Falar do Império Romano é reviver História, e dela tirar conceitos e aprendizados.
Na península itálica, 3 tipos de populações (gregos, italiotas e etruscos) dedicaram toda a sua economia ao agro-pastoril. O regime era de patrícios e plebeus. Os primeiros, donos de terra, a outra casta, de pequenos proprietários, artesãos e comerciantes.
É óbvio que o aumento urbano sempre foi marca nas civilizações, e lá não foi diferente. Os problemas sociais tinham já o modismo da escravidão.
Sem emprego ou terras rumaram a Roma. Tal como cá no Brasil, o imperador criou a Política do Pão e Circo: gladiadores e divertimentos.
O panorama econômico-político era crítico demais, pois luxos e investimentos em exércitos, causou diminuição agrícola e tributos.
E aí começou a decadência e um passo ao início da Idade Média.
Da lição entendemos que sem agricultura e o devido escoamento por redes de malhas; subsídios bem aquiescíveis à uma massa sujeita às intempéries; fomento obrigatório às escolas, a essa e futura gerações melhorem erros do passado; que a mentalidade partidária seja extinta e, coesos, somente impere o Respeito ao Povo e à Sua Dignidade.
Todo e qualquer policiamento deveria estar nas mãos da Justiça e das Fôrças Armadas, no propósito de melhor educar e adequar cidadãos no Dever à Pátria.
E por fim, todo e qualquer cidadão deveria ter o direito de galgar posições em todas as suas ocupações, através de concursos, pondo fim as desigualdades, numa Nação onde sempre tivemos pessoas de grandeza internacionais.
Acho que a cultura, o bom ensino e o amor desvelado ao Brasil, deva ser acrescido à Ordem e Progresso, pois se assim não for, entraremos numa decadência vingativa, intrigante e danosa. Seremos colonizados historicamente.
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