8 de fev. de 2019

Operação “limpa crimes” ...


Em mais um trecho de sua “delação premiada”,  liberado agora,  o ex-todo poderoso  Ministro, amigo e conselheiro de Lulla,  sr. Antônio Palocci,  revela  que  foi feita  uma “verdadeira limpa”   de  documentos  comprometedores  das  maracutaias  que eram realizadas  por Lulla  e  seu  PT-sindical apóstata,  quando  souberam  que  o ex-presidente seria  convocado a prestar  declarações na PF...

                  Imagine-se  o  volume  de  m........  que  existia  nesses   documentos,  que poderiam  atolar  até  a  cabeça,  essa  gangue  de  criminosos  que  tomou de assalto nosso País!

                  A  Operação  “limpa crimes”  foi  coordenada pelo  presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e por  Clara Ant, ex-diretora da entidade...

                  A  liberação  dessa  notícia  de  mais  esse crime  cometido  pela  turma  de  Lulla  e  de  seu  PTsindical-apóstata,   se  deu  exatamente  um  dia  após  a  Juíza  Gabriela Hardt ter condenado  Lulla  a  mais  12  anos  de  prisão,  pela   troca  de  favores  que  elle   comandava  com   empreiteiras,  favores esses ligados  às  mordomias  que  eram  executas  no Sítio de Atibaia, que  não  era  delle,  mas  que  elle  usava  como  seu!

( À propósito,   essa  Juíza  Gabriella  Hardt  é  filha de nosso  colega petroleiro,  do  SIX, no Paraná,  George  Hardt!  Deve  ter  aprendido  com seu pai  o  caminho  do  trabalho,  do profissionalismo e da  honestidade,  ao  prolatar   sua  sentença...  Como ela  disse,  "...Afirmo minha imparcialidade no caso sob julgamento, bem como minha competência para atuar como substituta automática em todos os feitos em trâmite na unidade em caso de afastamento do juiz federal, não restando qualquer vício ou nulidade a ser reconhecida no tópico...")


Juíza  Gabriela Hardt


                 Nunca é demais nos alegrar em relação à  todas essas notícias que surgem, confirmando a ilicitude  que sempre imperou nas  ações  de  Lulla  e  de  seu  PT-sindical-apóstata!

                 Isso  não  é  “tripudiar”  e,  aqui, não vale apelar  para  as  doutrinas de Cristo  sobre o perdão  e  sobre a  tolerância  que devemos ter para  com aqueles que erram :  “..mesmo  o  Justo,  peca 7 vezes  ao dia ( Prov. 24, 16 )...”  e  “...não há homem que não peque ( Ecles. 7,21 )...” .


                    Pois, do mesmo modo, não podemos nos esquecer  que o mesmo Cristo,  bateu firme com  sua  vara, expulsando sem dó,  os  vendilhões  do Templo ! ( Jo 2: 12-25 ).  
                    Há certos  crimes  e  certos  ilícitos,  como esses  perpetrados  por  Lulla  e  seu  PT-sindical apóstata,  com  total  consciência  e  conhecimento,  em  cima  de  desvalidos  e  de  pobres ignorantes, que neles confiaram, que  não  são  passíveis  de  perdão! “Mutatis  mutandis”,  equivalem  a  uma  blasfêmia  contra o Espírito Santo  ( Marcos, 3:28-30 ).  (Márcio Dayrell Batitucci)                 

 Palocci fala que houve "limpa" de documentos antes de operação contra Lula ...

O ex-ministro Antonio Palocci disse, em acordo de delação premiada, que documentos foram retirados das casas de ex-assessores Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Instituto Lula, em São Paulo, antes da fase da Operação Lava Jato em que o do ex-presidente foi levado pela Polícia Federal para prestar depoimento em junho de 2016.As declarações de Palocci estão presentes em trecho de sua delação que foi divulgado nesta quinta-feira (7) por sites como G1 e Antagonista -- o teor do documento foi confirmado pelo UOL, mediante anonimato, com uma fonte que acompanha o caso. O depoimento foi dado à PF em abril do ano passado....

Segundo Palocci, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e Clara Ant, ex-diretora da entidade, souberam que o ex-presidente seria alvo de uma operação policial, inclusive com conhecimento da data. Com isso, ambos teriam retirado documentos de suas residências -- no relato de Palocci, Okamotto teria contado que fez "uma limpa" em sua casa. Okamotto e Clara foram alvos da Operação Aletheia, a 24ª fase da Lava Jato, realizada em 4 de março de 2016 -- a mesma em que Lula foi alvo de condução coercitiva para depor à PF. Ambos são petistas históricos e próximos do ex-presidente....

Em nota, a defesa de Paulo Okamotto afirmou que as alegações de Palocci sobre o presidente do Instituto Lula são "inverídicas". "Suas acusações não trazem consigo nenhum elemento probatório e, evidentemente, são formulações com o objetivo de obter benefícios judiciais e financeiros."Segundo o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, "o país segue presenciando as alegações premiadas, negociadas em troca de generosos benefícios para serem vazadas em momentos estrategicamente definidos. A pergunta que deve ser feita é: quais as provas que o delator apresentou sobre suas alegações premiadas?".O UOL tentou contato com a defesa de Clara Ant, mas não teve resposta até o momento da publicação desse texto.

PF não teria levado HD sobre reuniões

A PF investiga desde 2016 o vazamento de informações sobre a operação Aletheia. Questionado sobre o assunto durante depoimento de sua delação, Palocci disse à polícia ter notado que "documentos importantes" não tinham sido apreendidos durante a operação no Instituto Lula e nas casas de assessores do ex-presidente.Segundo o ex-ministro, Clara Ant contou a ele que um HD com registros de reuniões feitas por Lula em seus dois mandatos não tinha sido levado pela polícia....

Tanto Clara como Okamotto, de acordo com Palocci, lamentaram o fato de Lula não ter feito o mesmo em seu apartamento e no sítio de Atibaia (SP), onde foram encontrados "documentos comprometedores".Nos dois imóveis citados, a PF encontrou elementos usados em processos contra Lula. No apartamento do ex-presidente, por exemplo, foram encontrados recibos de obras feitas no sítio de Atibaia usado por ele e sua família. Lula foi condenado ontem em primeira instância neste processo, e os recibos foram levados em conta como provas pela Justiça. ...

Ex-homem forte dos governos Lula e Dilma, Palocci ficou preso preventivamente entre 2016 e 2018. Em novembro do ano passado, como parte de seu acordo de colaboração, deixou a prisão e passou a cumprir prisão domiciliar em regime semiaberto -- ou seja, pode trabalhar durante o dia e precisa dormir e passar os fins de semana em casa. Condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, ele ainda responde a processos na Operação Lava Jato....

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