Uma das mais graves deficiências do
ser humano pode
ser apontada como
sua péssima memória ou, em outras palavras, “...sua memória curta...” .
Essa
característica nos faz
esquecer das lições do passado, podendo levar-nos a repetir
indefinidamente os mesmos erros...
Hoje,
neste nosso conturbado e assustador
2019, por obra e a graça das
impropriedades, da parvicidade
e da incompetência
do governo que nos dirige e, levados por nossa terrível “memória curta”, corremos um grande risco de
começar a olhar com certa simpatia, com leniência e com um
absurdo desejo nostálgico, para a execrável
era
PTista-sindical-apóstata, que afundou
nosso País, em todos os sentidos,
principalmente no quesito
ético-moral...
Apesar da perplexidade,
da insatisfação e
da rejeição que
acertadamente possamos sentir
em relação às
disfunções e aberrações
que, diariamente, vemos sair da boca e das
atitudes do atual
governante-mor e de
sua ninhada de
débeis mentais, não podemos,
EM HIPÓTESE ALGUMA,
sonhar com a
volta do mal PTista-sindical-apóstata,
que nos colocaria
novamente em uma
rota de destruição
e aniquilamento institucionais...
Reflita sobre o texto abaixo, que me foi enviado por uma
amigo..... (Márcio Dayrell Batitucci)
Lula e o Crepúsculo dos diabos
A azáfama de Lula, da mídia e do STF lembra o clássico filme
"Crepúsculo dos Ídolos", com péssimo final para os brasileiros. (Evandro
Pontes)
Em 1950, Billy Wilder filma uma obra prima – Sunset Bulevard,
conhecido no Brasil sob o nome Crepúsculo dos Deuses.
A personagem interpretada por Gloria Swanson vive uma atriz
em decadência em um momento em que seu destino se cruza com a personagem de
William Holden, que vive a estória de um roteirista canalha e fracassado. Norma
Desmond (interpretada por Swanson) representa um passado que não voltaria mais:
era uma das maiores atrizes da época do cinema mudo tentando fazer algo em
tempos de cinema falado – anacronismo e prepotência são as marcas registradas
de Norma.
Já Joe Gillis (interpretado por Holden) é o mau caráter que
mente sobre a condição de Norma e de um certo roteiro que ela está trabalhando
para tentar voltar ao auge, a fim de ganhar a chance de ser ele, Joe, o
artífice dessa grande volta.
Joe então costura um novo roteiro que seja adequado e soe bem
para que Norma, que não quer desistir da arena pública, possa voltar, ainda que
ninguém mais queira a sua presença. O mordomo Max e a serviçal Betty exercem
papel fundamental que poucos críticos de arte notam: eles mentem o tempo
inteiro para Norma e para o mundo a fim de manter as aparências.
O final é trágico e a intenção deste texto não é fazer um
spoiler deste grande clássico, mas levantar a atenção para as personagens
periféricas de Crepúsculo dos Deuses que operam como se fossem alcoviteiros da
paranóia de Norma: refiro-me a Max e Betty.
Das telas dos anos 1950 para o Brasil de 2019, o enlace entre
Lula e Glenn Greenwald emula semelhante paixão tórrida entre Norma e Joe
enquanto STF e grande imprensa fazem o papel do mordomo Max e da serviçal
Betty.
Lula, o delinquente máximo do esquema conhecido como Petrolão,
recebe na solidão de sua Mansão em Curitiba, no átrio do Estado Maior, um
roteirista falastrão e delinquente, que como Joe, resolve reconstruir o bizarro
e inaceitável roteiro da Salomé de Lula a fim de fazê-lo estrear novamente no
noticiário da política.
Mas sem a ajuda da grande imprensa e do STF, aliados e
trabalhando em uníssono, a união entre a arrogância e a malandragem jamais
seria possível.
Lula conseguiu monopolizar não só a grande imprensa, mas
também e sobretudo o STF e parte do Congresso Nacional em sua causa
esquizofrênica e insana. Lula, do partido que já prometeu “fazer o diabo”, tira
do clássico Crepúsculo dos Deuses o seu próprio roteiro de um Crepúsculo dos
Diabos: a psicopatia lulista contaminou o país e faz do STF o seu mordomo, que
atende Lula quando ele bem entende, na hora que ele quiser, do jeito que ele
achar melhor, sem respeitar a Constituição, o Código de Processo Penal, as
Súmulas e precedentes do próprio STF ou até a convenção de condomínio do prédio
que abriga o tribunal na Praça dos Três Poderes.
O STF e a imprensa, de forma integral, trabalham
exclusivamente para Lula e atendem suas vontades, caprichos, faniquitos e
pirracinhas; do outro lado (Glenn Greenwald ), um lobo astucioso tira vantagem
de tudo isso, um Joe Gillis dos tempos modernos.
É absolutamente cristalino que essa história não vai acabar
bem e a nossa torcida, sem a menor sombra de dúvida, é que o final não seja o
mesmo do filme de Wilder: o ideal seria que essa sessão de cinema sequer
tivesse começado e que Crespúsculo dos Diabos fosse apenas um curta-metragem
sobre a prisão de um estelionatário que se achava roteirista, a falência de uma
atriz da época do cinema mudo e a realocação dos serviçais da atriz do suntuoso
endereço na Sunset Boulevard, para a chapa de alguma lanchonete In and Out.
Você está acreditando só porque
eu lhe disse: "Vi você debaixo da figueira?” No entanto, você verá coisas
maiores do que essas. (JC, citado em João 1)

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