16 de set. de 2019

Crepúsculo dos diabos...



Uma das mais graves deficiências  do  ser  humano  pode  ser  apontada  como   sua  péssima  memória ou, em outras palavras,  “...sua memória curta...”  .

Essa característica  nos  faz  esquecer  das lições  do passado, podendo levar-nos a repetir indefinidamente os mesmos  erros...

Hoje, neste nosso conturbado  e  assustador  2019,   por obra e a graça  das  impropriedades,  da  parvicidade  e  da  incompetência  do governo que  nos  dirige e,  levados  por nossa terrível  “memória curta”,  corremos um grande risco  de  começar a olhar  com  certa simpatia, com  leniência e com  um  absurdo  desejo  nostálgico, para  a   execrável  era  PTista-sindical-apóstata,  que  afundou  nosso País,  em todos  os sentidos,  principalmente no quesito  ético-moral...

Apesar  da  perplexidade,  da  insatisfação  e  da  rejeição  que  acertadamente  possamos  sentir  em  relação  às  disfunções  e  aberrações  que, diariamente,  vemos sair  da  boca e das  atitudes   do  atual  governante-mor  e  de  sua  ninhada  de  débeis  mentais,  não podemos,  EM  HIPÓTESE  ALGUMA,   sonhar  com  a  volta  do   mal PTista-sindical-apóstata,  que  nos  colocaria  novamente  em  uma  rota  de  destruição  e  aniquilamento  institucionais...




               Reflita  sobre  o texto abaixo, que me foi enviado por uma amigo..... (Márcio Dayrell Batitucci)
 
Lula e o Crepúsculo dos diabos

A azáfama de Lula, da mídia e do STF lembra o clássico filme "Crepúsculo dos Ídolos", com péssimo final para os brasileiros. (Evandro Pontes)

Em 1950, Billy Wilder filma uma obra prima – Sunset Bulevard, conhecido no Brasil sob o nome Crepúsculo dos Deuses. 

A personagem interpretada por Gloria Swanson vive uma atriz em decadência em um momento em que seu destino se cruza com a personagem de William Holden, que vive a estória de um roteirista canalha e fracassado. Norma Desmond (interpretada por Swanson) representa um passado que não voltaria mais: era uma das maiores atrizes da época do cinema mudo tentando fazer algo em tempos de cinema falado – anacronismo e prepotência são as marcas registradas de Norma. 

Já Joe Gillis (interpretado por Holden) é o mau caráter que mente sobre a condição de Norma e de um certo roteiro que ela está trabalhando para tentar voltar ao auge, a fim de ganhar a chance de ser ele, Joe, o artífice dessa grande volta. 

Joe então costura um novo roteiro que seja adequado e soe bem para que Norma, que não quer desistir da arena pública, possa voltar, ainda que ninguém mais queira a sua presença. O mordomo Max e a serviçal Betty exercem papel fundamental que poucos críticos de arte notam: eles mentem o tempo inteiro para Norma e para o mundo a fim de manter as aparências. 

O final é trágico e a intenção deste texto não é fazer um spoiler deste grande clássico, mas levantar a atenção para as personagens periféricas de Crepúsculo dos Deuses que operam como se fossem alcoviteiros da paranóia de Norma: refiro-me a Max e Betty.

Das telas dos anos 1950 para o Brasil de 2019, o enlace entre Lula e Glenn Greenwald emula semelhante paixão tórrida entre Norma e Joe enquanto STF e grande imprensa fazem o papel do mordomo Max e da serviçal Betty.

Lula, o delinquente máximo do esquema conhecido como Petrolão, recebe na solidão de sua Mansão em Curitiba, no átrio do Estado Maior, um roteirista falastrão e delinquente, que como Joe, resolve reconstruir o bizarro e inaceitável roteiro da Salomé de Lula a fim de fazê-lo estrear novamente no noticiário da política. 

Mas sem a ajuda da grande imprensa e do STF, aliados e trabalhando em uníssono, a união entre a arrogância e a malandragem jamais seria possível. 

Lula conseguiu monopolizar não só a grande imprensa, mas também e sobretudo o STF e parte do Congresso Nacional em sua causa esquizofrênica e insana. Lula, do partido que já prometeu “fazer o diabo”, tira do clássico Crepúsculo dos Deuses o seu próprio roteiro de um Crepúsculo dos Diabos: a psicopatia lulista contaminou o país e faz do STF o seu mordomo, que atende Lula quando ele bem entende, na hora que ele quiser, do jeito que ele achar melhor, sem respeitar a Constituição, o Código de Processo Penal, as Súmulas e precedentes do próprio STF ou até a convenção de condomínio do prédio que abriga o tribunal na Praça dos Três Poderes. 

O STF e a imprensa, de forma integral, trabalham exclusivamente para Lula e atendem suas vontades, caprichos, faniquitos e pirracinhas; do outro lado (Glenn Greenwald ), um lobo astucioso tira vantagem de tudo isso, um Joe Gillis dos tempos modernos. 

É absolutamente cristalino que essa história não vai acabar bem e a nossa torcida, sem a menor sombra de dúvida, é que o final não seja o mesmo do filme de Wilder: o ideal seria que essa sessão de cinema sequer tivesse começado e que Crespúsculo dos Diabos fosse apenas um curta-metragem sobre a prisão de um estelionatário que se achava roteirista, a falência de uma atriz da época do cinema mudo e a realocação dos serviçais da atriz do suntuoso endereço na Sunset Boulevard, para a chapa de alguma lanchonete In and Out.



Você está acreditando só porque eu lhe disse: "Vi você debaixo da figueira?” No entanto, você verá coisas maiores do que essas. (JC, citado em João 1)

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