em trabalho exclusivamente remoto permitem acompanhar as rotinas diárias que talvez em outros momentos tenham sido delegadas a cuidadores, ajudam na aproximação entre os membros da família. Para casais ou familiares que dividam uma casa e que tenham essa possibilidade de flexibilização, o modelo híbrido pode trazer inúmeros benefícios. É possível alternar quem é o responsável pela casa e pelas crianças em dias diferentes, ou combinar dias em que todos estejam em casa para atividades juntos. Com o aumento da quantidade de empresas que implementarem modelos híbridos, espera-se que as mulheres possam recuperar os espaços que foram perdidos durante a crise recente. As empresas têm muito a ganhar com o bem-estar de seus empregados e seu equilíbrio de vida, assim como as famílias têm a ganhar com a segurança de trabalho de seus provedores. A retomada dos espaços de trabalho pelas mulheres, com certeza, contribui para a sociedade como um todo, permite seu crescimento pessoal e profissional e possibilitará superar os efeitos negativos da pandemia. (Claudia Abdul Ahad Securato)

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História da Bandeira do Brasil

A Bandeira Nacional do Brasil, instituída em 19 de novembro de 1889, pelo decreto número 4, após a Proclamação da República. Os Estados da Federação são representados por estrelas.

Foi projetada por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares. Inspirada na antiga Bandeira do Império que foi desenhada pelo pintor francês Jean Baptiste Debret, sendo que a esfera azul-celeste e a divisa com a inscrição "Ordem e Progresso" está no lugar da Coroa Imperial. Dentro da esfera, está representado o céu do Rio de Janeiro, com a constelação do Cruzeiro do Sul, às 8h30 de 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República.

O dia 19 de Novembro é comemorado como o Dia da Bandeira. Mais informações na Lei Nº 5.700.

"A velhice, com sua agruras, chega para todos. Eu não me rebelo contra a ordem universal. Afinal, mais de setenta anos. Tive o bastante para comer. Apreciei muitas coisas – a companhia de minha mulher, meus filhos, o pôr do sol. Observei as plantas crescerem na primavera. De vez em quando tive uma mão amiga para apertar. Vez ou outra encontrei um ser humano que quase me compreendeu. Que mais posso querer?" (Sigmund Freud_Trecho da Entrevista concedida a George Sylvester Viereck, em 1926)

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