31 de jan de 2015

Estão destruindo tudo e o povo inerte….

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MPF lança site sobre a Lava Jato. Aqui

Ações da Petrobras caem após balanço sem impacto da Lava Jato - Conselho de Administração da companhia não chegou a um consenso para definir perdas sofridas pela estatal por causa dos desvios de recursos em suas contas. Decisão teve aval do Planalto.

Justiça determina quebra de sigilo de Gabrielli - Medida atinge, além do ex-presidente da Petrobras, também Renato Duque, outros executivos da estatal e a construtora Andrade Gutierrez. Há indícios de irregularidade na ampliação do Cenpes.

Petrobrás pode virar o jogo, se fizer mudanças estruturais - Durante Assembleia Geral Extraordinária da Petrobrás, realizada no último dia 30 de janeiro, a AEPET, que é acionista minoritária da Companhia e tem direito a voz, ratificou posições anteriores, nas quais lembrou que a empresa tem dois ativos importantes que lhes garantem uma boa saída do preocupante quadro em que se encontra: uma reserva de 75 bilhões de barris descobertos, comprovados e um corpo técnico altamente capacitado. 

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Ante o que se vê por aí, o vaticínio do Serra não parece absurdo...: O espírito de Píton - O senador eleito José Serra (PSDB), nas reuniões dos tucanos de que tem participado, profetiza que a presidente Dilma não vai concluir o mandato. Sua avaliação é que há um completo desgoverno, agravado pela crise econômica e pelas denúncias de corrupção. Ele compara o ambiente atual aos vividos por Jânio Quadros (PTN) e João Goulart (PTB), eleitos presidente e vice no pleito de 1960. Candidato por um partido nanico, com o apoio da UDN, Jânio renunciou em agosto de 1961, com menos de um ano de mandato. Goulart, que assumiu o cargo vago, foi destituído por um golpe militar em 31 de março de 1964, que gerou no país uma ditadura que só teve fim 20 anos depois, em 1985. (Ilimar Franco)

Somos muito tolerantes. 
. Há quase vinte anos atrás, mais precisamente no dia 26/12/1996, o Jornal da Tarde publicou um artigo escrito pelo brilhante economista José Pastore, também membro efetivo da Academia Paulista de Letras, pesquisador da Fipe, sociólogo e especialista em relações do trabalho e desenvolvimento institucional, com o título: o brasileiro é tolerante?
Campeões de desigualdade
. Pastore inicia dizendo: - Quando se olha para o quadro da desigualdade, costuma-se dizer que o brasileiro é um povo bastante tolerante. Somos os campeões da desigualdade e mesmo assim detemos um record de pacifismo. São poucas as pessoas que se revoltam, dizem aqueles que nos comparam com os espanhóis, uruguaios e argentinos.
Dados de 18 anos atrás
. Examinando-se a questão com mais atenção, continua Pastore, vemos que o quadro não é bem esse. Os dados sobre criminalidade e violência (que são formas de protesto e agressão ao próximo) dizem o contrário. A proporção de homicídios no Brasil dobrou nos últimos dez anos. Entre nós, mata-se mais do que em Nova York. (vejam que o artigo completou 18 anos em dezembro passado e de lá para cá tudo piorou muito)
Tolerância à liberdade e à igualdade
. Os estudos sobre a tolerância costumam focalizar dois aspectos mais particulares da vida social: tolerância em relação à liberdade e à igualdade.
. Aqui, a coisa de complica. A liberdade e igualdade são muito contraditórias. A sociedade democrática, ao alimentar o desejo pela igualdade, dizia Tocqueville, corre o risco de destruir a liberdade. A busca insaciável da igualdade leva ao despotismo da maioria, ameaçando a liberdade.
Reação
. Esse é o tipo do problema que tira o sono de qualquer um, admite Pastore no seu artigo. É angustiante saber que temos de ceder liberdade para ter mais igualdade. Por outro lado, ninguém aceita aumentar a desigualdade para se chegar à liberdade.
. Nos campos da liberdade e igualdade, é comum para as pessoas apoiarem os princípios gerais. Mas, quando se chega no terreno dos fatos específicos, a reação muda. 
Já foi mais tolerante
. Segundo o professor (em 1996) os estudos sobre a tolerância no Brasil estão (estavam) apenas engatinhando. Sérgio Buarque de Holanda defendeu a tese segundo a qual a grande contribuição dos brasileiros à civilização ocidental é a cordialidade. Mas, os comportamentos velados nas questões racial e religiosa, a criminalidade e a violência urbanas, a agressividade absurda demonstrada no futebol, trânsito e forrós fazem a gente pensar e repensar a questão.
. Pastore finaliza o seu texto dizendo (em 1996): - Parece que o brasileiro já foi mais tolerante e entra agora numa nova era. Será interessante acompanhar esse assunto ao longo do tempo.
Conclusão
. Pois, diante de tanta coisa que aconteceu desde 26/12/1996, data da publicação do artigo do professor Pastore, a tolerância do brasileiro deu provas de que em termos de: 
1. corrupção governamental; 
2. inflação alta; 
3. crescimento econômico baixíssimo; 
4. gastos públicos absurdos; 
5. mentiras de todo tipo, etc.; 
6. ela é simplesmente infinita e intocável. O máximo que o povo (em geral) faz é mostrar alguma indignação. De novo: só indignação. E fica por aí.
. Agora, no futebol é diferente: basta o time do coração perder duas partidas para que a casa caia de vez. Que tal? (José Pastore)

A desintegração está chegando... 
. Pela primeira vez na história recente deçe paiz, registra-se o primeiro deficit apurado pelo Tesouro em seu caixa, desde o Plano Real, em 1994.
. É uma das várias consequências danosas que se abateu sobre o País, sob a tutela desse Governo PTista-sindical apóstata, que aí está há quase 13 anos!
. O descontrole das contas, da energia, das águas, das obras inconclusas e de tantas e tantas decisões mal planejadas e mal concretizadas, estão a levar o País quase a uma situação de insolvência!
. Insolvência essa que ronda perigosamente a maior Empresa do País, a Petrobrás que, segundo consta, apresenta um rombo de 88,6 bilhões, 5 vezes maior que esse do Tesouro! (Leia
. Esses valores, que foram omitidos no recente Balanço divulgado pela Petrobrás, sem o aval de Firmas auditoras internacionais, além de todo o desastre direto de má Gestão que explicitam, ainda encobrem um terrível projeto de acobertação criminosa dos verdadeiros responsáveis por esses crimes!
. Como todos sabem, o sr. Lulla da Silva, quando presidente e com o aval de sua Ministra Chefe da Casa Civil, Presidente do CA da Petrobrás e futura Presidente do País, sra. DIImáh Roussef, por motivos eleitoreiros e escusos e certamente não-técnicos, determinou à Direção da Petrobrás que fosse mais ousada e arrojada em seus Investimentos! Daí, nasceram as Refinarias Premium, a Refinaria Abreu e Lima e outras excrescências desse tipo, fontes dos desvios bilionários que aconteceram...
. Pois bem: se aparecer formalmente esse rombo de 88,6 bilhões, no Balanço da Petrobrás, todos saberão, inclusive a Justiça, que ele aconteceu por responsabilidade direta do sr. Lulla da Silva, da sra. DIImáh Roussef e das Diretorias passadas. Vai haver gente muito mais gorda hospedada na PF de Curitiba e na Papuda!...
. Então, mesmo causando o descrédito internacional da Petrobrás e a bancarrota de suas Ações e de seu valor, o PT-sindical apóstata instalado na Direção da Empresa, prefere destruí-la, em troca da blindagem desses criminosos!
. Se não houver uma mudança radical de toda a Direção da Petrobrás, não haverá salvação!...
. Culpados? Além dos diretamente envolvidos, todos nós que estamos sustentando esse bando no Poder! (Márcio Dayrell Batitucci)

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Governo Dilma anuncia rombo inédito de R$ 17,2 bi no caixa do Tesouro; saiba causas e consequências. 

. A presidente Dilma Rousseff fechou o último ano de seu primeiro mandato com um rombo inédito no caixa do Tesouro Nacional.
. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29), as despesas do governo com pessoal, programas sociais, custeio administrativo e investimentos superaram as receitas de 2014 em R$ 17,2 bilhões.
. Com o impulso do calendário eleitoral, os gastos foram acelerados e chegaram a R$ 1,031 trilhão; já a arrecadação, prejudicada pela fragilidade da economia e por medidas de alívio tributário, ficou em R$ 1,014 trilhão.
. Isso significa que o governo teve de tomar dinheiro emprestado no mercado para cobrir seus compromissos cotidianos e as obras públicas em economês, houve um déficit primário.
. Trata-se do primeiro deficit do gênero apurado pelo Tesouro desde o Plano Real, lançado em 1994; antes disso, a hiperinflação corroía o valor das despesas e ajudava a equilibrar o Orçamento.
. Utilizando outra metodologia, o Banco Central apontou um pequeno resultado negativo no caixa federal em 1997. Ainda mais sem precedentes é o contraste entre os números obtidos no ano passado e a meta fiscal anunciada pela administração petista: até setembro, a equipe de Dilma sustentava que seriam poupados R$ 80,8 bilhões -um superavit primário- para o abatimento da dívida pública.
Causas
. Trata-se do ápice de um processo de deterioração das contas públicas iniciado em 2009, quando o governo Lula enfrentou os efeitos da crise internacional com aumento de gastos e redução de impostos, além de mais empréstimos nos bancos públicos.
. Na época, caiu a tributação de automóveis e outros produtos e foi lançado o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, entre outras medidas. O consumo e os investimentos foram reativados, e a economia cresceu 7,5% em 2010, ajudando a eleição de Dilma.
. A presidente tentou repetir a estratégia em seu primeiro mandato, quando houve nova piora do cenário internacional. No entanto, os resultados foram declinantes.
. A população, mais endividada, não tinha mais como ampliar seu consumo no ritmo de antes; os empresários, temendo pelo futuro da política econômica, passaram a investir menos.
. Com a economia parada, também piorou o desempenho da arrecadação de impostos; a insistência do Planalto em novas rodadas de desoneração tributária e aumento de despesas criou um círculo vicioso.
Consequências
. O impacto mais imediato da piora fiscal é o aumento da dívida pública, que nos últimos quatro anos saltou do equivalente a 53% para 63% do PIB (Produto Interno Bruto, medida da renda do país).
. Mas há consequências mais palpáveis no cotidiano, como o aumento da inflação -afinal, os salários e benefícios sociais pagos pelo governo injetam dinheiro no consumo, que cresce acima da capacidade de produção de bens e serviços.
. A oferta insuficiente de produtos nacionais também eleva as importações, o que faz o país perder divisas./ Para conter a alta dos preços e a saída de dólares, o Banco Central precisa elevar os juros do país, que já estão entre os mais altos do mundo.
. De positivo, a política de Dilma conseguiu manter o desemprego em baixa, em especial porque caiu a tributação sobre as folhas de pagamento das empresas.
. Essa vantagem, porém, está em xeque, porque agora será necessário elevar impostos e cortar gastos públicos para reequilibrar as contas do governo -que promete um superavit de R$ 55,3 bilhões neste ano. (Dinheiro Público & Cia)

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