26 de mai. de 2005

Não permitamos!

A convivência entre os humanos é uma das mais trabalhosas e preocupantes.
Há os pelo aculturamento, pesquisas científicas, valorização de terras, a preocupação com a poluição do meio-ambiente, o tratamento descrescente de assistência social, e o mais importante, a geração de empregos.
Nesse prisma, todos a ele deveriam se dirigir, base da DIGNIDADE e que fortalece um país.
Temos nossas bibliotecas e encontramos o rodízio das idéias, suas execuções e a preparação de um futuro.
Encontramos homens e mulheres que se tornaram dignos de ser brasileiro, dos que deram as costas às inverdades e desonestidades, calaram por decência e respeito, brigaram por lídimos ideais, deram sangue e vida a fim de que aos que representava, pudessem ter a condição humana.
Mas as populações crescem, e com elas, as dificuldades aumentam mesmo que as arrecadações cresçam. O povo se vê encurralado entre saber o que é Direito e Dever. Resta a ele apenas as ações e palavras de seus ascendentes.
O acreditar nos homens de hoje é perigosamente arriscado. Como um pagão ao aceitar palavras de um chamado "livro santo", ele mira os profetas nos olhos, encara suas ações, e volta-se totalmente à Intervenção Divina.
O que resta de socialização aos humanos?
A Lei, a Constituição, Direitos e Deveres são ou não para todos?
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Era uma vez um grande samurai que vivia perto de Tóquio. Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulo, apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama. O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais. Durante horas, fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se. E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma.
Só se você permitir...
AA

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