A tragédia da Utopia (2ª edição)
Aos 60 anos da revolução cubana
Dediquei a este livro oito anos de trabalho, descontinuado é
verdade, mas persistente. Eu sabia que ele precisava ser republicado, ampliado
e atualizado. Fui sendo motivado ao longo do tempo pelo que vi acontecer em
nosso país nos anos que se seguiram à primeira edição (2004). O PT chegara ao
poder no ano anterior e o Brasil enviesara. O Foro de São Paulo e a política
externa brasileira se confundiam e confluíam na mesma direção. O regime cubano
e seus líderes se tornaram objeto de reverências oficiais. Nossos dirigentes
políticos soluçavam emocionados em visitas a Fidel Castro.
Aquela frequente visitação não expressava uma empatia com o
povo cubano. Nada disso! A camaradagem se firmava com os
"companheiros" no poder, situação análoga à que ocorria em relação a
outros governantes do mesmo alinhamento. Dinheiro do povo brasileiro era
drenado para financiá-los e custear suas ditaduras. O ideário que os conduzia
entrava nas nossas salas de aula, nas "narrativas" que faziam parte
da "luta política". O que significava, apenas, meias verdades ou
mentiras inteiras.
Aos 60 anos da revolução cubana, A tragédia da Utopia trata
da história de um povo que muito esporadicamente foi senhor de seu destino.
Povo sofrido, ludibriado, domado pela polícia do regime desde um tempo em que o
Rio de Janeiro ainda era capital do Brasil e os Beatles não cantavam juntos.
Esta edição, com primoroso trabalho da Editora Armada,
atualiza e amplia a anterior para os 14 anos que a sucederam, preservando o que
lhe era essencial, inclusive as desventuras e aflições decorrentes do contato -
imprudente, mas valioso - que mantive com importantes dissidentes em uma das
viagens que fiz. Ouvi deles suas histórias,
suas desgraças e, por haver estado com eles, vivi pessoalmente a experiência de
me saber sob observação do regime totalitário, numa ilha de onde só se sai pelo
mar ou pelo aeroporto.
Fica aqui meu convite para a sessão de autógrafos em Porto
Alegre enfatizando que nossos jovens teriam muito a aproveitar lendo A tragédia
da Utopia. Gostaria muito de vê-los lá. (Percival Puggina, político, arquiteto,
escritor e jornalista brasileiro)
ooo0ooo
Que nível !....
Tenho procurado não
me envolver nesse radicalismo insano
que tomou conta de nosso País, nos últimos meses, mas é
difícil ficar calado e omisso, quando
se vê alto integrante
de atual Governo, se
pronunciar desse modo abaixo!
Que nível, que
baixaria! E isso, da boca de um
Ministro da “Educação” !.....
Como diz um amigo meu, “...nesse governo, a oposição está de férias:
não é preciso se comportar como inimigo
do que aí está! Os inimigos são gerados e estão aboletados DENTRO do próprio Governo, tantos e tão repetidos os
absurdos produzidos a cada dia”...!
Lamentável! (Márcio Dayrell
Batitucci)
ooo0ooo
'Avião presidencial já
transportou drogas em maior quantidade', diz ministro da Educação referindo-se a
Lula e Dilma.
Em mais uma declaração polêmica
em redes sociais, Abraham Weintraub usou um tom piadista para tratar do caso do
sargento da Aeronáutica pego com 39 kg de cocaína na Espanha.
Ministro da Educação, Abraham
Weintraub
O ministro da Educação, Abraham
Weintraub, aproveitou o tráfico de
drogas envolvendo um sargento da Aeronáutica
- que fazia parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro em viagem ao
Japão-, para atacar os ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e
Dilma Rousseff, comparando-os com as “drogas”
encontradas no avião presidencial.


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