Em pesquisa, milhões nem querem
votar.
Falta de remédios e até de soro
fisiológico faz cirurgias e exames serem adiados no Brasil. Desabastecimento
afeta mais da metade dos estados e representa risco para pacientes que
dependem, por exemplo, de diálise.
Benefício até o fim do ano: Vale-gás
começa a ser pago no dia 9 de agosto com valor do botijão inteiro.
Eduardo Bolsonaro pode ser
incluído em investigação sobre invasão ao Capitólio. Segundo deputado
americano, Eduardo pode ser incluído na linha da investigação que apura o
envolvimento de conexões internacionais da extrema-direita no ataque. (Agência Brasil)
Bolsonaro convoca apoiadores para
desfile de 7 de Setembro no Rio de Janeiro. Presidente discursou durante o
lançamento da candidatura de Tarcísio de Freitas ao governo de São Paulo e
anunciou que as Forças Armadas participarão de evento em Copacabana.
Seleção bate a Colômbia e
conquista o 8º título da Copa América Feminina. Gol da vitória, de pênalti, foi
da atacante Debinha, que bateu com categoria no cantor direito da goleira Pérez.
Presidente da Guatemala é alvo de
ataque a tiros no noroeste do país e sai ileso. Alejandro Giammattei e seu
ministro da Agricultura, José Ángel López, participaram de uma atividade para
incentivar pequenos produtores e empresários da região.
Biden testa positivo para a
Covid-19 pela segunda vez em 10 dias, diz Casa Branca. Presidente dos Estados
Unidos foi liberado poucos dias atrás do primeiro isolamento.
Contribua com o meio
ambiente e plante
A mulher e o home
office: como desfrutar da nova cultura de trabalho
Para evitar acumulo da atividade
profissional e as demandas domésticas, é preciso haver equilíbrio entre a
jornada remota e a presencial; ou seja, o modelo híbrido
Segundo pesquisa, 73% dos
trabalhadores preferem o modelo híbrido, que alterna períodos presenciais e
telepresenciais
A pandemia impactou de forma
irreversível o mercado de trabalho, pois a necessidade de distanciamento social
acelerou mudanças culturais nos ambientes profissionais para a maioria dos
setores. Em muitas áreas, houve a quebra do paradigma da obrigatoriedade de os
trabalhadores permanecerem reunidos presencialmente em um único local durante
todo o horário comercial. Em substituição, passou-se a aceitar e em seguida
incentivar o teletrabalho, com inúmeras empresas chegando a afirmar que esta
mudança seria definitiva, com implementação de equipes integralmente remotas.
Esgotadas as medidas de distanciamento social, é possível começar a observar
quais mudanças realmente se tornaram definitivas por escolha das empresas, a
repercussão nos profissionais envolvidos, e em especial na rotina das famílias.
Se por um lado a pandemia ensejou desemprego — e isso foi desproporcionalmente
prejudicial às mulheres em relação aos homens —, por outro, a possibilidade de
trabalhar em casa inicialmente trouxe a promessa de um melhor equilíbrio entre
a vida familiar e a vida profissional.
Essa expectativa de poder passar
mais tempo em casa, em teoria, seria benéfica às mulheres que sempre se
esforçam para equilibrar as diversas funções que tradicionalmente exercem
dentro e fora do lar. Contudo, o que se observou foi: ao trazer o trabalho para
dentro de casa, rompeu-se a barreira entre as exigências profissionais e as
necessidades domésticas, e transbordou o acúmulo de carga delegado a elas.
Especialmente nos lares com filhos pequenos, idosos ou outras pessoas que
dependam de cuidados especiais. O que antes se conhecia como dupla ou tripla
jornada, com as tarefas domésticas e da maternidade iniciando logo após o fim
do expediente de trabalho, passou a ser uma mistura de todas essas demandas, ao
mesmo tempo e sem folga.
Ainda é cedo para avaliar os
desdobramentos de longo prazo nas carreiras, mas, de maneira imediata, já se
acompanha as consequências na produtividade do trabalho das mulheres que
passaram a trabalhar em casa, acumulando a atividade profissional e as demandas
da função de cuidados com os filhos e a casa. Sem contar, é claro, com o
impacto emocional e a carga mental trazida pela sobrecarga de tarefas. A partir
disso, é possível inferir que esse acúmulo de funções pode trazer prejuízos ao
longo do tempo, menor visibilidade positiva perante o empregador, menos chances
de crescer na carreira e como sequela maior dificuldade de ascender
profissional e economicamente.
Cabe refletir sobre como é
possível às mulheres desfrutarem de todo o panorama que se abre com essa nova
cultura do mercado profissional, que permite trabalhar de casa, sem que isso
provoque perda da produtividade, ou prejuízos às suas carreiras. A resposta
dessa dúvida passa pelo equilíbrio entre o trabalho remoto e o trabalho
presencial de maneira a manter em certa medida a divisão entre essas duas
esferas, ou seja: modelos híbridos. Um estudo divulgado no final de 2021, feito
pela consultoria Talenses Group em parceria com a fundação Dom Cabral, revelou
que 73% dos entrevistados acreditam que o modelo híbrido, que alterna períodos
presenciais e telepresenciais, é o melhor para suas funções (e para sua vida
profissional como um todo).
Comparecer presencialmente ao
trabalho durante apenas alguns dias da semana ou para atividades específicas
pode ser a melhor forma de compatibilizar as diversas funções profissionais e
familiares. Isso se aplica tanto às mulheres, que tradicionalmente acumulam
essas funções, quanto aos homens, igualmente responsáveis pela educação
familiar e manutenção da casa. O comparecimento presencial estimula a
comunicação e troca de experiências junto aos pares, facilita a visibilidade
perante superiores, além de ajudar na supervisão de subordinados. Ainda, limita
as demandas familiares durante o horário comercial, permitindo concentração nos
temas imediatos. Sem falar, é claro, que a interação e o contato entre colegas
e amigos ajudam na saúde mental, em comparação com o isolamento contínuo.
Por outro lado, alguns dias em
trabalho exclusivamente remoto permitem acompanhar as rotinas diárias que
talvez em outros momentos tenham sido delegadas a cuidadores, ajudam na
aproximação entre os membros da família. Para casais ou familiares que dividam
uma casa e que tenham essa possibilidade de flexibilização, o modelo híbrido
pode trazer inúmeros benefícios. É possível alternar quem é o responsável pela
casa e pelas crianças em dias diferentes, ou combinar dias em que todos estejam
em casa para atividades juntos. Com o aumento da quantidade de empresas que
implementarem modelos híbridos, espera-se que as mulheres possam recuperar os
espaços que foram perdidos durante a crise recente. As empresas têm muito a
ganhar com o bem-estar de seus empregados e seu equilíbrio de vida, assim como
as famílias têm a ganhar com a segurança de trabalho de seus provedores. A
retomada dos espaços de trabalho pelas mulheres, com certeza, contribui para a
sociedade como um todo, permite seu crescimento pessoal e profissional e
possibilitará superar os efeitos negativos da pandemia.
(Claudia Abdul Ahad Securato)
Carpenters saiba mais https://youtu.be/fhB0Lf3vJ8s
História da Bandeira do Brasil
A Bandeira Nacional do Brasil,
instituída em 19 de novembro de 1889, pelo decreto número 4, após a Proclamação
da República. Os Estados da Federação são representados por estrelas.
Foi projetada por Raimundo
Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares. Inspirada na
antiga Bandeira do Império que foi desenhada pelo pintor francês Jean Baptiste
Debret, sendo que a esfera azul-celeste e a divisa com a inscrição "Ordem
e Progresso" está no lugar da Coroa Imperial. Dentro da esfera, está representado
o céu do Rio de Janeiro, com a constelação do Cruzeiro do Sul, às 8h30 de 15 de
novembro de 1889, dia da Proclamação da República.
O dia 19 de Novembro é comemorado
como o Dia da Bandeira. Mais informações na Lei Nº 5.700.
"A
velhice, com sua agruras, chega para todos. Eu não me rebelo contra a ordem
universal. Afinal, mais de setenta anos. Tive o bastante para comer. Apreciei
muitas coisas – a companhia de minha mulher, meus filhos, o pôr do sol.
Observei as plantas crescerem na primavera. De vez em quando tive uma mão amiga
para apertar. Vez ou outra encontrei um ser humano que quase me compreendeu.
Que mais posso querer?" (Sigmund Freud_Trecho
da Entrevista concedida a George Sylvester Viereck, em 1926)


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