24 de fev de 2012

Saudades...

• Momentos em nossas vidas relembram ou nos fazem rememorar que a vida corre célere, o tempo, como na ampulheta, faz sua areia escorrer.
• E isso é Vida, grãos que descem (ou sobem?), a magia dos tempos vividos nos vêem à lembrança e gotas rolam de faces.
• É difícil entender o como e o por que. Na verdade, há os crentes e outros pensantes que o que fica é tão somente as coisas materiais como sons, fotos e filmes.
• Mesmo assim, gente sempre existiu coexistindo com a esperança vívida de que nada somente passa, mas sim, como no científico, se vivifica no transformar.
• Dentre tantos instantes, a música O Silêncio sintetiza o toque do clarim, o preito que embalará a caminhada aos céus do que jaz, o aperto, sempre que tocada, punge no peito, nos faz repensar no que somos, o que fizemos e o arrazoado de atos praticados.
• Aí então paramos e por segundos sentimos que a Morte é simplesmente parte das interrupções de Vidas pela Eternidade. (AAndrade)
Il Silencio (O Silêncio) por Melissa Venema aos 13 anos, com André Rieu e sua orquestra no Vrijthof em Maastricht

Os Diamantes
• Os diamantes eram um quarteto vocal canadense dos anos 1950 e 1960 que chegou à fama realizando em sua maioria versões cover de canções de músicos negros.
• Os membros originais eram Dave Somerville (de chumbo), Ted Kowalski (tenor), Phil Levitt (barítono), e Bill Reed (baixo).
• Doo-wop é um estilo de vocal baseada em rhythm and blues, que se desenvolveu em Africano-Americana comunidades na década de 1940 e que alcançou popularidade mainstream nos anos 1950 e início de 1960.
• Com os seus suaves harmonias, consonantes vocais, doo-wop era um dos mais mainstream, pop-oriented R e B estilos dos anos 1950 e 1960.
Os Diamantes liderou as paradas com Little Darlin em 1957

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