- Black Friday – Segredos inconfessáveis...
- MPF notifica Aneel sobre taxação de 60% da geração de energia solar. Órgão recomendou que agência reveja a decisão que deve "frear o estímulo" à geração diretamente no local de consumo.
- O governo de Jair Bolsonaro afirma que uma das principais mudanças geradas pela nova administração do país foi colocar a religião no processo de formulação de políticas públicas. Foi assim que o secretário de Assuntos de Soberania Nacional e Cidadania, embaixador Fabio Mendes Marzano, apresentou a visão de mundo do novo Itamaraty, um ano depois da chegada ao poder do governo de Jair Bolsonaro. Segundo ele, há ainda uma ameaça contra o cristianismo e a liberdade religiosa também precisa incluir a possibilidade de converter aqueles que não têm religião. Bolsonaro é denunciado a tribunal Internacional por incitar genocídio indígena. De acordo com denunciantes, presidente poderia ser enquadrado em ‘crime contra a humanidade’....
- O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin afirmou que "ofende a democracia" a hipótese levantada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e pelo ministro da Economia Paulo Guedes sobre a possível edição de um novo AI-5 no país em caso de radicalização de protestos de rua.
- Zero Um terá de trocar cinismo por explicações Josias de Souza 28/11/2019 00h56 Flávio Bolsonaro está na bica de ser devolvido à grelha do Ministério Público do Rio de Janeiro. Formou-se no Supremo Tribunal Federal uma maioria a favor do óbvio: o antigo Coaf tem o dever de comunicar indícios de crimes às autoridades encarregadas de investigar e denunciar criminosos. O repasse de dados dispensa ordem judicial. O mesmo entendimento deve ser estendido à Receita Federal. Prevalecendo a lógica, esse julgamento resultará em duas consequências. A primeira, inquestionável, é o reconhecimento de que Dias Toffoli, presidente do Supremo, fez uma lambança ao congelar há quatro meses a a investigação contra o filho Zero Um do presidente e outros 935 inquéritos. A segunda consequência, ainda pendente de reconhecimento, é a provável revogação da liminar que blindou Flávio Bolsonaro e Cia. Nessa hipótese, o primogênito de Bolsonaro terá de abandonar o cinismo das firulas jurídicas e levar meio quilo de explicações à balança da Justiça.
- Na Educação, professores youtubers, edutubers atraem 5 milhões para aulas fora da escola. Será a solução.
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A caravana de Lula
atrai menos gente que circo mambembe.
Se conta com o apoio do exército do Stédile e das tropas de
Boulos, o ex-presidiário pode esperar sentado.
Assim que escapou da cadeia, o ex-presidente Lula ordenou a
seus discípulos que reprisassem no Brasil os violentos protestos que agitam o
Chile. Em seguida, partiu para o Nordeste decidido a mostrar que continua
liderando o campeonato nacional de popularidade. Faltou combinar com o povo.
Medida pelas réguas do presidente Jânio Quadros e do senador Antônio Carlos
Magalhães, dois doutores em ciência eleitoral, a excursão liderada pelo
ex-presidiário foi um fiasco.
Jânio dizia que, para juntar 5 mil pessoas, bastaria
sentar-se no Viaduto do Chá e ficar 5 minutos espancando uma lata. ACM
considerava um fracasso qualquer comício que não atraísse ao menos dois
pipoqueiros. As aparições de Lula registraram a média de mil espectadores. Com
essa freguesia, era previsível que nenhum pipoqueiro fosse visto nas andanças
nordestinas de Lula.
Decidido a consolidar a polarização com o presidente Jair
Bolsonaro, o chefão do PT aproveitou o encontro nacional do partido para
reiterar que logo o Chile será aqui. Vai reiniciar a caravana, e pretende
engrossá-la com a mobilização dos chamados “movimentos sociais”. Se conta com o
apoio do MST e do MTST, melhor esperar sentado. Desde o início do governo
Bolsonaro, tanto o exército de João Pedro Stédile quanto as tropas de Guilherme
Boulos suspenderam a ofensiva contra o direito de propriedade.
Bolsonaro prepara o envio ao Congresso de medidas concebidas
para apressar o cumprimento de mandados de reintegração de posse que, expedidos
pelo Judiciário, são ignorados por governadores cúmplices dos invasores de
propriedades rurais. Embora bem-vinda, a providência talvez seja desnecessária.
“Por falta de condições políticas”, segundo Stédile, o MST entrou em recesso há
meses. O número de invasões registradas neste ano não chega a dois dígitos.
Passaram de 100 durante o “abril vermelho” de 2012.
Entre 1926 e 1930, por tratar como caso de polícia o que era
uma questão social, o presidente Washington Luís antecipou a chegada da
senilidade à República Velha, enterrada sem honras pela Revolução de 1930. Os
líderes do incipiente movimento operário apresentavam reivindicações
elementares. Não mereciam cadeia. Mereciam de Washington Luís mais atenção.
Entre 2003 e 2016, por tratarem como questão social o que é
um caso de polícia, Lula e Dilma retardaram a chegada à maioridade da
democracia brasileira. Os chefes de bandos criminosos fantasiados de
“movimentos sociais” berravam (e ainda berram) exigências tão sensatas quanto a
restauração da monarquia. Não mereciam a atenção de Lula e Dilma. Mereciam cadeia.
Sempre mereceram, sugerem os prontuários das siglas que
mantêm desfraldadas bandeiras arriadas pelo mundo civilizado desde a queda do
Muro de Berlim. É o caso do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.
Nascido há 35 anos, jamais criou juízo. Criança problemática desde o primeiro
vagido, virou delinquente juvenil e, adulto, tornou-se um fora da lei
incurável.
As anotações na folha corrida incluem invasões de fazendas
produtivas, ataques a prédios públicos, depredação de residências, destruição
de lavouras, equipamentos e laboratórios, agressões físicas e outras formas de
revogação do direito de propriedade. Tudo isso em nome de uma reforma agrária
que não desejam e não virá.
Eles clamam por mudanças na paisagem rural por nelas
enxergarem o começo da gestação do paraíso comunista. Os militantes acampados
em barracas de lona preta já se teriam transformado em lavradores se tivessem
genuíno interesse pela vida de agricultor e alguma intimidade com as coisas do
campo.
Não têm nem uma coisa nem outra. Se tentasse manusear uma
foice, o chefe João Pedro Stédile entraria para a História como o primeiro
revolucionário a decepar a própria cabeça. Se resolvesse acompanhar o general
com uma enxada, qualquer subordinado se arriscaria a amputar o pé. É natural
que todos prefiram estudar marxismo ou rezar ajoelhados sob o pôster de
Guevara.
Enquanto o governo do PT garantiu comida e impunidade, o MST
lutou sem sobressaltos pelo extermínio do estado democrático de direito. Com o
sumiço da mesada federal, foram-se a insolência mascarada de ousadia e a
discurseira beligerante. O “exército do Stédile” só continua existindo na
cabeça de Lula e no falatório amalucado de Dilma. Antes que houvesse uma
batalha real, o general de galinheiro optou pela rendição desonrosa. (Augusto
Nunes, jornalista)
O Brasil só têm futebol e carnaval. O resto....

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