No sec. V a.C, o filósofo grego
Empédocles ensinou, talvez pela primeira vez, que a natureza era composta por quatro elementos: terra, fogo, ar e água. Elementos esses que se inter-laçam entre si, com suas várias “qualidades”, quente, úmido, seco e frio, que
sempre são comuns a dois deles:
Essa
natureza que, durante séculos e mais séculos, foi nossa mãe benfazeja e possibilitou o nascimento e o desenvolvimento
de toda a humanidade, tem nos mandado, nos últimos tempos, vários avisos e
alertas, exatamente através da manifestação dos quatro elementos, nos aconselhando a sermos “mais humanos” e “menos
animais”, a exercer nossas virtudes de tolerância, de compartilhamento e de vivência grupal, a
dar mais valor ao nosso existir e, não, ao nosso ter, a respeitar os códigos
básicos e substantivos que preservam a própria vida, nessa mesma natureza...
Infelizmente,
temos presenciado um triste cenário, onde parece que a humanidade resolveu se colocar em formal e aberta
contraposição a essa natureza, assumindo
um papel de seu inimigo e, não, de seu parceiro, essencialmente dependente e cúmplice...
Só
para ficarmos nos dois meses deste ano, estamos ainda vivendo sob o impacto dos últimos sinais emitidos por essa
mesma natureza, através de seus 4 elementos:
·
Terra:
Brumadinho
·
Água:
Vidigal
·
Fogo:
CT do Flamengo
·
Ar:
Helicóptero do Boechat
Quando
será que vamos aprender a conviver, a respeitar e a preservar esse BEM MAIOR com
que fomos agraciados, A NATUREZA
que é essencial
para a continuidade de nossa vida? (Márcio
Dayrell Batitucci)
Troque
seu coração por um fígado, assim você se apaixona menos e bebe mais.

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