14 de jul de 2011

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Petrobrás deve R$ 46 bi a bancos oficiais
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• A relação entre a Petrobrás e os bancos públicos nunca foi tão próxima. A estatal terminou 2010 com uma dívida líquida recorde de R$ 46,3 bilhões com BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, revelam dados coletados pelo pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mansueto de Almeida, no balanço mais recente divulgado pela empresa.
• Esse montante respondeu por quase 40% do endividamento total da estatal, que chegou a R$ 117,9 bilhões em 2010. O levantamento demonstra um crescimento exponencial da dívida da Petrobrás com BNDES, BB e Caixa nos últimos três anos. Em 2006, a companhia tinha crédito a receber de R$ 2,55 bilhões com os bancos públicos.
• Essa mudança suscita críticas entre os especialistas. Uma empresa do porte da Petrobrás não deveria recorrer aos bancos públicos, porque tira recursos de outros setores da economia, diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). BNDES, BB e Caixa negam que, por causa dos empréstimos da Petrobrás, faltem recursos para outras empresas.
• De acordo com a assessoria de imprensa da Petrobrás, o endividamento crescente reflete o apetite por novos projetos. Nos últimos quatro anos, os investimentos da Petrobrás mais que quadruplicaram, saindo de R$ 16,5 bilhões em 2006 para R$ 76,4 bilhões no ano passado.
• Foi uma mudança importante no perfil da petroleira, que desde o início dos anos 2000 privilegiava a redução da dívida e a remuneração dos acionistas.
• Com a descoberta do pré-sal, a Petrobrás elevou o endividamento até o limite para manter sua classificação como grau de investimento pelas agências de rating.
• O impulso foi tamanho que, para reduzir a alavancagem e garantir os projetos futuros, o governo fez recentemente uma megacapitalização na empresa. A Petrobrás pisou no acelerador o máximo possível sem quebrar o carro, diz Edmar de Almeida, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
• Crise global. A dependência da estatal em relação aos bancos públicos cresceu na crise global. A turbulência secou o mercado de capitais e pegou a Petrobrás em ritmo acelerado de investimentos. O governo modificou as leis para permitir que a estatal tivesse acesso a crédito no Brasil e mobilizou seus bancos. Tradicional financiadora de habitação e saneamento, a Caixa chegou a criar uma área de petróleo.
• Na prática, é quase como se o dinheiro saísse do Tesouro direto para o caixa da Petrobrás, explicam os especialistas.
• Para garantir a capacidade de empréstimos do bancos públicos, o Tesouro fez aportes no BNDES e na Caixa. Na semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou um novo empréstimo de R$ 55 bilhões ao BNDES.
• O problema é que a dívida da Petrobrás com os bancos públicos não caiu após a crise. Boa parte dos empréstimos são de longo prazo e vão se estender pelos próximos 20 anos.
• E mesmo linhas de curto prazo têm sido renovadas. Em 2010, a Caixa emprestou mais R$ 2 bilhões à Petrobrás. A estatal não está numa situação confortável o suficiente para abrir mão dos empréstimos internos, diz Almeida.
• BNDES. Entre os bancos públicos, o BNDES é o maior credor da Petrobrás. O balanço de 2010 da petroleira apontava uma dívida líquida de R$ 36,3 bilhões com o banco. É seguido pela Caixa, com R$ 5,66 bilhões, e pelo Banco do Brasil, com R$ 4,35 bilhões. Os três bancos informaram que não comentam os empréstimos em respeito ao sigilo fiscal.
• O BNDES também tem R$ 18,7 bilhões em ações da Petrobrás pelo seu braço de investimentos, a BNDESPar, e, graças a uma manobra do governo para reforçar o caixa, participou com R$ 24,75 bilhões da capitalização da estatal.
• Somados aos empréstimos, a exposição do BNDES à Petrobrás chega a R$ 80 bilhões. Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, os empréstimos à Petrobrás não comprometem a capacidade de crédito do banco.
• A participação das pequenas e médias empresas nos empréstimos subiu de 17,5% do total em 2009 para 27% em 2010. (Raquel Landim, O E.S.Paulo)
Convocação
• O que circula na Web
• O povo brasileiro está convocado para grande manifestação paralisação dia 1º de agosto de 2011, segunda-feira, seguindo o exemplo do povo árabe, que se cansou do governo, os brasileiros não podem mais suportar ou aceitar que seus governantes façam deste país um negócio de enriquecimento próprio e nos deixem ao descaso da irresponsabilidade dos órgãos públicos.
Prestem atenção:
• Auxílio-Reclusão = Média de R$ 586,51;
• Salário-Mínimo = Relutantemente R$ 545,00;
• Custo médio do presidiário em mg = R$ 1,7 mil;
• Custo médio do estudante de ensino fundamental e médio em mg = R$149,05.
• É o "país do tudo pode!"
• Reforma Política já: redução do número de senadores, deputados federal, estadual e vereadores!
• Reforma Judiciária já!
• Reforma Tributária já!
• Somente dessa forma, ficaremos competitivos com o mundo aí fora (China etc.)
• Já não teremos as reformas nos aeroportos e estádios de que precisaríamos - a copa e as olimpíadas estão se aproximando, e pouca coisa nos ficará como estrutura. Serão dados jeitinhos, e pagaremos alto, tenha certeza!
• Caras-pintadas em ação: os políticos precisam estar sob o nosso controle, serem nossos funcionários, nossos reais representantes.
• Não à imunidade parlamentar!
• Não à corrupção!
• Não à pouca vergonha pública!
• O Brasil precisa mudar e você precisa estar conosco. somente unidos, iremos mudar o nosso país.
• Nosso povo está morrendo nas filas dos hospitais públicos, ambulâncias e equipamentos comprados já deram a algum político ou autoridade sua comissão, no entanto estão parados, estragando-se, pois não darão mais lucro, somente despesas. contratação de pessoal e atendimento da população não eram os seus pensamentos.
• Reforma prisional já!
• Somente no brasil, existe tanto benefício para quem está preso. Estrutura para recuperação do preso ao invés de visitas íntimas e outras facilidades!
• Movimente-se, crie grupos de diálogos, una-se a outros grupos e entidades, procure a comunidade, sua associação de bairro, seus amigos, a imprensa e empresários.
• Somos um povo pacífico, sim, e não precisamos da violência para fazer valer os nossos direitos, mas não podemos ficar de braços cruzados esperando essa corja de políticos corruptos e formados pelos seus próprios interesses se interessarem por nós.
• Precisamos agir e mostrar que nós os elegemos e que é por nós que eles estão no governo e que, por menor que seja o deslize, nós temos o direito de caçar o seu mandato.
• Precisamos de uma política limpa, de caráter e seriedade.
• Fortalecer os poderes locais, comunidades e bairros no controle de suas finanças e prioridades, como nos EUA.
• O Brasil tem-se mostrado um país rico - rico em petróleo, minerais, turismo, cultura etc. - agora precisa aprender a dividir essa riqueza com seu povo, através de uma melhor educação, saúde pública, segurança e estrutura industrial e produtiva, para que assim possamos ter um país justo e forte.
• Programe-se, segunda feira, dia 1º de agosto, todo o brasil nas ruas, protestando e exigindo mudanças, ou nunca seremos levados a sério e ficaremos sempre no terceiro mundo. Senão os políticos continuarão se enriquecendo e desfrutando os benefícios da vida pública corrupta.
• Os ministros do STF e do STJ não deverão mais ser nomeados pelo Presidente da República. Deverão ser nomeados por um colegiado de magistrados, levando em conta sua notoriedade, conhecimento jurídico e, sobretudo, sua honestidade.
• Tribunais de Contas Federal, Estadual e Municipal, igualmente.
• Moralidade já!
Os eleitores conscientes e que são realmente brasileiros têm que tomar conhecimento...e detonar pilantras nas urnas. A cada dia mais me convenço de que os partidos políticos não passam de quadrilhas de bandidos engravatados e melifluentes de todos os calibres, articulados entre si e voltados para um único objetivo: meter a mão no erário.
Nome da bola da copa de 2014 no Brasil:


Melhor impossível!

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