Brasil não atinge metas da
vacinação infantil e tem taxas abaixo da média mundial; entenda em 6 gráficos. Em
2021, principais vacinas previstas no calendário infantil tiveram índices
abaixo de 73%, mostra levantamento do UNICEF e OMS. Faixa de cobertura
recomendada gira em torno de 90% e 95%. (G1)
Bolsonaro diz que está pronto
para falar com Fachin sobre eleições.
Por quê? Em
SP e no Rio, 46% dos negros abordados pela polícia tiveram a cor mencionada por
agentes. Entre brancos, número foi de 7%. Pretos e pardos têm 4,5 vezes mais
chance de serem abordados, aponta levantamento. Jovens denunciam perseguição
por racismo em shopping de SP. Três meninos gravaram ação de funcionário da
loja; caso ocorreu no Pátio Higienópolis, centro de compras de alta renda na
região central paulistana.
Fuzis, metralhadoras e rifles: Uma
em cada quatro armas de fogo apreendidas pela Polícia Federal é de uso restrito.
Homem que ameaçou Lula e membros
do STF vai seguir preso em Minas.
A enorme
casta? Parlamentares já dominam um quarto dos recursos livres do governo.
Até as emendas tradicionais assumiram uma dimensão no Brasil que não se repete
no restante do planeta. O povo já pergunta a anos o por quês de tantos gastos
com os 3 Poderes e suas “assessorias”, o custo via “impostos” e nas épocas como
as de hoje muitos e muitos com fome e penúria. A droga não resolve. Mudar o “estado
de coisas” no Congresso já!
OMS declara emergência global
para a varíola dos macacos. Por que “macacos”?
Guerra na Ucrânia faz cinco meses
em meio a avanço russo e sem perspectiva de cessar-fogo e Ucrânia trabalha para
retomar exportações de grãos apesar do ataque russo em Odesa.
Exemplo? Bebel Gilberto, filha do
compositor João Gilberto, sobrinha de Chico Buarque, pisa na Bandeira
Brasileira em show nos EUA.
Nessa quinta, em entrevista, o ex-presidente Michel Temer disse que Dilma foi cassada porque tinha dificuldade de dialogar com o Congresso.
Leia a resposta da ex-presidenta petista:
"Eu agradeceria que o senhor Michel Temer não mais
buscasse limpar sua inconteste condição de golpista utilizando minha inconteste
honestidade pessoal e política. É justamente essa qualidade que despreza,
rejeita e repudia uma avaliação que parte de alguém que articulou uma das
maiores traições políticas dos tempos recentes.
É de todo inócuo afirmar que não houve um golpe, pois este
personagem se ofereceu como vice-presidente por duas vezes. E, assim, sabia por
duas vezes qual era o programa político das chapas vitoriosas que foram eleitas
em 2010 e 2014.
As provas materiais da traição política estão expressas na
PEC do Teto de Gastos, na chamada reforma trabalhista e na aprovação do PPI
para as quais não tinha mandato. Nenhum desses projetos estavam em nossos
compromissos eleitorais, pelo contrário, eram com eles contraditórios.
Trata-se, assim, de traição ao voto popular que o elegeu por duas vezes.
Lembro ainda que a “dificuldade de diálogo com o Congresso”
não é razão legal e constitucional para impeachment em um regime
presidencialista, como ele bem sabe.
Tal “dificuldade” era uma integral rejeição às práticas do
presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, criador do Centrão, que queria
implantar com o meu beneplácito o “orçamento secreto”, realizado, hoje, sob os
auspícios de um dos seus mais próximos auxiliares na Câmara Federal.
Finalmente, relembro que a História não perdoa a prática da
traição. O senhor Michel Temer não engana mais ninguém. O que se conhece dele é
mais que suficiente para evitá-lo, razão pela qual não pretendo mais debater
com este senhor." (Dilma Rousseff_JB)
O brasileiro e o paradoxo da tolerância
PARADOXO DA TOLERÂNCIA
Mais do que sabido, e plenamente
constatado, a partir do momento em que a maioria dos ministros da Suprema Corte
resolveu interpretar ao seu modo e vontade a nossa longa Constituição, tomando
decisões -cada vez mais absurdas- que visam, basicamente, prejudicar o
presidente Jair Bolsonaro e todos aqueles que o apoiam e/ou manifestam opiniões
favoráveis ao governo, o povo brasileiro em geral passou a conviver com um
complicado PARADOXO DA TOLERÂNCIA.
TOLERÂNCIA
Mais do que sabido, TOLERÂNCIA é
a capacidade que cada cidadão demonstra no sentido de SUPORTAR E ACEITAR
atitudes e comportamentos que estejam em desacordo com as REGRAS fundamentais
definidas pela sociedade. Uma pessoa considerada como TOLERANTE é aquela que,
em condições, aceita opiniões e comportamentos diferentes daqueles
estabelecidos pelo seu meio social, desde que por tempo limitado.
TOLERÂNCIA ILIMITADA
O PARADOXO DA TOLERÂNCIA, por sua
vez, como bem aponta o filósofo da ciência Karl Popper em seu livro -The Open
Society and Its Enemies-, trata da ideia de que, no ambiente social, a
TOLERÂNCIA ILIMITADA leva, na maioria das vezes, ao total DESAPARECIMENTO da
própria da TOLERÂNCIA.
IRREMEDIÁVEL COVARDIA
Ora, diante das DECISÕES
TIRÂNICAS que vem sendo tomadas a todo momento, sem hesitação, por ideológicos
ministros do STF e do TSE, a INDIGNAÇÃO que tomou conta da sociedade brasileira
já ultrapassou todas as barreiras supostamente admitidas pela TOLERÂNCIA. De
novo: como bem aponta o filósofo austro-britânico Karl Popper, estamos diante
do claro e evidente PARADOXO DA INTOLERÂNCIA. Ou fazemos alguma providência,
com urgência, ou aceitamos, definitivamente, o DESAPARECIMENTO DA TOLERÂNCIA, o
que pressupõe um comportamento de IRREMEDIÁVEL COVARDIA.
INDIGNADOS SEM AÇÃO
Do jeito que as
coisas estão postas e/ou se encaminhado, não há a menor dúvida do quanto os
TIRANOS, depois da primeira investida, passaram a testar, com absoluto sucesso,
a nossa TOLERÂNCIA, que, de antemão, já se confunde com COVARDIA. O sentimento
atual, medido e desmedido, dá conta de que o brasileiro em geral não passa de
um INDIGNADO -SEM AÇÃO-. Este mau e viciado comportamento, mais do que leva ao
necessário BASTA, como propõe o LIMITE DA TOLERÂNCIA. Vejam que o STF, sem a
menor vergonha e piedade, segue interpretando a Constituição ao seu BEL E
IDEOLÓGICO PRAZER. Bota BEL PRAZER NISSO... (Gilberto
Simões Pires)
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Capitalismo
Fico realmente preocupado quando
vejo muitos da nova geração saindo de faculdades e universidades sem terem a
menor noção de como o mundo funciona na realidade.
Poucos aprendem sobre as
competências necessárias para serem os líderes que deveriam ser, a
empreenderem, nem como criar uma família bem estruturada e educada saem
sabendo.
Muitos desses jovens nem sabem o
que significa capitalismo, a não ser que ele precisa ser eliminado ou tomado
por violência.
O que chamam de capitalismo é na
realidade um dos sistemas mais complexos criados na terra, tudo espontaneamente
fruto das necessidades sociais do momento.
De fato, não é fácil de se
entender e explicar.
É formado por 235 milhões de
empresas, que magicamente conseguem se comunicar e fornecer a todos nós o
produto certo, na cor certa, no tamanho certo, na hora que precisamos do
produto, tudo nas prateleiras, com opções de variedade.
Muitas dessas como Cias de Aviação,
com 20.000 pessoas pilotando aviões, administrando as malas, as comidas,
lidando com atrasos, mantendo os aviões seguros, uma loucura, também nada
trivial.
Ou um hospital com médicos,
enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, cirurgiões, prontos socorros, todos
em contato entre si, a qualquer momento, uma loucura com o único intento de
salvar vidas.
O mais impressionante é que são
pessoas estranhas entre si, que não se conhecem, cada um com sua
idiossincrasia, que conseguem ficar juntas 8 horas por dia, cooperando entre
si.
As 235 milhões de empresas se
planejam, se coordenam, se comunicam diariamente e fazem trocas inteligentes
exclusivamente por um sistema de preços.
Tudo é entregue e pago no dia
certo apesar de serem bilhões de transações.
Achar que toda essa cooperação
humana é que gera pobreza, é um insulto à inteligência.
Muitos ainda acham que derrubado
esse sistema, seus incentivos e meios de comunicação, o outro sistema surgirá
espontaneamente e irá conseguir replicar essas funções.
Um sistema de planejamento
central, com economistas desenvolvimentistas, é ser terrivelmente ingênuo e
irresponsável.
No terceiro ano de Faculdade
procurei um estágio na Auditoria PricewaterhouseCoopers, que mudou a minha
vida.
Em três meses auditei uma Cia. de
seguros, a Atlas Copco, a enorme Volkswagen, um fundo de pensão, vi como o
mundo funciona, e que a maioria estava contente trabalhando com um propósito
além do dinheiro.
Pude ver quão complexo tudo
aquilo era, e os anos que levaram para chegarem naquele nível de eficiência e
cooperação.
Milhares de áreas tinham
defeitos, precisavam ser modificadas, mas essa é uma das características
positivas do capitalismo, a capacidade de autocorreção.
Coisa que não ocorre no sistema
que já implantaram em alguns países e não muda há 50 anos.
Vejo com tristeza tantos jovens
claramente alienados pelos seus professores sobre como funciona o mundo real.
E saem da faculdade com o
objetivo de destruir um dos sistemas mais complexos, pulverizados, democrático
jamais implantado na terra, sem saber o que estão colocando em troca.
Um sistema extremamente simples,
linear, hierárquico, de cima para baixo centralizado em algumas estatais.
Com a opção de comprarem um único
produto, uma única cor, o bege, uma qualidade normalmente abaixo do padrão,
obtido somente após longas filas, quando o produto estiver disponível ou não,
exemplo Cuba.
Que triste é esse mundo que
nossos intelectuais estão deixando as suas vidas produtivas e deixar para seus
próprios filhos e netos. (Stephen Kanitz)
Se
vocês querem um Brasil melhor, façam no vocês mesmos. Não esperem os militares, nem muito menos os políticos. Se os
hominhos votarem a porcaria da autoanistia, vão lá em massa, mas não para protestar: efetuem a prisão civil de cada um dos
desgraçados.” (Olavo de Carvalho)



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