23 de ago de 2010

Curiosidades num país de loucos

- Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para comandar uma fragata!
- Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.
- Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados.
- Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional.
- Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um aspone ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas.
Precisamos urgentemente de um choque de moralidade, nos três poderes da república, estados e municípios, acabando com os oportunismos e cabides de emprego. Os resultados não justificam o atual número de senadores, deputados federais estaduais e vereadores.
Temos que dar fim a esses currais eleitorais, que transformaram o brasil numa oligarquia sem escrúpulos, onde os negócios públicos são geridos pela brasiliense cosa nostra.
O país do futuro jamais chegará a ele sem que haja responsabilidade social e com os gastos públicos.
Já perdemos a capacidade de nos indignarmos, porém, o pior é aceitarmos essas coisas, como se tivesse que ser assim mesmo, ou que nada tem mais jeito. Vale a pena tentar e participar num ato de repulsa escolhendo o candidato sério, probo, ficha-limpa, para que possa mexer com os brios da nação e mudar o aspecto nauseabundo de mentiras e contra-deixas de que tudo vai bem! A decisão é sua!
Para lembrar no dia da eleição! "Os pombos são iguais a alguns políticos; quando estão no chão comem na nossa mão, e quando estão no alto cagam na nossa cabeça."

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