Navegar na internet, ver tv ou sair à rua está se tornando uma panacéia, não só pelos emails que recebo, mas por tudo que vejo e leio.
A convulsão social dantes morosa no comunicar, hoje não, é no clique, no girar dial, clique de controle remoto ou mesmo numa caminhada.
As coisas estão aí mesmo. Será que é possível mudar tudo isso? Mas como, se os políticos por nós outorgados, estão fazendo ou não vista grossa. As pessoas de índoles ruins, ante os exemplos de descaso, insensibilidade ou até maquevialismo, deixaram a corda solta. Fala-se muito de segurança, de aprisionar, de justiça, enfim, o clamor está sufocante e não vemos nada vir de ou ao encontro.
As pessoas estão encurraladas. Não há mais como se esconder. Os lugares longinquos já não são tão calmos. A turbulência qual um vento, chega e assoma. Prender, julgar (?), não vai adiantar. Precisaríamos de uma Amazônia para enorme presídio ou instalarmos câmaras da morte.
Está aí o tal de desarmamento. Mas e as armas brancas, a violência em forma de crianças, bandidos armados e bem a afrontar tudo aquilo que pensamos ser policialesco.
A Ciência trabalha, tecnologia progride, indústria tenta alimentar milhões de bocas, os campos estão vazios sem falta de mão-de-obra, a cegueira do capitalismo dominou mentes por força de sobrevivência.
Na tv de ontem vi arma de poder de paralização. Dizem apenas estancar pessoas, e com códigos. Será mesmo? Será que já não estamos mercê dessa coisa no futuro?
O poder político no país, sem bandeiras tá, tá afligindo países vizinhos. As vaias, passeatas começam a incomodar e ele, o trabalhador, encontra dificuldades no ir e vir, ante o vulto das passagens, da via crucis do dia a dia, enquanto os tais de governos dizem que tá tudo bem, que administram, que prestam assistência social, que se preocupam com a fome, com a educação, com a moradia, os campos, o emprego... não sei não, será que estão a dar volta por ou para cima?
Outubro está aí, os políticos e até o Lula se arranca na mídia a tamparem com peneira o descalabro de pessoas incompetentes, no nepotismo ou nepetismo, deixando pessoas capazes minguarem no suborno de salários-mínimos.
E o Povo Brasileiro reaje como?
AA
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