Em esforço concentrado após o
recesso, Câmara deve votar PL que torna política de cotas permanente. Pedido
para inclusão da pauta foi feito pela oposição, mas ainda não há certeza sobre
o quórum para votação por causa do início do período oficial de campanha
eleitoral.
Ala do MDB aciona a Justiça para
suspender convenção que lançaria Tebet à Presidência. Argumento é que
plataforma digital escolhida para votação não preserva o sigilo do voto, o que
caracteriza ‘grave irregularidade’; mais cedo, Renan Calheiros defendeu
adiamento.
Governo divulga calendário do Pix
Caminhoneiro e vai pagar benefício de R$ 2 mil em agosto. Auxílio começa a ser
pago em 9 de agosto e tem validade até dezembro; Ministério do Trabalho também
divulga programação do BEm-taxistas. As parcelas do benefício social serão
pagas em 24 de setembro, 22 de outubro, 26 de novembro e 17 de dezembro.
PGR pede que STF arquive ações
envolvendo Bolsonaro abertas pela CPI da Covid-19. Pedido foi enviado ao
Supremo nesta segunda-feira, 25, e é assinado pela vice-procuradora-geral
Lindôra Araújo; caberá aos ministros relatores decidirem se arquivam ou não as
apurações.
Ucrânia acusa Lula de fazer
propaganda da Rússia e o coloca na lista de ‘oradores da desinformação’. Ex-presidente
declarou à revista americana ‘Times’ que Zelensky era tão culpado quanto Putin
pelo conflito no Leste Europeu.
Ausência de filhos de Bolsonaro na convenção expõe divergências no clã
A única postagem de Carlos
relacionada à convenção foi uma resposta ao ex-deputado Jean Wyllys. Dos
Estados Unidos, Eduardo compartilhou um link para o evento
Filhos do presidente Jair
Bolsonaro (PL), o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) e o deputado federal
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) faltaram à convenção nacional do PL que oficializou a
candidatura do pai à reeleição.
A ausência deles expõe
divergências nos bastidores da campanha. Carlos e Eduardo são mais ligados à
base ideológica de apoiadores do presidente. Eles praticamente ignoraram
conteúdos sobre a convenção nas redes sociais. A única postagem do vereador
relacionada à convenção foi uma resposta ao ex-deputado Jean Wyllys. Dos
Estados Unidos, Eduardo compartilhou um link para o evento.
Carlos segue à frente do controle
de perfis do chefe do Executivo nas redes sociais, mas tem agora a companhia do
publicitário Sérgio Lima na função, que faz a ponte no comitê de campanha. Ele já
reclamou publicamente da condução do marketing, tendo como alvo a equipe de
confiança do PL, mas Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador e um dos coordenadores
da campanha do pai, minimizou a disputa entre eles. Eduardo não tem uma função
específica.
Além da ausência de filhos de
Bolsonaro, o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, partido que
integra a aliança eleitoral do Palácio do Planalto, não compareceu, algo
incomum em convenções nacionais dessa magnitude.
Ministros palacianos da ala
militar, Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Luiz Eduardo
Ramos (Secretaria-Geral da Presidência) não foram ao megaevento no
Maracanãzinho.
Um dos fiadores de Bolsonaro
junto ao mercado financeiro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não compareceu,
bem como o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Em meio ao
clima festivo do evento, que reuniu milhares de apoiadores do presidente, as
ausências chamaram a atenção.
Bolsonaro e seu vice na chapa,
general Braga Netto, entraram no ginásio acompanhados das esposas e de Flávio
Bolsonaro, que integra o núcleo político da campanha à reeleição, ao lado de
Braga Netto e de nomes como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o
marqueteiro Duda Lima e José Trabulo, homem de confiança do ministro da Casa
Civil, Ciro Nogueira.
Espaços vazios
Os apoiadores do presidente
encheram o Maracanãzinho, mas o ginásio não estava lotado. Havia uma série de
assentos não ocupados na arquibancada e espaço na área de militantes mais
próxima ao palco, onde foi possível assistir à convenção de pé.
O ginásio tem capacidade para
11.800 pessoas sentadas e, pelos cálculos do partido, havia pouco menos de oito
mil no setor. Ao todo, segundo o PL, havia 12 mil pessoas presentes, mas esse
cálculo inclui imprensa, prestadores de serviço, membros do partido, políticos
e autoridades. As filas começaram antes das 8h e, enquanto o presidente
começava a discursar, os últimos militantes ainda ingressavam no ginásio.
Um dos momentos mais intensos
foram os aplausos ao deputado Daniel Silveira (PL-RJ), ícone da ala ideológica,
que foi condenado pelo Supremo e perdoado por Bolsonaro. Ele foi ovacionado,
enquanto houve vaias misturadas a aplausos para o presidente da Câmara, Arthur
Lira (PP-AL) e para o senador Romário (PL-RJ). Lira, porém, foi anunciado como
"o parceiro de Bolsonaro" — ele vestia uma camisa azul com a frase:
Bolsonaro 22. (Raphael Felice)
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Japão: ataques de macacos em série deixam mais de 40 feridos em
Yamaguch,
Quarenta e duas pessoas foram feridas por macacos na cidade japonesa de Yamaguchi, no sudoeste do Japão, desde o início de julho. Os incidentes forçaram as autoridades a recorrer a armas hipodérmicas para acalmá-los. A história ganhou destaque na imprensa do país.. Os incidentes forçaram as autoridades a recorrer a armas hipodérmicas para acalmá-los. A história ganhou destaque na imprensa do país.
Os macacos são comuns no
arquipélago japonês, onde, às vezes, entram nas casas ou invadem plantações. É
raro, no entanto, que os macacos ataquem diretamente os humanos, como aconteceu
nas últimas semanas em Yamaguchi, quando crianças e adultos foram agredidos.
"Toda cidade de Yamaguchi é
cercada por montanhas, então não é incomum encontrar macacos" na área,
disse um funcionário municipal, nesta segunda-feira (25). "Mas é raro ver
tantos ataques em tão pouco tempo", acrescentou. "No início, apenas
crianças e mulheres foram agredidas. Mas, recentemente, idosos e homens adultos
foram atacados", declarou.
"Ouvi um choro no térreo
então corri para ver o que era", disse uma das vitimas ao jornal Mainichi
Shimbun. "Então vi um macaco em cima do meu filho", descreve.
De acordo com a imprensa
japonesa, a polícia está patrulhando a área desde os primeiros ataques, em 8 de
julho, mas até agora não conseguiu capturar nenhum macaco. Ainda não se sabe se
a "revolta" ocorre em um grupo isolado de animais, que se tornou
particularmente agressivo, ou se esse é um comportamento que se disseminou
entre os primatas. (AFP)
“Não foram as bruxas que
queimaram.
Foram mulheres.
Mulheres que eram vistas como:
Muito bonitas,
Muito cultas e inteligentes,
Porque tinham água no poço, uma
bela plantação (sim, sério),
Que tinha uma marca de nascença,
Mulheres que eram muito
habilidosas com fitoterapia,
Muito altas,
Muito quietas,
Muito ruivas,
Mulheres que tinham uma forte
conexão com a natureza,
Mulheres que dançavam,
Mulheres que cantavam, ou
qualquer outra coisa, realmente.
Qualquer mulher estava em risco
de serem queimadas nos anos 1600.
Mulheres eram jogadas na água e
se podiam flutuar, eram culpadas e executadas. Se elas afundassem e se
afogassem, eram inocentes.
Mulheres foram jogadas de
penhascos.
As mulheres eram colocadas em
buracos profundos no chão.
Por que escrevo isso?
Porque conhecer nossa história é
importante quando estamos construindo um novo mundo.
Quando estamos fazendo o trabalho
de cura de nossas linhagens e como mulheres.
Para dar voz às mulheres que
foram massacradas, para dar-lhes reparação e uma chance de paz.
Não foram as bruxas que
queimaram.
Foram mulheres.". (Curioso Mundo)




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