17 de abr de 2017

Todos usam caixa 2, escabroso...

 photo oaposentar_zpszs0nd0zw.jpg • Vacinação contra gripe começa nesta segunda-feira. A campanha deste ano inclui, pela primeira vez, os profissionais de educação no grupo prioritário. 
• PF indicia alvos da Carne Fraca, entre eles nomes da BRF e JBS. Relatório parcial entregue à Justiça Federal aponta organização criminosa infiltrada no Ministério da Agricultura do Paraná e Goiás. 
• Lá é mais rápido. Como saiu aqui, deve ficar pronto, esta semana, o acordo de leniência da Odebrecht... nos EUA. 
• Maioria dos inquéritos no STF vai apurar achaque. Em 40 das 76 investigações abertas a suspeita é de que políticos exigiram propina para beneficiar a empresa. 
• Repasse ilícito se manteve mesmo com Lava Jato. Emílio Odebrecht diz que pagamentos só pararam um ano e três meses depois. 
• PGR e PF discordam em acordos feitos com delatores. Delação premiada de Duda Mendonça é o grande exemplo do cabo de guerra. 
• Reforma da Previdência não põe fim a privilégios de algumas categorias. Uma série de categorias continuará a ser privilegiada com regras mais brandas, como políticos e servidores. Idade mínima de 65 anos para mulher não é alterada. Relator da reforma da Previdência afirmou que essa questão é o ponto mais alto da PEC. Mudanças na reforma devem reduzir economia em R$ 200 bi. Temer afirmou que é melhor ter acordos a não ter nenhuma redução no déficit da Previdência. 
• Defesa de Dilma usará entrevista de Temer como prova no STF.
• O administrador e as ingerências já! Marcelo Crivella pagou R$ 3.010.000 para a Fundação Getúlio Vargas (FGV) fazer aquele relatório que veio a público no evento que marcou os cem dias da atual administração carioca. O documento diz que Paes entregou a Crivella uma prefeitura quebrada. Com este dinheiro, dava para... deixa para lá. (AGoes) 
• Deputados vão apoiar fim do imposto sindical. Presidente Temer entendeu a posição dos deputados e decidiu se alinhar a essa mobilização. 
• Banqueiro Daniel Dantas quer reabrir briga da Brasil Telecom. Banqueiro diz que esquema do governo petista provocou sua retirada da empresa. 
• Os ganhos com o saneamento. Benefícios só serão alcançados se os administradores públicos tiverem consciência da urgência de estender a rede de saneamento básico. 
• Odebrecht descontava propina de bônus de executivos. Funcionários que não negociavam pagamentos irregulares eram mais premiados por resultados, afirma ex-executivo da empreiteira. 
Generalização é a salvação dos canalhas. Ex-ministro do STF, Célio Borja alerta para o fato de as delações da Odebrecht serem tomadas como verdade absoluta
• A conta da Odebrecht em Santa Gertrudes. Para manter contratos de saneamento, empresa deu R$ 180 mil à eleição municipal, segundo delator. 
• Lava Jato mira obras na gestão Kassab em SP. Levantamento foi solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizado pelo ministro Edson Fachin, do STF. 
• Delator ligou 32 vezes para Padilha em datas próximas a pagamentos de propina. José Carvalho apresentou registro da planilha do Drousys - software que era utilizado para organizar e gerenciar o pagamento de propina. 
• Depois das delações, parlamentares veem cenário para 2018 como ‘uma incógnita. Antes de tratarem das reformas na reunião, parlamentares discutiram o impacto político das delações da Odebrecht. Acham que o cenário de 2018 se transformou numa completa incógnita. (Estadão)
• O Antagonista.
. # A semana dos réus. Nesta segunda-feira, o juiz Sergio Moro vai interrogar João Vaccari Neto e Renato Duque. Os depoimentos que realmente importam, porém, serão prestados amanhã (João Santana e sua mulher) e na quinta-feira (Léo Pinheiro). É uma semana decisiva para a Lava Jato e para o comandante máximo da ORCRIM. 
. # Guerrilheiro petista nos aeroportos. As empreiteiras formaram um cartel para ganhar os aeroportos. Benedicto Junior, em depoimento reproduzido pelo G1, disse que o cartel foi organizado pelo presidente da Infraero Carlos Wilson. Como contrapartida, Wilson exigiu o pagamento pelas empresas de 3% do valor dos contratos para o PT e o PTB. A propina destinada ao PT foi paga a Delúbio Soares, que tinha o codinome Guerrilheiro, segundo o empreiteiro. Isso confirma mais uma nota publicada por O Antagonista. Veja aqui: Delúbio Soares foi denunciado ontem pela Lava Jato. Ele será denunciado novamente quando os delatores da Odebrecht explicarem que seu codinome - Guerrilheiro - aparece nas planilhas clandestinas da empreiteira por causa de contratos da Infraero.
. # O PT sabe que Lula se danou. Um dirigente do partido disse a Gerson Camarotti: Muito mais do que a questão jurídica, o que preocupa é o impacto dessas delações no capital político de Lula. Isso pode criar uma sangria na própria militância petista
. # O Valor procurou petistas históricos dispostos a condenar Lula. Só encontrou um: Paulo Delgado. Ele disse: A relação de Lula com Emílio Odebrecht é de bajulador. Ele disse também: Lula demanda uma atenção exagerada para si, um comportamento típico de líderes tradicionais da esquerda, como Stálin e Mao Tsé-Tung. Líderes que fracassaram. Lula é lulista, não é petista. Mas o PT é maior que Lula. E em seguida: Lula deve ao Brasil um período de silêncio, para que a sociedade possa refletir sobre o que aconteceu
. # O valor do pragmatismo. Tarso Genro é pragmático ao responder se acredita que Lula tem condições de ser candidato em 2018, diz o Valor. E qual é sua resposta pragmática, de acordo com o jornal? Se Lula não puder ser candidato, as eleições presidenciais de 2018 carecerão de legitimidade.
. # A propaganda é a alma do negócio. A propina de 3 milhões de reais que Aldemir Bendine recebeu após achacar a Odebrecht foi entregue num flat em São Paulo, diz Lauro Jardim, em O Globo. O dono do flat é Antonio Carlos Vieira da Silva, dono da Arcos Propaganda, conduzido coercitivamente há um ano pela Lava Jato, na operação Xepa. Releia o que publicamos sobre o assunto: 
. A Xepa e a propina na propaganda. Os portadores da Odebrecht levaram 3 milhões de reais ao apartamento de um dos diretores da Arcos Propaganda. A Arcos Propaganda atende às contas do Ministério da Cultura, de Furnas e da Hemobrás. Fatura mais de 40 milhões de reais ao ano com o governo de Dilma Rousseff. 
. A agência de propaganda do BNDES na Xepa. Demos a ficha da Arcos Propaganda, que foi citada na Xepa. Dissemos que ela tem as contas do Ministério da Cultura, de Furnas e da Hemobrás. Mas não é só isso. Ela tem também as contas do SENAI, da prefeitura petista de Garulhos e da Invepar. Ela já atendeu o BNDES, o banco preferido da Odebrecht. 

• Plebiscito dá superpoder ao presidente da Turquia. Erdogan poderá, entre outras medidas, nomear juízes e aprovar o orçamento. Oposição turca denuncia fraude e pedirá recontagem dos votos. Opositor, Partido Republicano do Povo (CHP) afirma que o governo manipulou a votação que deu superpoderes a Erdogan. Partidários de Erdogan exibiram foto do presidente durante manifestação em Istambul. 
• Vice dos EUA diz que acabou a paciência com a Coreia do Norte. Provocação nuclear. Paciência estratégica com Pyongyang acabou, diz vice-presidente dos EUA. Mike Pence afirmou que Washington derrotará qualquer tipo de ataque
• Plano de fuga é mantido por embaixada brasileira em Seul. Sigiloso, documento organiza saída de 1.200 cidadãos do Brasil cadastrados. 
• Embaixadora se torna rosto da política externa de Trump . Nikki Haley, representante na ONU, tem sido porta-voz frequente do governo. 

Ritmo do caso Odebrecht depende da Procuradoria, dizem ministros do STF.
Antevendo a pressão que o Supremo Tribunal Federal deve sofrer para apressar o julgamento dos 76 inquéritos decorrentes da megadelação da Odebrecht, magistrados que integram a Corte alertam: na fase atual, o ritmo depende essencialmente da Procuradoria-Geral da República. O blog ouviu dois dos 11 ministros do Supremo. Ambos potencializaram o papel do procurador-geral Rodrigo Janot e dos procuradores que compõem a força-tarefa da Lava Jato em Brasília.
Um dos ministros explicou: As pessoas têm a impressão de que a demora se deve ao Supremo. Não é bem assim. Na fase atual, o trabalho envolve a produção de provas. E isso está por conta da Procuradoria que, por sua vez, depende muito da eficiência da Polícia Federal. O outro magistrado ecoou: Nesta etapa dos inquéritos, o papel do Supremo se restringe a autorizar procedimentos e diligências requeridas pelo procurador-geral. Algo que o ministro-relator costuma fazer rapidamente.
O relator da Lava Jato no Supremo é o ministro Edson Fachin. Ele herdou a função de Teori Zavascki, morto num acidente aéreo. Os colegas enxergam em Fachin um perfil semelhante ao de Teori. A exemplo do antecessor, Fachin tende a autorizar a grossa maioria das requisições feitas pelo procurador-geral. Nos próximos dias, choverão sobre sua mesa pedidos de diligências, de oitiva de autoridades de quebras de sigilos bancário e fiscal…
Os ministros realçaram as diferenças entre o mensalão e o petrolão. No escândalo anterior, 40 pessoas foram investigadas, denunciadas e julgadas num mesmo processo. Que consumiu cerca de oito anos entre a abertura do inquérito e a condenação dos culpados pelo plenário do Supremo. No escândalo atual, pelo menos três vezes maior que o anterior, a colaboração da Odebrecht elevou o número de inquéritos para 113. Sem mencionar as cinco denúncias que o Supremo já converteu em ações penais.
A atomização dos processos fará com que alguns caminhem mais rapidamente. Outros talvez flertem com a prescrição dos crimes. Daí a relevância do trabalho da Procuradoria e da Polícia Federal. Os dois órgãos correm contra o relógio para vencer o desafio de produzir em tempo aceitável provas que corroborem as palavras dos delatores.
Outra diferença entre os dois escândalos é que os acusados do petrolão serão processados na Segunda Turma do Supremo, não no plenário. Têm assento nesse colegiado apenas cinco dos 11 ministros da Corte. Além de Fachin, Celso de Mello, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Apenas nos casos que envolvem chefes de Poder -Eunício Oliveira, presidente do Senado, e Rodrigo Maia, presidente da Câmara- a encrenca será transferida para o plenário do Supremo.
Em tese, a concentração na Segunda Turma joga água no moinho da celeridade. Entretanto, o blog apurou que falta unidade ao colegiado. O que pode arrastar certos julgamentos. Mas esse problema só deve se materializar nas fases posteriores do processo. Vencida a etapa dos inquéritos, o procurador-geral decidirá se denuncia os acusados ou arquiva os processos. Se denunciar, caberá ao Supremo deliberar se as provas justificam a abertura de ações penais. (Josias de Souza) 

Odebrecht, Banco do Brasil, Lula, BNDES, estádio do Corinthians.
Vou contar pela primeira vez, a história escabrosa da construção do estádio do Corinthians. No vandalismo financeiro do levantamento dos elefantes brancos para a Copa de 2014, dominados pelas empreiteiras roubalheiras, como sempre a Odebrecht era absoluta.
Tanto as obras das Copas como das Olimpíadas, começavam 6 anos antes. (Com exceção do Maracanã, o maior crime e o maior faturamento, pois era necessário destruir um símbolo e levantar um chiqueiro. O orçamento era de 600 milhões, custou 1 bilhão e 300 milhões. Mais outros 300 milhões para o estádio ser utilizado na Olimpíada. Tudo vorazmente recebido pela Odebrecht).
Surge o Corinthians
O clube sempre quis ter o seu estádio. Depois de muitas peripécias, conseguiu o orçamento, 400 milhões. Se fixou no subúrbio distante e tranquilo de Itaquera. Teve que enfrentar a revolta e o protesto dos moradores. Conseguiu o sinal verde. Faltava o dinheiro, resolveu tratar profissionalmente, acreditaram que era assim que se resolvia.
Encurtando. Conseguiram contato com o presidente do Banco do Brasil, que se interessou, um financiamento de 400 milhões, era um bom negócio. Dependia das garantias. Levaram 1 mês. Foram consideradas insuficientes, pediram reforço, não serviu, acabou o negócio.
O BNDES substitui o Banco do Brasil
Só que aí desapareceu o profissionalismo, surgiu o interesse rasteiro. Corintiano de coração, Luiz Inácio Lula da Silva deu um toque no Marcelo, que quando soube que o estádio custaria 400 milhões e o financiamento do mesmo valor, não se interessou. Mas colocou no circuito, Benedito (Junior, executivo para essas situações).
Conversaram, Lula telefonou para Luciano Coutinho, textual: Você sabe como sou Corintiano. Vou mandar um amigo conversar com você, atende que é boa gente. Benedito foi já levou as garantias recusadas pelo BB, e aceitas tranquilamente pelo BNDES. E uma vantagem excepcional: juros de 4 por cento, quando no mercado já valiam 8 ou 9. Luciano Coutinho não era apenas prestativo, mas o máximo como servo, submisso e subserviente.
Consequência: uma parte dos 400 milhões foi reempreestrada a 8 por cento pelo executivo da Odebrecht. Foi só atravessar a Avenida Chile, o BNDES fica num lado, a Petrobrás no outro. Agora o Corinthians não paga, o BNDES não recebe maior o saque e recebe. Uma compensação: com Eike Batista foi 10 vezes maior o prejuízo. E não haverá recuperação. Devolução do dinheiro roubado.
Quem rouba da Saúde, deve ser condenado duplamente. Uma pela corrupção propriamente dita. E outra por assaltar os que mais precisam de recursos, em situação de dificuldade extrema. Comecei a escrever sobre o assunto quando roubaram em SP, o dinheiro da merenda escolar. Lembrei sempre do genial informante dos repórteres do Washington, que desvendaram o escândalo de Watergate, que derrubou o presidente Nixon: Sigam o dinheiro.
No mensalão, na Tribuna, e no petrolão aqui neste blog, passei a defender a devolução do dinheiro acumulado ilegitimamente, como forma de punição exemplar. Agora que jornais e televisões fazem levantamento a respeito de fortunas acumuladas por políticos, é bom lembrar. Nunca tiveram emprego particular, sempre fizeram e fazem política. Portanto, tudo que receberam e recebem, vem do contribuinte, está sujeito a devassa e devolução.
A enorme fortuna do médico Sergio Cortes
Estranhíssima. Surpreendente. Inesperada. Médico do serviço público, era elogiadíssimo pelos luminares da medicina. Dedicadíssimo, chegava a trabalhar 12 e até 15 horas por dia, sem reclamação. Morava num casebre caindo aos pedaços. Convidado para secretário de Saúde de Cabral, foi saudado na posse, como intolerante com a corrupção. Mudou inteiramente de vida, mudou para um triplex, carros importados, mansões de veraneio.
A grande preocupação de Temer
É a mesma dos deputados, senadores, ministros. Sabem que este 2017 se esgotará sem cassação ou prisão, todo o ano se esgotará em investigação e indicação, nada definitivo. Mas chegará a fase em que se transformarão em réus, Antevéspera da cassação. O indireto que entrou de forma ilegal e ilegítima, não quer sair de maneira legal e direta.
Pretende vender a ideia de que não pode ser atingido por atos praticados antes de ser presidente. Nem os advogados acreditam nisso. Responde perante a Lava-Jato, por utilizar dinheiro de propina. Os maiores apanhadores do PMDB eram ele e o senador Jucá. E os dois são fartamente citados por Marcelo Odebrecht e ex-executivos.
No crime de recebimento de propina para a campanha presidencial, começaram a ser processados, logo depois da eleição, estão mantendo o maior escândalo que já houve no TSE. Já se passaram 26 meses, já devia estar cassado, antes mesmo de imaginar a conspiração com o parceiro corruptissimo, Eduardo Cunha. Temer poderá escapar em 2017, mas não poderá ver 2018 nascer. Ou morrerá politicamente com ele. Ministros imexíveis.
Miro Teixeira, deputado Federal desde 1970, condenou os 9 ministros, citados na lista do Ministro Fachin, e nem se abalaram. Querem ficar o mais tempo possível. Miro disse publicamente que devem pedir demissão. Nem pensam nisso. Consideram que serão beneficiados pela palavra que coloquei no título, entre aspas. E que foi usada no passado por Rogerio Magri, quando era Ministro do Trabalho e queriam demiti-lo.
Os 7 ministros que não têm nem prestigio nem patrocínio, tentam se garantir numa expectativa: Temer não demitirá Eliseu Padilha e Moreira Franco. Não demitindo esses 2 também não demitirá os outros. Essa é, aliás a crença geral. Mesmo porque, se optar pelas demissões, terá que escolher os substitutos na mesma base desaliada e desalinhada. (Helio Fernandes) 

Falta a revogação da Lei Áurea.
Está por dias a aprovação da chamada reforma trabalhista na Câmara dos Deputados. Reforma para tirar os últimos direitos do trabalhador, como a substituição do legislado pelo negociado. Patrões e empregados vão negociar acima e além da lei. Será a negociação da guilhotina com o pescoço. A imposição do interesse do mais forte sobre o mais fraco. Em especial quando 13 milhões de desempregados clamam pela oportunidade de trabalhar.
Trata-se de uma das mais abjetas alterações no que restou nas relações entre capital e trabalho. Ou o trabalhador aceita a redução de suas derradeiras prerrogativas ou será mandado embora. A garantia do direito ao trabalho virou fumaça. Até 1964 prevalecia a determinação de que depois de trabalhar por dez anos na mesma empresa, o cidadão adquiria a estabilidade, ou seja, apenas por falta grave poderia ser dispensado. Os governos militares também acabaram com o salário-família e a indenização por tempo de serviço.
Agora, vão-se as obrigações do empresariado, como a jornada de oito horas, as férias remuneradas e o décimo-terceiro salário. Vale mais o negociado do que o legislado, porque se o trabalhador não aceitar a proposta do patrão, nenhuma garantia terá de preservação do emprego.
Indaga-se porque a Câmara se encontra prestes a aprovar essa que parece a supressão final dos direitos trabalhistas, e a resposta surge simples: porque os deputados, salvo honrosas exceções, nada tem a ver com a classe trabalhadora. Cada um cuida de si, seus vencimentos estão garantidos conforme legislação especial. A bancada do PT lava as mãos, os demais partidos também. Até os sindicatos se omitem. Não demora muito para alguém sustentar a revogação da Lei Áurea. (Carlos Chagas)

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