28 de dez de 2016

Melhorias em 2017. Esperar até quando.

 photo marolinhas_zpsc1hi6muk.jpg • Prazos para renovação e entrega de documentos do Fies encerram amanhã. 
• Contribuinte tem até dia 31 para destinar 6% do IR a ações sociais. 
• Doze Estados preveem fechar o próximo ano com rombo nas contas. Redução da expectativa de crescimento da economia afeta estimativa de arrecadação e agrava crise; Estados que barraram aumentos a servidores têm melhor saúde fisca.l 
• Dízimo Não! Precisaremos do sacrifício de todos, diz Crivella sobre corte de gastos no Rio. Prefeito eleito do Rio voltou a falar nesta quarta-feira (28) sobre austeridade e cortes de gastos em seu governo, que inicia na próxima semana; Crivella cortará gastos no Rio e vê déficit de R$ 4 bi. Prefeito eleito do Rio evita falar sobre reajuste na tarifa do ônibus. 
• Alvo da Lava-Jato no Rio, presidente do TCE , Jonas Lopes de Carvalho, se licencia por três meses. 
• Se você ainda não recebeu o abono do PIS/Pasep, referente a 2014, é possível sacar seu dinheiro até a próxima quinta-feira, 29, nas agências do Banco do Brasil (no caso de servidores públicos) ou da Caixa Econômica Federal (funcionários de empresas privadas). O abono salarial é equivalente a um salário mínimo (R$ 880). Já para quem possui o Cartão Cidadão, com senha, é possível realizar o saque nos caixas eletrônicos da Caixa ou até mesmo em lotéricas até a sexta-feira, 30 (Na data, as agências bancárias estarão fechadas). 
• Projeto de renegociação da dívida dos Estados: Temer vai vetar integralmente ainda hoje o projeto e, no início da próxima legislatura, enviará um novo Projeto de Lei para o tema. A decisão do presidente foi tomada ontem após reunião de emergência com a equipe econômica e com Padilha. Desconfigurado em sua passagem pela Câmara, o texto não é coerente ao ajuste fiscal que está sendo implementado pelo governo. Para a garantia do ajuste fiscal na União e nos Estados, o presidente Temer resolveu, coerentemente, vetar o projeto de renegociação da dívida dos Estados, em razão de ele ter perdido sua essência durante o processo legislativo
• Defensoria quer obrigar União a devolver valores que bloqueou das contas do Rio. 
• Odebrecht criou estrutura para camuflar propina. Segundo MP Suíço, sistema de pagamentos em etapas envolvia rede mundial de contas e offshore. 
• Temos de colocar um ponto final nisso. Partidos políticos já mamaram R$ 3,09 bilhões. Em 10 anos, fundo partidário já distribuiu bolada bilionária. 
• Cervejaria pediu que Lula fizesse propaganda da marca em palestra. Dono do Grupo Petrópolis pagou R$ 1,5 mi para o grupo LILS participar de inaugurações de fábricas. 
• Pago pra ver! Temer nomeia diretores da EBC e Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. 
• Decreto de Haddad abre caminho para mudança e privatização da Ceagesp. Ato que permite verticalização da área atual da companhia, cujo valor venal é de R$ 1,7 bilhão. 
• Polícia prende jovens acusados de matar ambulante. Ricardo Martins do Nascimento e Alípio Rogerio dos Santos, 26, presos. Ele e o primo espancaram camelô. 

• Argentina: Cristina Kirchner indiciada por corrupção e gestão fraudulenta.
• Trump assumirá no dia 20. Trump fará anúncio econômico positivo nesta quarta-feira, diz porta-voz; O que Obama pode fazer nos 23 dias de governo? Presidente discute meio ambiente e Guantánamo antes de deixar cargo. 
• Turquia e Rússia fecham acordo de cessar-fogo na Síria. 
• Rússia retira 15 corpos e encontra 2ª caixa-preta de avião russo que matou 92 pessoas. 
• Panamá proíbe Odebrecht de participar de qualquer licitação no país. Panamá cancela contrato com a Odebrecht e proíbe atuação do grupo no país. Governo panamenho alegou que construtora só poderá voltar a fechar contratos com o setor público após devolver recursos; Odebrecht teria pagado US$ 59 milhões em propina para fechar acordos de US$ 175 milhões. 
• Não adianta pedir ao Brasil! Cuba entra em recessão após duas décadas de crescimento econômico. 
• Elevação de juros dos EUA preocupa economia mundial. Fed sinalizou mais três aumentos para 2017. 

Nem Aécio nem Geraldo.
A historinha merece ser recontada. Agripino Grieco era e continua sendo o maior crítico literário da língua portuguesa. Durante vinte anos cortava o cabelo num mesmo barbeiro de seu bairro. O fígaro tinha pretensões e passou anos pedindo ao cliente para fazer a revisão dos originais de uma obra de sua autoria destinada a suplantar Machado de Assis. Grieco declinava sempre, mas no fim não teve mais desculpas quando o inédito autor pediu-lhe que ao menos sugerisse um título. Aceitou, mas para continuar não lendo o longo manuscrito, indagou:
O seu romance tem trombones? Não. E trombetas? Também não. Então aí está o título: Nem trombones nem trombetas...
Pois é. O presidente Michel Temer continua e permanecerá indeciso até quase o final de seu mandato, sem candidato à própria sucessão. Desconversou quando, semana passada, manteve demoradas conversas, em separado, com Aécio Neves e com Geraldo Alckmin. Não se comprometeu com o senador ou com o governador. Vai uma sugestão. Quando perguntarem, afinal, qual o seu preferido, poderá sugerir a sua preferência: Nem Aécio nem Geraldo. Poderá acertar quem responder José Serra
O atual ministro das Relações Exteriores trabalha para não ser ultrapassado pelos dois tucanos. Esboça uma equação capaz de ser costurada acima e além do PSDB, pois também fincada no PMDB, que por sinal não tem candidato. Os dois partidos, se unidos, formariam uma força considerável. Claro que dependendo de uma série de arranjos por enquanto apenas imaginados. Primeiro, que a retomada do crescimento econômico desse certo, coisa que necessitaria da colaboração de Henrique Meirelles, mas jamais a ponto de incluí-lo na lista dos presidenciáveis. Depois, 2017 precisaria ser um ano de conquistas na política externa, setor até agora afastado das preocupações do governo. Haveria, também, o fator Trump, por enquanto desconhecido.
Em suma, a concluir inicialmente está a realidade de que José Serra está no páreo e precisa cultivar o PMDB. Afinal, foi fundador do MDB... (Carlos Chagas) 

Dados estatísticos mostram que os governos populistas dos últimos anos, baseados na sua ética coletivista e na sua política estatista, estão conseguindo seu intento de diminuir a desigualdade, através da diminuição das oportunidades com as restrições à liberdade que adotam. No entanto, esquecem ou não se importam, que a redução da desigualdade com a limitação da liberdade e a violação do direito de propriedade vem acompanhada necessariamente pela ampliação da pobreza.
Vivemos no Brasil um ambiente feudal, onde parte da sociedade, privilegiada pelo governo, se apropria violentamente do que seria direito dos demais.
O Brasil sempre evitou percorrer o caminho das ideias liberais, seguimos pelas trilhas pavimentadas pelo feudalismo corporativista e mercantilista, ou, pelo socialismo distributivista.
Há no Brasil a predominância da equivocada visão de que riqueza se distribui. Pouquíssimos compreendem que riqueza não se distribui se cria. A riqueza caracterizada pela criação de valor, de bens, materiais ou não, advém de trocas voluntárias, feitas com o intento do benefício mútuo.
A luta contra a desigualdade econômica e social é quixotesca, não produz os resultados que poderiam tirar o país da miséria endêmica e da violência institucional. Pelo contrário, ela agrava a situação de todos ao impedir que se produza o que faria com que o Brasil fosse um país mais digno, mais próspero e mais igual naquilo que deve ser, a igualdade de tratamento dos indivíduos perante a lei, sob o império do direito e da justiça. Que Brasil queremos? (Roberto Rachewsky, empresário e articulista) 
Não ganhe o mundo e perca sua alma; sabedoria é melhor que prata e ouro. (Bob Marley)

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