10 de abr de 2014

País adormecido...

Maré vive sob tensão e medo após ocupação das Forças Armadas. Militares e moradores trocam desconfianças em favela ocupada por forças de segurança no Rio de Janeiro. PM não descarta ocupação na Maré até as eleições. Maré quer novo modelo de UPP e cria cartilha para policiais e soldados. Tiroteio entre PMs e bandidos assusta moradores do Alemão e para teleférico.

Flamengo é a prova de que o futebol do Rio, ou quem sabe de todos os Estados, está abaixo da crítica. Clubes, financeiramente, é triste demais. Se esperam alforrias do governo chorem na cama! 

Tarifas de ônibus sobem em cinco capitais em 2014. Alta em Porto Alegre, Boa Vista, Cuiabá, Maceió e Rio. Em 2013, reajuste gerou manifestações. E agora José?

Argentina dividida em adesão a greve geral. Transporte foi paralisado em ação convocada por central sindical; lideranças de bancários e professores disseram que não adeririam. Onda de linchamentos preocupa governo na Argentina. Voos que saem do Brasil para a Argentina paralisados. 

Criticada no passado por estatizações, Bolívia arranca elogios por expansão. 

Venezuela: barricadas dividem oposição. Maioria dos venezuelanos rejeita interrupção de vias públicas, expondo fragmentação da oposição, unida apenas em sentimento antichavista. Maduro justifica pressão contra oposição alegando golpe suave. 

A Aepet e a Refinaria de Pasadena 

Houve uma afirmação da mídia de que a AEPET não está se manifestando sobre a questão da compra da refinaria.

Na verdade, este é um fato requentado pela mídia que faz o jogo do cartel internacional que quer acabar com a Petrobrás para ficar com o Pré-sal. Em 2012, como primeiro Conselheiro de Administração da Petrobrás eleito pelos empregados, o atual presidente da AEPET, Silvio Sinedino fez essa denúncia e requereu a sua apuração. Como defensores da Companhia e de seu corpo técnico somos favoráveis à investigação de qualquer que seja o indicio de irregularidade cometida por quem quer que seja. O mais importante é preservar a Petrobrás dos ataques que visam inviabilizá-la.

Infelizmente, o presidente do Conselho na época, Guido Mantega, não levou adiante, como deveria, uma investigação séria. O problema, a nosso ver, não era só o preço total pago, mas também o fato de que houve sonegação de informação ao Conselho de Administração. Por isto pedimos investigação. Agora, em ano eleitoral, a mídia citada resolveu requentar o assunto, pois quer sangrar a Petrobrás, e a oposição aproveita e ataca a presidente Dilma, presidente do CA na época da compra. Esta por sua vez, de forma muito irresponsável, emitiu uma nota infeliz e covarde, saindo de fininho para deixar toda a culpa com a Petrobrás. E, oito anos depois, exonerou o diretor Cerveró para criar o bode expiatório. Claro que isto não resolve, e até distorce o problema. Estamos fazendo a nossa parte. (Diretoria da AEPET)
A Nova Jerusalem?
Enquanto o governo do Brasil projeta usar mais usinas para estancar déficits no atendimento populacional, vejam o abaixo:
Fukushima é o maior pesadelo nuclear da era. A autora, a pediatra Helen Caldicott discute os desdobramentos eventos ocorridos em Daiichi estação de energia nuclear de Fukushima no Japão.
Fukushima foi devastada por um forte terremoto em 11 de março de 2011, que levou diretamente a um enorme colapso, verdadeiro fracasso, causado por explosões de hidrogênio, as quais explodiram o teto externo dos edifícios que abrigavam pelo menos dois reatores nucleares nos edifícios.
Tepco, a empresa operadora da usina nuclear e os membros do governo japonês têm buscado suavizar a verdade sobre os reais perigos da radiação e da triste realidade da atual situação instalada a partir do trágico dia.
Helen diz que, neste momento, não há melhor cenário para Fukushima, só piora diariamente em muitos graus de horror porque é cientificamente impossível limpar o que já ocorreu.
Com milhares de hastes, partículas de combustível irradiado, a cada dia mais ativos, formando verdadeiras piscinas de combustível advindos da explosão dos prédios dos reatores danificados vai tornando diariamente pior a situação já que há hipóteses da ocorrência de outro grande terremoto atingir a área, o que é um pesadelo ecológico de proporções bíblicas para todos os que vivem no hemisfério Norte.
Esta é a realidade de Fukushima, conclui a autora, Drª Helen Caldicott.
Esta é a maneira como o mundo termina. Não com um estrondo, mas um gemido.
E mais…
O mundo está numa encruzilhada crítica. O desastre de Fukushima, no Japão trouxe à tona os perigos da radiação nuclear em todo o mundo.
A crise no Japão tem sido descrita pelo renomado escritor Haruki Murakami como uma guerra nuclear sem uma guerra.
Desta vez ninguém deixou cair uma bomba sobre nós, montamos o palco, que cometeu o crime com as próprias mãos, nós estamos destruindo nossas próprias terras, e nós estamos destruindo a nossa própria vida.
Radiação nuclear - que ameaça a vida no planeta Terra - não é notícia de primeira página, em comparação com as questões mais insignificantes de interesse público.
Enquanto as repercussões a longo prazo do desastre nuclear de Daiichi em Fukushima estão ainda a ser plenamente avaliadas, elas são muito mais graves do que os acontecimentos referentes ao desastre de Chernobyl, ocorrido na Ucrânia em 1986, o que resultou em quase um milhão de mortes (Novo livro conclui que em Chernobyl o número de mortos foi superior e está assim descrito, relacionado: 985 mil, principalmente de câncer conforme Pesquisa Global de 10 de setembro de 2010, Veja também Mateus Penney e Mark Selden a gravidade da Fukushima Daiichi Nuclear Disaster: Comparando Chernobyl e Fukushima, global Research , 25 de maio de 2011);
O consenso político instável tanto no Japão, como nos EUA e na Europa Ocidental é que a crise em Fukushima foi contida. As realidades, no entanto, são de outro modo.
Uma pesquisa de opinião realizada em maio de 2011 confirmou que mais de 80 por cento da população japonesa não acredita que as informações do governo em relação à crise nuclear sejam verdadeiras. (citado em Sherwood Ross, Fukushima: segundo desastre do Japão Nuclear, Global Research , 10 de novembro de 2011)
Os impactos no Japão
O governo japonês foi obrigado a reconhecer que a classificação de gravidade da crise nuclear é a mesma do desastre de 1986 em Chernobyl. Numa ironia amarga, no entanto, esta admissão tácita por parte das autoridades japonesas provou terem sido suas declarações feitas com parte encobrindo a verdade sobre uma catástrofe significativamente maior, resultando em um processo de radiação nuclear global e a maior contaminação global já ocorrida e disseram:
Apesar de Chernobyl ter sido um enorme desastre sem precedentes, só ocorreu em um reator e rapidamente derreteram. Uma vez arrefecido, era capaz de ser coberto com um sarcófago de concreto que foi logo construído com 100.000 trabalhadores. Há um escalonamento 4.400 toneladas de barras de combustível nuclear em Fukushima, o que supera em muito o tamanho total de fontes de radiação em Chernobyl. (Níveis muito elevados de radiação no Japão: University Pesquisadores Desafio dados oficiais, Global Research , 11 de abril de 2011)

Desculpem o transtorno, estou em construção. 

Durante a nossa vida causamos transtornos na vida de muitas pessoas, porque somos imperfeitos. Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas, falamos sem necessidade, incomodamos. Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente. Mas agredimos. Não respeitamos o tempo do outro, a história do outro.Parece que o mundo gira em torno dos nossos desejos e o outro é apenas um detalhe. E, assim, vamos causando transtornos. Esses transtornos tantos mostram que não estamos prontos, mas em construção. Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma. O outro também está em construção e também causa transtornos. E, às vezes, um tijolo cai e nos machuca. Outras vezes, é o cal ou o cimento que suja nosso rosto. E quando não é um, é outro. E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, assim como os outros que convivem conosco também têm de fazer. Os erros dos outros, os meus erros. Os meus erros, os erros dos outros. Esta é uma conclusão essencial: todas as pessoas erram. A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade humana e cristã: o perdão. Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras. É compreender que os transtornos são muitas vezes involuntários. Que os erros dos outros são semelhantes aos meus erros e que, como caminhantes de uma jornada, é preciso olhar adiante. Se nos preocupamos com o que passou, com a poeira, com o tijolo caído, o horizonte deixará de ser contemplado. E será um desperdício. O convite que faço é que você experimente a beleza do perdão. É um banho na alma! Deixa leve! Se eu errei, se eu o magoei, se eu o julguei mal, desculpe-me por todos esses transtornos… Estou em construção...
(Gabriel Chalita)

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