24 de jun de 2014

Yes Sir, we have cracolândia !

A gafe do dia: Inglaterra saiu da Copa por culpa dos bons estádios brasileiros. É a primeira vez que uma equipe de futebol perde por excesso de qualidade dos nossos estádios, disse o ex-presidente em convenção do PT. (Lula)
Eleições: 57% dos jovens entre 16 e 24 anos não têm interesse em votar.
O Partido dos Trabalhadores tem 314 casos sendo investigados pela Justiça, Ministério Público, Polícia Federal, Receita Federal e Tribunal de Contas da União. O santo nome do mito Luiz Inácio Lula da Silva é citado em pelo menos 10 situações. A Presidenta Dilma Rousseff aparece em 7. Os números assustadores do grau de corrupção no setor público, envolvendo a classe política, são tabulados por grandes escritórios de Lobby, que prestam assessoria aos políticos e partidos, em Brasília. (AlertaTotal)
O jornalista Claudio Tognolli, acaba de fazer uma revelação aterradora em seu blog: 14 agentes da Polícia Federal já comentaram suicídio, o que é um recorde histórico. O motivo: problemas psicológicos e assédio moral decorrentes do aparelhamento dessa instituição. E tem mais: neste ano eleitoral, afirma o jornalista, a Polícia Federal tem nada menos que 600 operações para serem deflagradas - preferencialmente - destaca, contra os adversários políticos do governo.
De como se engana o trabalhador
Tem gente que se ilude. Tem gente que é iludida. Tanto faz, dá no mesmo. Vem de décadas a enganação de que os tempos mudaram e o trabalho, agora, ficou diferente: com o computador, o cidadão pode trabalhar em casa, ou na praia, sem submeter-se a horários, cartão de ponto e perseguição dos patrões. Sendo assim, para que direitos trabalhistas? Para que jornada de oito horas, férias remuneradas, pensões e aposentadorias, proteção do trabalho do menor e da gestante, indenização por demissão imotivada e estabilidade no emprego?
É precisamente a supressão desses direitos que os malandros vem promovendo, em nome da modernidade. Porque se o trabalho mudou, como dizem, nem por isso mudou o capital, que continua o mesmo, ou seja, busca o lucro a qualquer preço. Claro que, como sempre, às custas do trabalho.
O pior está em que o embuste pegou. Alcançou até mesmo os sindicatos dos assalariados. Nem se fala das centrais sindicais, há anos acomodadas às imposições do capital, a principal delas a respeito de que a melhoria das condições de vida do trabalhador depende da educação. Parece indiscutível que com a educação todo indivíduo progride. É fundamental para o seu aprimoramento, não só material, mas humano. Do jeito como a equação vem sendo apresentada, porém, a educação transformou-se numa armadilha. Só depois de conquistar seu diploma, ou de dominar o computador, o trabalhador estará credenciado para ingressar na sociedade que o exclui. Mesmo assim, obrigado a uma competição perversa onde a regra é superar os concorrentes através de expedientes nem sempre honestos. O que deveria ser um direito inerente a todos se transforma numa loteria onde muito poucos são premiados.
Buscam, as elites, suprimir direitos inerentes ao trabalhador em troca da ilusão dele, um dia, poder ingressar no mundo dos privilegiados. Em paralelo, para evitar indignações bissextas, promovem o assistencialismo. Distribuem esmolas e ainda exigem submissão. Quando as coisas apertam, como nas crises econômicas, impõem imediatamente demissões em massa, aumento de impostos, corte nos investimentos sociais e extinção dos direitos trabalhistas que sobraram.
Diante desse quadro amargo, à vista de todos, vale voltar a atenção para os candidatos à sucessão presidencial, começando por ela. Dilma não dá uma palavra sobre a recuperação dos direitos sociais surripiados ao longo das últimas décadas. Muito menos sobre ampliar as conquistas do trabalhador. O modelo que apresenta para o indivíduo é o mesmo que propõe para o país: produzir, crescer, desenvolver-se, mas dentro das tenazes que sufocam o trabalho. Que tipo de mudanças sugere, senão de deixar tudo como está?
Quanto a Aécio Neves e Eduardo Campos, nem isso. Eleito um deles, começará a imaginar que prerrogativas do trabalho ainda podem ser suprimidas. (Carlos Chagas)
Eu Não Tinha Pensado nisto!
Realmente, não sabemos como 20.000 haitianos em situação de miséria conseguiram dinheiro para comprar passagens aéreas para o Peru, e de lá para o Acre, e do Acre para SP. É algo que os Centros de Inteligência Militares e a Polícia Federal deveriam apurar.
O preço mais barato encontrado para o trecho Port-au-Prince
Lima foi US$ 650.00 e para o trecho Lima/Rio Branco US$ 912.00.
Somando os dois = US$ 1.562,00
Com o dólar a 2,30 = R$ 3.592,00
+ a passagem Rio Branco/Guarulhos=R$ 500,00.
Total: R$ 4.092,00
Complementando:
R$ 4092,00 x 20.000 Haitianos=R$ 81.840.000,00 dos impostos pagos por nós?
Quem pagou esta conta? Será que foi o PT?
Será que vão ser naturalizados?
Isso vai virar bolsa família para votar na Dilma?
Será que virão para São José dos Campos e serem acolhidos pelo Prefeito Carlinhos de Almeida?
O caso dos haitianos e o mistério de suas viagens:
O Brasil não faz divisa com o Haiti.
Está até que bem longe do Haiti e jamais teve qualquer tipo de relação verdadeira.
Até hoje ninguém entendeu porque Lula obrigou que se mantivesse uma força de paz de soldados brasileiros no Haiti, sob um custo absurdo de dinheiro dos cofres brasileiros por tanto tempo.
Que se fizesse uma vaquinha de dinheiro de alguns países, que o Brasil participasse desta vaquinha, mas não deixar lá soldados brasileiros que não tinham a menor ideia do que faziam ali.
Na época falavam em 2 bilhões de dólares de custo.
Isto é coisa pra Estados Unidos, Rússia e Japão, não pra Brasil ficar bancando.
Passa o tempo...
De repente começa a entrar uma quantidade enorme de 20 mil haitianos dentro do Brasil, sem documentação, sem autorização, justamente pelo estado governado pelo PT que é Acre.
Onde estava o general Enzo, conhecido por ser comandante do Exército?
Aliás o general Enzo já deveria ter renunciado ao cargo no dia que não teve coragem de cumprir o Regimento do Exército e tirar a medalha dada a Genoino pois pelo Regimento se algum ganhador da medalha for condenado por algo no futuro o Exército cassa a medalha.
Pergunto de novo onde estava o general Enzo que não tomou atitude de guarda constitucional da fronteira e permitiu invasão de 20 mil haitianos que vieram de um país que não tem fronteira com o Brasil?
Será que não funciona mais aquele serviço de inteligência do Exército que tão bem funcionava antes?
Vamos mais longe pra cumprir o pensamento.
O Haiti fica longe do Brasil.
Alguém forneceu a logística pra que 20 mil haitianos viessem até a América do Sul e entrassem justo no Peru.
Por que o Peru?
Porque o Peru faz divisa com o estado governado pelo PT.
Isto é matemática e inteligência de guerra que o general Enzo deveria conhecer e não demonstrou nada.
Os Haitianos vem de longe, sem dinheiro, em logística que custa caro e alguém organizou e pagou, pra entrar na América do Sul pelo país do Peru que fica na divisa com o Acre.
Lógico que o Peru não queria acolher os haitianos porque eles não tem qualificação profissional.
Aliás a Polícia Federal descobriu que muitos tem qualificação que é serem milicianos no Haiti e formarem bando de gente fora da lei.
Agora o governador do Acre arrumou dinheiro pra mandar os haitianos pra São Paulo.
E o prefeito de São Paulo, Haddad, do PT, já tinha todo material preparado pra acolher os haitianos colocando uma tropa de trabalhadores pra deixar em boas condições um galpão bem reformado com todas as boas condições de sobrevivência.
Este é o mesmo prefeito do PT que deixa nas ruas sem resolver os brasileiros que não tem teto e um grande número de moradores de rua.
Será que só eu, que não tenho curso na Escola Superior de Guerra, estou vendo toda uma trama de guerrilha arquitetada pelo PT?
Será que apenas eu, que não sou jurista constitucionalista, vi a invasão do território nacional e de soberania permitido pelo PT?
Será que só eu, que não sou militar, vi aquilo que o general Enzo deveria ter visto? Alguns vão dizer que esta linha de raciocínio é surreal.
Diziam exatamente a mesma coisa quando Fidel Castro foi menosprezado e montou a invasão de Cuba com sua tropa que os cubanos consideravam irreal e absurda de existir. Na verdade são mais 20.000 a engrossar o numero de guerrilheiros que ajudarão a consolidar a ditadura comunista no Brasil que já esta instalada.
(Pergunto eu: os coiotes estão no governo?) 

A política indigenista é caótica, afirma o General Heleno

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No dia 29 de maio último, em evento promovido pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, mais de 350 pessoas acorreram ao Club Homs, na capital paulista, para assistir à conferência do General Augusto Heleno Fragoso sobre a questão indígena na Amazônia.

A sessão foi aberta pelo Dr. Caio Xavier da Silveira, diretor do Instituto. Ele afirmou que o conferencista conhecia como ninguém o problema do índio, pois enquanto a celeuma em torno da demarcação da Reserva Raposa/Serra do Sol atingia seu clímax, o Gen. Heleno se encontrava lá em posição privilegiada.

E lembrou a propósito este verso de Gonçalves Dias: E à noite, nas tabas, se alguém duvidava do que ele contava, dizia prudente: Meninos, eu vi. Ele viu, ele lá estava. Viu com os seus olhos lúcidos e patriotas.

O General esclareceu que ampliaria o tema da Raposa/Serra do Sol ao falar sobre outros desafios. Para ele, conjugada com outros problemas, a questão indígena é seríssima e capaz de fazer perder o sono.

Diante de muitas indagações, ele começou por dizer que não é candidato a nada, nem filiado a qualquer partido político. Utilizando-se de slides com desenhos e gráficos, fez um apanhado didático do cenário internacional.

Após a falsa euforia do Brasil como terceira potência em 20 anos, caímos na real ao nos contentarmos com a sétima ou oitava economia do mundo. Para ele, isso não é pouco. O país é tão rico, que qualquer corrupção de uma pequena prefeitura já desvia 20 milhões de reais…

Para o palestrante, os insucessos nas guerras do Afeganistão e do Iraque, além da crise econômica de 2008, fizeram com que os EUA conhecessem um declínio. O que faz acreditar na sua recuperação é a sua superior tecnologia.

Eles não abrem mão de pesquisas e de inovações tecnológicas, além de atraírem as grandes cabeças mundiais.

Pari passu às crises europeia e americana adveio a ascensão da China. Pelo que consta, é o país que mais cresce no mundo, ao utilizar-se daquela fórmula do violino: segura com a esquerda e toca com a direita.


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Com regime de exceção, trabalho escravo, espionagem industrial e reengenharia de tudo, a China não encontra óbice. Na verdade, ninguém sabe o que se passa lá dentro.

Com crescimento de cerca de 10% ao ano, agora um pouco menos, o PIB chinês já preocupa ao se encostar no PIB americano. Isto é preocupante, pois a China é uma caixa preta. Mas ela depende de matéria prima nossa e de países da África.

A relação China-EUA passou a ser tratada como algo muito importante. O cenário de crise das economias desenvolvidas ao lado do crescimento da China faz com que a relação bilateral passe a ter uma influência muito grande daqui para frente. 

Mesmo assim, os EUA não vão perder a sua supremacia em médio ou curto prazo.

O Brasil se insere no contexto dos BRICS, organização que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Procuramos uma posição de relevância junto a esse grupo de países com muita capacidade de influência.

Só que nessa relação bilateral Brasil-China, as estratégias ainda não foram definidas.

Somos vendedores de commodities para a China, mas elas se esgotam. Em troca, recebemos empréstimos, investimentos diretos e grande déficit comercial que ao longo do tempo pode nos empobrecer.

Olhando para a América do Sul, diz-se não haver a menor possibilidade de uma guerra. Mas podem acontecer episódios que provoquem tensões e daí podem sair conflitos. Se não estiver envolvido, o Brasil atuará fatalmente como poder moderador.

O ambiente geopolítico sul-americano sofre a ameaça do grupo bolivariano. Embora o Brasil tenha como um de seus postulados a democracia e o estado de direito, vai lá beijar a mão dos Castro, dos maiores tiranos da História. 

Aprova todas as barbaridades feitas nos círculos bolivarianos e ainda vem falar em democracia. Fica difícil de acreditar. Fala-se de democracia e empresta dinheiro para construir porto em Cuba.

A Comissão da Verdade é uma excrescência. Em nenhum documento das organizações de luta armada eles falaram em lutar pela democracia real. 

Na verdade, a democracia deles é o regime cubano. Eles queriam transformar o Brasil numa imensa Cuba, num satélite da União Soviética. Eles tinham como ícone a Albânia!

E agora todos eles viraram defensores ardentes da democracia. Há gente que tem quatro codinomes. Não vou dizer quem é… Nunca vi alguém lutar pela democracia com codinomes.

O potencial do grupo bolivariano é considerável. Eles têm petróleo, gás natural, do qual nós dependemos, muito recurso mineral e cocaína! Eles têm saída para o Pacífico, o Atlântico e o Caribe.

Por outro lado, o nosso efetivo militar nas fronteiras é suficiente para desencorajar qualquer ameaça à integridade territorial. Estamos falando do problema militar. 

Não temos problemas com os vizinhos. São dez vizinhos com os quais mantemos relações cordiais. Mas seria não ter senso patriótico considerar que o Brasil, com o seu enorme potencial, não fosse alvo da cobiça internacional.

Quais são as vulnerabilidades do Brasil? - Falta de estrutura básica compatível com as suas necessidades. Por falta de vontade política, há muita roubalheira ao lado de muita falta de planejamento. Não temos estrutura para ser a sétima economia do mundo.

Padecemos de deficiências na saúde, na educação e no saneamento. Não é falta de dinheiro. Quem fala em aumentar a verba de educação e saúde nunca pegou o orçamento para ver a quantidade de dinheiro aplicado aí. Se comparado com a verba das Forças Armadas, a gente chora.

Falta mão-de-obra qualificada. As próprias empresas estão qualificando os seus empregados. São os head hunters, os caças talentos. Já que não os encontra, os prepara.

Política ambiental confusa, com prejuízo para a situação fundiária e energética. São os eco-maníacos, os eco-chatos, como vêm sendo chamados. Roraima é um caso típico.

Lá existe uma hidrelétrica planejada há anos em Contigo. As autoridades não dão licença ambiental para fazê-la por causa da rã amarela. 

Lá, recebemos energia da Venezuela. Por que até hoje não fizemos a hidrelétrica de Contigo? Por causa da rã amarela…

Política indigenista irreal. Avisei que iria falar. Não foi falta de lealdade, pois eu conhecia a Amazônia desde tenente. Como comandante militar, conheci um brigadeiro sensacional. Aos sábados pegava o avião e ia visitar as comunidades indígenas levando médico e veterinário.

Tive oportunidade de visitar muitos lugares. Com dois meses de comando da Amazônia, em reunião do Alto Comando, eu avisei: estou presenciando coisas que me têm deixado revoltado. São verdadeiros acintes ao ser humano. Se continuar, com seis meses de comando, eu vou colocar a boca no trombone. E a cada reunião do Alto Comando eu levava vídeos e fotografias.

Depois de seis meses, declarei que a política indigenista era lamentável, para não dizer caótica. Hoje tenho certeza de que ela é caótica. Nesta semana um policial foi atingido por uma flecha em Brasília. Agora se discute se a flecha é arma ou se faz parte da cultura indígena…

Desvalorização dos princípios éticos e morais. Esse para mim é o maior problema do país e tem reflexo em todos os outros. Eu não quero superestimar a capacidade de uma esquerda virulenta que almeja acabar com as nossas instituições. Não sei se serão capazes de fazer isso.

Por fim, o Gen. Heleno expôs a trágica situação em que se encontra a reserva indígena Raposa/Serra do Sol, cinco anos após a sua demarcação. Com a expulsão dos antigos proprietários, aquela região tão próspera transformou-se numa imensa favela indígena.

O Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, ao encerrar a reunião, lembrou a denúncia profética de Plinio Corrêa de Oliveira no seu livro Tribalismo Indígena, ideal comuno-missionário do Brasil nos século XXI, no qual apontou, há 35 anos, a conspiração de neomissionários contrários à catequização e à civilização dos índios, preparando uma revolução indigenista.

De fato, uma grande revolução está sendo feita em nome dos índios, visando a divisão do Brasil e a liquidação do direito de propriedade e do produtor rural. (Nelson Ramos Barreto) 


Dilma quer cortar a aposentadoria das viúvas. Aqui


A candidata à reeleição é o tema do rock de Luiz Trevisani: 
Um poste em queda livre.

A lista do PT
Lula só pensa naquilo. Diante das vaias (normais no ambiente dos estádios) e dos xingamentos (deploráveis em qualquer ambiente) a Dilma Rousseff na abertura da Copa, o presidente de facto construiu uma narrativa política balizada pela disputa eleitoral. A elite branca e a mídia, explicou, difundem o ódio contra a presidente-candidata. Os conteúdos dessa narrativa têm o potencial de provocar ferimentos profundos numa convivência democrática que se esgarça desde a campanha de ataques sistemáticos ao STF deflagrada pelo PT.
O partido que ocupa o governo decidiu, oficialmente, produzir uma lista de inimigos da pátria. É um passo típico de tiranos - e uma confissão de aversão pelo debate público inerente às democracias. Está lá, no site do PT, com a data de 16 de junho (leia). O artigo assinado por Alberto Cantalice, vice-presidente do partido, acusa os setores elitistas albergados na grande mídia de desgastar o governo federal e a imagem do Brasil no exterior e enumera nove inimigos da pátria - entre os quais, este colunista. Nas escassas 335 palavras da acusação, o representante do PT não cita frase alguma dos acusados: a intenção não é provar um argumento, mas difundir uma palavra-de-ordem. Cortem-lhes as cabeças!, conclama o texto hidrófobo. O que fariam os Cantalices sem as limitações impostas pelas instituições da democracia? (Demétrio Magnoli) 
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Não sei não, mas me lembra o programa da Globo onde existia cala a boca, Magda!
Tudo culpa da mídia
O PT não desiste: é tudo culpa da mídia. Depois de Lula ter proclamado aos quatro ventos que o lamentável episódio das ofensas dirigidas a Dilma Rousseff no jogo de abertura da Copa do Mundo foi obra da zelite seu homem de confiança no Palácio do Planalto, o ministro Gilberto Carvalho, manifestou opinião diversa, mas não necessariamente divergente, que na verdade aprimora o argumento petista: a culpa é da pancadaria diária dos meios de comunicação no lombo do PT e de seu governo.
Ajudam a entender as intenções do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência as circunstâncias em que ele se manifestou. Circunstâncias que, de resto, demonstram claramente o que o PT entende por democratização da mídia: uma reunião, no Palácio do Planalto - patrocinada, portanto, com recursos de todos os brasileiros -, com blogueiros e ativistas militantes ou simpáticos ao lulopetismo, convocados para tratar da necessidade de se articularem e unificarem o discurso contra a direita militante que não havia antes, para fazer o debate da mídia para valer (não ficou claro se o para valer se referia ao debate ou à mídia)... (Estadão)

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