23 de jul. de 2005

Acorda Meu Brasil!

A sensibilidade do povo brasileiro está à flor da pele.
A mídia na globalização mostra sinais de preocupação.
O clima no país é de revolta contra mais carga na imoralidade pública e privada.
Não há como estancarmos contra a avalanche que desaba, não sobre o PT, mas contra tudo e a todos.
Aos de mais idade, isso não novidade, mas o desplante cresceu em muito nos gloriosos do poder.
O eleitor já não sabe em quem confiar.
Vira dia e toma mais escândalo. Coisa nova? Não, bem antiga, porém com requintes de que algo está mal e choca a Nação Brasileira.
Ouvi de um amigo “tudo farinha do mesmo saco e a Justiça é conivente”.
É preciso que se interfira de uma vez, sem partidarismo, sem vinganças, sem nepotismo e com muita disposição, para acabar de vez com essa encardida pecha nos ombros da Pátria.
Nossa história mostra quantos erros, escamoteações, hilárias figuras das nossas redenções libertárias, quantos pseudolibertadores foram sugados na tragicomédia do patriotismo pelos louros da vitória e o manto do poder.
O Brasil já passou por monarquias, ditaduras, parlamentarismo e se firma na democracia. Mas se essa é a melhor, então que seja adequada da maneira mais servil, honesta e competente.
Possuímos gente de valor que deseja um país melhor em contraste com falácias, verborragias de vendas, artifícios de beócios, ladravazes de cofres públicos, privados, pessoais e os direitos dos que realmente trabalham, são jogados como folhas mortas ao relento.
Há de se ter um mínimo de decência ou inocência.
Impossível manter-se esse potentado brasileiro à mercê da corruptela e malversação.
País que não tem justiça é como nave à deriva.
Esse açodamento insistente nos brasileiros decentes é um vírus que inocula o descrédito nos crentes da Revolução Francesa.
Será que haveremos de criar novas guilhotinas?
Ah! Meu Brasil, por quê fazem isso contigo?
Tu que tens uma extensão onde vivem bondosos inquilinos que amam tuas terras, tua natureza, cantas hinos de esperança, liberdade e igualdade, e sorriem ainda que tristes aos espectros anunciados.
Brasil não é terra de ninguém e sim o celeiro do mundo.
Faz tremular tuas Bandeiras, exulta sobre os que pisam no teu solo que não perdoarás tais ofensas; bane os de péssimos caráter; dai abrigo aos que almejam ver teu símbolo auriverde correr em nossas lágrimas e sangue, perdoando pecadores e abutres.
E verás que teus filhos não fogem à luta!
(AA)
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