23 de mai de 2017

Nós, culpados, apenas assistimos sem mala.

 photo semnada_zpsgxjbwt16.jpg • Risco de derrota no STF dita mudança de estratégia de Temer. Recuo em relação a pedido no Supremo ocorre após governo avaliar que decisão desfavorável no plenário poderia decretar fim do governo. 
• STF pode decidir possibilidade de diretas para presidente. Barroso liberou para pauta ação que discute o que ocorre em caso de vacância. O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, libera para julgamento uma ação que trata da possibilidade de realização de eleições diretas em caso de vacância do cargo após dois anos do início do mandato. O caso deve ser julgado com outra ação direta de inconstitucionalidade que tramita na Corte, e foi movida pela PGR. 
• Políticos e juízes surgem como opção em caso de saída de Temer. Aliados e adversários de Michel Temer já discutem nomes para uma eventual eleição indireta caso o presidente não consiga manter o cargo. 
• O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anuncia que a reforma da Previdência começará a ser votada no plenário entre 5 e 12 de junho. Por se tratar de uma mudança na Constituição, a proposta precisa passar por duas votações no plenário e, para ser aprovada, precisa de pelo menos 308 votos favoráveis. 
• JBS é suspeita de haver planejado meticulosamente sua saída do país. Apenas 20% da JBS de Joesley e Wesley ainda estão no Brasil.
• Líderes decidem focar em CPI Mista para investigar JBS. 
• O deputado afastado Rodrigo Rocha Loures entregou a mala com R$ 500 mil na sede da Polícia Federal em São Paulo (SP), segundo a Folha de S.Paulo. 
• Dos umbrais, sempre aparece! Pelo Twitter, Marina Silva defende cassação da chapa Dilma-Temer no TSE. 
• PF investiga ex-governadores do DF por fraudes de R$ 900 milhões. Ação, que mira em Agnello e Arruda, apura superfaturamento na reforma do estádio Mané Garrincha. Também o ex-vice Tadeu Fillippeli é alvo de mandado de prisão. 
• Gravação não pode ser levada a sério, diz perito de Temer. 
• Partidos pedem cassação de Rocha Loures, ex-assessor de Temer. 
Se demorar, podemos voltar para a recessão. Para o economista Mendonça de Barros, situação atual do Brasil pode resultar em um trimestre perdido. 
• A delação que é um escândalo. A delação premiada do empresário dono da JBS é escandalosa, e não só pelos crimes relatados; as histórias que a cercam são de enorme gravidade. 
• No mês seguinte à abertura de seus dois primeiros inquéritos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB), voltou a ser inserido no enredo das delações da Operação Lava Jato. Com R$ 1,3 milhão doados pela JBS, registrados na prestação de contas oficial de sua campanha de 2014, Renan Filho foi citado pelo diretor da empresa, Ricardo Saud, como destinatário final de parte do montante de quase R$ 10 milhões em propina enviada através do delator ao senador Renan Calheiros. 
• Um em cada três parlamentares eleitos no Congresso teve dinheiro da JBS. Planilha entregue pela empresa mostra todos os 166 deputados e os 28 senadores que receberam dinheiro durante a campanha de 2014. Parlamentares receberam mais de R$ 107 milhões da JBS, segundo delação. Planilha entregue à PGR e ao STF mostra que um em cada três congressistas foi financiado pela JBS. PSDB, PP, PT, PR e PMDB foram os mais contemplados em valores totais. Lista inclui Aécio, Eunício e Rodrigo Maia. 
• Trancafiado em casa, Aécio esbraveja contra a PGR; Delação cita publicidade como propina a Aécio. Documentos comprovam venda de prédio para JBS que teria servido para dissimular dinheiro para senador; dono nega; Janot volta a pedir a prisão preventiva de Aécio Neves. Procurador-geral da República pede que o ministro do STF Edson Fachin reconsidere sua decisão e, caso não o faça, que o plenário analise o tema. 
• Lula é denunciado e pode se tornar réu pela sexta vez. Lava Jato denuncia Lula por corrupção e lavagem no caso do sítio de Atibaia. Acusa o petista de estruturar, orientar e comandar esquema ilícito de pagamento de propina em benefício de partidos, políticos e funcionários públicos com a nomeação de diretores da Petrobrás orientados para a prática de crimes
• PEC das eleições diretas não deve sair logo, admite autor. Edição desta terça-feira, 23, continua a debater a crise política no governo Michel Temer. Enquanto o presidente traça algumas estratégias para se manter no poder, diversos partidos e lideranças já discutem como a possível vacância no mais alto posto da democracia brasileira poderá ser preenchida. E de que maneira o processo será conduzido pelo Congresso. 
• BC colocará auditor no Original a partir de hoje. Decisão visa a facilitar troca de informações com a instituição, que é fruto da união dos bancos JBS e Matone. O Banco Central colocará a partir de hoje (23) um auditor no banco Original, da holding J&F, controlada pela família Batista, que terá livre acesso à instituição. O anúncio de sua chegada foi feito a funcionários do Original hoje em meio a um clima de insegurança após as delações da JBS. O auditor integra a equipe de supervisão do BC e olhará o banco como um todo. A decisão visa a facilitar a troca de informações entre o Original e o regulador, aproximando as duas pontas. Uma fonte com conhecimento em procedimentos regulatórios diz que a medida é apenas uma prudência por parte do regulador. Não haveria, assim, nada preocupante no banco para supervisão. 
• Para Planalto, OAB pediu impeachment com rapidez para não perder protagonismo. 
• Crise política ameaça saque das contas inativas do FGTS para nascidos de setembro a dezembro. MP que autoriza retiradas perde a validade no dia 1º de junho e pode não ser votada a tempo. 
• Agência de risco sinaliza rebaixamento da nota de crédito do Brasil. 
• Ações da JBS derretem na Bolsa e registram queda de mais de 30%. Investidores se desfazem de papéis por conta de notícias de corrupção e continuidade dos negócios. 

• O Antagonista.
1. Lula desembarca hoje em Brasília. Segundo Ricardo Noblat, ele vai cacifar o nome de Nelson Jobim para o lugar de Michel Temer. FHC concorda com a escolha. Nelson Jobim é o melhor candidato para implodir a Lava Jato.
2. Michel Temer topou renunciar, diz O Globo. Ele só exige a garantia de que não será preso. Os cenários, segundo a reportagem, incluem indulto e asilo
3. O indulto presidencial. FHC quer todo mundo fora da cadeia. Segundo o Valor, ele tem defendido a ideia de que a saída para a crise passaria pela garantia de que Michel Temer, na eventualidade de vir a deixar o cargo, possa vir a responder à justiça em liberdade. O mesmo princípio vale para Lula, evidentemente. 
4. O presidente-tampão. Fernando Henrique Cardoso, José Sarney, Romero Jucá e Renan Calheiros articulam a renúncia de Michel Temer - com a garantia de que ele não será preso – e uma Assembleia Nacional Constituinte em 2018. Falta escolher um nome de consenso para assumir o mandato-tampão. O PMDB, de acordo com O Globo, quer Gilmar Mendes ou Nelson Jobim. O PSDB defende o nome de Tasso Jereissati. E Rodrigo Maia apoia Rodrigo Maia. 
5. A PGR tem mais grampos nas mãos. Investigadores avaliam que a relação entre Michel Temer e Rocha Loures está comprovada em outras interceptações telefônicas, feitas na fase em que a Polícia Federal passou a acompanhar o caso - a fase das ações controladas -, e que prová-la não depende da gravação feita por Joesley Batista. A PGR promete demonstrar que a mala de propina entregue pela JBS a Rodrigo Rocha Loures tinha Michel Temer como destinatário final.
Os Batistas já deveriam estar presos.
Assim que explodiram o país com a divulgação das espantosas delações, entraram no avião particular que esperava, e viajaram para Nova Iorque. Deveriam ter sido proibidos de sair do país. Pretendem lançar em Wall Street, ações de suas empresas.
Com o escândalo que atravessou as fronteiras, certamente não serão aceitos. Além do mais, devem ser recambiados para o Brasil, provavelmente já presos e responsabilizados por tudo o que eles mesmos delataram e divulgaram.
As empreiteiras roubalheiras são criminosas e indefensáveis. Mas os Batistas são ainda piores. Confessaram que corromperam mais de 1.800 pessoas, entre essas, 377 com mandato. A liberdade deles, é a confissão da cumplicidade geral. Na quarta-feira, o Supremo pode e todos têm certeza de que acabarão com essa farra da corrupção. Juntando um presidente corrupto, e bandidos que corrompem até o presidente da República.
O Banco Central e os bancos particulares.
O primeiro porque não fiscaliza, como é da sua obrigação. E os bancos privados pela cumplicidade das contas-correntes ilimitadas. Toda essa corrupção patrocinada pelos Batistas, eram pagas com cheques, excluídos apenas alguns pagamentos com dinheiro vivo.
Vou dar apenas um exemplo, público e notório. Os Batistas foram flagrados roubando os 4 maiores fundos estatais. O cálculo do prejuízo, ficou entre 6 e 8 bilhões. Um deles foi preso, fez acordo: depositaria pouco mais de 1 bilhão e 500 milhões. Fez o cheque, telefonou para o diretor do banco, comunicou o valor do cheque, concluiu: Pode pagar. Quem é que tem essa importância fabulosa na conta corrente? Fora as somas espantosas das delações. O cheque foi resgatado, solto imediatamente. E o Banco Central?
PSDB: sem Aécio, a luta entre Câmara e Senado.
Assim que o ministro Fachin afastou Aécio, a presidência do partido ficou vaga. A Câmara lançou imediatamente a candidatura Carlos Sampaio. O senado recusou, a presidência tem que ficar com um senador. Serra foi logo ao apartamento de Aécio, propondo o nome de Tasso Jereissati. Aécio não disse sim ou não.
Serra conversou com deputados, recusaram: Senador de segundo time não. Fizeram acordo: o mesmo Jereissatti, como interino.
Apartamento 2016.
Na Avenida Atlântica, bem em frente à guarita do Posto 3. Seu primeiro morador político: Magalhães Pinto, depois governador, senador, ministro. Seu objetivo era a presidência da República. Agora descobriram que o primeiro político a morar lá, foi Tancredo Neves, o edifício tem o seu nome. Foram adversários até 1960, depois inimigos. Tancredo me contou a história lá mesmo. Sem aspas mas tudo relato dele.
1960. Eu era candidato a governador pelo PSD. O adversário, Magalhães Pinto, pela UDN. Eu tinha 70 por cento nas pesquisas populares, e quase a mesma coisa dos deputados estaduais. O deputado José Maria Alckmin, do meu partido, abriu cisão, inesperadamente todos os meus votos desapareceram. Nunca mais falei com Magalhães.
Agora o complemento do repórter: Tancredo Neves só foi governador em 1982. E a história que todos conhecem: a presidência sem posse. 
Moodys - JBS.
A agência rebaixou a nota da corrupta empresa no Brasil e de uma subsidiaria nos EUA. E já está encontrando dificuldades de negociar a holding da FBS em Wall Street. E estão convencidos que exageraram com o espetáculo televisivo da E que pagarão um preço alto pela delação. Temer não escapa, mas não será preso. Os irmãos Batista, que não têm cargo, pagarão com a liberdade. Por muito tempo.
Maluf 32.
Será julgado hoje. Todo esse tempo negando que tivesse dinheiro no exterior. E sem poder viajar com medo da Interpol. (O mesmo que acontece com o corrupto Marco Paulo, presidente da CBF). As grandes avenidas de SP, se chamam de marginal, em lembrança de Maluf.
Impeachment de Temer.
Rodrigo Maia tem dito a amigos e não amigos: Vou arquivar todos os pedidos contra Temer. O da OAB nem vou abrir. Aprendeu isso com o parceiro, Eduardo Cunha. O filho de Cesar é mais tolo do que o pai. Não percebeu que a expulsão de Temer não se dará por essa forma. 6 meses de tramitação? Temer adoraria isso.
Última notícia do dia.
E a mais importante. O Supremo Tribunal que amanhã iria investigar a participação de Michel Temer no escândalo da corrupta FBS, desmarcou ou melhor, prorrogou sem data marcada. É a mais absurda, estranha, incompreensível decisão. O que se sabe: o Supremo quer ver primeiro a perícia do gravador.
Isso não tem a menor importância. O fundamental: onde se realizou o encontro, ou melhor, os encontros, Joesley disse que foram mais de 20, Temer não desmentiu. O segundo e último ponto para esclarecimento dos fatos: os Batista assaltaram o palácio ou estavam lá como convidados?
Esclarecidos esses pontos, o país estará no caminho das soluções. Mas o Supremo tem uma forma nova de resolver problemas: abandonando-o. (Helio Fernandes) 

Aliados cozinham Temer à procura do Plano B.
O derretimento político de Michel Temer deflagrou em Brasília um enredo novo. Os aliados do Planalto passaram a tratar Temer como chefe de um governo que chegou ao fim com o presidente ainda no cargo. Nesta terça-feira os caciques governistas se esforçarão para reativar as votações no Congresso. Mas fazem questão de dissociar a iniciativa da estratégia concebida por Temer para passar a impressão de que ainda preside.
Não devemos deixar o país degringolar em função de uma crise de governo, disse Tasso Jereissati, presidente do PSDB. Estamos avaliando a situação do governo separadamente. Agripino Maia, presidente do DEM, ecoou: Os três poderes precisam funcionar. O Judiciário faz o seu papel. O Executivo precisa fazer o dele. A nós cabe colocar o Legislativo em funcionamento. Faremos isso em nome do interesse do país, que não pode ser paralisado pela crise.
No momento, os governistas parecem menos preocupados com Temer e mais ansiosos por encontrar uma saída que os redima do fiasco de ter subido numa ponte com aparência de pinguela sem ter um plano de contingência. O Plano A era trocar Dilma Rousseff por Temer e aprovar no Congresso reformas que reacendessem as fornalhas da economia. Reativado o PIB, os apologistas do governo seriam os primeiros a se beneficiar eleitoralmente da volta do crescimento.
A delação da Odebrecht indicou que era ilusória a ideia de que Temer seria um presidente em condições de dirigir os rumos do país nesta ou naquela direção. Ficou claro que lhe faltava uma noção qualquer de ética. A delação da JBS teve para Temer o peso de uma lápide. Grampeado pelo delator Joesley Batista, o pseudo-presidente tornou-se personagem de uma história fantástica, passada num país à beira do imaginário. Uma história bem brasileira.
Aliados em geral -PSDB e DEM em particular- puseram-se a matutar: O Plano B era, era, era… Perceberam que não havia um Plano B. Abraçado ao PMDB sem projetar uma saída de incêndio. Agora, improvisam um Plano B em cima do joelho. Consiste na repetição do Plano A, só que com outro cúmplice no papel de presidente. Falta-lhes consenso quanto ao nome ator substituto a ser escalado para salvar as aparências até a eleição de 2018. Por isso, cozinham Temer por mais algum tempo.
Ficou fácil identificar os apoiadores de Temer no Congresso. Eles estão nas rodinhas em que as conversas terminam sempre em especulação sobre os nomes dos hipotéticos substitutos de Temer.
As menções a Henrique Meirelles chegam acompanhadas do aviso de que o ministro da Fazenda já trabalhou para a J&F, holding que controla a JBS do delator Joesley Batista. Nelson Jobim? Virou banqueiro, sócio do BTG Pactual. Rodrigo Maia? É o Botafogo das planilhas da Odebrecht. FHC? Não tem mais idade. Tasso Jereissati? Irrrc… Cármen Lúcia? Vade retro!
A esse ponto chegou o país. Temer, como um disco arranhado, repete incessantemente: Não vou renunciar. Na sua penúltima manifestação, veiculada nesta segunda-feira pela Folha, o suposto presidente acrescentou: Se quiserem, me derrubem. Seus aliados avaliam que talvez não seja necessário empurrar.
Os pajés da aldeia governista enxergam Temer como uma espécie de cocheiro de diligência que deixou as rédeas dos cavalos escaparem de suas mãos. Pode espatifar-se a qualquer momento. No dia 6 de junho, por exemplo, quando o Tribunal Superior Eleitoral retoma o julgamento sobre a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer. Isso, evidentemente, se até lá não for encontrada no interior da diligência desgovernada a mala com R$ 500 mil que a JBS entregou a Rodrigo Rocha Loures, o ex-assessor que Temer credenciou como interlocutor junto a Joesley Batista, o falastrão. (Josias de Souza)

Precisamos de um bobo da corte presidencial.
Se um dia viermos a fazer uma reforma política digna do nome, sugiro que seja criado oficialmente o cargo de bobo da corte presidencial.
Ele não precisa ter um gorro de guizos ou levar alegremente pontapés no traseiro. O seu ponto em comum com os bobos da corte medievais seria apenas o de dizer a verdade ao presidente da República.
Era para isso que serviam também esses abnegados servidores públicos na Idade Média e no começo da Era Moderna: dizer ao rei as verdades que os áulicos não tinham coragem (ou o interesse) de pronunciar. Se Michel Temer contasse com um bobo da corte, talvez percebesse o ridículo das suas declarações a respeito do encontro com Joesley Batista.
Presidente, o senhor vai mesmo afirmar que recebe clandestinamente até intelectuais na garagem do Palácio do Jaburu, na calada da noite? Lorota, lorota, lorota!, diria o bobo da corte, dando uma cambalhota (habilidades circenses permaneceriam essenciais para a função).
O senhor vai mesmo afirmar que não imaginava que um empresário como Joesley Batista estava metido em esquemas de corrupção? Lorota, lorota, lorota!, continuaria o bobo da corte, dando um salto mortal (talvez não seja uma má ideia o uso de um gorro de guizos nas piores crises).
Os bobos da corte teriam a obrigação de dizer a verdade ao presidente da República e de gravar tudo abertamente - com gravador profissional, ao contrário do usado por Joesley Batista, para não dar margem a laudos de peritos da Folha de S. Paulo. Uma vez por semana, os registros do bobo da corte iriam ao ar em cadeia nacional.
Como escolher o bobo da corte? Por eleição, ora. Ele integraria a chapa dos candidatos ao Planalto e, durante a campanha, deveria ter absoluta liberdade para debochar de todas as mentiras que os seus companheiros contassem. O candidato a bobo da corte seria o grande diferencial para o eleitor fazer a sua escolha.
Em Pantagruel, François Rabelais escreveu: Vocês sabem quantos príncipes, reis e repúblicas foram salvos, quantas batalhas vencidas, quantas situações de apuro foram solucionadas pelo conselho, opinião e profecia de bobos? Não preciso refrescar a vossa memória com exemplos. Aceitem o fato como incontestável.
Aceitem o fato como incontestável, brasileiros. Precisamos de um bobo da corte presidencial. (Mario Sabino)

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