16 de jan de 2014

As redes: a do povinho e a do Governo...

Governo bate recorde nos gastos com Cartões 
1. O dinheiro torrado em 2013 com cartões corporativos do governo federal ultrapassou os R$ 61 milhões e estabeleceu o novo recorde do mandato de Dilma Rousseff, segundo o Portal da Transparência. Como sempre campeã, a Presidência da República gastou R$ 18,6 milhões, mas 95% do total são mantidos sob sigilo sob a alegação de garantir a segurança, por isso não são detalhados no Portal da Transparência. 
2. Se fosse ministério, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estaria em empate técnico com a Justiça. Gastaram mais de R$ 11 milhões cada. 
3. Se a história se repetir, governo vai estourar os limites este ano. O ex-presidente Lula torrou R$80 milhões em 2010, ano da eleição de Dilma. 
4. Campeão de uso de cartão do governo foi o servidor Bruno Schettino com mais de R$ 105 mil gastos em churrascarias, pizzarias, flores etc. 5. Raul Mourão, outro servidor do governo, sacou R$ 9.170 na boca de caixas eletrônicos, para despesas de pequeno vulto

Copom eleva taxa básica de juros para 10,50% ao ano.

1 - A auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União, órgão vinculado à Presidência, que revelou que, em 2012, a Caixa Econômica Federal promoveu uma espécie de confisco de milhares de cadernetas de poupança (525 contas que engordaram o lucro em R$ 719 milhões), apurou também que, por conta da manobra, R$ 950 milhões foram distribuídos entre os funcionários a título de participação nos resultados, recebendo diretores, gerentes de divisão e demais funcionários do primeiro escalão generosos bônus. Até 14º e 15º salários teriam sido dados. Agora, a mesma Controladoria-Geral da União defende a devolução desse dinheiro recebido, mesmo que seja em parcelas, descontado mensalmente nos vencimentos. Diretores não querem devolver nada. 
2 - Jorge Hereda, presidente da Caixa, não fala: até no caso dos rumores do fim do Bolsa Família, ficou escondido o maior tempo possível atrás de comunicados, até que Dilma Rousseff determinou que ele colocasse a cara para bater – e até hoje o episódio emite maus odores. Nesse confisco de cadernetas de poupança também não quer falar. Nos governos petistas, a presidência da Caixa acumula outros imbroglios: Hereda substituiu Jorge Mattoso no cargo. É aquele que teria autorizado a invasão na conta do caseiro Francenildo.

Lindbergh coleciona a sétima acusação por campanha antecipada.

Mega-Sena acumula em R$ 15 milhões e Quina sai para 52 apostadores (R$ 38.754,07 para cada um), e 5.157 apostas acertaram a quadra. 

Rolezinhos são realidade há anos em shoppings dos EUA. E eu crente que era invenção brasiliana. Como somos copistas. 

E corrupção continua gente! Presidente de banco de SC é processado. MPE-SC apura suposta ligação com a Máfia do Asfalto, que teria desviado R$ 100 mi. 

Dirceu pode deixar prisão ainda em 2014. Aqui

Escândalo! Dilma traz mais médicos cubanos e deixa futuros médicos brasileiros sem diploma.

Vejam o artigo desesperado da acadêmica de Medicina Simone Frattini, da Universidade Gama Filho, fechada pelo Mercadante e pela Dilma:

Em 1808, Dom João criou a primeira escola médica no país. Em 2012, a USP revelou que há 198 instituições ensinando Medicina no Brasil, um dos maiores índices mundiais. Só nos últimos 17 anos, surgiram 96 novos cursos. A maioria em instituições privadas. Com esse baby boom, era de se esperar que o Ministério da Educação fiscalizasse e cuidasse bem das novas escolas; entretanto, também deveria estar atento às antigas e já renomadas instituições.

Mas o MEC não estava atento... Não percebia o risco de morte de uma das mais tradicionais: a Universidade Gama Filho, responsável por formar médicos desde 1965. Ao olhar apenas para o novo, o MEC se descuidava de quem estava respirando por aparelhos....  Leia mais


Magníficos irresponsáveis - “...Os reitores do Rio de Janeiro estão brincando com a racionalidade e o bolso dos cidadãos: querem empurrar para o contribuinte a incompetência, a má gestão e a incúria de duas universidades privadas, a UniverCidade e a Gama Filho, descredenciadas pelo MEC. E ainda elogiam Dilma, como sabujos ideológicos do governo federal que, de fato, são. Federalizar as duas falidas é proposta escandalosa e irresponsável, já que os professores também se tornariam federais - sem qualquer concurso público. Não fosse o amigo PRA, teria esquecido de dedicar um post a essa iniciativa que beira a delinquência...” (Orlando Tambosi) 

Mais uma da Petros!.... 
Veja a notícia que está postada no site da AMBEP: Acionista da Gama Filho e da UniverCidade!.....
E o déficit do Equilíbrio Técnico do Plano Petros do Sistema Petrobrás, continua a aumentar !.....
MEC descredencia Gama Filho e UniverCidade.
Empréstimo concedido pelo Banco Mercantil à Galileo Educacional envolveu emissão de debêntures no valor de R$ 100 milhões. Os papéis foram vendidos a fundos de pensão, como Postalis e Petros.
O Ministério da Educação (MEC) descredenciou a Universidade Gama Filho e a UniverCidade, ambas com sede no Rio de Janeiro, e que já estavam com vestibular suspenso desde o ano passado.
Segundo o MEC, a medida se deve à "baixa qualidade acadêmica, o grave comprometimento da situação econômico-financeira da mantenedora e a falta de um plano viável para superar o problema, além da crescente precarização da oferta da educação superior."
Todos os alunos terão de ser transferidos. Em até cinco dias úteis, será divulgado um edital convocando as instituições de ensino superior do Rio com interesse e condições para receber os estudantes. Os alunos da Gama Filho, que estão sem aula há meses, fizeram nos últimos dias vigília na porta da instituição em busca de documentação de transferência para outras faculdades.
A Galileo Educacional, que controla as duas instituições, informou ontem que vai recorrer da decisão no MEC e acionará "as instâncias judiciais cabíveis". Em comunicado, o grupo avalia a medida como injusta e arbitrária. Afirmou que está sendo violado o principio da isonomia, uma vez que outras instituições de ensino superior passam por situação similar de dificuldade financeira e não foram descredenciadas. Segundo a Galileo, o patrimônio imobiliário é superior aos passivos financeiro, fiscal e trabalhista das duas instituições.
A Gama Filho enfrenta problemas financeiros há mais de uma década. Um dos motivos que levaram a família fundadora a acumular dívidas foi o plano de abrir unidades fora do bairro de origem, Piedade, no Rio.
Em 2010, após coordenar o curso de direito e prestar serviços para a escola, o advogado Marcio André Mendes Costa, negociou com a família Gama Filho a transferência da universidade para sua empresa, a Galileo. Com a ajuda do Banco Mercantil, Costa fez um empréstimo e montou uma emissão de debêntures de R$ 100 milhões. Os papéis foram vendidos a fundos de pensão, como Postalis e Petros. Parte do dinheiro foi usada para pôr outra instituição carioca, a UniverCidade, também endividada, no portfólio da Galileo.
Costa não teve sucesso no projeto. Fechou dois campi, no centro e na zona norte do Rio. E convênios com hospitais para o curso de medicina foram suspensos. No fim de 2012, a Galileo mudou de controlador. Passou para Adenor Gonçalves dos Santos, pastor da Aliança Batista Social no Brasil. Santos é controlador da Izmir Participações, que reúne empresas de vários segmentos.
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Não espere tanques, fuzis e estado de sítio.
Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevês e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades.
Não espere tanques nas ruas.
Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades.
Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas.
Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto.
A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida. Ela é bem diferente. É hoje silenciosa e sorrateira. Sua meta é o subdesenvolvimento. Sua meta é que não possamos decolar.
Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas. Corrói a valorização do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem.
Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática.
Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos, não serve.
Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações.
Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser humano e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros.
Ter é incompatível com o ser. Esse é o princípio que estamos presenciando.
Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por consequência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente.
Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem.
A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público. Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.
A constatação que faço é simples.
Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental - que é óbvio faz parte da revolução silenciosa - as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário.
Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males. E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população. Ao contrário, ele sempre descamba para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.
No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo...
São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa.
Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos.
Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis betos e mantendo professores que ensinam às cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que tem e é dono de algo, enquanto outros nada têm. Como se houvesse relação de causa e efeito.
Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro Geografia, obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro.
O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade.
Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de alguns e que assentamentos e pequenas propriedades familiares são de todos.
Aprendem que trabalhar livre, sem patrão é benefício de toda a comunidade. Aprendem que assentamentos são uma forma de organização mais solidária... do que nas grandes propriedades rurais.
E também aprendem a ler um enorme texto de... adivinhe quem? João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros.
O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que meninos e meninas, a nova geração de assentados... formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST.
Essa é a revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas.
Nada mais totalitário. Nada mais antidemocrático. Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazifascista. Tristes são as consequências.
Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio.
Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes. Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim.
A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.
O antídoto para a revolução silenciosa? Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, divulgar, fazer pensar, incomodar os agentes da Stazi silenciosa.
É o que faço. Não há silêncio que resista ao barulho! (Diego Casagrande, jornalista Porto Alegre)

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