1 de ago de 2014

Outubro chegando e eles se coçando....

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Reajuste no gás alivia, mas não resolve caixa da Petrobrás. A Petrobrás anunciou aumento de 1,57% no preço do gás natural, o que elevou para 6,5% a alta deste combustível produzido no Brasil. A indústria reclama de perda de competitividade, mas a Companhia espera compensar parcialmente seu prejuízo com a importação de gás para as usinas termelétricas.

Gaúchos ganham centro de pesquisa em óleo e gás. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) vai ganhar um novo centro de pesquisas, com orientação para tecnologias voltadas às indústrias naval e offshore. Com investimentos de R$ 11 milhões, a instituição foi batizada de Oceantec. O centro terá como empresa âncora o estaleiro ECOVIX, que detém a maior carteira de encomendas da região com a Petrobrás.

Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos é atingida por foco de incêndio.

Quem sabe e quer, faz... - Tucanos de SP inauguram 79% das estações de metrô em ano eleitoral. Governo nega uso político da inauguração das estações do metrô de São Paulo.

Pedágios na Ponte Rio-Niterói e Via Dutra estão mais caros e começaram a vigorar nesta sexta-feira os novos valores de pedágio da Ponte Rio-Niterói, que liga a capital fluminense à cidade de Niterói, e na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), que liga a região metropolitana de São Paulo ao Rio de Janeiro. O reajuste foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e publicada no Diário Oficial da União, no último dia 24. Na Ponte, tarifa de carros de passeio passa de R$ 4,90 para R$ 5,20. Pedágios da Dutra (BR-116) também tiveram aumento aprovado de 7,92%.


Do Blog Aluizio Amorim 
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Só não vê quem não vê o que é evidente quem não quer ou está agarrado ao saco do Lula e seus sequazes, ou mama na mamata de cargos políticos, diretorias de estatais e dispõe de cartões corporativos com verba secreta do Palácio do Planalto.

Quem vive de forma decente, rala no dia a dia para manter a família, está financiando esse governo ladravaz e incompetente.

No quadro acima estão os números que não mentem jamais. O Brasil, sob o governo de Lula, Dilma e seus acólitos, perde para o Chile, Colômbia, México e até para o Peru.

Está na hora de acabar com essa farra diabólica do PT. Chega.

Os números acima foram veiculados no Jornal Nacional da Rede Globo, pelo jornalista Carlos Alberto Sardenberg, um dos mais destacados jornalistas de economia do Brasil. 

Surto de garimpo destrói floresta e divide índios no Pará. Motivados pelo preço do ouro, cerca de 5 mil garimpeiros atuam dentro da Terra Indígena Kayapó, um dos últimos redutos de mata nativa no Estado.

Lula que manteve como cópia atos dos governos do PSDB, agora vem e diz:tucanos não têm programas sociais. - Ex-presidente ressalta ações do governo federal em Minas Gerais, governado há 12 anos pelo PSDB, e diz que os tucanos é que não fizeram a parte deles; Eles não têm programas sociais e por isso se apropriam dos programas do governo federal, mudando somente os nomes; ataque foi desferido em entrevista ao jornal Gazeta Norte Mineira; sobre o PT, disse não acreditar em desgaste, mas sim que o partido tem que se renovar, constantemente; segundo ele, que estará à noite em Montes Claros, com a presidente Dilma Rousseff, povo pode esperar muito ainda da legenda, que já fez muito pelo povo brasileiro.

Barbosa sai, e Lewandowski assume hoje o comando do STF. Decreto de aposentadoria do ex-relator do mensalão, que presidia a Corte desde novembro de 2012, foi publicado ontem. Na verdade, deu o troco nos ministros Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia. A saída um dia antes da reabertura dos trabalhos livrou Barbosa de ter de participar e, principalmente, votar na sessão que escolherá nesta sexta os dois desafetos para dirigir a mais alta Corte de Justiça do País. 

TSE multa Mercadante em R$ 7,5 mil por propaganda eleitoral antecipada para Dilma. Chefe da Casa Civil convocou entrevista para responder a críticas do PSDB.

Propostas dos presidenciáveis para a saúde são superficiais, dizem analistas. Programas dos principais candidatos excluem o SUS da articulação com outras ações sociais e não definem novas fontes de recursos; apenas Aécio não faz mistério sobre OSs.

Aumenta pressão pela reforma política. Sociedade civil prepara mobilização em favor de assembleia constituinte e projeto de lei popular. Milhões de pessoas serão consultadas em setembro.

De novo com seu falso otimismo - Ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo já está reajustando as tarifas e não há risco de choque de preços como apontam os adversários da presidente Dilma Rousseff; Essa história de que não reajustamos as tarifas é conversa para boi dormir.

PT aprova expulsão de deputado acusado de elo com facção. Luiz Moura, investigado sob suspeita de lavar dinheiro para organização criminosa, não poderá concorrer à reeleição.
  
No Rio, dizem que Bethlem teria beneficiado empresa que gerencia quiosques. Segundo revista Época, deputado teria recebido dinheiro da Orla Rio para caixa dois de campanha.

Alegrem-se cariocas! Tarifas de água e esgoto ficam 6,75% mais caras no Rio a partir de hoje.

Aécio lançará semana que vem campanha contra votos brancos e nulos #vempraurna.

Produção industrial recua pelo quarto mês consecutivo e cai 1,4% em junho, afetada pela Copa. Queda da produção em junho na comparação com um ano antes foi de 6,9%, a maior desde setembro de 2009.

Que união? Ao lado de Dilma, Edir Macedo inaugura Templo de Salomão em São Paulo. Sem luz em templo, autoridades sobem três andares de escada. Picos de energia atrapalharam a recepção a Dilma, governadores e ministros do STF em templo da Universal, que está sob investigação. Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, coordena doação de R$ 10 milhões à reeleição de Dilma. 

Cúria quase perde Cristo - Chega de Brasília uma informação que pode ser considerada bizarra, mas que também pode ter implicações mais graves. No impasse acerca do filme de José Padilha sobre o Rio, que a Cúria Metropolitana vetou inicialmente por considerar que a figura do Cristo Redentor havia sido desrespeitada, mas depois liberou, a ministra da Cultura Marta Suplicy fez chegar ao Cardeal D. Orani Tempesta uma ameaça de, através de um decreto presidencial que já estaria pronto, retirar da Igreja Católica a tutela sobre a imagem que está implantada no Parque Nacional da Tijuca, sob o controle da União. 
O monumento foi erigido em área cedida pela União à Arquidiocese do Rio na década de 1930, mas o acesso à estátua é realizado pelo Parque Nacional da Tijuca, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. (Merval Pereira, OGlobo)

E vai se asilar onde? E os que pretendia destruir e matar? Elisa Quadros, a Sininho: Tive de sair do Rio para não me matarem.

Surto de ebola está fora de controle, diz chefe da OMS. Margaret Chan se reuniu com presidentes de Serra Leoa, Costa do Marfim, Guiné e Libéria; segundo ela, vírus pode ser contido. Americano com ebola será tratado nos EUA, diz hospital. Dois cidadãos do país diagnosticados com a doença estão internados na Libéria. Serra Leoa declara estado de emergência devido a epidemia de ebola.

Israel ataca Gaza após cessar-fogo ser rompido. Segundo palestinos, 30 morreram apesar de trégua de 72hs; Israel afirma ter respondido a foguetes do Hamas. Trégua termina e soldado israelense é sequestrado na Faixa de Gaza, diz Israel.
O Santander e a lobotomia de uma Nação.
Os bancos são os grandes provedores de conteúdo da rede Brasil aos cacos. Eles dão a corda, o jornalismo econômico dá o nó, o país entra com o pescoço.
O banco Santander, informa a Folha, anexou aos extratos enviados a sua clientela de elite, o segmento Select, uma avaliação de natureza político eleitoral.
Caso Dilma se consolide na dianteira das intenções de voto, adverte o maior banco estrangeiro em operação no país, ações devem cair, os juros vão subir, o chão se esfarelar…
Em linguagem cifrada, não deixe que isso aconteça: vote Aécio.
Transformar extratos bancários em palanque da guerra das expectativas deve ser inclusive ilegal. O Ministério Público Eleitoral poderá dizê-lo.
O descabido, porém, não constitui anomalia no cenário brasileiro.
Os bancos são os grandes provedores de conteúdo da rede Brasil aos cacos.
Eles dão a corda, o jornalismo econômico dá o nó, o país entra com o pescoço.
Gente treinada e bem remunerada, quadros de elite - não raro egressos do Banco Central no governo do PSDB, encontram-se disponíveis para somar forças com o bravo jornalismo de economia na missão de esgoelar o Brasil.
Um bunker tucano, como o Itaú, hoje uma espécie de Banco Central paralelo, figura como um dos grandes provedores de conteúdo do noticiário econômico.
O recado é sempre o mesmo: não há futuro para o Brasil se a urna sancionar um segundo ciclo do intervencionismo.
Quando as estatísticas teimam - como agora que a inflação desaba, o apagão se esvai, os juros futuros recuam e o pleno emprego resiste - recorre-se ao talento do jornalismo adversativo.
O varejo, por exemplo, quando cai é uma tendência preocupante; se sobe, recuperou, mas é pontual.
Resultado bom surpreende o mercado. O inverso veio em linha com as expectativas de deterioração do quadro econômico.
É infernal.
A experiência brasileira sugere que não há ingrediente mais precioso na luta pelo desenvolvimento do que abrir espaço ao discernimento crítico da sociedade contra o monólogo da desinformação.
Sem isso, prevalecem interesses que se beneficiam do incentivo à amnésia histórica.
Um exemplo?
A origem da tão propalada crise de confiança atribuída ao intervencionismo estatal.
Aqui e em todo o planeta sua principal fonte, na verdade, foi a intermitente eclosão de colapsos financeiros, a partir dos anos 70, quando a mobilidade dos capitais ficou livre do controle estatal que a banca ainda acha excessivo no Brasil.
Uma a uma, foram desativadas as comportas erguidas a partir de 1929 para disciplinar a natureza intrinsecamente autofágica e desestabilizadora do capitalismo financeiro.
Bill Clinton, em 1999, consumou o arrombamento iniciado por Tatcher e Reagan nos anos 80.
Ao revogar a lei Glass Steagall, o democrata eliminou a distinção entre bancos comerciais e de investimento - estes últimos só podiam arriscar com capital próprio lastreado em reservas.
Isso acabou.
Rompida a barreira, as águas se misturaram - e o risco se diluiu.
O dinheiro fácil, barato, mas de curto prazo, jorrou no vertedouro da especulação engordando-a, ao mesmo tempo em que encurtava seus ciclos.
Como num cassino, o fastígio das primeiras rodadas parecia eterno.
Dessa crença brotaram os créditos ninja, concedidos a tomadores sem renda, sem emprego e sem garantias.
O chute no escuro empurrou todos os jogadores ao buraco negro das subprimes, em 2008.
O Santander foi, na Espanha, um dos titãs da ciranda que legou ao país o maior encalhe de imóveis do mundo e um desemprego só inferior ao grego.
Em 2011, atolado em hipotecas micadas, jogou a toalha: anunciou uma moratória de três anos sobre o principal, em troca de receber pelo menos o juro dos mutuários espanhóis empobrecidos.
Em 2012, quando a corda apertava seu pescoço na Europa, o presidente do banco, Emilio Botín, aterrissou no Brasil.
Disse que o país era a sua maior prioridade no mundo: daqui saíam 30% do lucro global do grupo.
Em setembro de 2013, estava de volta.
Depois de reunir-se com a Presidenta Dilma Rousseff, anunciou: Queremos participar ativamente do milionário Plano de Aceleração do Crescimento e financiar uns US$ 10 bilhões em projetos de infraestrutura. O Brasil tem se consolidado como uma grande potencia regional e global, com instituições sólidas e um sistema financeiro muito consolidado (EL País; 13/09/2013).
Dez meses depois resolveu lançar extratos bancários consorciados a panfletos eleitorais contra o risco Dilma.
A memória curta do Santander em relação ao país está em linha com a memória curta da mídia conservadora em relação à origem da crise de confiança cujo fato gerador não apenas persiste , como ensaia um novo pico explosivo.
Fatos.
Dos mais de US$ 25 trilhões despejados no sistema financeiro dos EUA desde 2009, para mitigar o caixa rentista, apenas 1% ou 2%, no máximo, chegaram aos lares assalariados, na forma de crédito e financiamento.
O que avulta, ao contrário, é uma explosão irracional dos preços da papelaria financeira sem lastro na riqueza real - a mesma doença pré-2008:
Na zona do euro, onde o Santander é a maior instituição bancária, a desproporção entre a valorização dos ativos (títulos, ações etc) e a curva do emprego e do consumo, replica a dança na boca do vulcão.
Estima-se que nos EUA grandes corporações tenham uns US$ 7 trilhões queimando em caixa. Liquidez ociosa à procura de fatias da riqueza real para uma transfusão de lastro.
Com a economia internacional flertando com a estagnação há seis anos, novas bolhas especulativas engordam no caldeirão.
A Facebook, por exemplo, acaba de pagar US$ 19 bilhões (8% de seu próprio valor) por uma startup, a WhatsApp.
Para que o negócio justifique o preço terá que duplicar sua base de usuários para 1 bilhão.
Com o dinheiro barato irrigado pelo Fed, grandes corporações norte-americanas tomam recursos a juro negativo para recomprar as próprias ações.
O artifício permite bombar balanços sem incrementar a produção.
Estima-se que mais de US$ 750 bilhões de dólares foram utilizados nessas operações em 2013.
Outra evidência da fuga para frente do capital fictício é a súbita procura por bônus de economias reconhecidamente cambaleantes.
Casos da Grécia, Espanha e Portugal, por exemplo.
Os lanterninhas do euro lançaram emissões no mercado financeiro este ano e conseguiram captar bilhões a juros baixíssimos.
Rincões cada vez mais improváveis faíscam aos olhos da sofreguidão especulativa.
A última descoberta, a África, vê pousar fundos primos dos abutres que acossam a Argentina. Tão aventureiros quanto, compram emissões de Estados acuados por guerras e conflitos étnicos.
A ideia é receber pelo menos uma parte da remuneração indexada a juros cinco a seis vezes acima do custo de captação nos EUA; depois cair fora.
É nesse ambiente camarada que o Santander resolveu reforçar a lobotomia em curso no imaginário brasileiro.
Fomentar a crise de confiança é a pedra basilar de um mutirão eleitoral para escancarar as comportas que permitam ao capital ocioso avançar por aqui, como se o país fosse um banco de sangue complacente à transfusão requerida pela especulação global.
Estamos falando de um alvo de cobiça com população equivalente a dos EUA nos anos 70. E uma renda pouco superior a 1/3 daquela dos norte-americanos nos anos 30.
Com uma distinção não negligenciável: a distribuição no caso brasileiro é melhor que a dos EUA então, atropelado por uma taxa de desemprego que chegou a 27% em 1937.
O Brasil vive perto do pleno emprego; tem população predominante em idade produtiva; um potencial de demanda ainda não atendida e recursos estratégicos abundantes, a exemplo do pré-sal.
Nada sugere que estamos diante dos ingredientes de um fracasso, como aquele vaticinado dia e noite pela rede Brasil aos cacos.
A curetagem conservadora, porém, pode anular a alma de uma nação - se conseguir convencê-la a rastejar por debaixo de suas possibilidades históricas. (Saul Leblon, Carta Maior) 

Denúncia pública - O navio que não navega
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R$ 336 Milhões... Em 7 de maio de 2010, ao lado da sucessora que escolhera e do governador pernambucano Eduardo Campos, o presidente Lula estrelou no Porto de Suape um comício convocado para festejar muito mais que o lançamento de um navio: primeiro a ser construído no país em 14 anos, o petroleiro João Cândido fora promovido a símbolo da ressurreição da indústria naval brasileira. Produzida pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), incorporada ao Programa de Modernização e Expansão de Frota da Transpetro (Promef) e incluída no ranking das proezas históricas do PAC, a embarcação com 274 metros de comprimento e capacidade para carregar até um milhão de barris de petróleo havia consumido a bolada de R$ 336 milhões – o dobro do valor orçado no mercado internacional.

Destacavam-se na plateia operários enfeitados com adesivos que registravam sua participação no parto de mais uma façanha do Brasil Maravilha. Seria uma festa perfeita se o colosso batizado em homenagem ao marinheiro que liderou em 1910 a Revolta da Chibata não tivesse colidido com a pressa dos políticos e a incompetência dos técnicos. Assim que o comício terminou, o petroleiro foi recolhido ao estaleiro antes que afundasse ─ e nunca mais tentou flutuar na superfície do Atlântico.

O vistoso casco do João Cândido camuflava soldas defeituosas e tubulações que não se encaixavam, além de um rombo cujas dimensões prenunciavam o desastre iminente. Se permanecesse mais meia hora no mar, Lula seria transformado no primeiro presidente a inaugurar um naufrágio. Estacionado no litoral pernambucano desde o dia do nascimento, nem por isso o navio deixou de percorrer o país inteiro. Durante a campanha presidencial, transportado pela imaginação da candidata Dilma Rousseff, fez escala em todos os palanques e foi apresentado ao eleitorado como mais uma realização da supergerente que Lula inventou.

A assessoria de imprensa da Transpetro se limita a informar que não sabe quando o João Cândido vai navegar de verdade. O Estaleiro Atlântico Sul, criado com dinheiro dos pagadores de impostos, não tem nada a dizer. Nem sobre o petroleiro avariado nem sobre os outros 21 encomendados pelo governo. No fim de 2011, o EAS adiou pela terceira vez a entrega do navio. A Petrobras, que controla a Transpetro, alegou que os defeitos de fabricação só podem ser consertados no exterior. Pode?

Quando o presidente era Nilo Peçanha, João Cândido comandou uma rebelião que exigia a abolição dos castigos físicos impostos aos marinheiros. Passados 102 anos, Dilma e Lula resolveram castigá-lo moralmente com a associação de seu nome a outro espanto da Era da Mediocridade: depois do trem-bala invisível, o governo inventou o navio que não navega. (Júlia Rodrigues) 


Temos de, nas próximas eleições, extirpar do cenário político brasileiro esses cânceres chamados de PT, PSOL, PCdoB, coligados; bem como de todos os demais partidos e seus membros corruptos e não deixá-los nunca mais voltarem a ter representação no nosso país, além de fazer uma investigação nas entranhas das falcatruas feitas nos últimos anos dos desgovernos; principalmente, os do PT, da Dilma, do apedeuta Lula, e confiscar os bens de todos esses bandidos e saqueadores da nação.
Para reflexão total, meditação e análise profunda; pensemos nisso a partir de agora...
Reafirmo: é preciso que o povo brasileiro tome uma posição extirpando do cenário político brasileiro todos os políticos do PT e seus coligados!
Este é o preço de um povo conformado:
- Ausência de atendimento médico; falta de bons hospitais e postos médicos (SUS); (o Sírio-Libanês é só para os ricos, políticos e petralhas);
- Os impostos mais caros do mundo;
- Os juros mais caros do mundo;
- Os pedágios mais caros do mundo;
- Os carros mais caros do mundo;
- O combustível mais caro do mundo;
- A energia mais cara do mundo;
- Os políticos mais caros e corruptos do mundo! Seu voto é a sua força para mudanças. Brasil! 

Especialista faz carteira ideal para Dilma; presidente investe na poupança e no colchão Leia

Todo mundo pensando em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?

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