13 de dez de 2013

Que venham as eleições e mudanças no país...

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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, atacou nesta quinta-feira (12) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) ao classificar propaganda de governo como propaganda eleitoral. Mendes disse que o petista "passou a inaugurar até buracos no país". Segundo Mendes, as inaugurações seriam "propaganda descarada". Depois, passou a rir da Justiça Eleitoral em um momento de constrangimento para o ministro [Ricardo] Lewandowski [então presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)], gozando das multas [por propaganda antecipada] que eram aplicadas", afirmou o ministro durante sessão no tribunal que julga ação para acabar com as doações de campanha por parte de empresas privadas. 

Dilma sanciona minirreforma eleitoral para reduzir custos de campanhas, mas Presidente do TSE diz que minirreforma não vale para as próximas eleições. 

Os heróis do PT: Dirceu, Genoino e Delúbio. E o PT ainda marcou pra hoje um ato de desagravo aos mensaleiros, que são tratados como heróis do povo brasileiro. Esses mesmos heróis que foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal por formação de quadrilha, corrupção, compra de votos, lavagem de dinheiro, evasão de divisas. Cada um tem os heróis que merece. 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou normas que ampliam a cobertura obrigatória dos planos de saúde para exames de 29 doenças genéticas. A medida começa a valer no dia 2 de janeiro de 2014, assim como o novo rol de procedimentos obrigatórios dos planos. 

Após pane, passageiros apedrejam e ateiam fogo em vagão do trem da Supervia no Rio de Janeiro. O trem seguia de Belfort Roxo para a Central do Brasil. 4 funcionários da fiscalização que agrediram passageiros de trens no Rio, por serem fiscais sem treinamento compatível com a responsabilidade, segundo secretário de Transportes, foram demitidos. 

Premiado, movimento Mães de Maio defende desmilitarização da polícia. Prêmio Direitos Humanos 2013 foi entregue pela presidenta Dilma Rousseff, que reconheceu que “a tortura continua existindo em nosso país”. 

Prelazia do crime - Nada abala a solidariedade do PT a Eduardo Gaievski, ex-assessor pedófilo de Gleisi Hoffmann e acusado de praticar 26 estupros contra menores (17 contra vulneráveis, menores de 14 anos). Mesmo após cinco meses de prisão e do surgimento de novas denúncias, outras vítimas e escabrosos detalhes adicionais (como o de ter feito sexo oral com uma menina de cinco anos). Gaievski continua contando com apoio incondicional do PT, conforme pode ser comprovado por certidão emitida pelo Tribunal Superior Eleitoral. O monstro da Casa Civil continua filiado ao Partido dos Trabalhadores. (ucho.info)

“...Airbag obrigatório: Dilma manda Mantega jogar culpa das mortes na estrada na indústria. A presidente Dilma Rousseff reclamou ontem de comentários feitos pelo ministro Guido Mantega (Fazenda) sobre dificuldades da economia brasileira e também sobre estudos de medidas no setor automobilístico. Dilma queixou-se diretamente com Mantega, reclamando principalmente da frase dita anteontem pelo ministro durante seminário da indústria em Brasília. A presidente não gostou de ouvir de seu ministro da Fazenda que a economia brasileira está crescendo com duas "pernas mancas", numa alusão à escassez de crédito para o consumo e às dificuldades criadas no país pela crise internacional...” (CoturnoNoturno) 

Afastamento de governadora Rosalba Ciarlini do RN é suspenso e ela diz que justiça foi feita. TSE determinou que ela deve seguir no cargo até o encerramento do julgamento. 

STF expede mandado de prisão contra o deputado Pedro Henry, condenado a 7 anos e 2 meses de prisão no processo do mensalão. Pedro Henry renuncia e é preso. O advogado Rogério Tolentino, ex-sócio e ex-advogado de Marcos Valério, também condenado o processo do mensalão, se apresentou à Polícia Federal em Belo Horizonte por volta das 22h desta quinta-feira (12). 

Ridícula comparação! Em Congresso do PT, Dilma compara Lula a Mandela na noite desta quinta-feira (12), no evento em Brasília, o ex-presidente Lula a Nelson Mandela, ex-presidente sul-africano Nobel da Paz e responsável pelo fim do regime de segregação racial naquele país. 

Ministério Público estadual esclareceu, ontem, que a ação civil pública proposta contra o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, e outras duas autoridades, não são decorrentes especificamente do acidente com um bonde de Santa Teresa em 2011. Mas, sim, do prejuízo gerado ao Estado devido às indenizações. Ao todo, foram R$ 6 milhões. O MP alega que a Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (Central) fez os pagamentos, mas não cobrou do Executivo. 

Depoimento sobre a Santa Casa. Convocado para prestar depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura as ações da Santa Casa, o ex-provedor da instituição, Dahas Zarur, não compareceu à Alerj. De acordo com o advogado dele, Fernando Thompson ele alegou problemas de saúde e entregou um atestado médico. O presidente da CPI, deputado Domingos Brazão, disse que ele será convocado novamente e, caso não possa comparecer por problemas de saúde, será ouvido em sua residência. 

Conta de luz pode ficar 45% mais barata com nova tarifa. Custo da energia elétrica terá valores diferenciados de acordo com horário de consumo. Mudar hábitos de consumo poderá resultar em economia de até 45% na conta de luz. Em março começa a ser implantada no país a chamada tarifa branca, que consiste em três diferentes tipos de cobrança para o serviço, de acordo com o uso da energia por horário. A classificação é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às três modalidades de tarifa, a agência explicou que de segunda a sexta-feira será empregada uma cobrança mais barata na maioria das horas do dia; outra mais cara, no horário em que o consumo de energia atinge o pico, no início da noite; e a terceira, intermediária (a partir das 21h), será entre esses dois horários. O horário de pico vai das 18h às 21h. Aos finais de semana e feriados, a tarifa mais barata será empregada para todas as horas do dia. As concessionárias devem estar prontas para atender ao novo modelo também em março. 

“...Bomba! Escândalo! Absurdo! Pela primeira vez na história dos EUA, líder do Partido Democrata ataca a Suprema Corte na presença de Obama, que ouve tudo calado; partidários do presidente defendem criminosos presos e acusam os republicanos de serem financiados pelo tráfico de drogas; presente, Clinton incentiva o disparate...” (Reinaldo Azevedo)

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Número de estrangeiros no Mais Médicos pode aumentar, diz Dilma. Já há 6,5 mil médicos de fora atuando no país.

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Mas afinal, haverá protestos na Copa? 
Na reta final para a Copa 2014 no Brasil, uma incógnita ainda parece preocupar tanto turistas quanto autoridades, organizadores e até patrocinadores: a onda de protestos que varreu o país desde junho vai se repetir?
Autoridades brasileiras e a Fifa têm avaliações diferentes sobre a possibilidade de que os protestos, que reuniram mais de um milhão de pessoas neste ano e colocaram em dúvida a realização da Copa das Confederações, venham a se repetir.
O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, pediu à população brasileira que apoie a organização do mundial - diante do risco de descontentamento social com os gastos multimilionários necessários à realização do torneio.
"É um direito se manifestar", disse Valcke à BBC antes do sorteio da semana passada. "Para eles esse é o melhor momento (para protestar). Para mim, esse é o momento errado".
Membros do governo Dilma Rousseff dizem não saber o que ocorrerá nas ruas durante a Copa.
"Se teremos o mesmo tipo de protestos na Copa do Mundo? Nunca se sabe", disse à Reuters TV o secretário executivo do Ministério dos Esportes, Luis Fernandes.
"Mas a minha impressão é a de que a paixão pelo futebol prevalecerá, porque este é o país do futebol".
Porém, as autoridades planejam medidas especiais de segurança para tentar garantir a realização do torneio em meio a uma eventual revolta social - que analistas consideram bastante plausível.
"Existe um clima latente de insatisfação que vai gerar protestos. E a Copa do Mundo é um momento que suscitará protestos", disse à BBC Mundo Aldo Fornazieri, diretor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
Estádios e problemas
As manifestações tinham uma lista de reivindicações diversas, como melhoras nos péssimos serviços de transporte, saúde e educação de um país que destina fortunas para a construção de estádios e ainda sofre com a corrupção e a violência.
Depois e alcançar o clímax na Copa das Confederações em junho, os protestos perderam intensidade devido ao fim do torneio e as promessas da presidente Dilma de investir em mobilidade urbana, melhorar a cobertura médica e impulsionar uma reforma política, entre outras medidas.
Porém, protestos menores vêm ocorrendo em diversas cidades do país com demandas mais específicas, como moradia em São Paulo e contra o governador Sérgio Cabral no Rio.
"Os problemas fundamentais que levaram as pessoas às ruas em junho não foram resolvidos, e alguns até se agravaram", afirmou Fornazieri. Ele citou como exemplos hospitais problemáticos, deficiências no transporte público e escândalos de corrupção em vários partidos.
Votos e Copa
A presidente conseguiu recuperar boa parte de sua popularidade que havia sido perdida em junho. Segundo pesquisas, ela tem mais apoio que qualquer um de seus rivais na corrida eleitoral de 2014.
Mas muito brasileiros continuam irritados com os gastos do Mundial, que apenas em estádios já superam US$ 3,4 bilhões segundo dados oficiais - quantia muito mais alta que a previsão inicial.
"Os movimentos sociais estão discutindo como reagir", disse Mayara Vivian, uma das integrantes do Movimento Passe Livre, grupo que organizou parte da manifestações no meio do ano contra as tarifas do transporte público.
"A Copa encarna toda a vontade política do poder público de priorizar a lógica de uma cidade como mercadoria. Vão privilegiar setores bem específicos e não os setores populares".
Patrocinadores
Os protestos contra a Copa também se tornaram um fator de preocupação para os patrocinadores que investiram milhões para que suas marcas ganhem visibilidade no torneio – verbas essenciais para a Fifa.
A experiência da Copa das Confederações mostrou aos patrocinadores que a aposta pode ser arriscada, afirmou em outubro Mark Pieth, assessor da Fifa contra a corrupção.
"Creio que pela primeira vez no Brasil eles se deram conta de que comprar o evento pode também se tornar uma desvantagem... se seu nome for associado com uma revolta popular o tempo todo na televisão", afirmou.
O portal de esportes ESPN informou em setembro que dois patrocinadores do mundial, o banco Itaú e a gigante de bebidas e alimentos Ambev pediram à presidente que o governo evite que as manifestações afetem o torneio.
O governo já vem realizando operações de inteligência para tentar antecipar protestos violentos e analisa a possibilidade de criar tribunais especiais que julguem delitos vinculados ao mundial – como ocorreu na Copa de 2010 na África do Sul.
No Rio de Janeiro, a polícia vem recebendo treinamento de especialistas franceses no controle de manifestações.
Povo Alegre
Ao apresentar o sorteio dos grupos na sexta-feira passada, Dilma falou sobre a importância da Copa do Mundo: "O Brasil está muito feliz em receber a todos nessa Copa porque somos um povo alegre e acolhedor'.
Sonia Fleury, doutora em ciência política e coordenadora de estudos sobre a esfera pública na Fundação Getúlio Vargas afirmou que "as pessoas vão receber bem os estrangeiros, mas isso não quer dizer que não vão se manifestar".
Ela afirmou que a atuação dos radicais black blocs, que entraram em confronto com a polícia, podem ter afastado muitas pessoas dos protestos.
"Há fatores a favor e contra (os protestos)", afirmou.
"Creio que haverá manifestações, mas poder ficar circunscritas a grupos jovens, sem tanta adesão da população em geral". (Gerardo Lissardy)
Crise de refugiados sírios: resposta da Europa é vergonhosa. 
Anistia Internacional critica números baixos em ofertas de asilo; 830 mil refugiados estão no Líbano; região aguarda pior inverno do século. Para analista, não dá para esperar saída perfeita. ONU vincula Assad a crimes de guerra. Guerra civil cria geração perdida na Síria.


Ataque de milícia na República Centro-Africana. Mais de 600 mortos e 159.000 deslocados nas violências. Excesso de público leva polícia a fechar acessos ao velório de Mandela. Sul-africanos dançam e cantam no último dia do funeral de Mandela. 

Rússia não vai permitir saída de ativistas, diz Greenpeace. Brasileira está retida.

Cepal: Brasil terá 4º ano seguido de crescimento abaixo da América Latina. Relatório diz que economia brasileira crescerá 2,6% em 2014, comparado a 3,2% da região.

Organização Mundial de Saúde: 14 milhões de pessoas têm câncer no mundo. Aumento de casos se deve, entre outras coisas, a estilo de vida nos países em desenvolvimento. Nova droga reduz risco de câncer de mama. Teste com o anastrozol mostrou que droga é mais eficiente que tratamentos disponíveis.

Executado por traição ao país, tio de líder era influente na Coreia do Norte. Chang Song-thaek, tio de líder norte-coreano. Ele teve vida marcada por casamento com família poderosa e sumiço por dois anos em 2004. O fato prenuncia nova limpeza política em Pyongyang. Coreia do Sul expressa grande preocupação por execução de tio de Kim Jong-um da Coreia do Norte.

Chavismo encara dilema na economia. Presidente Nicolas Maduro, mesmo livre de disputas eleitorais em um ano e com poderes especiais terá desafios difíceis na Venezuela. Oposição se mantém viva após vitória do chavismo e Partido de Maduro vence eleições municipais, mas oposição avança.

Indianas pressionam governo para dar um basta nos ataques com ácido. Vítimas se uniram em ONG para cobrar endurecimento nas leis e nas punições. A Suprema Corte da Índia restringiu a venda de ácido, em julho deste ano, e tornou obrigatório o pagamento de indenização às vítimas de ataques com substâncias químicas no país. Apesar dos esforços do governo, casos de mulheres atacadas com ácido ainda são muito regulares na Índia. Algumas das vítimas se uniram à ONG Stop Acid Attacks (Parem os Ataques com Ácido, em tradução livre), que combate esse tipo de agressão, e estão pressionando as autoridades indianas a endurecerem ainda mais as leis contra os violadores.



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