SÓ UMA REDE GLOBAL DE ÁREAS PROTEGIDAS PODE BARRAR A PERDA DE
BIODIVERSIDADE NO PLANETA
Greenpeace lança relatórios e mapas que identificam ecossistemas terrestres e marinhos de grande importância ecológica para o mundo
BIODIVERSIDADE NO PLANETA
Greenpeace lança relatórios e mapas que identificam ecossistemas terrestres e marinhos de grande importância ecológica para o mundo
O Greenpeace lançou em 21 de março, durante a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) em Curitiba, no Paraná, relatórios e mapas identificando as últimas áreas intactas de florestas e oceanos do planeta, de grande importância ecológica.
O estudo revela que menos de 10% da superfície terrestre no mundo permanece como florestas primárias e identifica áreas de oceanos com necessidade urgente de proteção.
A vida marinha e terrestre vem sendo destruída a uma velocidade sem precedentes.
O ritmo atual de extinção de espécies de plantas e animais é aproximadamente mil vezes mais rápido do que o estimado para períodos anteriores à existência da espécie humana, e há a estimativa de que seja 10 mil vezes mais veloz até o ano 2050.
O Greenpeace utilizou tecnologia de última geração para a confecção dos mapas a fim de criar um retrato das áreas na Terra e nos oceanos que devem ser protegidas, com o objetivo de barrar a perda de biodiversidade e recuperar a vida no planeta.
Usando imagens de satélites recentes e de alta resolução de paisagens com áreas intactas de florestas em todo o mundo, os mapas expõem o peso das atividades humanas - como o desmatamento provocado pela agropecuária de larga escala e a exploração predatória de madeira - sobre as últimas florestas do planeta.
As imagens mostram que 82 dos 142 países que possuem florestas já perderam toda a cobertura florestal original.
A metodologia utilizada apenas mostra áreas intactas maiores que 500 quilômetros quadrados. As muitas áreas menores de floresta com alto grau de conservação e com necessidade de proteção não estão mapeadas.
Os mapas de oceanos, desenvolvidos por especialistas da Universidade de York, no Reino Unido, liderado pelo professor Callum Roberts, identificam áreas marinhas que necessitam de imediata proteção contra a sobrepesca, a pesca predatória, atividades de mineração e poluição.
Através de modelos computacionais que combinaram dados científicos com recomendações de mais de 60 biólogos marinhos, o professor Roberts estabeleceu uma rede global de áreas destinadas à criação de reservas marinhas que cobrem 40% das águas profundas dos oceanos.
Foi dada atenção especial a hábitats de águas profundas, altamente sensíveis à destruição pela pesca de arrasto.
"Este estudo deixa claro que o estabelecimento de uma rede global de áreas protegidas de florestas e oceanos é urgente, necessário e possível. E pode ser alcançado agora. Caso contrário, em 20 anos, a falta de ação de governos pode resultar na perda de grande parte da biodiversidade para sempre", disse Christoph Thies, da campanha de Florestas do Greenpeace Internacional.
O lançamento dos mapas é parte da campanha do Greenpeace para expor a crescente perda de biodiversidade no planeta devido à destruição das florestas e oceanos.
Especialistas e ativistas do Greenpeace estão trabalhando na Amazônia e na Ásia para protestar contra a destruição das florestas pela exploração predatória de madeira, desmatamento ilegal e conversão para agricultura, como a soja.
O navio Esperanza, do Greenpeace, continua sua expedição global contra a pesca predatória e para assegurar o modo de vida de milhões de comunidades que dependem do ambiente marinho para seu sustento e para alimentação.
O estudo revela que menos de 10% da superfície terrestre no mundo permanece como florestas primárias e identifica áreas de oceanos com necessidade urgente de proteção.
A vida marinha e terrestre vem sendo destruída a uma velocidade sem precedentes.
O ritmo atual de extinção de espécies de plantas e animais é aproximadamente mil vezes mais rápido do que o estimado para períodos anteriores à existência da espécie humana, e há a estimativa de que seja 10 mil vezes mais veloz até o ano 2050.
O Greenpeace utilizou tecnologia de última geração para a confecção dos mapas a fim de criar um retrato das áreas na Terra e nos oceanos que devem ser protegidas, com o objetivo de barrar a perda de biodiversidade e recuperar a vida no planeta.
Usando imagens de satélites recentes e de alta resolução de paisagens com áreas intactas de florestas em todo o mundo, os mapas expõem o peso das atividades humanas - como o desmatamento provocado pela agropecuária de larga escala e a exploração predatória de madeira - sobre as últimas florestas do planeta.
As imagens mostram que 82 dos 142 países que possuem florestas já perderam toda a cobertura florestal original.
A metodologia utilizada apenas mostra áreas intactas maiores que 500 quilômetros quadrados. As muitas áreas menores de floresta com alto grau de conservação e com necessidade de proteção não estão mapeadas.
Os mapas de oceanos, desenvolvidos por especialistas da Universidade de York, no Reino Unido, liderado pelo professor Callum Roberts, identificam áreas marinhas que necessitam de imediata proteção contra a sobrepesca, a pesca predatória, atividades de mineração e poluição.
Através de modelos computacionais que combinaram dados científicos com recomendações de mais de 60 biólogos marinhos, o professor Roberts estabeleceu uma rede global de áreas destinadas à criação de reservas marinhas que cobrem 40% das águas profundas dos oceanos.
Foi dada atenção especial a hábitats de águas profundas, altamente sensíveis à destruição pela pesca de arrasto.
"Este estudo deixa claro que o estabelecimento de uma rede global de áreas protegidas de florestas e oceanos é urgente, necessário e possível. E pode ser alcançado agora. Caso contrário, em 20 anos, a falta de ação de governos pode resultar na perda de grande parte da biodiversidade para sempre", disse Christoph Thies, da campanha de Florestas do Greenpeace Internacional.
O lançamento dos mapas é parte da campanha do Greenpeace para expor a crescente perda de biodiversidade no planeta devido à destruição das florestas e oceanos.
Especialistas e ativistas do Greenpeace estão trabalhando na Amazônia e na Ásia para protestar contra a destruição das florestas pela exploração predatória de madeira, desmatamento ilegal e conversão para agricultura, como a soja.
O navio Esperanza, do Greenpeace, continua sua expedição global contra a pesca predatória e para assegurar o modo de vida de milhões de comunidades que dependem do ambiente marinho para seu sustento e para alimentação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário