19 de jan de 2016

Num país parado, só passeata...

• Janot pede cassação de Collor e Delcídio. PGR quer a decretação da perda de função pública para o condenado detentor de cargo ou emprego público ou mandato eletivo que descumpriu seus deveres para com o Poder Público e a sociedade. 
• Agora são 30 centavos: Congelamento das tarifas de ônibus e metrô traria ônus insuportável para os cofres públicos. 
• Petróleo sofre nova queda e derruba ações da Petrobras. Papel preferencial da estatal atinge valor de R$ 4,80, menor preço desde 1999.
• Para advogado de Odebrecht, juiz Moro é parcial. Delação equivale a obter prova por meio ilícito, diz defensor de empresário. 
• Desinvestimento: Petrobras analisa duas propostas por sua fatia na Argentina.
• Preso, Delcídio volta a manifestar irritação com o governo, PT e Lula. Preso, Delcídio ainda recebe auxílio moradia do Senado. Além do salário de R$ 33,7 mil, petista tem verba de R$ 5.500 mensais. 
• Cunha quer que STF paralise um dos inquéritos contra ele. Ação só deve prosseguir quando deputado deixar comando da Casa, diz defesa. PP ficou com R$ 358 mi de propina, afirma Janot. Denúncia da PGR começa pelo PP, para depois chegar ao PT e ao PMDB, detalhando as investigações de cada partido, para em seguida propor ação cível pública contra os três.
• Presidente do STF manda soltar publicitário preso na Lava Jato. A decisão ainda pode ser revista pelo relator do processo, ministro Teori Zavascki, no fim do recesso do Judiciário.
• Relatório da PF sobre OAS revela nomes como Brigite Bardot e Projeto alcoólico. Investigação analisou trocas de torpedos entre o empreiteiro Leo Pinheiro e 29 políticos, alguns ainda no exercício do mandato e com foro privilegiado. 
• Eduardo Cunha acusa Janot e Dilma de trabalhar juntos contra ele. Parlamentar pergunta por que, das mais de 100 contas supostamente listadas depois da cooperação da Suíça, a dele foi a única que divulgaram em 24 horas. 
• Brasileiros dizem ter sofrido ameaças de apostadores. Tenistas relatam ofensas após resultados negativos nos jogos. 
• A PF nos rastros de Lula. O sítio hollywoodiano está em nome de um sócio do Lulinha, Fábio Luiz da Silva, aquele que, de limpador de jaulas do zoológico, passou a empresário do ramo de games. Transcorrido um razoável e conveniente espaço tempo, passaria ao nome do real dono, daquele que passa os fins de semana por lá. É esse mesmo que você imagina. Leia abaixo os detalhes dessa maracutaia e se assuste. (ACLeia
• Crédito para empresa cai ao menor nível em mais de dez anos. Entre os motivos estão baixa nas vendas e falta de confiança para investimentos.
• Paciente ganha 9 em cada 10 ações contra convênio. A principal justificativa dos planos de saúde é a de que cumprem o contrato. 
• Processo de Dilma no TSE deveria ter prioridade, diz Marina. Ela não cogita, mas tampouco descarta, voltar a ser candidata à Presidência.
• Dilma veta auditoria da dívida pública. Essa decisão pode custar ao país mais alguns bilhões de prejuízos diretos, por conta da dívida pública, e indiretos, pelo aumento do custo de vida especialmente feroz para com as camadas mais carentes da sociedade. 

• Vitória sobre o ebola: OMS anuncia fim da epidemia da doença; é necessário impedir que tragédia semelhante se repita. Pacto nuclear entre Irã e potências avança, mas tensões no Oriente Médio permanecem. 
• Reino Unido deportará imigrantes que não falam inglês. Premiê disse que aprender a língua melhora integração e evita extremismo.
• Direita ganha força em disputa na Bolívia. Votação decidirá se Evo Morales pode concorrer pela quarta vez. 
• Brasil estima que triplicará comércio com Irã em 5 anos. Para especialistas e governo, proximidade entre os países ajudará brasileiros. 
• PIB da China cresce 6,9% em 2015, menor alta em 25 anos. Foi o 5º ano consecutivo de desaceleração da 2ª maior economia mundial.

Ecologia com economia.
Recebo pela internet informações surpreendentes. Algumas são simplesmente inventadas, por vezes montagens fotográficas photoshopadas, com qualidade geralmente insuficiente para convencer. Memorizo algumas, porém marcando-as com um sinal gráfico de advertência.
Uma delas me diz que o grasnar dos patos e seus parentes - aquele quá-quá gutural e fanhoso - não pode ser reproduzido pelo eco. Como eu não disponho de pato nem de eco para checar se isso é verdade, pensei em indagar do onisciente Google se existe um filme do pato Donald locado numa região de ecos. Acatando piamente como verossimilhante o que Hollywood despeja torrencialmente na cabeça dos incautos, inclusive a proverbial sabedoria dos animais falantes, eu logo saberia se o Donald ouviu o eco daquela sua voz. Mas...
Por que será que entrei nesse labirinto? Ah! Por causa dos dois ecos aí no título. Não é bem o meu tema de hoje, mas acaba vindo a calhar, pois tanto a ecologia como a economia têm tudo a ver com animais falantes. Um escritor declarou que estaria disposto a entender a economia, se o convencessem de que alguém entende. Se os economistas falam do que não entendem, julgo-me no direito de qualificá-los como animais falantes. E as previsões de ecologistas sobre catástrofes climáticas merecem também o crédito de animais falantes. De outra espécie, claro.
Durante a Segunda Guerra Mundial, quando o Brasil se posicionou contra o eixo Roma-Berlim-Tóquio, os japoneses aqui residentes tornaram-se logo suspeitos e alvo de animosidade injustificada. No relato de uma japonesa sobre a época, chamou-me a atenção que a família dela quase só tinha como alimento as bananas cultivadas em casa, e economizavam comendo até as cascas. Comparando isso com a situação no próprio Japão, onde alguns tiveram de alimentar-se com a grama, a daqui não era tão ruim. Afinal de contas, muitas frutas podem ser comidas com a casca, e a emergência tornava mesmo gostosa a casca de banana.
A esta altura você deve estar achando que novamente me desviei do assunto, e não tenho nada de útil a dizer-lhe sobre ecologia e economia...
(Comer casca de banana!? Eu?!)
Não sejamos radicais, caro leitor, pois em situações de emergência vale o provérbio o que não mata, engorda. Muitos relatos de guerra mostram remanescentes dos exércitos cozinhando as próprias botas para se alimentar, e um filme de Charlie Chaplin apresenta a situação de modo cômico.
Tudo bem, dá para aplicar isso a uma economia de emergência, mas qual a utilidade para a ecologia? Muito simples, quando se considera que a quase totalidade do lixo pode ser reaproveitada ou reciclada. A casca de banana e muitos outros componentes do lixo têm algum tipo de utilidade. Ninguém vai sugerir cascas de banana e de outras frutas como alimentos humanos habituais, mas nada impede que alimentem os animais. Em propriedades rurais, até a água de lavagem dos pratos e talheres alimenta os porcos, e devo supor que eles e as galinhas não farão cara feia se a alimentação incluir cascas de banana, mamão, manga, maçã, pera, uva, caqui, etc.
O lixo urbano equivale a cerca de um quilo e meio por pessoa por dia, e contém grande variedade de resíduos como esses. Quase todo o lixo poderia ser reciclado, ao invés de alimentar a poluição; e no mínimo se pode dizer que isso reduziria o volume de lixo - uma conclusão acaciana. É claro que um economista vai logo perguntar: Compensa? Parece que o conselheiro Acácio não frequentou escolas de economia, e tanto ele quanto eu nutrimos a mesma suspeita: economia não tem nada a ver com o que todos entendem por economizar.
Para responder se compensa, quem não tem preconceitos contra os métodos tradicionais de trabalho dirá que sempre compensou, quando aplicado em pequenas comunidades. E se compensa quando a comunidade é pequena, por que não compensará se for corretamente implantado nas grandes?
Não espere nenhuma resposta coerente de economistas e ecologistas. Acho que vou indagar se o pato Donald tem explicação para isso. (Jacinto Flecha)

"Nós, que lutamos pela democracia...!"
Nessa encrenca política, típica de republiqueta bananeira em que o país está enfiado, volta e meia a frase que dá título a este artigo é pronunciada, com poses de estadista, por membros do partido governante. Que é isso, companheiro? Prá cima de mim? Desmentidos a respeito dessa alegada luta pela democracia são abundantes, inclusive entre participantes da atividade clandestina que, mais tarde, se tornaram honestos historiadores do período. Exatamente por esse motivo nenhum está no governo. A balela da luta pela democracia requer relação inescrupulosa com a verdade.
Aliás, os supostos mártires da democracia e da liberdade comandam o Partido dos Trabalhadores em proporções decrescentes. Muitos enriqueceram com indenizações. Ou por meios ainda piores. Outros já morreram ou se aposentaram. Mas - curioso fenômeno - as fraudulentas credenciais da luta pela democracia são transmitidas, oral e magicamente, entre sucessivas gerações de comunistas brasileiros.
Sempre que penso sobre isso me vem à mente um episódio no qual terroristas e guerrilheiros tiveram a oportunidade de proclamar ao Brasil quem eram e o que pretendiam. E o fizeram, para a História, de viva voz e próprio punho. Era o mês de setembro de 1969. Duas organizações guerrilheiras, a ALN e o MR-8 haviam sequestrado o embaixador dos Estados Unidos, Charles Burke Elbrick, e imposto condições para libertá-lo: soltura de 15 presos políticos e leitura em cadeia nacional de rádio e TV de um manifesto que haviam redigido. Naqueles dias, estava em plena vigência o AI-5 e o Brasil era governado por uma junta militar, em virtude do derrame cerebral que acometera o presidente Costa e Silva. Embarcar os presos para o México e para Cuba era fácil, mas autorizar a publicação nos principais jornais e a leitura em cadeia nacional da catilinária dos sequestradores era constrangedora rendição. Contudo, a execução do embaixador pelos sequestradores seria um mal maior. E a junta militar se rendeu.
O país parou para ouvir o texto redigido por Franklin Martins, um dos sequestradores. Oportunidade preciosa, dourada, única para guerrilheiros e terroristas dizerem por que lutavam, afirmarem seus mais elevados compromissos e cobrá-los do governo, não é mesmo? Qual o quê! O documento (leia a íntegra em Charles Burke Elbrick na Wikipedia) foi uma xingação que falava do que os revoltosos entendiam: ideologia, violência, justiçamentos, sequestros, assaltos. Não há menção à palavra democracia ou à palavra liberdade.
A seca do Nordeste ajuda mais a venda de ingressos para o desfile das Escolas de Samba no Rio de Janeiro do que a luta armada serviu à redemocratização do país. Na prática, só atrapalharam o processo político. Se tivessem vencido? Bem, teriam antecipado para pior, em meio século, o estrago que estão fazendo agora. (Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário e escritor) 

"O impeachment, na minha visão, funciona como o botão que se aperta para dar descarga na privada. Você já fez... o que precisava ser feito e não precisa mais olhar os seus dejetos, misturados ao papel higiênico usado. 
E se tudo ainda não for pelo buraco adentro, engolido pelo jorro de água, você aperta o botão de novo. Simples, o impeachment.
Hoje, milhões de brasileiros apertaram o botão que deveria fazer sumir essa bosta de governo petista. Há um misto de repugnância e exasperação nas pessoas. 
Digamos - para continuar com a imagem escatológica - que estamos sofrendo uma insuportável prisão de ventre que faz doer a barriga, em espasmos. 
Nossos intestinos estão cheios, empanturrados com fatos e verdades não só sobre as mazelas do Planalto.
Mas o Congresso...meu Deus, três bandidos condenados na Comissão de Justiça? O Renan, julgado corrupto, decidindo o que serve para nós, povo brasileiro? 
Os congressistas, deputados federais, a maioria sendo processada por malfeito, para usar a expressão do FHC? Seriam eles o nosso purgante salvador? Nem pensar. 
Mais da metade desses indivíduos nem eleitos foram. Eram vice, pagaram as despesas de campanha, o titular se retirou para alguma boca combinada previamente e o agora premiado senador senta sua bunda na cadeira para fazer negócios.
Concorrência pública?... Quem dá mais comissão leva. Esses caras exageraram, canalhas contumazes, viciados por anos e anos de impunidade. 
Eles tem alçadas de poder, verbas de tudo quanto é jeito, sinecuras - e agora preparam seus filhotes para lhes suceder na boca rica. O nepotismo corre solto.
Não há o que se esperar deles, não virá de lá nenhuma atitude cívica - como votar o impeachment da Dilma./ Pois eles também deveriam ser impichados. Vale o mesmo sentimento para com a Justiça, que a imprensa todo dia mostra como um vulgar balcão de negócios e interesses. 
A Petrobrás, o BNDES, as estatais...tudo aparelhado pelo Lula e sua quadrilha.
A Dilma preside esse lupanar (palavra antiga, puteiro seria melhor) com seu beicinho arrogante, perpetrando absurdos com a cumplicidade de seus 39 (trinta e nove) ministros. 
Nem vou listar os despautérios, quem não é analfabeto, do MST ou boia-fria sabe de cor que aquela senhora Dilma extrapolou.
Ela, no passado, conseguiu até falir uma lojinha de badulaques chineses, seu maior empreendimento até ser guindada a ministra pelo pior dos brasileiros vivos, essa desgraça chamada Lula.
Então é o seguinte: hoje, as manifestações apertaram o botão da privada, coletivamente, num ato de dignidade e consciência política. Mas lá dentro da privada a merda rodou, rodou - e não foi embora. 
Falta um balde de água. Falta uma mudança total, de tudo. Falta uma greve geral que tenha a força de liquidar essa quadrilha do PT, incrustada no poder. Falta o impeachment da Dilma.
 Quem será essa pessoa que vai salvar o que ainda resta deste país? (Diogo Mainardi, Facebook) 

A barbárie muçulmana na Europa.
No início, os muçulmanos chegaram à Europa como simples imigrantes em busca de trabalho. Já aí, deveriam ser barrados (e o vídeo que assistirão mais abaixo explica o porquê deveriam ser barrados), mas não foram. Depois, surgiu o movimento propondo a miscigenação, que é a mistura de etnias. Não se sabe de onde surgiu a proposta de miscigenação. Se vinda de europeus, seria uma consumada asnice; vinda dos imigrantes, seria um dos passos do diabólico plano de domínio mundial.
Mistura de etnia - miscigenação - é um evento muito mais amplo que a simples mistura de raças. A mistura existe em praticamente todos os continentes, sem problema algum. Miscigenação, no entanto, é a utopia que imagina ser possível que povos de padrões de vida diferente, religiões contrárias, tradições culturais distintas e idiomas diferentes possam se agrupar com outra civilização sem que um grupo não prevaleça sobre o outro, ou, melhor dizendo para ser mais claro, sem que um domine o outro. Já agora, com a população muçulmana crescendo em proporção geométrica, com cada homem copulando com 4 mulheres (a poligamia é permitida na tradição muçulmana), e cada mulher tendo mais que 5 filhos, vez que a anticoncepção é proibida na religião deles, conjugado com o fatos de os europeus terem, no máximo, apenas 2 filhos (e isto quando os tem), o que temos hoje na Europa é o resultado dessa liberalidade dos dirigentes europeus: em muitas cidades europeias, os nativos são minoria em relação aos muçulmanos. Segundo as tradições malucas deles, os homens precisam copular com regularidade, para não ficarem com os testículos (que eles chamam de bolas) hipertrofiados, advindo certamente daí a desculpa para os assustadores casos de estupro.
Com a Primeira-Ministra alemã Merkel na liderança dessa liberação suicida, líderes escandinavos, franceses e ingleses, copiando a loucura germânica, seguem assistindo à entrada dessa multidão em seus territórios, com o absurdo de grupos de nativos chegando ao extremo de formarem alas de boas-vindas à chegada dos invasores, como aconteceu por ocasião da invasão de tropas nazistas em alguns países vizinhos da Alemanha na 2ª Grande Guerra.
E seguem chegando em hordas, até mesmo a bordo de navios de luxo, conforme pode ser visto logo no início do vídeo. Enquanto isso, a desgraça vai aumentando: os estupros passam a ser crimes corriqueiros, a desordem social carregada de ocorrências policiais virou rotina, e ninguém sabe como dar paradeiro a esse estado caótico, em que os nativos começam a ter que vergar a cabeça às vontades dos imigrantes.
Assiste ao vídeo e prepara-te para o assombro e a indignação que te tomarão de assalto. Clica na figura do vídeo ou digita A Barbárie Muçulmana na Europa na busca do Youtube. Em seguida, repassa, para que fiquemos preparados no Brasil. É que, depois que esse enxame de gafanhotos transvestidos de gente arrasar com a Europa, o próximo destino será a América e, por extensão, o Brasil.

Nenhum comentário: