24 de jul. de 2022

O que será dos povos?...

Brasil não atinge metas da vacinação infantil e tem taxas abaixo da média mundial; entenda em 6 gráficos. Em 2021, principais vacinas previstas no calendário infantil tiveram índices abaixo de 73%, mostra levantamento do UNICEF e OMS. Faixa de cobertura recomendada gira em torno de 90% e 95%. (G1)

Bolsonaro diz que está pronto para falar com Fachin sobre eleições.

Por quê? Em SP e no Rio, 46% dos negros abordados pela polícia tiveram a cor mencionada por agentes. Entre brancos, número foi de 7%. Pretos e pardos têm 4,5 vezes mais chance de serem abordados, aponta levantamento. Jovens denunciam perseguição por racismo em shopping de SP. Três meninos gravaram ação de funcionário da loja; caso ocorreu no Pátio Higienópolis, centro de compras de alta renda na região central paulistana.

Fuzis, metralhadoras e rifles: Uma em cada quatro armas de fogo apreendidas pela Polícia Federal é de uso restrito.

Homem que ameaçou Lula e membros do STF vai seguir preso em Minas.

A enorme casta? Parlamentares já dominam um quarto dos recursos livres do governo. Até as emendas tradicionais assumiram uma dimensão no Brasil que não se repete no restante do planeta. O povo já pergunta a anos o por quês de tantos gastos com os 3 Poderes e suas “assessorias”, o custo via “impostos” e nas épocas como as de hoje muitos e muitos com fome e penúria. A droga não resolve. Mudar o “estado de coisas” no Congresso já!

OMS declara emergência global para a varíola dos macacos. Por que “macacos”?

Guerra na Ucrânia faz cinco meses em meio a avanço russo e sem perspectiva de cessar-fogo e Ucrânia trabalha para retomar exportações de grãos apesar do ataque russo em Odesa.

Exemplo? Bebel Gilberto, filha do compositor João Gilberto, sobrinha de Chico Buarque, pisa na Bandeira Brasileira em show nos EUA.

https://youtu.be/EWMxI_kcDYA

Nessa quinta, em entrevista, o ex-presidente Michel Temer disse que Dilma foi cassada porque tinha dificuldade de dialogar com o Congresso.


Leia a resposta da ex-presidenta petista:

"Eu agradeceria que o senhor Michel Temer não mais buscasse limpar sua inconteste condição de golpista utilizando minha inconteste honestidade pessoal e política. É justamente essa qualidade que despreza, rejeita e repudia uma avaliação que parte de alguém que articulou uma das maiores traições políticas dos tempos recentes.

É de todo inócuo afirmar que não houve um golpe, pois este personagem se ofereceu como vice-presidente por duas vezes. E, assim, sabia por duas vezes qual era o programa político das chapas vitoriosas que foram eleitas em 2010 e 2014.

As provas materiais da traição política estão expressas na PEC do Teto de Gastos, na chamada reforma trabalhista e na aprovação do PPI para as quais não tinha mandato. Nenhum desses projetos estavam em nossos compromissos eleitorais, pelo contrário, eram com eles contraditórios. Trata-se, assim, de traição ao voto popular que o elegeu por duas vezes.

Lembro ainda que a “dificuldade de diálogo com o Congresso” não é razão legal e constitucional para impeachment em um regime presidencialista, como ele bem sabe.

Tal “dificuldade” era uma integral rejeição às práticas do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, criador do Centrão, que queria implantar com o meu beneplácito o “orçamento secreto”, realizado, hoje, sob os auspícios de um dos seus mais próximos auxiliares na Câmara Federal.

Finalmente, relembro que a História não perdoa a prática da traição. O senhor Michel Temer não engana mais ninguém. O que se conhece dele é mais que suficiente para evitá-lo, razão pela qual não pretendo mais debater com este senhor." (Dilma Rousseff_JB)

O brasileiro e o paradoxo da tolerância

PARADOXO DA TOLERÂNCIA

Mais do que sabido, e plenamente constatado, a partir do momento em que a maioria dos ministros da Suprema Corte resolveu interpretar ao seu modo e vontade a nossa longa Constituição, tomando decisões -cada vez mais absurdas- que visam, basicamente, prejudicar o presidente Jair Bolsonaro e todos aqueles que o apoiam e/ou manifestam opiniões favoráveis ao governo, o povo brasileiro em geral passou a conviver com um complicado PARADOXO DA TOLERÂNCIA.

TOLERÂNCIA

Mais do que sabido, TOLERÂNCIA é a capacidade que cada cidadão demonstra no sentido de SUPORTAR E ACEITAR atitudes e comportamentos que estejam em desacordo com as REGRAS fundamentais definidas pela sociedade. Uma pessoa considerada como TOLERANTE é aquela que, em condições, aceita opiniões e comportamentos diferentes daqueles estabelecidos pelo seu meio social, desde que por tempo limitado.

TOLERÂNCIA ILIMITADA

O PARADOXO DA TOLERÂNCIA, por sua vez, como bem aponta o filósofo da ciência Karl Popper em seu livro -The Open Society and Its Enemies-, trata da ideia de que, no ambiente social, a TOLERÂNCIA ILIMITADA leva, na maioria das vezes, ao total DESAPARECIMENTO da própria da TOLERÂNCIA.

IRREMEDIÁVEL COVARDIA

Ora, diante das DECISÕES TIRÂNICAS que vem sendo tomadas a todo momento, sem hesitação, por ideológicos ministros do STF e do TSE, a INDIGNAÇÃO que tomou conta da sociedade brasileira já ultrapassou todas as barreiras supostamente admitidas pela TOLERÂNCIA. De novo: como bem aponta o filósofo austro-britânico Karl Popper, estamos diante do claro e evidente PARADOXO DA INTOLERÂNCIA. Ou fazemos alguma providência, com urgência, ou aceitamos, definitivamente, o DESAPARECIMENTO DA TOLERÂNCIA, o que pressupõe um comportamento de IRREMEDIÁVEL COVARDIA.

INDIGNADOS SEM AÇÃO

Do jeito que as coisas estão postas e/ou se encaminhado, não há a menor dúvida do quanto os TIRANOS, depois da primeira investida, passaram a testar, com absoluto sucesso, a nossa TOLERÂNCIA, que, de antemão, já se confunde com COVARDIA. O sentimento atual, medido e desmedido, dá conta de que o brasileiro em geral não passa de um INDIGNADO -SEM AÇÃO-. Este mau e viciado comportamento, mais do que leva ao necessário BASTA, como propõe o LIMITE DA TOLERÂNCIA. Vejam que o STF, sem a menor vergonha e piedade, segue interpretando a Constituição ao seu BEL E IDEOLÓGICO PRAZER. Bota BEL PRAZER NISSO... (Gilberto Simões Pires)

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Capitalismo

Fico realmente preocupado quando vejo muitos da nova geração saindo de faculdades e universidades sem terem a menor noção de como o mundo funciona na realidade.

Poucos aprendem sobre as competências necessárias para serem os líderes que deveriam ser, a empreenderem, nem como criar uma família bem estruturada e educada saem sabendo.

Muitos desses jovens nem sabem o que significa capitalismo, a não ser que ele precisa ser eliminado ou tomado por violência.

O que chamam de capitalismo é na realidade um dos sistemas mais complexos criados na terra, tudo espontaneamente fruto das necessidades sociais do momento.

De fato, não é fácil de se entender e explicar.

É formado por 235 milhões de empresas, que magicamente conseguem se comunicar e fornecer a todos nós o produto certo, na cor certa, no tamanho certo, na hora que precisamos do produto, tudo nas prateleiras, com opções de variedade.

Muitas dessas como Cias de Aviação, com 20.000 pessoas pilotando aviões, administrando as malas, as comidas, lidando com atrasos, mantendo os aviões seguros, uma loucura, também nada trivial.

Ou um hospital com médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, cirurgiões, prontos socorros, todos em contato entre si, a qualquer momento, uma loucura com o único intento de salvar vidas.

O mais impressionante é que são pessoas estranhas entre si, que não se conhecem, cada um com sua idiossincrasia, que conseguem ficar juntas 8 horas por dia, cooperando entre si.

As 235 milhões de empresas se planejam, se coordenam, se comunicam diariamente e fazem trocas inteligentes exclusivamente por um sistema de preços.

Tudo é entregue e pago no dia certo apesar de serem bilhões de transações.

Achar que toda essa cooperação humana é que gera pobreza, é um insulto à inteligência.

Muitos ainda acham que derrubado esse sistema, seus incentivos e meios de comunicação, o outro sistema surgirá espontaneamente e irá conseguir replicar essas funções.

Um sistema de planejamento central, com economistas desenvolvimentistas, é ser terrivelmente ingênuo e irresponsável.

No terceiro ano de Faculdade procurei um estágio na Auditoria PricewaterhouseCoopers, que mudou a minha vida.

Em três meses auditei uma Cia. de seguros, a Atlas Copco, a enorme Volkswagen, um fundo de pensão, vi como o mundo funciona, e que a maioria estava contente trabalhando com um propósito além do dinheiro.

Pude ver quão complexo tudo aquilo era, e os anos que levaram para chegarem naquele nível de eficiência e cooperação.

Milhares de áreas tinham defeitos, precisavam ser modificadas, mas essa é uma das características positivas do capitalismo, a capacidade de autocorreção.

Coisa que não ocorre no sistema que já implantaram em alguns países e não muda há 50 anos.

Vejo com tristeza tantos jovens claramente alienados pelos seus professores sobre como funciona o mundo real.

E saem da faculdade com o objetivo de destruir um dos sistemas mais complexos, pulverizados, democrático jamais implantado na terra, sem saber o que estão colocando em troca.

Um sistema extremamente simples, linear, hierárquico, de cima para baixo centralizado em algumas estatais.

Com a opção de comprarem um único produto, uma única cor, o bege, uma qualidade normalmente abaixo do padrão, obtido somente após longas filas, quando o produto estiver disponível ou não, exemplo Cuba.

Que triste é esse mundo que nossos intelectuais estão deixando as suas vidas produtivas e deixar para seus próprios filhos e netos. (Stephen Kanitz)

Se vocês querem um Brasil melhor, façam ­no vocês mesmos. Não esperem os militares, nem muito menos os políticos. Se os hominhos votarem a porcaria da auto­anistia, vão lá em massa, mas não para protestar: efetuem a prisão civil de cada um dos desgraçados.” (Olavo de Carvalho)

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