Rio de Janeiro sofre com falta de
vacinas para crianças de 3 e 4 anos. Capitais iniciam hoje vacinação de
crianças de 3 a 5 anos contra a Covid-19 com a CoronaVac. Rio de Janeiro
começou imunização na sexta-feira (15). SP ainda não divulgou data. Intervalo
entre doses será de 28 dias.
Auxílio Brasil começa a ser pago
hoje, mas sem o aumento de R$ 200 autorizado pelo Congresso
Eleições 2022: Período de convenções eleitorais dos partidos começa nesta semana. Prazo para o registro dos candidatos tem início nesta quarta-feira, 20, e termina no dia 15 de agosto.
Uol mostra planilha de 9.000 cargos
secretos no Rio com nome 'governador'. Disponível no SEI (Sistema Eletrônico de
Informações) do governo fluminense, a tabela é relativa ao projeto Casa do
Trabalhador, cujas inaugurações de unidades têm sido usadas politicamente nas
últimas semanas pelo governador e candidato à reeleição, Cláudio Castro.
https://www.jb.com.br/pais/politica/2022/07/1038645-uol-mostra-planilha-de-9-000-cargos-secretos-com-nome-governador.html
Bolsonaro conversará com Zelensky
hoje: 'Segredo de Estado'.
O Tribunal Superior Eleitoral
(TSE) negou o pedido de habeas corpus de Anthony Garotinho (União Brasil), na
última sexta-feira, 15. O ex-governador pede a suspensão da condenação que
recebeu por uma possível compra de votos em 2016, na cidade de Campo dos
Goytacazes, norte do Rio de Janeiro. O recurso da defesa tem como fundamentação
uma sentença do Supremo Tribunal Federal que anulou as provas da Operação
Chequinho para outro réu. Os magistrados analisaram o recurso e decidiram por
unanimidade manter a pena fixada em 2021.
Jornada de quatro dias pode
ajudar a construir ‘relação mais saudável com o trabalho’, diz especialista, o psicólogo
Lucas Freire. Empresas de países como Reino Unido, Suécia e Estados Unidos vêm
adotando a medida e mantendo nível de produção.
https://twitter.com/PATRlOTAS/status/1548421979924885505
https://twitter.com/i/status/1548479084795047937
Rússia prende jornalista russa Marina
Ovsiannikova, que chamou Putin de assassino e exibiu na TV cartaz contra a
guerra na Ucrânia.
Mais de mil mortes são
registradas na Europa em onda de calor. Continente vem sofrendo com
temperaturas recordesEm meio a incêndios, Europa terá semana com recorde de
temperaturas. Espanha já registrou 43,4ºC; termômetros na Inglaterra devem
chegar aos 40°C. Britânicos devem ficar sem água por causa de onda de calor. Empresas
emitem comunicados alertando para problemas de fornecimento. Pico de calor está
previsto para hoje e amanhã.
A Pátria, a bandeira, a
esquerda e a política.
Recentemente, falando perante um grupo
de apoiadores e militantes, Lula reconheceu a acusação de Fernando Henrique de
que o PT “vaia até a bandeira brasileira e o hino nacional”. E completou, em
viva voz e imagem: “De vez em quando ainda vaiamos”.
Pois é. Essa esquerda tem um
problema com a ideia de pátria e, principalmente, com patriotismo. Daí o Foro
de São Paulo, daí a fixação com “La Pátria Grande” e seus desdobramentos, daí a
Internacional Socialista, ou “a Internacional”, para os íntimos, que é como
camaradas e companheiros a denominam. Marx, tataravô de todos, queria uma
revolução mundial, uma fusão de revoluções. Para ele, o comunismo adviria do
vitória do proletariado internacional na luta contra o capitalismo.
A URSS dispunha de uma série de
mecanismos para apoiar e definir estratégias com esse fim. Apostava nisso e se
espantava quando não dava certo. Os líderes comunistas russos nunca entenderam,
por exemplo, proletários finlandeses e alemães, em defesa de suas pátrias
invadidas, pegarem em armas contra os camaradas soviéticos em 1939 e 1941...
Há vários motivos para essas
vaias a hino e bandeira. Primeiro, porque quem assim reage precisa de um ânimo
revoltoso como ponto de partida para qualquer ação política. Segundo, porque
esse ponto de partida exige divisões que, nas últimas décadas, correspondem aos
conhecidos conflitos identitários já mundializados, como se sabe. Terceiro, por
estarem convencidos de que o Brasil é uma excrecência criada por gente muito
má. Gente que resolveu ocupar como coisa sua o suposto paraíso perdido, a
idílica Pindorama das praias e palmeiras.
Para eles, por fim, nosso país
não foi descoberto, o 22 de abril de 1500 foi uma aberração histórica, o Sete
de Setembro é uma ficção porque o Brasil nunca foi independente e São José de
Anchieta foi um predador cultural. Ponto e basta.
Ao sopro da mesma ideologia,
bandeiras do Brasil servem, frequentemente, para fazer fogueira. Não obstante,
vê-las nas mãos de adversários políticos e confrontá-las com suas bandeiras
vermelhas e apátridas dói como pisada no calo.
Para quem tem memória curta, é
bom lembrar que as bandeiras do Brasil passaram a ser usadas massivamente nas
manifestações de 2013, exatamente para diferenciar dos arruaceiros e
depredadores que então iam às ruas, no truculento estilo de sempre, protestando
contra os 20 centavos a mais nas passagens de ônibus.
(Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto,
empresário e escritor)
Biden tropeça nas
palavras e comete gafe vergonhosa
Depois de cumprimentar um
fantasma, cair de bicicleta e confundir Suécia com Suíça, presidente dos EUA se
confunde com teleprompter e lê instruções de sua equipe.
Há quem credite esses deslizes à
idade. Para mim, não. Afinal, nos dias de hoje, a não ser que a pessoa tenha
alguma doença mental grave, e não parece ser o caso dele, 79 anos não é lá
assim muita coisa. Conheço gente nessa faixa etária que ainda bate um bolão.
E mais, trocar o nome de países
não é privilégio de Biden. Em 2017, ao visitar Oslo, capital da Noruega, Michel
Temer, quando era presidente do Brasil, perdeu o norte e chamou Harald V, rei
da Noruega, de rei da Suécia. Eita, Suécia, sempre ela. Será que são as águas
do rio Göta, o mais importante daquelas bandas? E para completar as pisadas de
bola “michelistas”, no mesmo evento, em vez de dizer “Parlamento norueguês”
disse “Parlamento brasileiro”.
Quer mais uma para livrar a barra
de Joe? Em 1983, Ronald Reagan, ao visitar o Brasil, também resolveu amassar
uns tomates e saudou o nosso país em alto e bom som: “Saúde ao povo da
Bolívia!”. E para encerrar as histórias daqueles que metem os pés pelas mãos,
vai uma com toda a finesse francesa. Jacques Chirac fez uma pequena confusão e
mencionou Fernando Henrique Cardoso como sendo presidente do México. Ah, não dá
para terminar sem esta: o próprio Fernando Henrique, em 1999, resolveu dar uma
inovada e se referiu aos bolivianos como peruanos.
E não é só na política. Certa vez
a cantora Alanis Morissette também revirou o mapa-múndi ao se despedir no final
de um show que fez em Lima, no Peru: “Thank you, Brazil”. Tudo isso para
mostrar que trocar o nome de países é quase natural. Quem viaja muito acaba por
ficar meio perdido. Houve época em que eu fazia tantas palestras por todo o
país que ao acordar precisava de uns segundos de reflexão para me certificar se
estava em casa ou em outra cidade. E outros tantos para me lembrar de qual era
a localidade.
Da mesma forma, essas confusões
podem se dar também ao ler um discurso. Me lembro de quando a então
primeira-dama, Marcela Temer, em 2017, estava fazendo um pronunciamento. Ela
lia o discurso no Programa Nacional de Voluntariado – Viva Voluntário. Olhou
para a plateia e ao voltar para o texto se confundiu e leu de novo a última
frase já lida. Normal. Acontece com as
melhores famílias.
No caso de Biden, entretanto,
esses episódios têm ocorrido com muita frequência. Em um dia tropeça na escada.
No outro cai da bicicleta. Depois fica zanzando em uma sala sem saber com quem
se comunicar. E, agora, essa última que está dando o que falar. Ele leu as
orientações que a sua assessoria havia deixado no texto como se fizessem parte
da mensagem.
O presidente dos Estados Unidos
comentava a respeito dos direitos reprodutivos e acesso ao aborto pelos
americanos. Era a notícia do momento, pelo fato de essa prática ter sido
revogada no país. No encerramento de uma citação, leu as observações feitas por
aqueles que prepararam o texto: “É notável que a proporção de mulheres
registradas para votar é consistentemente maior que a proporção de homens que
fazem o mesmo. Fim da citação. Repita a frase”. Vergonha alheia. Essa gafe já
está imortalizada.
Nas aulas de leitura, sempre fiz
uma brincadeira com os alunos do nosso curso contando uma anedota. O diretor de
uma multinacional norte-americana fez uma visita à filial brasileira. Ele
queria impressionar bem a turma tupiniquim. Por isso, pediu a um gerente, bom
de redação, que indicasse com pormenores o que ele deveria fazer. Ordem dada, missão cumprida.
O executivo leu o discurso
seguindo todas as recomendações. Começou a leitura: “Senhoras, senhores, bom
dia, boa tarde ou boa noite. Dependendo da situação”. E encerrou: “Muito
obrigado. Sair pela direita”. Depois dessa do Biden, já não dá mais para dizer que
essa história é só uma anedota. Nesse caso a vida imitou a arte. Com todas as
letras. (Reinaldo Polito)
“Aconteça o que acontecer o caminho é para frente e é lá que
nosso olhar deve estar sempre focado!”




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