Primeira morte por varíola do
macaco no Brasil. Virou campeonato no mundo.
Congelamento de gastos: Governo
eleva o bloqueio total no Orçamento de 2022 a R$ 14,8 bilhões.
Em política, o que pensa um
ambidestro?
Bandeira verde: Conta de luz
seguirá sem cobrança adicional em agosto, decide agência federal.
Família mantida presa em casa por
17 anos no Rio.
Em Goiânia, presidente Bolsonaro
diz que arma de fogo pode garantir liberdade no futuro.
Fachin nega pedido de Queiroga
para realizar pronunciamento.
Imposto de Renda será 'reformado'
para bancar Auxílio Brasil de R$ 600.
A corrupção no Brasil
Decidi falar, hoje, sobre um tema
que, apesar de muito “batido”, continua mais atual do que nunca, a corrupção no
Brasil.
O Brasil passa por uma situação
delicada ao se falar em corrupção. Roubos, fraudes, falcatruas, principalmente
na classe política, levam a população a desacreditar no país. O principal
combustível deste processo é a impunidade, a qual, aliada com aqueles que fazer
a lei, beneficia os ricos em detrimento dos pobres.
Notam-se, ao observar os fatos
ocorridos nestes últimos anos, cada vez mais escândalos envolvendo deputados,
senadores e até ministros, além dos seqüestros, assassinatos e demais crimes de
violência, que atingem números alarmantes. “Esquema P. C. Farias” e “escândalo
da administração de Paulo Maluf” nos anos noventa, “mensalão”, “escândalo das
sanguessugas” e o “caso João Hélio” recentemente, são apenas alguns exemplos.
Por que casos de
desvio de dinheiro público não param de aparecer no Brasil?
Estarrecidos com tais casos que
são relatados diariamente nos meios de comunicação, os brasileiros esperam
ansiosamente uma solução que nunca vem. A falta de punição ainda impera, quase
tudo sempre “acaba em pizza”. É aí que reside o papel da justiça, acabar com o
atual quadro de letargia e elaborar leis mais eficazes e igualitárias para
todas as classes.
Se a impunidade impulsiona o
aumento dos crimes, eliminá-la, então, é o meio mais consistente de acabar
também com a onda de corrupção que assola o Brasil. Isso é possível com uma
reestruturação nas regras do país, de modo que elas atuem com igualdade entre
as classes, adquirindo mais rigor e agilidade. (Marcos
Oliveira Mendes)
Vamos imaginar uma historinha?
Era uma vez um médico anestesista
que, após suspeitas de médicos e enfermeiros de determinado hospital, foi preso
em flagrante por estupro de vulnerável, depois de enfiar seu pênis na boca da
paciente sedada durante a realização do parto.
Para confirmar as suspeitas,
enfermeiras trocaram a sala de cirurgia e colocaram um celular para filmar a
situação, onde pôde se constatar que o médico usou 7 vezes mais sedação que o
necessário e após o nascimento do bebê, pediu que o pai se retirasse da sala,
momento em que coloca seu pênis na boca da paciente desacordada e após minutos
ejacula em sua boca, tudo sendo registrado pela câmera do celular de uma das
enfermeiras.
O médico foi preso em flagrante,
sofrendo consequências penais e administrativas.
Foi expulso pelo Conselho
Regional Medicina; foi condenado em primeira e segunda instância na esfera
criminal. Em âmbito de Tribunal Superior também foi condenado. Cabe destacar
que durante todo o processo a defesa entrou com inúmeros recursos para tentar
reverter a sua situação.
Não vamos considerar a amizade
que esse médico tem com alguns juízes das cortes superiores, mas em dado
momento a sua defesa entra com um habeas corpus com a tese de que o meio
utilizado para comprovar o estupro fora obtido de maneira ilegal. Este Habeas
corpus foi negado por meio de decisão monocrática de um Ministro do Supremo,
onde este ressaltou que esta matéria fora discutida por mais de 10 vezes
durante o curso do processo.
O seu advogado entrou com
embargos de declaração e em seguida agravo regimental, sendo tal matéria
remetida ao plenário do Tribunal, onde, além de ministros mudarem o seu voto e
o entendimento da própria corte, outro se emociona com a galhardia e afinco na
atuação do advogado, declarando por decisão dividida (7x2) que houve de fato
uma falha processual e que o vídeo não pode ser utilizado como prova,
reformando todas as decisões baseadas naquela prova, inclusive em âmbito do
Conselho de Medicina, liberando o Médico Anestesista para voltar ao centro
cirúrgico.
Tem gente que mesmo vendo tudo
que aconteceu, mesmo olhando as imagens acreditam realmente que a questão
processual inocentou o médico anestesista. Para estes eu recomendo que marquem
qualquer tipo de cirurgia com esse tipo de médico, afinal de contas ele é
inocente.
Ah! Mas se algo se repetir, não reclame, quem
quis fazer a cirurgia com esse médico anestesista foi você. (Jacornélio M. Gonzaga)
“No
jogo da vida a vantagem não é determinada por quem vai na primeira posição, mas
por quem se supera um pouco mais a cada dia!”




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