30 de jan de 2013

Lincoln, Lulla e o PT...

• Está em cartaz pelo País, o excepcional filme de Steven Spielberg, Lincoln, com 12 indicações para o Oscar, inclusive de melhor Filme.


• O filme trata da saga do presidente Lincoln, pouco tempo antes do término da Guerra da Secessão, abordando as várias tratativas do presidente com os políticos, que precisavam ser convencidos a votar a favor da Décima Terceira Emenda (que abolia a escravidão nos EE.UU).

• Além do grande objetivo em tela, a aprovação constitucional dessa Emenda, o ajudaria a pôr fim à sangrenta guerra, que também começou sob seu governo.

• Para conseguir seu intento, além de sua excepcional capacidade de liderança e de convencimento, Lincoln teve de usar métodos um tanto duvidosos, em cima de deputados moralmente flexíveis!...

• Ao final, a Emenda 13ª. que aboliu a escravidão nos EE.UU, foi aprovada por apenas dois votos a mais, que o mínimo necessário!

 "...Nem a escravidão nem a servitude involuntária deverão existir dentro dos Estados Unidos..."

• E como disse o líder dos abolicionistas: ...a mais grandiosa medida do século XIX passou por meio da corrupção endossada e promovida pelo homem mais puro da América...

• Toda essa introdução é para compartilhar minha surpresa com algo que realmente não entendo:

• Embora com objetivos, concretização e duração completamente diferentes, a estratégia de Lincoln, para aprovar sua Emenda 13ª, não deixa de lembrar o mensalão de Lulla e do PT apóstata...

• Lulla e seu PT apóstata não conseguem, de modo algum, engolir a condenação da Justiça Brasileira, em cima dos mensaleiros... Como sempre, alegam que não houve nenhum mensalão, que é tudo coisa da oposição e da imprensa vendida...

• E mobilizam quem podem, para manifestar sua revolta e sua inconformidade! Hoje, dia 30, a CUT, o Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé e os sindicalistas pelegos, irão fazer uma grande manifestação na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) a partir das 19 horas, no Centro do Rio de Janeiro, em prol da anulação das decisões no julgamento da Ação Penal 470 pelo STF!...

• Presente, o ex-ministro José Dirceu, porque a ideia foi dele, a organização também foi feita por ele.

• E aí, vem o meu espanto: Lulla ou algum de seus PTistas apóstatas, conhece a história de Lincoln e da Emenda 13a.? Se conhecem, por que até hoje não citaram o maior Presidente dos EE.UU., para justificar a prática do mensalão que patrocinaram por aqui?

• Não acham estranho? Já pensaram a frase acima, na boca de Lulla e dos PTistas? ..o mais grandioso projeto de erradicação da pobreza do século XXI, existiu por meio da corrupção endossada e promovida pelo homem mais puro do Pais...

Jim Marrs relata em seu livro O Governo Secreto que:
• O autor Epperson relatou que um biografia autorizada dos Rothschild mencionou uma reunião em Londres em que o Sindicato Internacional dos Bancos decidiu incitar o norte dos Estados Unidos contra o sul numa estratégia dividir e conquistar. Esse plano daria ao solvente governo americano um inimigo que requereria enormes gastos com guerra e um subsequente débito. E, caso acontecesse a independência do sul, cada Estado poderia retirar-se da confederação, restabelecer sua natureza soberana e criar seu próprio Banco Central. Os Estados do sul poderiam então ter uma série de bancos controlados pela Europa: o Banco da Geórgia, o Banco da Carolina do Sul, etc.; e também os Estados poderiam ter uma série de guerras entre eles, como acontecia há séculos na Europa, no eterno jogo da política de equilíbrio de poder. Seria um método bem-sucedido de garantir grandes lucros, emprestando dinheiro aos Estados envolvidos, Epperson explicou. Griffin citou o chanceler Otto Von Bismark, que teria afirmado: A divisão dos Estados Unidos em federações e força igual foi decidida muito antes da Guerra Civil pelos grandes poderes financeiros da Europa. Esses banqueiros receavam que os Estados Unidos, se permanecessem como um bloco e uma nação, alcançassem independência financeira e econômica, o que perturbaria o domínio financeiro deles (os banqueiros) sobre o mundo. A voz dos Rothschild prevaleceu... Portanto, eles enviaram emissários a campo para explorar a questão da escravidão e abrir um abismo entre as duas partes da União

• [...] Se esse foi realmente o ardil utilizado, o aspirante a presidente Abraham Lincoln viu-o com clareza. Com frequência, ele tentou explicar que seu objetivo era salvar a união americana, e não libertar os escravos. Durante seus famosos debates com Stephen Douglas em 1858, Lincoln deixou bem clara a sua opinião a respeito da questão racial: Devo dizer, então, que eu não sou, e jamais fui, a favor de promover, de qualquer forma, a igualdade social e política das raças branca e negra... Eu, como qualquer outro homem, sou a favor de dar à raça branca a posição superior. Mas igualmente clara era a determinação de Lincoln em preservar a união federal. No fim de 1862, ele proclamou: Meu objetivo supremo nessa luta é salvar a união... Se eu pudesse salvá-la libertando alguns e deixando os outros em paz, eu também o faria.

• Lincoln entendeu que o verdadeiro motivo para a divisão nos Estados Unidos não era a escravidão, mas a economia. O sul desejava comprar produtos europeus mais baratos, mas os poderosos fabricantes do norte impunham altas tarifas de importação. Essas tarifas foram aumentadas rapidamente quando os congressistas sul deixaram Washington, em 1861. O norte industrial, com um número cada vez maior de imigrantes concordando em trabalhar por salários baixos, não precisava de escravos, enquanto os grandes senhores de terra do sul rural dependiam totalmente da mão de obra escrava. Embora os líderes do sul demonstrassem continuamente um desejo de ceder no tocante à questão dos escravos, eles sentiam que não podiam abandonar de uma hora para outra sua peculiar instituição. Defensores da abolição da escravatura, tanto no sul quanto no norte, perceberam que era apenas uma questão de tempo para que os avanços tecnológicos levasse Mao fim da escravidão. Mas extremistas dos dois lados, encorajados pelos agentes dos financiadores europeus, continuavam a soprar os ventos da discórdia

Tiro de Armindo Abreu trechos que complementam este resumo:
• Assim que Lincoln assumiu a presidência do país dividido pela guerra de Secessão, em quatro de março de 1861, recebera generosa oferta para financiamento da custosa e sangrenta campanha de reunificação, pelo mesmo conglomerado que custeava as despesas dos rebelde sulistas: os banqueiros maçônicos de Londres.

• Havia, entretanto, uma séria condição para que ele pusesse as mãos nesse dinheiro aparentemente salvador, indispensável à unidade e sobrevivência da América. Ele teria de concordar com o mais íntimo sonho dos financistas internacionais: a criação do seu banco central independente!

• Analistas creem que um dos objetivos não declarados da guerra da Secessão era esse: quebrar o país, obrigando-o a ceder à chantagem e curvar-se, irremediavelmente, a essa exigência dos banqueiros. Historiadores confirmam: foram os Rothschild os mentores secretos da guerra civil americana. Duas filiais do banco dos Rothschild financiaram ambos os lados do conflito. A filial de Paris financiou os confederados do Sul e a filial londrina os estados do norte. Paradoxalmente, só depois da eclosão dessa guerra civil sob encomenda, em situação de grave crise, o governo central, comandado por Abraham Lincoln, logrou imprimir, pela primeira vez na sua história, uma moeda verdadeiramente nacional. À medida que a guerra progredia, Lincoln passava a necessitar, desesperadamente, de mais dinheiro. Em vez de toma-lo emprestado aos bancos europeus, como era ansiosamente aguardado, em 1862 ele emitiu cerca de 450 milhões de dólares sob a econômica forma de papel-moeda fiduciário (sem lastro), impresso com vistosa tinta verde, dinheiro logo popularmente denominado de greenbacks (costas verdes; verdinhas). E a tiragem deste papel-moeda, sem qualquer garantia, havia sido autorizada pelo congresso, mesmo em flagrante desrespeito à constituição, acendendo luzes de perigo, alerta e graves preocupações para os interesses mais imediatos da banca privada.

• [...] Quase exatamente um século após a trágica morte de Lincoln, no dia 22 de novembro de 1963, um outro presidente americano tentou aplicar essa mesma estratégia monetária nacionalista e teve idêntico, infeliz e fatal destino: John Fitzgerald Kennedy, o único católico a exercer o cargo de presidente dos Estados Unidos, morre em Dallas, Texas, em atentado a bala.

• [...] E o atentado a Lincoln seria a pá de cal, definitiva, sobre as últimas resistências sérias para que os banqueiros viessem a controlar, pouco tempo depois, as finanças e o poder supremo dos Estados Unidos.

• [...] Outra proeminente família, dentre as treze que compõe a realização dos Illuminati, os Rothschild, discretissimamente, já teriam logrado fazer sentar, pelo menos, dois de seus descendentes diretos nesse cobiçado posto do salão oval. Isso veio a ocorrer através de duas distintas ramificações: uma delas tomou o nome familiar de Springsteen (trocado mais tarde por Springs), gerando o presidente Abraham Lincoln. Semelhanças entre lulla e Lincoln, ao meu ver, se resumem a ambos saberem qual é o jogo. Lula até começou com um discurso de unidade, abraçando Sarney, Alencar e Delfim, num dos governos mais conservadores de todos os tempos, traindo a todos que carregaram bandeiras de ética e recuperação nacional, depois dos anos entreguistas neoliberais.

• E as semelhanças terminam aí. Lincoln foi um estadista, e lulla foi um arremedo de Getúlio Vargas, teve um governo covarde de entrega aos interesses bancários e fez muita propaganda de si mesmo, sonhando em ser um novo Getúlio Vargas. Um bufão. (Márcio Dayrell Batitucci)

Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades.”(Benjamin Franklin)

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