28 de abr de 2017

Ordem e Progresso, chega de arruaças.

 photo mentiras17_zpsp8dpf5j4.jpg • Prazo para declarar o Imposto de Renda termina nesta sexta. 
• Número de trabalhadores sem emprego chega a recorde de 14,2 milhões. 
• Pezão pidão! Pezão diz que precisa de verba. Governador conversou com Temer sobre ajuda da PRF; STF manda arrestar R$ 244 milhões das contas do governo do Rio. 
• Balanço do Planalto é que greve geral liderada pela CUT/PT é um fiasco. Muita fumaça, pouca gente e atos de violência marcam protesto. Greve geral vira avacalhação geral com crime. Vias são fechas em capitais e sindicalistas impedem direito de ir e vir. 24 estados e o DF têm protestos em dia de greve geral contra reformas. 
• O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou não ter deixado problemas financeiros em sua administração; ele justifica a queda na arrecadação como responsável por possíveis dificuldades financeiras; para Paes, os empréstimos feitos pela prefeitura são pagáveis: Claro que são. Isso é de gestão. É preciso sentar na cadeira, se dedicar aos números, acordar cedo e dormir tarde, o que não parece ser uma característica do atual prefeito
• Câmara aprova reforma trabalhista e altera quase cem pontos da CLT. Projeto passou com 296 votos, 12 a menos do que o mínimo necessário para aprovação da reforma da Previdência. PSB, PP, SD, PMDB e PR foram os aliados que mais se posicionaram contra a reforma. Na oposição, houve apenas uma dissidência; Dos 382 deputados de partidos aliados presentes, 86 (22,5%) votaram contra o substitutivo do relator Rogério Marinho, apoiado pelo governo. A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Senado e sancionada pelo presidente para começar a valer. 
• Eunício continua na UTI, sem previsão de alta. Presidente do Senado foi internado após desmaio. 
• Senado aprova proposta que torna mais rigorosa punição aos crimes de abuso de autoridade. Restrição de direito a foro privilegiado é aprovada por senadores em primeiro turno. Por 54 votos favoráveis e 19 contrários, senadores aprovaram o texto-base do substitutivo do senador Roberto Requião, que define os crimes de abuso de autoridade. Projeto segue para aprovação na Câmara. PEC aprovada no Senado mantém para os chefes de Poderes da República o direito a julgamento em foro especial. Temer, Eunício de Oliveira e Rodrigo Maia são os principais beneficiados. 
• Alívio para investigados. Fim do foro alonga prazo de políticos investigados. Fim do foro garante a políticos o direito a inúmeros recursos. 
• Morre aos 79 anos o jornalista Carlos Chagas. Era um dos nomes mais experientes do jornalismo brasileiro. Formado em Direito pela PUC-RJ, foi professor na Faculdade de Comunicação da UnB por 25 anos. Ocupou diversos cargos em alguns dos principais veículos do país. 
• Inocência pura. Cabral admite que usou dinheiro de caixa 2, mas nega outros crimes e isenta a mulher. Adriana Ancelmo alegou que não sabia do patrimônio do marido.
• TSE encerra fase de coleta de provas da ação da chapa Dilma-Temer. 
• PGR pede intervenção federal no Tribunal de Contas do Rio. Medida busca assegurar funcionamento regular do órgão, após afastamento de 6 dos 7 conselheiros. 
• Diga sim ao fim dos Sindicatos. 
• Trump ataca Maduro: A Venezuela é um desastre. Presidente dos EUA afirmou lamentar por situação dos venezuelanos. 
• Papa Francisco chega ao Egito. Viagem acontece após atentados contra cristãos no país. Papa participa de conferência com líderes muçulmanos no Egito. Apesar de preocupação com segurança, Francisco andará pelo Cairo em carro sem blindagem. 
• 6 são presos em operação contra o terrorismo no Reino Unido. Mulher que estava em casa suspeita foi ferida por tiros da polícia. 
• Presa por corrupção, ex-presidente da Coreia do Sul não consegue advogados de defesa. Park Geun-hye sofreu impeachment após escândalo. 
• Sexto teste acontecerá, mas sem data confirmada. Sok Chol Won enfatizou que as atividades nucleares não encerrarão até que o governo de Donald Trump pare com as manobras militares e declarações consideradas agressivas. 
• Britânicos começam a se arrepender por Brexit, diz pesquisa. 

• O Antagonista: 
. # A Folha de S. Paulo informa que Renato Duque protocolou um pedido ao juiz Sergio Moro para ser interrogado novamente no processo em que é acusado de receber propina quando estava na estatal. No documento ele manifesta a vontade de colaborar com as investigações. 
.# Palocci precisa revelar destino de US$ 7 bilhões da Sete Brasil. Até o fim de 2014, quando a Sete Brasil entrou no radar da Lava Jato, a empresa já tinha enviado quase US$ 7 bilhões para 29 offshores na Holanda. 
.# Entregas de dinheiro em espécie no Instituto Lula. Os relatos de Antonio Palocci sobre a propina de Lula na Sete Brasil confirmam os fatos narrados por Renato Duque, que também está tentando fechar um acordo com a Lava Jato. 
.# A delação de Antonio Palocci criará um problema para o também delator Pedro Barusco, que foi responsável pela estrutura financeira da Sete Brasil. 
.# Alunos respondem a professores grevistas. Alunos do ensino médio do Colégio Santa Cruz, em São Paulo, divulgaram uma carta para responder aos professores que aderiram à greve geral de amanhã. É uma carta que deveria ser motivo de orgulho para os pais dos alunos e também para o colégio. Eis a carta: Carta em resposta ao corpo docente do Colégio Santa Cruz.
Em primeiro lugar, é necessário dizer que temos um profundo respeito pelo corpo docente do Colégio Santa Cruz, que realiza seu dever de nos educar de forma exemplar, e com o qual possuímos muitas ideias em comum. Reconhecemos também que foram esses professores que nos possibilitaram desenvolver as competências necessárias para entrar no debate político e sempre nos deram o espaço para exercermos nossos questionamentos. Apesar disso, seria impossível não nos posicionarmos frente ao que consideramos uma visão equivocada, com prováveis consequências catastróficas para o País como um todo.
"Após ler a Carta Aberta escrita pelos professores referente à decisão de paralisação no dia 28 de abril de 2017, sentimos a necessidade de redigir essa resposta explicitando nossa posição. Reconhecemos o direito à greve e à livre manifestação de ideias e entendemos que a Carta justifica a ação dos professores, porém acreditamos que o posicionamento contra a Reforma da Previdência seja profundamente equivocado. Além disso, a Carta passa ao largo das questões centrais envolvidas, apelando para noções generalistas de justiça social. Pauta-se em um maniqueísmo exacerbado e parte, desde a 1ª linha, do pressuposto de que as reformas propostas pelo Governo Federal são ruins para o país e, especialmente, para os mais pobres. Essa forma de pensar apenas simplifica e empobrece o debate. Com o objetivo de justificar a decisão dos professores, a argumentação esconde-se atrás de uma suposta proteção de direitos, defende a manutenção do status quo e falha em criticar aspectos objetivos da proposta de reforma. Acontece que um direito ser garantido por lei não garante o orçamento necessário para cumpri-lo. Sendo assim, a Carta defende que se mantenha o rombo crescente da Previdência. Esse rombo foi, segundo dados do próprio Governo Federal, de cerca de 300 bilhões de reais ano passado (5% do PIB), e tende a crescer conforme a população envelhece. Isso impede tanto a estabilidade fiscal como maiores investimentos em outros setores. Em um país que, falando de Previdência, estão postas duas opções: a Reforma proposta pelo Governo ou o sistema atual, defender a segunda opção é usar o discurso da defesa de direitos para, na realidade, defender privilégios. Dentre estes privilégios, há por exemplo o fato de funcionários públicos se aposentarem fora do RGPS (recebendo o equivalente a seus salários anteriores, ignorando o teto de 5.300 reais que vale para todos os outros trabalhadores). Ademais, o modelo atual permite que os mais ricos se aposentem mais cedo, já que têm muito mais facilidade para contribuir para a Previdência, criando casos absurdos e indefensáveis, como o fato de o presidente Michel Temer ter se aposentado como promotor público aos 55 anos de idade.
Não nos enganemos; ir contra a reforma da Previdência é também defender que um funcionário público continue recebendo em média três vezes mais do que um trabalhador regular (Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados), e que a média de aposentadoria no Judiciário, de 25.700 reais, não seja alterada. Dinheiro esse que poderia ser revertido para outras áreas fundamentais, nas quais o investimento governamental é raquítico, como por exemplo saneamento básico, saúde e educação.
Além disso, o Brasil já gasta uma porcentagem maior do PIB em Previdência do que a média da OCDE, mesmo sendo um país relativamente jovem. Com o envelhecimento do país, que ocorre a passos largos, segundo o IBGE, os improcedentes 13% do PIB gastos pelo Brasil só tendem a aumentar. Não obstante, o número proporcional de pessoas economicamente ativas tende a diminuir. Ou seja, enquanto a expectativa de vida só aumenta e a população em geral só envelhece, parece razoável aos professores que as regras se mantenham as mesmas.
Ao dificultar a aposentadoria por tempo de contribuição, a Reforma Previdenciária contribui para a diminuição da desigualdade no Brasil, visto que, no geral, quem se aposenta antes dos 65 anos são os mais ricos, em decorrência da dificuldade dos mais pobres de serem empregados com carteira assinada de maneira regular. Segundo o DataPrev, o valor médio concedido por tempo de contribuição é de mais de 2 salários mínimos, enquanto o concedido por idade supera por pouco a faixa de 1 salário mínimo.
A posição defendida pelos professores falha em apresentar embasamento técnico e econômico. Defender políticas públicas pautadas em ideais de justiça e defesa dos mais pobres é meio caminho andado para a irresponsabilidade fiscal. Essa irresponsabilidade fiscal, muito presente nos governos da ex-presidente Dilma, gera inflação, que pune majoritariamente os menos favorecidos. Em conclusão, parece evidente que, apesar das mudanças propostas apresentarem vários defeitos de origem, forma e conteúdo, as reformas em curso conduzidas pelo atual governo estão em geral no caminho correto de um arcabouço regulatório e legal mais moderno que reduz burocracias, fomenta crescimento e principalmente elimina privilégios construídos ao longo de décadas e que são, além de injustos, completamente insustentáveis do ponto de vista das finanças públicas." 

Contradições e incertezas da Justiça; Reforma Trabalhista; escândalo na publicidade; a mulher de Cabral.
São tantos os erros e os equívocos, temos que fazer uma seleção, começando pelo mais importante, o Supremo. Que chegou a transformar em lugar comum, a constatação, o Supremo Erra por último. Nos últimos tempos não apenas erra como também diverge, até de forma pessoal. A ponto de terem esquecido ou abandonado o tradicional data venia.
O Ministro relator da Lava-Jato, Edson Fachin, derrotado imprudentemente na Segunda Turma, sentindo o perigo, revoltado, mas elegante, fustigou-os, de uma forma tão intelectualizada, que nenhum dos 3, (Gilmar, Toffoli, Lewandowski) conseguiu entender e responder.
Ainda no Supremo. O goleiro Bruno, condenado a 22 anos, por um crime covarde, cruel e hediondo, foi solto em contradições e incertezas da justiça esperadamente, revoltando todo o país. 2 meses depois, anteontem, foi preso novamente, mas o Supremo, tão displicente, que até o momento em que escrevo, ele não sabe sequer onde vai dormir, apesar de ter se apresentado voluntariamente, assim que soube da decisão.
A mulher de Cabral, entre Bangu e a domiciliar.
Logo que foi presa, acusada por uma roubalheira sem precedentes junto com o marido ex-governador, deveriam ter providenciada a devolução de tudo o que roubou. Quase imediatamente foi beneficiada pela generosidade de uma Ministra, mandada para casa.
Ontem um desembargador, determinou que voltasse para Bangu. 2 horas depois, descobriram que houve erro, ele mesmo anulou a decisão, devolveu-a para a domiciliar.
Reforma Trabalhista.
Depois de quase 15 horas de discussão e votação, foi apresentado o resultado. 296 votos supostamente a favor da reforma e 177 seguramente contra. Todos os órgãos de comunicação, mas todos mesmo, publicaram com estardalhaço, vitória do Governo. Acertaram em cheio, a vitória foi apenas do governo, a derrota lamentável e melancólica de todos os trabalhadores. Se fossem necessários os 308 votos, exigíveis para a reforma da Previdência, os trabalhadores teriam sido salvos.
Agora, desmoralizada e desprezada a conquista que foi obtida à partir de 1932, quando foi nomeado o primeiro ministro do trabalho, os trabalhadores, entre esses, os 13 milhões que estão desempregados, foram entregues imprudentemente, à vontade de patrões sempre autoritários, a não ser, logicamente, com o presidente indireto, que comandou toda essa traição com os que trabalham, que agora dependem de acordo com os patrões.
Um acordo desleal, com o qual os trabalhadores terão que concordar, ou sofrerão as consequências. O presidente indireto não percebeu que com a sua popularidade caindo cada vez mais, ele não chegará de jeito algum, a um tempo em que será cassado pelo TSE. Desculpe, em vez de será cassado, leiam seria cassado. Ele não chegará a lugar algum.
Escândalo na publicidade.
Há mais de 30 anos, o jornalista Janio de Freitas, recebeu informação magnífica sobre uma licitação vultosa. (A rodovia norte-sul). Não querendo logicamente publicar na sua coluna, usou recurso inédito, inteligente e jornalístico. No caderno de anúncios, publicou toda a matéria, com números, dados e vencedores antecipados. Abertos os envelopes e confirmada a informação, a licitação teve que ser anulada.
Agora o fato se repete, no mesmo jornal. O Banco do Brasil fazia concorrência para um contrato de publicidade no valor de 208 milhões. Foi constatado que uma Agencia sem credenciais, a Multi Solution, ganharia a concorrência. Confirmado e revelado o fato, Temer prometeu inquérito rigoroso, mas não cancelou o contrato. Solução: afastou a Solution. (Helio Fernandes) 

Greve dificulta o esforço pró-reformas, reconhecem articuladores do governo.
Em avaliações feitas longe dos holofotes, alguns dos principais operadores políticos do governo admitem que a greve e as manifestações convocadas para esta sexta-feira dificultarão o esforço para aprovar as reformas no Congresso, principalmente a da Previdência. O grande receio, disse um ministro ao blog, está relacionado ao impacto que o movimento terá sobre ânimo dos congressistas.
Estima-se que o pedaço da coligação governista que já foge das prioridades da gestão Temer com medo de perder votos em 2018 ganhará pretextos adicionais para resistir aos apelos do presidente, retardando o cronograma de votações. Munido de dados colecionadas pelos serviços de inteligência, o governo trabalhava na noite passada com a perspectiva de que o barulho a ser produzido nesta sexta-feira não será negligenciável.
Suprema ironia: o governo atribui a amplitude da encrenca à capacidade de mobilização de uma engrenagem sindical que a reforma trabalhista submete a uma asfixia financeira. Essa engrenagem roda com mais vigor dentro das corporações do Estado, que estão em pé de guerra contra a reforma previdenciária, analisou um auxiliar de Temer.
As autoridades ouvidas pelo blog manifestaram uma impressão que parece ser disseminada no governo. Ecoaram uma avaliação da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) segundo a qual os rivais de Temer acertaram ao guindar a paralisação dos meios de transporte como sua prioridade. Se tiverem sucesso, envolverão no protesto até a minoria que apoia o presidente. Sem meios de locomoção essas pessoas não terão como comparecer ao trabalho.
Temer deve acompanhar a evolução dos protestos desde o seu gabinete no Planalto. Cogita reunir auxiliares para avaliar os efeitos da greve e das manifestações. Em público, o governo e seus porta-vozes tentarão minimizar o movimento desta sexta. Como de hábito, dirão que é parte da democracia. O governo reprovará frontalmente apenas eventuais surtos de violência. (Josias de Souza) 

Amin Gemayel ao terminar seu mandato presidencial no Líbano, escreveu um livro A ofensa e o perdão, que concluiu em 28 de fevereiro de 1988.
Abaixo trecho de seu livro. No Brasil foi publicado pela Editora Marco Zero.
Antes mesmo da criação do estado de Israel, em 1948, palestinos, desalojados pela chegada de imigrantes judeus, vieram se instalar entre nós. O fenômeno se ampliou em 1948, quando a imigração de refugiados palestinos no Líbano tornou-se massiva e foi assumida pela UNRWA, a agência das nações unidas encarregada de prestar assistência aos refugiados palestinos desde 1948.
De 1948 a 1967, o fluxo não diminuiu. Tratava-se, na maioria dos casos, de reagrupamentos familiares numa vasta corrente, os palestinos fazendo vir seus próximos depois de se estabelecerem no Líbano. Uma segunda onda de refugiados chega ao Líbano em 1967, depois da guerra de junho. É a partir dessa data que os campos de refugiados, até então desarmados, começaram a se armar e a se organizar no plano militar. Um terceiro êxodo palestino iria tocar o Líbano três anos mais tarde em 1970, após os eventos do Setembro Negro jordaniano, quando as tropas beduínas do Rei Hussein esmagaram as forças palestinas que ocupavam grande parte da cidade de Amã. O novo fluxo de palestinos, naquele ano, foi numericamente menos importante que os precedentes: mas ele se revelaria mais carregado de consequências. Desta vez era todo o estado maior e a infraestrutura política e militar da resistência palestina que se transportava a Beirute, fazendo da capital libanesa a sua nova capital.
Ao termo dos três êxodos sucessivos e ainda hoje, não é possível avaliar com precisão o número total dos palestinos que atravessaram as fronteiras do Líbano para aqui se instalar; sua imigração foi mais frequentemente, clandestina. Em 1975, no início dos enfrentamentos, estimava-se em cerca de quatrocentos mil os palestinos estabelecidos em nosso solo, para uma população autóctone de três milhões de cidadãos! Em outras palavras, os palestinos do Líbano não eram mais os refugiados de 1948. Uma geração havia passado, e os refugiados tinham se tornado resistentes. O povo palestino era dotado de suas próprias forças militares. A OLP, com a Fatah como organização principal, tinha também um verdadeiro chefe. ......no Líbano os palestinos começaram a edificar o que deveria se tornar um verdadeiro estado dentro do Estado.” 
Continue a dar felicidade a todos que entram em contato com você. Mantenha-se tão completo de forma que ninguém possa sair de mãos vazias. Cheque se você está doando como um mestre doador ou apenas está feliz consigo mesmo. Quanto mais você doa, mais rico você se torna ao receber as bênçãos de todos. Essas bênçãos facilitarão seus esforços. (Brahma Kumaris)

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