Todos os dias e todas as horas, gente inocente é assassinada no Estado do Rio, no mais das vezes, pela índole assassina de alguns policiais ou pela imperícia de outros tantos, que, sem treinamento e sem cuidado ocupam as ruas.
O quadro é grave e por omissão e inapetência do governo estadual, virou rotina.
Em pouco tempo, duas chacinas na baixada fluminense; 24 assaltos a ônibus por dia, com vítimas fatais e com reprise do caso 174; tiroteios nas ruas, nas favelas, nas portas das escolas; tensão nos presídios; morte de gente inocente; morte de policiais despreparados; seqüestros relâmpagos à luz do dia; guerra de gangues nas portas das boates; tráfico de drogas em qualquer canto das ruas e a qualquer hora do dia; crianças, adolescentes e jovens arrebanhados pelo crime, na porta de casa e das escolas.
Enfim, mais vítimas do que faz uma guerra civil; mais do que faz a guerrilha urbana e bem mais do que o terror é capaz de fazer, no mesmo período de tempo, ao redor do mundo.
Quem conhece o quadro pode ser levado a acreditar numa mentira – na mentira de que não há governo no Estado do Rio de Janeiro. Quem pensar assim, pensa errado, porque há sim, no Estado do Rio um governo operante. Um governo, que com desvelo e carinho se dedica aos seus e para provar isso basta passar os olhos no organograma administrado pelo casal Matheus Garotinho. Ele está fixo no Portal do Governo do Estado na internet e atende pelo nome pomposo de “Portal do Cidadão”.
Lá estão 32 secretarias de estado, todas elas com secretários efetivos, subsecretários, assessores e chefes de departamentos. É de tal forma grandiosa a estrutura que não há espaço útil num jornal inteiro para falar dela. Por isso, o faço por amostragem.
O Gabinete Civil conta um secretário de estado, seis subsecretários, um diretor-geral de Administração e Finanças, três assessorias especiais e quatro coordenadores. Um desses subsecretários coordena as empresas em liquidação, nove ao todo, que vão do BANERJ a um troço esquisito chamado de SERVE (Empresa Estadual de Aviação).
Depois do Gabinete Civil, temos a Secretaria de Integração Governamental, onde um secretário de estado, dois subsecretários e um diretor-geral de administração e finanças dizem presente! A Secretaria cuida também da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos, que abriga cinco conselheiros, dois superintendentes e um ouvidor; além de empresas com um imenso lastro de cargos de diretorias e departamentos.
A Secretaria de Governo e Coordenação, onde está o governador de ontem, que, por ordem inteligente de sua esposa, veio em silêncio da Secretaria de Segurança Pública para comandar o trabalho de treze subsecretários, três superintendentes e quinze administradores regionais, que fazem frente aos subprefeitos da prefeitura do Rio de Janeiro.
No seu arco de comando, o senhor Anthony tem ainda, a Fundação Nacional do Norte-Fluminense, com um Presidente e três diretores; o Parque de Alta Tecnologia do Norte Fluminense e quinze superintendentes regionais, que dividem entre si e em nome do chefe, o território político do Estado.
Para quem queira saber onde o senhor Anthony Matheus guarda os seus correligionários e amigos que perderam eleição ou deixaram os governos municipais, deixo o trabalho de visitar o espaço “Portal do Cidadão”. Mas, posso adiantar que o senhor Anthony tem por seus amigos e correligionários o mesmo apreço que o presidente Lula tem pelos seus.
Para descobrir como são semelhantes o presidente Lula e o senhor Anthony, é interessante juntar a esta pesquisa, uma outra que fale das despesas do governo do estado com publicidade e demonstra como o casal Matheus se portou nas eleições municipais.
Por isso nem Lula, nem Garotinho têm tempo ou dinheiro para cuidar da Segurança do Rio.
Fonte: www.denisefrossard.com.br
O quadro é grave e por omissão e inapetência do governo estadual, virou rotina.
Em pouco tempo, duas chacinas na baixada fluminense; 24 assaltos a ônibus por dia, com vítimas fatais e com reprise do caso 174; tiroteios nas ruas, nas favelas, nas portas das escolas; tensão nos presídios; morte de gente inocente; morte de policiais despreparados; seqüestros relâmpagos à luz do dia; guerra de gangues nas portas das boates; tráfico de drogas em qualquer canto das ruas e a qualquer hora do dia; crianças, adolescentes e jovens arrebanhados pelo crime, na porta de casa e das escolas.
Enfim, mais vítimas do que faz uma guerra civil; mais do que faz a guerrilha urbana e bem mais do que o terror é capaz de fazer, no mesmo período de tempo, ao redor do mundo.
Quem conhece o quadro pode ser levado a acreditar numa mentira – na mentira de que não há governo no Estado do Rio de Janeiro. Quem pensar assim, pensa errado, porque há sim, no Estado do Rio um governo operante. Um governo, que com desvelo e carinho se dedica aos seus e para provar isso basta passar os olhos no organograma administrado pelo casal Matheus Garotinho. Ele está fixo no Portal do Governo do Estado na internet e atende pelo nome pomposo de “Portal do Cidadão”.
Lá estão 32 secretarias de estado, todas elas com secretários efetivos, subsecretários, assessores e chefes de departamentos. É de tal forma grandiosa a estrutura que não há espaço útil num jornal inteiro para falar dela. Por isso, o faço por amostragem.
O Gabinete Civil conta um secretário de estado, seis subsecretários, um diretor-geral de Administração e Finanças, três assessorias especiais e quatro coordenadores. Um desses subsecretários coordena as empresas em liquidação, nove ao todo, que vão do BANERJ a um troço esquisito chamado de SERVE (Empresa Estadual de Aviação).
Depois do Gabinete Civil, temos a Secretaria de Integração Governamental, onde um secretário de estado, dois subsecretários e um diretor-geral de administração e finanças dizem presente! A Secretaria cuida também da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos, que abriga cinco conselheiros, dois superintendentes e um ouvidor; além de empresas com um imenso lastro de cargos de diretorias e departamentos.
A Secretaria de Governo e Coordenação, onde está o governador de ontem, que, por ordem inteligente de sua esposa, veio em silêncio da Secretaria de Segurança Pública para comandar o trabalho de treze subsecretários, três superintendentes e quinze administradores regionais, que fazem frente aos subprefeitos da prefeitura do Rio de Janeiro.
No seu arco de comando, o senhor Anthony tem ainda, a Fundação Nacional do Norte-Fluminense, com um Presidente e três diretores; o Parque de Alta Tecnologia do Norte Fluminense e quinze superintendentes regionais, que dividem entre si e em nome do chefe, o território político do Estado.
Para quem queira saber onde o senhor Anthony Matheus guarda os seus correligionários e amigos que perderam eleição ou deixaram os governos municipais, deixo o trabalho de visitar o espaço “Portal do Cidadão”. Mas, posso adiantar que o senhor Anthony tem por seus amigos e correligionários o mesmo apreço que o presidente Lula tem pelos seus.
Para descobrir como são semelhantes o presidente Lula e o senhor Anthony, é interessante juntar a esta pesquisa, uma outra que fale das despesas do governo do estado com publicidade e demonstra como o casal Matheus se portou nas eleições municipais.
Por isso nem Lula, nem Garotinho têm tempo ou dinheiro para cuidar da Segurança do Rio.
Fonte: www.denisefrossard.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário