19 de set de 2014

Plebiscito de emancipações no Brasil já tarda...

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Segundo o IBGE, Brasil ainda tem 13 milhões de analfabetos - A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, que o IBGE divulgou nesta quinta-feira, mostra o quanto é importante usar o pré-sal para desenvolver o país. A população do país foi estimada em 201,5 milhões de pessoas, sendo 51,5% de mulheres, 46,1% de brancos e 37,6% de pessoas de 40 anos ou mais de idade A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade ficou em 8,3%, o que corresponde a 13,0 milhões de pessoas.Redução da desigualdade no Brasil estaciona. Os 1% mais ricos continuam a ganhar cem vezes mais do que 10% mais pobres. Pnad aponta que há três anos o país não consegue reduzir a desigualdade. Levantamento mostra que, desde 2011, o Índice de Gini, que mede a distribuição de renda no Brasil, não melhora.

Triste, lamentável e desumano! - O trecho considerado morto do rio Tietê foi reduzido em 70,8% nos últimos quatro anos, aponta relatório da Fundação SOS Mata Atlântica sobre a despoluição da água do principal rio paulista que será divulgado nesta quinta-feira (18) em São Paulo.


Tentar, eles tentam, mas.... - Defesa de Youssef tenta anular provas e afastar juiz. Fora isso, OAS, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão serão formalmente responsabilizadas por lavagem de dinheiro por usar empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef, preso pela PF. Por que as empreiteiras compravam notas da Rigidez e da MO Laudos? Para dar aspecto de licitude a uma operação completamente ilegal, acusam promotores do Ministério Público.

De política, o brasileiro anda cheio, principalmente pelos maus feitos do PT e seus correligionários. Não bastasse isso, o programa obrigatório eleitoral (saco), surge o mentor Lula, o ator das falácias dizendo em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha querendo tirar votos de Ana Amélia e não descarta 2018 para evitar que retrógrados voltem. Ex-presidente voltou a atacar estratégia de Marina Silva.

Leia aí: Membro da equipe econômica de Marina Silva revela interesse da presidenciável do PSB em incluir na reforma tributária a taxação de grandes fortunas: A Marina de vez em quando fala: Ah, a gente podia tributar grandes fortunas. Mas tributar grandes fortunas é um negócio complicado, ninguém sabe o que que é, disse em seminário do Conselho de Economia do Distrito Federal; ele também afirma que futuro governo Marina daria incentivos para estimular bancos privados a ter maior participação em financiamentos de grandes projetos sociais e de infraestrutura do país: Banco privado não é só para financiar carro.

Com a devida vênia, e alguém duvidava! Sê besta sô! Ministro do TSE determina volta do site “Muda Mais”. Ministro deferiu pedido de reconsideração interposto pela Coligação Com a Força do Povo e pelo diretório nacional do PT.

É um nunca mais parar... Novas escutas reforçam corrupção de PMs no Rio.

É sim, até concordo, mas há tanta coisa para ser explicada, ou melhor, ser consertada na CBF que o que se vê nos estádios têm pura conotação de falso pulso e ampliado aos clubes. É uma vergonha! (AA) - Chefe da arbitragem rebate a CBF e acrescenta: Sheik terá que se explicar. Na mira do STJD, Emerson pode pegar 18 jogos de suspensão. Corrupção no futebol é generalizada, diz juiz no QG da Fifa. Hans-Joachim Eckert, que investiga os escândalos no futebol, falou sobre ética nesta sexta - um dia depois de críticas à CBF por distribuição de relógios caros. 

Costa: suborno chegava a 3% do lucro em negócios com Petrobras. Ganho ia até 20% do valor dos contratos por causa de combinação prévia de preços, segundo denúncia de ex-diretor. Paulo Roberto diz que houve propina na compra de Pasadena. Lava-Jato: tesoureiro do PT é delatado por nova testemunha. Advogado diz que Vaccari frequentava empresa usada por doleiro e tratava de fundos de pensão.

Justiça paralisa usina São Manoel no Mato Grosso e ordena consulta prévia aos índios. Usina é uma das três em andamento na bacia Tapajós-Teles Pires que afeta povos indígenas e desrespeita a Convenção 169 da OIT.

Auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) revelou que existem indícios de fraudes nos salários de 1.975 servidores de 91 prefeituras do Rio de Janeiro - a exceção fica para a capital, que tem como órgão fiscalizador um outro tribunal. Nesse grupo, há casos esdrúxulos, como o de um médico que tem 11 matrículas em pelo menos cinco municípios diferentes e mais uma no governo do Estado. Um outro tem dez. O permitido por lei são apenas duas. (Christina Nascimento, Odia)

No Maranhão, complexo de Pedrinhas registra motim e preso assassinado com oficiais se recusando a entrar no complexo penitenciário.

Escoceses rejeitam independência em plebiscito. Vitória do Não em votação, de 55%, foi maior que apontada por pesquisas; líderes discutirão devolução de mais poderes ao Parlamento escocês.

Brasil deve crescer 1,4% em 2015, ainda abaixo de emergentes e ricos. Ao revisar para baixo o crescimento da economia brasileira, OCDE cita inflação alta e eleições.

França iniciou ataques aéreos contra Estado Islâmico no Iraque, diz governo.

Jornalistas da BBC são atacados no sul da Rússia. Equipe estava gravando reportagem na fronteira com a Ucrânia e sofreu agressões físicas; material gravado também foi apagado.

Polícia britânica atirou apenas três vezes em um ano. Maior parte dos policiais britânicos não usa armas; modelo teria dificuldades de ser implantado no Brasil. Um forte controle sobre o acesso a armas de fogo e condições sociais e culturais fizeram com que as polícias da Inglaterra e do País de Gales disparassem armas apenas três vezes entre maio de 2012 e abril de 2013 - sem matar ninguém. Os números chamam atenção quando comparados aos de outros países. No Brasil, a conta dos tiros dados por ano nem é feita. Em relação às mortes provocadas por policiais, um levantamento feito pela BBC Brasil apontou que, no ano passado, foram mortas 1.259 pessoas pela polícia em 22 Estados brasileiros que forneceram dados à reportagem. Mesmo nos Estados Unidos, país desenvolvido como o Reino Unido, a média é de 400 mortos pela polícia a cada ano. (Luiza Bandeira, BBC Brasil, Londres)

Um avô matou a própria filha e seus seis netos antes de cometer suicídio dentro de casa em Bell, no norte da Flórida, informou nesta quinta-feira a polícia americana. As crianças tinham idades de três meses a 10 anos, afirmou o xerife Robert Schultz, da Polícia do Condado de Gilchrist. As autoridades identificaram o atirador como Don Charles Spirit, de 51 anos. A polícia afirmou que eles receberam um telefonema de Spirit fazendo ameaças a si mesmo e a sua família antes dele tirar a própria vida.

Jovens iranianos foram condenados a 6 meses de prisão e 91 chibatadas após dançarem a música Because I’m Happy. O grupo foi preso em maio de 2014, um mês depois que o vídeo se tornou viral no YouTube. As autoridades iranianas supostamente encontraram problemas no fato de que as mulheres estavam dançando ao lado dos homens e por não usarem um hijab (véu islâmico).

Dilma não permitirá que se revogue a Lei Áurea…
Só falta a presidente Dilma, numa próxima reunião com empresários, proclamar que não permitirá, nem que a vaca tussa, a revogação da Lei Áurea. Ora bolas, afirmar que o décimo-terceiro salário, as férias remuneradas e as horas extras não sofrerão mudanças equivale a reconhecer o óbvio ululante. Tem empresários que tramam a volta ao passado anterior às leis trabalhistas de Getúlio Vargas, como tem outros que gostariam de retornar aos tempos da Inquisição, quando os contestadores iam para a fogueira. Mesmo assim, o simples fato de a presidente reafirmar a permanência de três das prerrogativas do trabalhador faz acender o sinal amarelo no semáforo que divide os valores do capital e do trabalho. Os outros direitos estarão em perigo?
Dilma abriu a guarda imaginando avançar. Porque na mesma reunião referida, reconheceu que quando se mudam as relações de trabalho, a legislação tem que mudar.
Mudar para onde, cara pálida? Da ditadura militar ao governo de Fernando Henrique Cardoso, uma série de prerrogativas trabalhistas escoaram pelo ralo. Começou com a revogação da estabilidade no emprego, um direito legítimo de não ser demitido senão por justa causa quem tivesse trabalhado mais de dez anos numa mesma empresa. Tratava-se de uma forma de evitar que, com o passar dos anos e a velhice chegando, o empregado fosse mandado embora por não exercer mais com o mesmo vigor suas antigas tarefas. De lá para cá, com ênfase para o governo tucano, quanta coisa foi suprimida por pressão das elites empresariais, sob o rótulo de flexibilização? Obrigou-se parte dos trabalhadores mais qualificados a se transformarem em pessoas jurídicas, sem as garantias da indenização e do próprio decimo-terceiro salário. Suspendeu-se a estabilidade dos funcionários públicos. Congelou-se, ou quase isso, o salário-mínimo. O salário-família foi para o espaço.
Não se ignora que os setores mais reacionários do empresariado querem promover a supressão dos direitos trabalhistas que sobraram, a pretexto das novas relações de trabalho. Já obtiveram a redução dos encargos das folhas de pagamento das empresas, transferidos para o tesouro nacional. Lutam para evitar a indenização constitucional para quem é demitido sem justa causa. Logo, se não forem contidos, estarão exigindo jornadas duplas sem a devida remuneração.
Estranho, nessa discussão onde as centrais sindicais se omitem, foi a citação de um comentário da candidata de oposição, Marina Silva, para quem é necessária uma atualização das leis trabalhistas. Certamente não será uma atualização em favor do trabalhador, ela que se encontra empenhada em agradar as elites. Mais parece a balela de que é preciso modernizar as relações entre patrões e empregados, sempre em favor dos patrões. Porque se for para seguir a tradição dos tempos idos de valorização do trabalho, por que não adotar a participação dos empregados no lucro das empresas ou a cogestão? (Carlos Chagas)
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Nem Sarney acredita mais no PT!... 

Vejam mais um claro sinal da derrota de Lulla, DIImáh e do PT apóstata-sindical : a velha raposa campeã da sobrevivência nacional, acaba de jogar a toalha, reconhecendo que seu pupilo e sustentáculo já perdeu a aura da invencibilidade.
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O PMDB só não vota contra Dilma por causa do vínculo de sua participação na chapa encabeçada pela candidata do PT. De simples adereço, escreveu o senador, Michel Temer passou a ser decisivo....

Com o crescimento desse novo cenário de derrota, vamos ver para onde migrarão essas aves de arribação política, que sempre mamaram na teta PTista-sindical apóstata!...

Já no segundo turno, teremos a maior revoada de bichos de todas as matizes, ...acontecida neçe paiz... (Márcio Dayrell Batitucci)
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Dono de um olfato que lhe rendeu 58 anos de exercício de mandatos eletivos, José Sarney fareja um 2014 áspero para seus aliados do PT. Começa a enxergar o mundo de ponta-cabeça. Acha que a entrada de Marina Silva na disputa sucessória provocou um tsunami político. Avalia que em torno dela se criou uma frente robusta de combate ao PT e ao governo Dilma, abrindo uma possibilidade antes considerada impossível: derrotá-los. Para fugir da ameaça de derrota, pensaram alguns líderes do PT até mesmo em fazer Lula candidato, constata o morubixaba do PMDB. O calendário já não permite a troca de candidato. Talvez nem adiantasse, insinua Sarney: Lula parece também ter sido atingido pelo maremoto e ter perdido a aura da invencibilidade, embora mantenha seu carisma e ainda seja a maior liderança política do país. As avaliações de Sarney constam de um artigo pendurado nesta quarta-feira (17) no seu sitePublicado originalmente no diário espanhol El País, há uma semana, o texto passara praticamente despercebido. Chama-se O Brasil em um labirinto. Ecoa em público um pessimismo que os aliados de Dilma só ousam sussurrar em privado. Na definição de Sarney, os apoiadores que potencializam as chances eleitorais de Marina são os mais ecléticos. Na área política, ele inclui pedaços do próprio conglomerado governista. Menciona alas descontentes do PT e o incalculável número de grupos dos partidos aliados queixosos do tratamento recebido da presidente Dilma e da direção do PT. A sensação dos aliados, anotou Sarney, é a de que Dilma e o PT fizeram de tudo para massacrá-los nos Estados, criando confrontações e arestas, e que agora há oportunidade para reagir. Com rara sinceridade, o coronel do PMDB incluiu seu próprio partido na banda dos revoltados. Muito dividido, qualificou Sarney, o PMDB só não vota contra Dilma por causa do vínculo de sua participação na chapa encabeçada pela candidata do PT. De simples adereço, escreveu o senador, Michel Temer passou a ser decisivo para a vitória. Fora da política, juntaram-se ao redor de Marina, pelas contas de Sarney, quatro forças:
1. Os indignados que há pouco mais de um ano provocaram um barulho imenso no país. Alusão aos protestos que lotaram o asfalto em junho de 2013.
2. Seus até recentemente frustrados seguidores da Rede Sustentabilidade.
3. As fortes correntes e igrejas evangélicas, que a têm como representante'.
4. As classes conservadoras, descontentes com as políticas econômica, externa, energética, agrícola, portuária e fundiária. Marina tem declarado que, se eleita, governará com os melhores de cada partido. Diz apreciar o PMDB de Pedro Simon e de Jarbas Vasconcelos. E costuma mencionar José Sarney e Renan Calheiros como protótipos da velha política, que gostaria de enviar à oposição. 

"Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz."
(William Shakespeare)

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