22 de mai de 2014

Ridículo! Palmada, um tema de alienação...

• Para definir rumos da paralisação e com medo de greve por tempo indeterminado no Rio, Pezão decide receber policiais nesta quinta.
• Planos Bresser, Verão e Collor - STJ decide a favor dos poupadores e bancos podem pagar R$ 340 bilhões.
• Sete vezes menor, Maranhão recebe mais verba em 2014 que SP.
• Brasil cai em ranking de competitividade e fica em 54º lugar. País perdeu 16 posições nos últimos quatro anos.
• Aí seu Montenegro, vale os 48 milhões né! Ibope vaza e dá vitória de Dilma em primeiro turno. O povo não cai nessa não...
• Patriota nega recuo de política externa do Brasil. Atual embaixador do Brasil na ONU, ex-chanceler de Dilma diz que decisão sobre ampliação do Conselho de Segurança pode sair em 2015. Com Dilma, o Brasil perdeu força na política internacional?
• Papa quer reforçar diálogo inter-religioso na Terra Santa. Guerra civil na Síria, impasse no processo de paz israel-palestino e fortalecimento do fundamentalismo islâmico no Médio Oriente são algumas das preocupações que dominam a peregrinação do papa - popular nas comunidades muçulmana, judaica e cristã - a Amã, Belém e Jerusalém.
Drogas e prostituição numa Holanda arrependida.
Mudanças na vitrine.
Farta de ser tolerante, Amsterdã troca bordéis em bairro degradado por lojas e ateliês de arte.
A Holanda é um dos países mais liberais da Europa. Comportamentos considerados tabu em muitos países, como eutanásia, casamento gay, aborto e prostituição, são legalmente aceitos pelos holandeses. Em Amsterdã, turistas podem comprar pequenas quantidades de maconha em bares especiais, os coffee shops, e escolher abertamente prostitutas expostas em vitrines, uma tradição da cidade. No passado, De Wallen, o bairro da Luz Vermelha, como é chamado nos guias turísticos, foi relativamente tranqüilo e apinhado de curiosos. Desde que a prostituição foi legalizada, sete anos atrás, tudo mudou. Os restaurantes elegantes e o comércio de luxo que havia nas proximidades foram substituídos por hotéis e bares baratos. A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta. Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo. A prefeitura está investindo na remodelação do bairro, para atrair turistas mais ricos e bem-comportados.
De Wallen é um centro de bordéis desde o século XVII, quando a Holanda era uma potência naval e Amsterdã importava cortesãs da França e da Bélgica. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é consequência do excesso de liberalidade. O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas - nem sempre voluntariamente - das regiões mais pobres, como a África, a América Latina e o Leste Europeu. A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico.
O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada 1.000 holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca. O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai turistas da droga dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa. Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades, disse a Veja o criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã.
A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado. A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro. Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade. (Thomaz Favaro, Veja) 
Hora do rush em Bangladesh, após o Ramadan...
E ainda reclamam dos transportes no Brasil!
 Lembrem-se: Sempre pode piorar!
Gente, é inacreditavelmente desumano!
Carta publicada no O Globo.
Que venha o novo referendo pelo desarmamento. Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias. Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas que NÃO lhe cabe desarmar cidadãos de bem.Nesse ínterim, propomos que outras questões, tão importantes quanto, sejam inseridas no referendo:
• Maioridade penal aos 14 anos? SIM!
• Voto facultativo? SIM!
• Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!
• Reduzir para a metade o número de Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores de todo país? SIM!
• Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e NÃO por nepotismo? SIM!
• Reduzir (por Lei) os 39 Ministérios para no máximo 20? SIM!
• Exigência do 3º grau completo para os cargos de Presidente/Vice da República, Governadores, Senadores? SIM!
• Exigência do 2º grau completo para os cargos de Deputado Federal/Estadual e Vereadores? SIM!
• Fidelidade partidária absoluta? SIM!
• Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!
• Ampliação do Ficha-limpa? SIM!
• Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!
• Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público. Elevando-se para a categoria de crime hediondo? SIM!
• Atualização dos códigos penal e processo penal? SIM!
• Fim dos suplentes. O político que sair dará lugar ao seguinte mais votado, independente do partido? SIM!
• Redução (por lei) dos 20.000 funcionários do Congresso para um quarto? SIM!
• Voto secreto ou em lista fechada? NÃO!
• Financiamento público das campanhas? NÃO!
• Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!

(Gil Cordeiro Dias Ferreira, O Globo)
Um basta na politicagem rasteira que se pratica no Brasil? SIM!
Comentário 1:
1) Faltam ainda muitos ingredientes, mas sempre é um começo, o primeiro passo.
2) Por exemplo, dar fim a esse absurdo de presidentes da república indicarem juízes do STF. Vejam onde fomos parar: ter no STF um advogado de porta de cadeia, o Toffoli, que não conseguiu passar em nenhum dos concursos que fez para juiz, mas chegou ao posto máximo da magistratura, indicado que foi por um bêbado enfaixado. A indicação para ministro do STF deve partir de um colegiado formado por juízes aposentados, desde que não ocupantes de cargos políticos ou públicos.
3) Quem quiser que colabore, acrescentado mais algum ingrediente, ou apenas repasse o texto.
4) Fiz a minha parte. (AC)
Comentário 2:
5) Para fazer a revolução, não precisamos pegar em armas ou acabar com a vida de ninguém. A nossa arma, são as redes sociais, acredite no poder que nós temos. Basta cada um fazer a sua parte e ampliar. Está na sua mão, na nossa mão. Seja bastante coerente. Esta é uma matéria que vale a pena ler e repassar no divulgar com entusiasmo, chega de nepotismo e de interesses ardilosos! Basta cada um fazer a sua parte e ampliar. Está na sua mão, na nossa mão. Seja bastante coerente. Esta é uma matéria que vale a pena pautar e motivar no divulgar o entusiasmo enaltecendo o chega de nepotismo e interesses ardilosos!

Uma entrevista reveladora
Nem muros pintados, nem bandeirinhas coloridas estiradas de poste a poste, nem bandeiras nas janelas... Nada. Não há animação alguma, daquelas de enfeitar ruas, em face da proximidade da Copa que está por acontecer a praticamente 1 mês, e já há muitos dispostos a disparar rojões para festejar cada gol que a seleção nacional levar. Teremos, ao que tudo indica, uma copa às avessas, onde, em vez de torcida a favor, teremos torcida contra. Empresas que, antes, brigavam para participar do patrocínio, estão agora pedindo para sair do bolo.
Além do desgosto que o governo petista provocou na população, ao priorizar e financiar, com o dinheiro dos nossos impostos, a construção de custosos estádios em prejuízo de várias necessidades básicas, como, por exemplo, a do atendimento médico, que deixa os humildes morrerem nas portas dos hospitais públicos, porque faltam recursos financeiros, a entrevista abaixo revela os meandros desse malsinado evento que virou símbolo do fracasso governamental. Leia

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