18 de jul. de 2022

O mundo e suas tribulações...

Rio de Janeiro sofre com falta de vacinas para crianças de 3 e 4 anos. Capitais iniciam hoje vacinação de crianças de 3 a 5 anos contra a Covid-19 com a CoronaVac. Rio de Janeiro começou imunização na sexta-feira (15). SP ainda não divulgou data. Intervalo entre doses será de 28 dias.

Auxílio Brasil começa a ser pago hoje, mas sem o aumento de R$ 200 autorizado pelo Congresso

Eleições 2022: Período de convenções eleitorais dos partidos começa nesta semana. Prazo para o registro dos candidatos tem início nesta quarta-feira, 20, e termina no dia 15 de agosto.

Santander vai ter que devolver R$ 79 milhões de cobranças indevidas a clientes. Decisão foi tomada em acordo com Banco Central e é referente a irregularidades praticadas entre janeiro de 2014 e fevereiro de 2022.
https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/santander-vai-ter-que-devolver-r-79-milhoes-de-cobrancas-indevidas-a-clientes.html

Uol mostra planilha de 9.000 cargos secretos no Rio com nome 'governador'. Disponível no SEI (Sistema Eletrônico de Informações) do governo fluminense, a tabela é relativa ao projeto Casa do Trabalhador, cujas inaugurações de unidades têm sido usadas politicamente nas últimas semanas pelo governador e candidato à reeleição, Cláudio Castro. 
https://www.jb.com.br/pais/politica/2022/07/1038645-uol-mostra-planilha-de-9-000-cargos-secretos-com-nome-governador.html

Bolsonaro conversará com Zelensky hoje: 'Segredo de Estado'.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o pedido de habeas corpus de Anthony Garotinho (União Brasil), na última sexta-feira, 15. O ex-governador pede a suspensão da condenação que recebeu por uma possível compra de votos em 2016, na cidade de Campo dos Goytacazes, norte do Rio de Janeiro. O recurso da defesa tem como fundamentação uma sentença do Supremo Tribunal Federal que anulou as provas da Operação Chequinho para outro réu. Os magistrados analisaram o recurso e decidiram por unanimidade manter a pena fixada em 2021.

Jornada de quatro dias pode ajudar a construir ‘relação mais saudável com o trabalho’, diz especialista, o psicólogo Lucas Freire. Empresas de países como Reino Unido, Suécia e Estados Unidos vêm adotando a medida e mantendo nível de produção.

Vídeo que encena morte de Bolsonaro em motociata revolta apoiadores (Gazeta Brasil)
https://twitter.com/BolsonaroSP/status/1548280510001975297?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1548280510001975297%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fgazetabrasil.com.br%2Fpolitica%2F2022%2F07%2F16%2Fvideo-que-encena-morte-de-bolsonaro-em-motociata-revolta-apoiadores%2F

https://twitter.com/PATRlOTAS/status/1548421979924885505

https://twitter.com/i/status/1548479084795047937

Rússia prende jornalista russa Marina Ovsiannikova, que chamou Putin de assassino e exibiu na TV cartaz contra a guerra na Ucrânia.

Mais de mil mortes são registradas na Europa em onda de calor. Continente vem sofrendo com temperaturas recordesEm meio a incêndios, Europa terá semana com recorde de temperaturas. Espanha já registrou 43,4ºC; termômetros na Inglaterra devem chegar aos 40°C. Britânicos devem ficar sem água por causa de onda de calor. Empresas emitem comunicados alertando para problemas de fornecimento. Pico de calor está previsto para hoje e amanhã.

A Pátria, a bandeira, a esquerda e a política.

         Recentemente, falando perante um grupo de apoiadores e militantes, Lula reconheceu a acusação de Fernando Henrique de que o PT “vaia até a bandeira brasileira e o hino nacional”. E completou, em viva voz e imagem: “De vez em quando ainda vaiamos”. 

Pois é. Essa esquerda tem um problema com a ideia de pátria e, principalmente, com patriotismo. Daí o Foro de São Paulo, daí a fixação com “La Pátria Grande” e seus desdobramentos, daí a Internacional Socialista, ou “a Internacional”, para os íntimos, que é como camaradas e companheiros a denominam. Marx, tataravô de todos, queria uma revolução mundial, uma fusão de revoluções. Para ele, o comunismo adviria do vitória do proletariado internacional na luta contra o capitalismo.

A URSS dispunha de uma série de mecanismos para apoiar e definir estratégias com esse fim. Apostava nisso e se espantava quando não dava certo. Os líderes comunistas russos nunca entenderam, por exemplo, proletários finlandeses e alemães, em defesa de suas pátrias invadidas, pegarem em armas contra os camaradas soviéticos em 1939 e 1941...

Há vários motivos para essas vaias a hino e bandeira. Primeiro, porque quem assim reage precisa de um ânimo revoltoso como ponto de partida para qualquer ação política. Segundo, porque esse ponto de partida exige divisões que, nas últimas décadas, correspondem aos conhecidos conflitos identitários já mundializados, como se sabe. Terceiro, por estarem convencidos de que o Brasil é uma excrecência criada por gente muito má. Gente que resolveu ocupar como coisa sua o suposto paraíso perdido, a idílica Pindorama das praias e palmeiras.

Para eles, por fim, nosso país não foi descoberto, o 22 de abril de 1500 foi uma aberração histórica, o Sete de Setembro é uma ficção porque o Brasil nunca foi independente e São José de Anchieta foi um predador cultural. Ponto e basta.

Ao sopro da mesma ideologia, bandeiras do Brasil servem, frequentemente, para fazer fogueira. Não obstante, vê-las nas mãos de adversários políticos e confrontá-las com suas bandeiras vermelhas e apátridas dói como pisada no calo.

Para quem tem memória curta, é bom lembrar que as bandeiras do Brasil passaram a ser usadas massivamente nas manifestações de 2013, exatamente para diferenciar dos arruaceiros e depredadores que então iam às ruas, no truculento estilo de sempre, protestando contra os 20 centavos a mais nas passagens de ônibus. (Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor)

Biden tropeça nas palavras e comete gafe vergonhosa

Depois de cumprimentar um fantasma, cair de bicicleta e confundir Suécia com Suíça, presidente dos EUA se confunde com teleprompter e lê instruções de sua equipe.

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, continua dando alegria para a galera. Vira e mexe, e lá está ele cometendo uma gafe. Há alguns dias o presidente da nação mais poderosa do mundo apertou a mão de… ninguém. Foi como se estivesse cumprimentando um fantasma. Em outro momento trocou o nome de países. Fez confusão entre Suécia e Suíça. No último dia 8, sexta-feira, tropeçou nas palavras enquanto lia um discurso.

Há quem credite esses deslizes à idade. Para mim, não. Afinal, nos dias de hoje, a não ser que a pessoa tenha alguma doença mental grave, e não parece ser o caso dele, 79 anos não é lá assim muita coisa. Conheço gente nessa faixa etária que ainda bate um bolão.

E mais, trocar o nome de países não é privilégio de Biden. Em 2017, ao visitar Oslo, capital da Noruega, Michel Temer, quando era presidente do Brasil, perdeu o norte e chamou Harald V, rei da Noruega, de rei da Suécia. Eita, Suécia, sempre ela. Será que são as águas do rio Göta, o mais importante daquelas bandas? E para completar as pisadas de bola “michelistas”, no mesmo evento, em vez de dizer “Parlamento norueguês” disse “Parlamento brasileiro”.

Quer mais uma para livrar a barra de Joe? Em 1983, Ronald Reagan, ao visitar o Brasil, também resolveu amassar uns tomates e saudou o nosso país em alto e bom som: “Saúde ao povo da Bolívia!”. E para encerrar as histórias daqueles que metem os pés pelas mãos, vai uma com toda a finesse francesa. Jacques Chirac fez uma pequena confusão e mencionou Fernando Henrique Cardoso como sendo presidente do México. Ah, não dá para terminar sem esta: o próprio Fernando Henrique, em 1999, resolveu dar uma inovada e se referiu aos bolivianos como peruanos.

E não é só na política. Certa vez a cantora Alanis Morissette também revirou o mapa-múndi ao se despedir no final de um show que fez em Lima, no Peru: “Thank you, Brazil”. Tudo isso para mostrar que trocar o nome de países é quase natural. Quem viaja muito acaba por ficar meio perdido. Houve época em que eu fazia tantas palestras por todo o país que ao acordar precisava de uns segundos de reflexão para me certificar se estava em casa ou em outra cidade. E outros tantos para me lembrar de qual era a localidade.

Da mesma forma, essas confusões podem se dar também ao ler um discurso. Me lembro de quando a então primeira-dama, Marcela Temer, em 2017, estava fazendo um pronunciamento. Ela lia o discurso no Programa Nacional de Voluntariado – Viva Voluntário. Olhou para a plateia e ao voltar para o texto se confundiu e leu de novo a última frase já lida.  Normal. Acontece com as melhores famílias.

No caso de Biden, entretanto, esses episódios têm ocorrido com muita frequência. Em um dia tropeça na escada. No outro cai da bicicleta. Depois fica zanzando em uma sala sem saber com quem se comunicar. E, agora, essa última que está dando o que falar. Ele leu as orientações que a sua assessoria havia deixado no texto como se fizessem parte da mensagem.

O presidente dos Estados Unidos comentava a respeito dos direitos reprodutivos e acesso ao aborto pelos americanos. Era a notícia do momento, pelo fato de essa prática ter sido revogada no país. No encerramento de uma citação, leu as observações feitas por aqueles que prepararam o texto: “É notável que a proporção de mulheres registradas para votar é consistentemente maior que a proporção de homens que fazem o mesmo. Fim da citação. Repita a frase”. Vergonha alheia. Essa gafe já está imortalizada.

Nas aulas de leitura, sempre fiz uma brincadeira com os alunos do nosso curso contando uma anedota. O diretor de uma multinacional norte-americana fez uma visita à filial brasileira. Ele queria impressionar bem a turma tupiniquim. Por isso, pediu a um gerente, bom de redação, que indicasse com pormenores o que ele deveria fazer.  Ordem dada, missão cumprida.

O executivo leu o discurso seguindo todas as recomendações. Começou a leitura: “Senhoras, senhores, bom dia, boa tarde ou boa noite. Dependendo da situação”. E encerrou: “Muito obrigado. Sair pela direita”. Depois dessa do Biden, já não dá mais para dizer que essa história é só uma anedota. Nesse caso a vida imitou a arte. Com todas as letras. (Reinaldo Polito)

https://youtu.be/5aID9BOH3BM

“Aconteça o que acontecer o caminho é para frente e é lá que nosso olhar deve estar sempre focado!”

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